Mauricio Puc Rio (Er) Aula 7 Segundo Artigo

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Mauricio Puc Rio (Er) Aula 7 Segundo Artigo

  1. 1. An NFR-Based Framework for Establishing Traceability between Enterprise Architectures and System Architectures Aluno: Maurício Serrano Abril 2008 Análise do Artigo Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  2. 2. Índice <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>Trabalhos Relacionados </li></ul><ul><li>NFR Framework </li></ul><ul><li>Propagatory Framework </li></ul><ul><li>Home Appliance Control System </li></ul><ul><li>Enterprise Architectures for HACS </li></ul><ul><li>Aplicação do Propagatory Framework </li></ul><ul><li>Observações </li></ul><ul><li>Conclusões </li></ul><ul><li>Referência </li></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  3. 3. Introdução Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Transparência de Software
  4. 4. Introdução <ul><li>Enterprise Architecture (EA) : </li></ul><ul><li>Inclui a arquitetura de tecnologia de informação da organização; </li></ul><ul><li>Inclui padronizações de hardware , software e rede; </li></ul><ul><li>Serve de base para qualquer desenvolvimento de Sistemas de Informação dentro da organização; </li></ul><ul><li>É derivada da Strategic Enterprise Plan (SEP). </li></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  5. 5. Introdução <ul><li>Strategic Enterprise Plan (SEP) : </li></ul><ul><li>Captura as metas e os objetivos de negócio da organização; </li></ul><ul><li>Abrange as expectativas da organização para os próximos 3 a 5 anos; </li></ul><ul><li>Serve de base para o Strategic Information Systems Plan (SISP). </li></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  6. 6. Introdução <ul><li>Strategic Information Systems Plan (SISP) : </li></ul><ul><li>É desenvolvido pela unidade de negócios de Sistemas de Informação; </li></ul><ul><li>Lista entre outras coisas os projetos de desenvolvimento que serão realizados nos próximos 3 a 5 anos; </li></ul><ul><li>Ajuda a atingir os objetivos de negócio da organização definidos no SEP . </li></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  7. 7. Introdução <ul><li>Sistema de Informação: </li></ul><ul><li>Tem o seu desenvolvimento aprovado pelo SISP ; </li></ul><ul><li>Deve ter a aprovação de executivos; </li></ul><ul><li>Passa pelas fases iniciais típicas do Processo de Desenvolvimento: </li></ul><ul><ul><li>Definição de Escopo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Análise do Problema; e </li></ul></ul><ul><ul><li>Análise de Requisitos. </li></ul></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  8. 8. Introdução <ul><li>Fase de Análise de Requisitos: </li></ul><ul><li>Nesta fase, os requisitos do novo sistema são elicitados e analisados; </li></ul><ul><li>Essa análise inclui o desenvolvimento de arquiteturas de sistemas; </li></ul><ul><li>A arquitetura do sistema é fundamental para o desenvolvimento do sistema em termos de qualidade; </li></ul><ul><li>Mudanças na arquitetura do sistema impactam no processo, no produto e nos aspectos de gerência do sistema. </li></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  9. 9. Introdução <ul><li>Os requisitos orientam a seleção da arquitetura do sistema; </li></ul><ul><li>Essa seleção não leva em conta a Enterprise Architecture (EA) ; </li></ul><ul><li>É extremamente importante para a organização compreender como a arquitetura do sistema satisfaz a EA . Vantagens: </li></ul><ul><ul><li>A SA contempla a EA; </li></ul></ul><ul><ul><li>A SA satisfaz os requisitos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Os rastros podem ser usados na análise de viabilidade técnica. </li></ul></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  10. 10. Relacionamentos entre Planos e Arquiteturas
  11. 11. Trabalhos Relacionados Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Transparência de Software
  12. 12. Trabalhos Relacionados <ul><li>Strategic Alignment Method (SAM): </li></ul><ul><ul><li>Reafirma a importância do alinhamento (coerência) para a gerência estratégica; </li></ul></ul><ul><ul><li>Determina quatro relacionamentos inter-domínios: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Strategic Execution Alignment Perspective; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tecnology Information Alignment Perspective; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Competitive Potential Alignment Perspective; e </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Service Level Alignment Perspective. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Não descreve como determinar essas perspectivas. </li></ul></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  13. 13. Trabalhos Relacionados <ul><li>Framework da Information Economics: </li></ul><ul><ul><li>Ajuda a determinar quais projetos merecem receber verbas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Utiliza uma lista de dez fatores de decisão que compreendem os domínio de negócio e de tecnologia de informação; </li></ul></ul><ul><ul><li>O reasoning é subjetivo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Não possui rastros entre a SA e a EA ; </li></ul></ul><ul><li>Business Process Re-engineering (BPR): </li></ul><ul><ul><li>Tenta alinhar a tecnologia de informação com o processo de negócio; </li></ul></ul><ul><ul><li>Não tenta alinha a SA com a EA ; </li></ul></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  14. 14. Trabalhos Relacionados <ul><li>Business IT Alignment Method (BITAM): </li></ul><ul><ul><li>Tenta alinhar a SA com a EA ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Utiliza três camadas para sistemas de negócio; </li></ul></ul><ul><ul><li>Utiliza doze passos para estabelecer o alinhamento entre elas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Não captura as justificativas para as decisões; e </li></ul></ul><ul><ul><li>Não se adapta facilmente a mudanças nos objetivos do negócio; </li></ul></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  15. 15. NFR Framework Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Transparência de Software
  16. 16. NFR Framework <ul><li>É utilizado para se trabalhar com requisitos não-funcionais; </li></ul><ul><li>Possui estrutura semelhante a grafos AND/OR; </li></ul><ul><li>Requer cinco tarefas iterativas que se sobrepõem: </li></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento de NFRGoals e suas decomposições; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento de Modelos de Manutenção Alternativa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento de Modelos de Tradeoffs e Rationale ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento de Criticalidades de Goals ; e </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação e Análise. </li></ul></ul><ul><li>Cria um Softgoal Interdependency Graph (SIG) . </li></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  17. 17. Ontologia Parcial
  18. 18. Regras de Propagação Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  19. 19. Propagatory Framework Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Transparência de Software
  20. 20. Propagatory Framework Framework proposto para estabelecer rastreabilidade entre a SA e a EA. Utiliza sete passos: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  21. 21. Propagatory Framework Sete passos (continuação): Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  22. 22. Home Appliance Control System Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Transparência de Software
  23. 23. Home Appliance Control System
  24. 26. Enterprise Architectures for HACS Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Transparência de Software
  25. 28. Aplicação do Propagatory Framework Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Transparência de Software
  26. 29. Decomposição de Goals da Enterprise Architecture
  27. 30. Decomposição de Requisitos do Sistema
  28. 31. Decomposição de Arquiteturas do Sistema
  29. 32. Determinação das Contribuições entre SA e Requisitos
  30. 33. Aplicação das Regras de Propagação
  31. 34. Determinação das Contribuições entre SA e EA Goals
  32. 35. Propagação e Análise das Contribuições da Arquitetura do Sistema
  33. 36. Observações Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Transparência de Software
  34. 37. Observações <ul><li>No exemplo, todos os softgoals possuem a mesma prioridade; </li></ul><ul><li>O framework permite que se trabalhe com prioridades; </li></ul><ul><li>As justificativas são capturadas através de claim softgoals . Representação: </li></ul><ul><li>Mudanças nos goals ou nas arquiteturas podem ser feitas atualizando o SIG e anotando as justificativas; </li></ul><ul><li>O framework mantém todos os rastros. </li></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  35. 38. Conclusões Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Transparência de Software
  36. 39. Conclusões <ul><li>O framework garante que: </li></ul><ul><ul><li>A arquitetura do sistema está de acordo com os objetivos da organização; </li></ul></ul><ul><ul><li>A arquitetura do sistema está de acordo com os requisitos do sistema; </li></ul></ul><ul><ul><li>O Sistema de Informação possui viabilidade técnica. </li></ul></ul><ul><li>O framework precisa ser aplicado a diferentes sistemas; </li></ul><ul><li>O framework necessita de uma ferramenta; </li></ul><ul><li>É preciso desenvolver meios de documentar a EA e a SA de forma não ambígua; </li></ul><ul><li>O framework é prático e sistemático. </li></ul>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  37. 40. Referência Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Transparência de Software
  38. 41. Referência Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) <ul><li>Nary Subramanian, Lawrence Chung, and Yeong-tae Song. “ Na NFR-Based Framework for Establishing Traceability between Enterprise Architectures and System Architectures .” Proccedings of the Seventh ACIS International Conference on Software Engineering , Artificial Intelligence, Networking, and Parallel/Dristributed Computing (SNPD’06), 2006. </li></ul>

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