4467225-438150..Geografia..<br />Frente 1<br />Módulos 7 e 8: Clima<br />-> Definições:<br />-447675175260• Clima é uma su...
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
3ano 1bi pga-2_hist_geo
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

3ano 1bi pga-2_hist_geo

1.814 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.814
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
173
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
30
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

3ano 1bi pga-2_hist_geo

  1. 1. 4467225-438150..Geografia..<br />Frente 1<br />Módulos 7 e 8: Clima<br />-> Definições:<br />-447675175260• Clima é uma sucessão de tipos de TEMPOS meteorológicos, que se manifestam na camada da atmosfera situada juntamente ao solo, a TROPOSFERA.<br />• Os elementos do tempo são: Temperatura, Pressão Atmosférica, Ventos, Umidade, Nebulosidade...<br />• Fatores que determinam o clima são: Altitude (maior altitude, menor é a temperatura; altitude em metros); Latitude (quanto maior a latitude, menor a média térmica anual); Correntes Marítimas (no Brasil influencia pouco); Relevo (pode impedir, com um obstáculo, o deslocamento de uma massa de ar, ou até orientar o deslocamento – deslocamentos horizontais: área anticiclonal (baixas temperaturas) e área ciclonal (alras temperaturas)); Continentalidade e Maritimidade (quanto mais interior, continental, menor o gradiente de umidade; quanto mais próximo do oceano, maior a umidade); Vegetação (não pode ser considerada um fator determinante pelo clima, mas está relacionado, pois uma alteração climática modifica a vegetação).<br />• As modificações da ação antrópica (poluição, desmatamentos..) muda o clima; portanto, é prematuro apontar mudanças climáticas a partir da análise dos aspectos do tempo em um período muito curto.<br />• A corrente El Niño provoca chuvas abundantes no centro-sul do Brasil, enquanto na corrente La Niña o Centro-Oeste e o Nordeste amargam estiagens prolongadas; inverno mais rigoroso no sul e chuvas abundantes no Nordeste.<br />• Ponto de Saturação: quantidade máxima de vapor d’água que o ar pode conter.<br />-447675181610• Umidade Absoluta: quantidade de vapor d’água (em gramas) contida no ar atmosférico (metro cúbico) em dado momento.<br />• Umidade Relativa: quantidade de vapor d’água (porcentual) que o ar contém. Em relação ao ponto de saturação.<br />• Formas de precipitação: Garoa, Granizo, Névoa, Geada, Neve, Orvalho, Chuva Orográfica ou Relevo, Chuva Convectiva, Chuva frontal...<br />• Importante: Regimes pluviométricos do Brasil e o Polígono das Secas.<br />-> Massas de ar que atuam sobre o Brasil:<br />• No verão o predomínio é de massas de ar quentes e úmidas.<br />• No inverno o destaque é o mTc (massa Tropical Continental) e a mPa (massa Polar Atlântica); geadas e nevascas no centro-sul e friagem na Amazônia Ocidental.<br />-580390364490• A predominância de massas de ar quente e úmida, torna o clima ameno, com um verão bem pronunciado com chuvas abundantes.<br />-> Fenômenos El Niño e La Niña:<br />• É a elevação inesperada da temperatura da América do Sul.<br />• Aparece a intervalos de dois a cinco anos.<br />• No Nordeste brasileiro provoca uma seca; no sudeste e no sul o contrário, as chuvas ficam intensas.<br />-> Classificação climática do Brasil e seus subtipos:<br />-11430013970<br />-70485-240665<br />Frente 2 Módulo 7: Litoral<br />-13335030480-> Relevo Submarino:<br />• Plataforma Continental – Ilhas costeiras<br />• Talude Continental.<br />• Região Abissal – Cordilheiras Oceânicas.<br />-> Litoral Brasileiro:<br />• Pouco recortado, maciço, caracterizado pela ausência de golfos e penínsulas.<br />• Extenso: 7367km<br />• Temperaturas elevadas.<br />• Variação da Amplitude das Marés, diminuindo no sentido norte-sul.<br />• 200 milhas marítimas de águas territoriais.<br />-> Divisões do Litoral:<br />• Litoral Norte, Setentrional ou Equatorial: AP a RN – mangues, dunas e salinas.<br />• Litoral Leste, Oriental ou Tropical: RN a RJ – recifes, barreiras e salinas.<br />• Litoral Sul, Meridional ou Subtropical: RJ a RS – baixadas, falésias e formações lacustres.<br />Módulo 8: Região Centro-Oeste<br />-> Divisão Política:<br />• A divisão regional do Brasil foi criada em 1943; a Região Centro-Oeste tinha apenas dois estados: Goiás e Mato Grosso. Em 1959 começaram as obras para Brasília (sudeste de Goiás), inaugurando-a em 21 de abril de 1960. Em janeiro de 1979 Mato Grosso foi dividida em Mato Grosso (capital Cuiabá) e Mato Grosso do Sul (capital Campo Grande). Em 1988 Góias foi dividida, criando o Estado de Tocantins (Região Norte).<br />-> Relevo:<br />• Predomínio de formações planálticas com áreas deprimidas às suas margens.<br />-857255080<br />-> Clima:<br />-323850172085• Influenciados pelas massas mTc (quente e seca); mEc (quente e úmida); mPa (fria e úmida).<br />• Também influenciados pela localização (latitude e relevo); a região está numa área tropical (baixa latitude) com pequena influencia do oceano, tendendo à continentalidade.<br />• Predomínio do clima semiúmido quente, com exceção ao sul, que é semiúmido subquente (influenciada pela mPa).<br />• No verão a mTc aumenta, sobe as temperaturas (cerca de 42ºC), mantendo a média de 26°C. Ao entrar em contato com a mPa, haverá um frio úmido e maiores precipitações (chuvas frontais).<br />• No inverno a mPa aumenta, faz a temperatura cair, principalmente no sul, numa média de 18°C para 0°C, nos momentos de friagem. Também provoca uma baixa taxa pluviométrica.<br />-> Vegetação:<br />• A vegetação é consequencia do clima e do solo. A região apresenta solos pobres (latossolos lixiviados) e clima semiúmido, contribuindo com o surgimento do cerrado (no centro).<br />-44767514605• O cerrado é uma formação arbustiva, intermediária entre as florestas e os campos. É típica de climas semiúmidos. Também é conhecido como savana. É composto de árvores de até dez metros, arbustos e gramíneas. Existe uma alternância de chuvas (períodos secos e chuvosos), os galhos são retorcidos, raízes são profundas (para atingir o lençol freático) e as cascas são grossas (cortiça). Exemplo: Lixeira, Mangabeira, Barbatimão, Pequi...<br />• A Floresta equatorial Amazônica é vegetação de clima superúmido, com grande número de espécies, arvores de 50 metros de altura, cobrindo o solo com suas copas frondosas, tornando o interior escuro, úmido e de difícil acesso. É dividida em mata de terra firme (despontam espécies como a seringueira, cedro e Jacarandá) e mata de poaia (presença de trepadeiras).<br />• A Floresta Tropical está relacionada às condições do solo (manchas de basalto) e ao lençol d’água. Possui árvores altas, porém com folhas pequenas. As folhas caem nas estações de seca, formando um tapete no chão (de húmus). Importância nas matas-galerias; palmeira (babaçu), cedro, castanheira...<br />• Os campos são uma conseqüência dos tipos de solos (pobres), associado ao clima seco e a ação do homem. Pode ser campo sujo (gramínea, arbustos, resultado de queimadas... é conhecido como cerradinho) ou campo limpo (total domínio das gramíneas, lembra pradarias ou estepes).<br />• Complexo do Pantanal: Região de áreas inundáveis do Rio Paraguai; é uma mistura de vegetações: Amazônica, Cerrado e Campo. Como está sempre alagada, é possível encontrar espécies aquáticas que evoluirão para gramíneas, formando excelentes pastagens. Nas áreas menos atingidas pelas inundações começam a surgir as florestas-galerias.<br />-> Hidrografia:<br />-4095758890•As lagoas da Bacia do Paraguai possuem diversas baías, que aprisionam água durante cheias de verão.<br />• A Bacia do Tocantins-Araguaia é destacado pela possibilidade do potencial hidráulico e seu transporte.<br />• O Rio Paraná é plenamente utilizado, no Complexo Jupiá-Ilha Solteira.<br />• No curso do Rio Araguaia, forma-se a maior ilha fluvial do mundo, a Ilha do Bananal.<br />-> População e urbanização:<br />• Inicialmente a região era isolada, por causa da sua posição geográfica... Por isso houve um retardamento no desenvolvimento econômico da região.<br />• teve um subpovoamento; atualmente é o fator principal da dinamização do ser crescimento populacional.<br />• Com a criação de Brasília, o transporte foi desenvolvido (redes rodoviária e ferroviária).<br />• Junto com o crescimento populacional, a agropecuária também vem evoluindo; sendo as áreas mais importantes: Vale do Paranaíba; Mato Grosso de Goiás (Ceres); Dourados (Sul de MS) e a Rodovia Marechal Rondon – BR-364 (Frente pioneira do norte do Mato Grosso).<br />• Sobre o povoamento, as bacias fluviais tiveram grande importância com eixos de penetração; as primeiras tentativas de ocupação partiram dos espanhóis com a criação de missões religiosas (destruídas pelos bandeirantes); a descoberta do ouro criou centros em Vila Bela (Mato Grosso), Vila Boa (Goiás), Cuiabá, Poconé, Diamantina; a Coroa Portuguesa gerou cidades (Cáceres, Corumbá, Miranda, Iguatemi) para garantir a posse; com a queda do ouro, a população passou a dedicar na lavoura e pecuária, ocorrendo a expansão das grandes fazendas; para a procura de melhores pastagens, surgiam povoados para a dispersão (Catalão, Ipameri, Anápolis, Nioaque, Coxim, Formosa; e por fim ocorreu as ocupações agrícolas fundando núcleos no Vale do Paranaíba, em Ceres (Mato Grosso de Goiás) e no sul do Mato Grosso do Sul (Dourados).<br />• A população da região Centro-Oestre é predominantemente urbana, sendo a segunda região mais urbana do país, após a Sudeste.<br />-> Economia:<br />3121025269875• Extrativismo mineral: importância no Diamante (São Lourenço, Rio das Garças; no Mato Grosso); Cristal de Rocha (quartzo; em Cristalina, Cavalcante, Ipameri e Puim); Ferro e Manganês (hematita e pirolusita, respectivamente, no Maciço do Urucum, Pantanal Mato-Grossense); nióbio e fosfatos.<br />• Extrativismo vegetal: Borracha; ipecacuanha ou poaia; erva-mate e quebracho.<br />• Pecuária: é o setor mais estável da região Centro-Oeste. É de caráter extensivo, de grandes propriedades e destinado para o corte. Apesar do objetivo da criação do gado ser a produção de carne, em áreas de densa população, desenvolve-se a pecuária leiteira.<br />• A agricultura evoluiu de subsistência para comercial; é cultivada no Mato Grosso de Goiás (Ceres – feijão, milho e arroz), Vertente Goiana do Paranaíba (Itumbiara e Goiatuba – arroz, soja, feijão, algodão, cana, abacaxi, laranja) e Sul do Mato Grosso do Sul (Dourados – trigo, arroz, café, milho, soja, feijão).<br />• A região Centro-Oeste é a menos industrializada do Brasil; a maioria dos estabelecimentos (máquinas de arroz, casas de farinha, torrefação de café, olarias e oficinas de reparo) são de organização familiar, sem estrutura técnica e econômica eficiente. Porém, atualmente empresas extrarregionais levam tecnologia, atraídas pela possibilidade de acesso mais fácil à matéria-prima regional.<br />-> Transporte:<br />-39052531115• O sistema de transporte visa o escoamento da produção agropecuária e a integração com o Sudeste. O sistema rodoferroviário integra o corredor de exportação de Santos, englobando Paraguai e Bolívia (Gaseduto).<br />• As rodovias teve uma perpectativa de um rápido e grande desenvolvimento por causa da existência de vastas superfícies e da ampliação da demanda dos mercados do Sudeste. Importante lembrar das Rodovias Longitudinais, Transversais e Diagonais; destaque nas Rodovias radiais que partem de Brasília.<br />• A transpantaneira é uma rodovia construída num aterro permanente, de inicialmente 340km entre Poconé e Corumbá. A terra tirada das bordas abre duas valas que se enchem de água nas enchentes e se transformam em dois ‘rios’ que acompanham a estrada em quase toda sua extensão... Porém são poucos os trechos da Rodovia Transpantaneira.<br />• O sistema hidroviário, utilizado desde o início as vias fluviais, foi regalada para um plano secundário. A construção de rodovias causou decadência na navegação do Rio Tocantins, que era um dos principais meios de circulação. A importância agora é a hidrovia Paraná-Tietê e a hidrovia do Pantanal (comércio com países do Mercosul). O governo tenta implantar a hidrovia da Madeira, para o escoamento de cereais.<br />• O sistema ferroviário do Centro-Oeste é a segunda malha menos extensa do país; destaques na Ferrovia do Noroeste (liga Mato Grosso do Sul a São Paulo) e a MRS Logística (liga Góias e Minas Gerais).<br />• O sistema aeroviário vêm sendo desenvolvido graças à importância de Brasília.<br />Frente 3 Módulo 7: Japão<br />-45720023495-> Introdução:<br />• Arquipélago de mais de 3 mil ilhas.<br />• Localizado no Círculo do Fogo do Pacífico.<br />• Principais Ilhas: Hokkaido, Honshu, Shikoku, Kiushu.<br />-> Relevo:<br />• 80% montanhas jovens.<br />• 15% planícies litorâneas.<br />-> Hidrografia:<br />• Rios de pequena extensão e de curso acidentado.<br />• Destaques: Rios Ishikari, Tone e Shinano.<br />-> Clima:<br />• Temperado Oceânico predominante.<br />• Ao norte temperado frio e ao sul subtropical.<br />-> Vegetação:<br />• Floresta de Coníferas cobrem de 50% a 72% do território.<br />-> Aspectos Humanos:<br />• País populoso e povoado; elevado padrão de vida (3° lugar no IDH).<br />• Destaque nas metrópoles: Tóquio, Nagoia, Osaka, Tokaido.<br />-238125011430• PEA (população economicamente ativa): terciário. Predomínio de adultos com envelhecimento da população.<br />• No fim de 1940, o país introduziu o planejamento familiar japonês, para conter o potencial perigo do baby boom. Na década de 1980 foi estimulando a importação de mão de obra qualificada e temporária; na década de 90 se deu conta que essa importação não atenderia às necessidades da economia.<br />• Ainda na década de 1990, a economia estava em crise, empregos reduzidos, industrias saindo do país... e até agora recupera-se. Em 2002, algumas empresas começaram a bonificar famílias que optavam por um terceiro filho. Porém a taxa de natalidade não avança; as mulheres começaram a entrar no mercado de trabalho, deixando de lado o ônus da maternidade, recusando a ter filhos.<br />• “O Japão precisa adequar-se aos novos tempos quanto à política de natalidade. Se permitir a imigração desordenada, perderá sua homogeneidade étnica. Se a população não crescer, mesmo com a robotização, terceirização e a exportação de setores inteiros de baixo valor agregado, faltarão braços para trabalhar.”<br />-2495550168275-> Aspectos econômicos:<br />• Agricultura: O Japão é membro do pólo econômico Apec (Asia Pacific economic cooperation). A agricultura é intensiva; superaproveitamento do espaço (pequenas propriedades); elevada produtividade e fertilização; biotecnologia. Uso de rotação de culturas, terraceamento e pôlderes. Destaque no arroz, chá, frutas cítricas, trigo, forragens, amora e sericicultura.<br />• Pecuária intensiva, gado confinado (estabulado). Também avicultura, piscicultura (criação de peixes), maricultura (algas marinhas). Utilizam a pesca com apoio de satélites e dos navios-indústria.<br />• Matérias-primas: ferro, alumínio, manganês, níquel, obre, chumbo e zinco.<br />• Energia: petróleo, carvão, gás natural e plutônio.<br />• Exportação de biotecnologia, fibras ópticas e Robótica (tecnologia e capitais).<br />-> Indústria:<br />• Parques industriais situados junto aos portos, visando às matérias-primas importadas e à produção para a exportação.<br />• Surgimento no fim do século XIX, na era Meiji.<br />• Destaque na Siderurgia, Naval, Automobilistica e Eletrônica.<br />• Reconstrução pós-Segunda Guerra Mundial (Zaibatsus): Mão de obra abundante e qualificada; Capital americano (plano bilateral).<br />-> Transporte:<br />• Densa rede ferroviária.<br />• Primeira frota mercante do mundo.<br />-> Histórico:<br />• Década de 1990, Japão enfrenta crise financeira causada pela quebra de vários bancos.<br />• O governo não encontra solução e a economia entra num ritmo lento de crescimento.<br />• Tonelagem: entrada nos portos em 1990, entre 165 e 216 milhões de toneladas brutas.<br />• Nos últimos anos a economia vêm se recuperando, ao mesmo tempo da recuperação da economia dos EUA (após Guerra Fria) e da ascensão da China e dos Tigres Asiáticos.<br />• Os salários foram reduzidos e os benefícios cortados; empresas inoperantes faliram ou foram reprojetadas; o país exportou setores de baixo valor agregado e estimulou os de tecnologia de ponta.<br />• Novas áreas industriais surgiram e os investimentos na modernização de sua indústria foram agressivos.<br />• Modificou-se o padrão de consumo. Mão de obra ficou mais especializada.<br />• O novo Japão está em condições de enfrentar o disputado mercado asiático e mundial!<br />Módulo 8: Europa – Aspectos Naturais e Humanos<br />-> Aspectos Humanos:<br />• População Absoluta: 750 milhões de habitantes. Países mais populosos: Rússia, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, e Ucrânia e Espanha. <br />• Elevada densidade demográfica. Países mais povoados: Mônaco, Malta, Países Baixos, San Marinho, Bélgica e Reino Unido.<br />• População mal distribuída: maior concentração na porção Centro-Ocidental, Sul da Inglaterra ao Vale do Pó (norte da Itália).<br />• Grande diversidade étnica, lingüística e religiosa.<br />• Elevado padrão de vida.<br />• População composta por adultos e velhos.<br />• Elevada urbanização cmo destaque para as cidades: Londres, Paris, Roma, Moscou, Berlim e Kiev.<br />• Convergência de migrações, elevado índice de desemprego e Xenofobia.<br />• União européia, uma forma de integração econômica e de desenvolvimento em conjunto. A criação da União teve como pretexto o desemprego crescente e o afluxo de migrantes, nacionalismo e Xenofobia. Com o agravamento da crise em 1980, intensificou as migrações de indivíduos oriundos do Leste europeu, com a falência das economias socialistas. Isso fez com que eclodisse antigas nações socialistas (Rússia e ex-Iugoslávia), levando diversos grupos a conflitos.<br />• “Exemplos da ascensão dos nacionalistas ficaram evidentes com a guerra na ex-Iugoslávia, que em diferentes momentos colocou em oposição sérvios, croatas, kosovares, cristãos e muçulmanos; com o surgimento de partidos, associações ou organizações políticas, defendendo o fechamento de fronteiras, tratamento diferenciado e discriminatório aos imigrantes, e com a ascensão política da direita ou da extrema direita, que recentemente inclusive, passou a compor o governo da Áustria, sob protesto de outros membros da União européia e da comunidade de internacional de uma maneira geral.”<br />335280092710-438150206375-> Aspectos Naturais:<br />4169410-382905<br />-402590320675<br />-2560320328930<br />..História..<br />Frente 1<br />Módulo 13: Economia mineradora<br />-> Introdução:<br />• Desde a Idade Média, o ouro vem sendo a base da riqueza de um país; por ser um metal precioso amoedável.<br />• O mercantilismo era fundamentalmente metalista.<br />• No Brasil a extração do ouro começou no século XVIII, porém, no século XVI já havia exploração do ‘ouro de lavagem’, em São Vicente, cuja baixa rentabilidade logo o fez ser abandonado.<br />-> Idade do Ouro no Brasil:<br />• O grande centro foi Minas gerais, assim como Mato Grosso e Goiás.<br />• O primeiro imposto a ser cobrado sobre o ouro foi o quinto; mais tarde foi substituído pela capitação (cobrança sob o número de escravos na mineração); que foi substituída pela finta (cobrança do quinto com base na produção aurífera de Minas gerais). O atraso pelo pagamento da finta fez com que a Metropóle instituísse a derrama (cobrança forçada dos quintos atrasados, aplicada a todos os colonos).<br />• Como Portugal ‘devia’ para a Inglaterra (Restauração Portuguesa de 1640), o ouro brasileiro acabou sendo canalizado para Londres.<br />• Junto com o ouro, no século XVIII, o Brasil tornou-se produtor de diamantes; a exploração passou para o regime de contratação (autorizada pela Coroa) e depois substituído pela Real Extração. ‘Os diamantes’ fundaram o Distrito Diamantino, submetido a uma administração especial.<br />• A sociedade da mineração era diferente da do açúcar (embora ambas tivesse base escravista), a mineração era essencialmente urbana, maior mobilidade, maior poder aquisitivo, contava com uma significativa camada intermediária.<br />• A mineração trouxe conseqüências ao Brasil colônia; a interiorização do povoamento; a expansão territorial; o deslocamento do eixo econômico do Nordeste para o Centro-Sul, a transferência da capital para Rio de Janeiro; e florescimento cultural em Minas Gerais.<br />-> Cronologia:<br />Módulo 14: Ilustração e reformas pombalinas<br />-> Ilustração ou Iluminismo:<br />• Início do século XVIII, ocorria o absolutismo na Europa, a Revolução Industrial e as transformações do capitalismo.<br />• Na França o Antigo regime sustentava os Bourbons, que impediam mudanças na sociedade. Vários pensadores surgiram nessa conjuntura; suas idéias eram caracterizadas pelo uso da razão, rejeitando as tradições e buscavam uma explicação racional para as coisas. Eles se julgavam iluminados pelas idéias, dando origem ao Iluminismo ou Ilustração.<br />• Filósofos e economistas buscavam a felicidade, porém para alcançá-la atacava as injustiças, a intolerância religiosa e os privilégios.<br />• Em vários países, essa idéia foi praticada, promovendo reformas nos estados Absolutistas. Na França, a permanência do Antigo regime e a inexistência de reformas acarretou numa violenta revolução burguesa: a Revolução Francesa.<br />• Os princípios fundamentais:A filosofia iluminista estava voltada para o estudo da natureza e da sociedade, usando a razão. Como o homem era da natureza, dizia que Deus está no coração do próprio homem, tornando a Igreja uma instituição dispensável. Os iluministas defendiam a teoria de que os homens eram iguais perante a natureza, sendo desiguais na sociedade. Portanto o meio no qual o homem vivia era responsável pelo fato de haver diferenças sociais.<br />• Então os princípios do Iluminismo eram: igualdade aos homens, liberdade de expressão, tolerância religiosa; reagir contra brutalidade, escravidão e injustiça; a razão.<br />• Os filósofos do Iluminismo podem ser aqueles que estudaram problemas políticos, sociais e religiosos; ou aqueles que procuram aumentar a riqueza das nações (os economistas). Os principais filósofos franceses foram Montesquieu, Voltaire, Rousseau e Diderot.<br />• Montesquieu publicou as Cartas Persas (1721 – satirizava os costumes e as instituições), O Espírito das Leis (1748 – estudo de diversas formas de governo). Dava destaque à monarquia inglesa, preconizava a separação dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário (única forma capaz de assegurar a liberdade).<br />• Voltaire foi o mais destacado, publicou Cartas Inglesas, que elogiava as liberdades, atacava o absolutismo e a intolerância. Vagou pela Europa e em 1755 ficou em Ferney (França), onde influenciou discípulos, que após sua morte, divulgaram suas idéias.<br />• Rousseau, ao contrário dos dois primeiros (os monarquistas liberais), foi democrata convicto. Publicou Contrato Social, na qual defendia a liberdade e a igualdade entre os homens; o poder político repousava sobre o povo, que era o soberano máximo. Quem foi influenciado por Rousseau foi Robespierre e outros.<br />• Diderot organizou a Enciclopédia (35 volumes), que continha novas idéias. O governo condenou a obra, proibindo a divulgação. Diderot foi apoiado pelo matemático D’Alembert.<br />• Já os economistas, pregavam a liberdade econômica, opondo-se ao mercantilismo. A economia deveria ser dirigida pela natureza, sem intervenção do Estado. Quesnay e Gournay fundaram o fisiocratismo (fisiocrata = governo da natureza), dizia que a verdadeira produtiva era a agricultura; a indústria e o comércio eram estéreis. Adam Smith (pai do liberalismo econômico), produziu A Riqueza, dizia que o trabalho era uma verdadeira fonte de riqueza, não a agricultura, nem o comercio. “O trabalho completamente livre, sem intervenções, criaria toda riqueza, guiado espontaneamente pela natureza.”<br />• “Laissez-faire, Laissez-passer” : lema do liberalismo econômico.<br />-> Despotismo esclarecido:<br />• Despotismo esclarecido é a aliança de princípios filosóficos com o poder monárquico, ou seja, governar com a razão, sem abandonar o poder absoluto.<br />• Frederico II (Prússia) foi discípulo de Voltaire; concedeu liberdade de culto; estimulou a edcação; exigia obediência total às ordens, mas concedia liberdade de expressão. Também estimulou a economia, era protecionista (medidas contrárias às idéias iluministas). Junkers eram a classe dominante dos proprietários.<br />• Catarina II anunciava grandes reformas que jamais iria realizar; concedeu liberdade religiosa e desenvolveu a educação, porém a servidão não foi abolida, dava direitos aos proprietários sobre os servos, incluindo até mesmo condenação à morte. Melhorou a administração e estimulou a colonização da Rússia, Ucrânia e Volga.<br />• José II (Áustria) fez numerosas reformas ditadas pela razão: aboliu a escravidão, deu igualdade a todos perante a lei, uniformizou a administração em todo o Império, liberdade ao culto e direito de emprego aos católicos.<br />• O ministro Aranda (Espanha) liberou o comércio internamente; estimulou indústrias de luxo e de tecidos de algodão; dinamizou a administração.<br />• Marquês de Pomba (Portugal), ministro de D. José I, fez reformas que o colocou num principal déspotas. Indústria de vinho, peixe, diamante, seda, chapéu; o comércio passou para as mãos das companhias; estimulou a agricultuda da cana e da videira.<br />-> Reformas Pombalinas:<br />• Pombal virou “homem forte” do governo, aproveitou o fraco absolutismo português e a desorganização político-administrativa do reino e diversos outros fatores para colocar em prática a reorganização do Estado e do comércio português.<br />• Iniciou a política das companhias, protegia grandes empresários contra o comércio livre. Para isso criou organizações monopolistas.<br />• Defendendo o grande negociante, criou a Companhia da Ásia (1753), a Companhia do Grão-Pará e Maranhão (1755), a Companhia da Pesca da Baleia (1756), a Companhia da Agricultura dos Vinhos do Alto Douro (1756), a Companhia de Pernambuco e Paraíba (1759).<br />• Combateu o pequeno comércio, perseguia os comissários volantes, ativos e numerosos que negociavam com o Brasil.<br />• Pombal expulsou a Companhia de Jesus, com o pretexto de um atentado envolvendo jesuítas. Pombal criou o estanco dos diamantes e a exploração delas limitada ao Distrito Diamantino.<br />• Preocupado com a cobrança Quinto; Pombal institui uma quota anual: 100 arrobas; depois criou a Derrama, que forçava a pagar impostos atrasados.<br />• A política externa pombalina concentrou-se na neutralização do domínio inglês em Portugal, com a revogação, na prática, do Tratado de Methuen, dos ‘panos e vinhos’.<br />• D.José I morre em 1777, entra no trono luso a rainha D. Maria I, que resolveu ‘virar’ a política pombalina, afastando Sebastião José de Carvalho e Melo das decisões reais.-> Renascimento Agrícola:<br />• A principal causa do renascimento agrícola no Brasil foi a exigência de maior produção de matérias-primas (algodão) provocada pela Revolução Industrial. Também foi por causa do crescimento demográfico nas metrópoles; indiretamente, a Independência dos EUA, e as Guerras Napoleônicas (entraves ao comércio do algodão no Egito e na Índia).<br />• Também diversos outros fatores: a decadência da mineração, provocando a volta da prática de agricultura. E os problemas sociopolíticos em áreas coloniais concorrentes (Antilhas).<br />• Como dá para perceber, o algodão foi a matéria básica mais importante para a indústria européia, para a exportação. Eram lavouras escravistas sem necessidade de instalações complexas. O principal produtor foi Maranhão (Caxias), depois veio Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro.<br />• Outro produto importante foi a volta do açúcar, pois em Antilhas estava tendo uma decadência, devido à abolição do tráfico negreiro. O Brasil passou a ser o terceiro produtor mundial.<br />• O tabaco era utilizado para escambo de negros na África; seu maior desenvolvimento deu-se na Bahia e no sul de Minas Gerais. Foi uma atividade praticada em grande propriedade com mão de obra escrava.<br />• Cacau, inicialmente extrativista, era cultivado no Pará e Rio Negro. Posteriormente para a Bahia e Maranhão, com utilização da mão de obra escrava.<br />• Arroz, anil e outros produtos também chegaram a ser exportados, deslocando o eixo econômico para o litoral.<br />• Mas um novo produto destacaria na economia, o café, introduzido no Pará no século XVIII, trazido da Baixada Fluminense e do Vale do Paraíba. No início do século XIX já representava 18% das exportações. Seu grande auge seria após 1830.<br />-> Cronologia:<br />Módulo 15: Da independência dos EUA à Guerra de Secessão<br />-> Independência dos EUA:<br />-353695211455• O capitalismo evoluiu, na Europa, a burguesia começava a se romper com os mercantilistas e absolutistas. Criaram sua própria ideologia, o iluminismo.<br />• Tais idéias influenciaram a América. A Inglaterra, mãe do liberalismo político, acabou sendo alvo de suas próprias idéias, pois foi em suas treze colônias da América que ocorreu o primeiro clamor aos princípios da liberdade; que acabou acendendo a fogueira de rebeliões coloniais. Portanto, a independência dos EUA fez o Antigo Regime falecer, e influenciou eclosões, como a Revolução Francesa.<br />• No século XVI, Portugal e Espanha eram as potências da Europa; a preocupação mercantilista orientou a exploração de novos continentes, em busca de novos produtos. <br />• Coube à Inglaterra (séc. XVII), a colonização da costa litorânea atlântica dos EUA. Na Inglaterra a situação estava tensa, pollitica e religião estavam marcadas por violentas perseguições, gerando fugas de puritanos. Eles acabaram tentando uma nova vida na América, longe das perseguições; vinham com a finalidade de fixar-se sem o espírito de fazer uma colônia, ou seja, sem o intuito de enriquecer e voltar para a Europa.<br />• A existência de clima e solo semelhantes aos da Inglaterra, ao norte, possibilitou o desenvolvimento da agricultura, de pequena propriedade, mão de obra livre e assalariada. A sociedade do norte apresentava uma grande homogeneidade.<br />• A colonização do sul deu-se em bases mercantilistas, ou seja, servindo para a Metrópole. Foi inserida a plantation: latifúndio, monocultura, escravista e para exportar.<br />• Ou seja, enquanto as colônias do centro-norte desenvolviam uma colonização de povoamento, o sul era marcado pelas colônias de exploração. Essas colônias (norte e sul) tinham liberdade absoluta umas em relação às outras, por isso apresentavam-se ao poder real totalmente separados. Os governadores de cada colônia era eleito pela população local.<br />• O desenvolvimento das colônias do norte ultrapassou suas fronteiras, organizando triângulos comerciais: comércio de produtos americanos no exterior, adquirindo novos produtos, que eram vendidos numa outra região, de onde traziam equipamentos e mercadorias necessários para o crescimento interno.<br />• Em 1756 iniciou a Guerra do Sete Anos, entre a Inglaterra e a França (batalha pela hegemonia mundial por chegar à América). A Inglaterra deixou aos colonos a defesa de suas possessões na América e pela primeira vez, as treze colônias uniram-se em um ideal comum. Vários líderes surgiram, um deles o aristocrata George Washington.<br />• A Inglaterra derrota a França, resultando numa crise econômica em relação aos gastos militares. Com a finalidade de se recuperar, adotou uma nova política administrativa sobre as colônias, o arrocho. Ou seja, passaram a seguir as rígidas práticas do pacto colonial. Também proibiu a apropriação de terras no oeste (montes Alleghenies, Mississippi, entre Flórida e Québec), justificando serem reservas indígenas. Essa proibição causou ‘frustração’ aos colonos que queriam novas terras.<br />• Em 1764 a Inglaterra promulga a Lei do Açúcar: uma taxa sobre o melaço comercializado. Em 1765 foi aprovada a Lei do Selo; a metrópole inglesa obrigava que vários produtos fossem sobretaxados com um selo. Em 1767, o Parlamento aprova a Lei do Chá, dando o monopólio de comercialização do produto à companhia Inglesa das Índias Orientais.<br />• Contra a Lei do Chá, os colonos protestaram através do Boston Tea Party; a Inglaterra reage com a promulgação das “Leis Intoleráveis”.<br />• Em 1775, os colonos se reuniram em Filadélfia, reivindicando a revogação das “Leis Intoleráveis”, sem pretender a independência. Em 1776 o Segundo Congresso de Filadélfia rompeu com a Inglaterra, aprovando a declaração de Independência elaborada por Thomas Jefferson.<br />• A guerra de Independência durou até 1781. Em 1782, em, Versalhes, a Inglaterra reconhece a independência das treze colônias. Em 1787 fica pronta a Constituição, definindo um regime republicano para os EUA.<br />-> Expansão territorial:<br />• Na primeira metade do século XIX, a história dos EUA foi marcada pela conquista de territórios em direção ao Oceano Pacífico. “A Marcha para o Oeste”.<br />• Os fatores da expansão foram: a intensa imigração vindas da Alemanha, Irlanda e Inglaterra, devido à crises e dificuldades financeiras na Europa; a pequena área já não era mais compatível com o crescimento demográfico, por isso a necessidade de aumentar a produção agrícola e a área dos rebanhos; a descoberta de ouro na Califórnia em 1848, estimulando uma corrida em busca de ‘riqueza fácil’, o que resultou na construção de ferrovias e desenvolvimento no transporte.<br />• A expansão foi justificada pela doutrina do “Destino Manifesto”, ou seja, os norte-americanos estavam destinados por Deus a conquistar e ocupar os territórios. Em 1820, a expansão ganhou mais vigor com a Doutrina Monroe, que inicialmente defendia “a América para os americanos”.<br />• Antes mesmo da independência, os americanos odiavam os inglês por causas das leis: Lei de Québec (parte das Leis Intoleraveis – 1774), proibia a ocupação de terras. Após a independência foi elaborada pela convenção da Filadélfia, a Lei Noroeste (1787), que estabeleceu bases para ocupação de terras a oeste e a integração de novos territórios surgidos à União.<br />• Pelo Tratado de Versalher (1783) o território da Inglaterra seria da costa do Atlântico até o Mississippi. Porém, ao expandir à oeste, apareceu o território Louisiana. O oregon (noroeste), colônia inglesa que despertou pouco interesse até 1841, foi cedido aos médicos.<br />• O Sudoeste americano era do México, a conquista norte-americana ocorrem em 1821 por uma guerra. Essa região possui autorização do governo mexicano, exigindo lealdade e adoção da religião. O México vivia com conflitos e estava no meio de uma ditadura: López de Sant’Anna, o que dificultou na proteção do Texas.<br />• Dessa maneira, o Texas estava fadado a compor os Estados Unidos, o que ocorreu em 1845, quando os colonos norte-americanos ali estabelecidos declararam a independência do território em relação ao México e a sua incorporação aos Estados Unidos. A guerra estendeu-se até 1848, quando foi assinado o Tratado de Guadalupe-Hidalgo, que estabelecia o Rio Grande como fronteira entre o México e o Texas, além da cessão da Califórnia, Arizona, Novo México, Nevada, Utah e parte do Colorado aos Estados Unidos por 15 milhões de dólares. Em 1853, foi completada a anexação de territórios do México com a incorporação de Gadsden. Metade do território mexicano havia sido perdido para os Estados Unidos. Lázaro Cárdenas, presidente mexicano (1934-1940), em relação ao imperialismo norte-americano, comentou: “Pobre México, tão longe de Deus e tão perto dos Estados Unidos”.<br />• As maiores vítimas da marcha para o Oeste foram os índios, pois eram pouco desenvolvido (comparado aos astecas, maias e incas). Os norte-americanos acreditavam que, além de serem predestinados por Deus a ocupação do território, deveriam cumprir a missão de civilizar outros povos. O que aniquilou o índio e sua cultura. As tribos do Sul foram mais difíceis; de acordo com o ‘herói’ americano, general Armstrong Custer, considerado o “grande matador de índios”: O único índio bom é um índio morto.<br />• Em 1789, foi eleito o primeiro presidente dos Estados Unidos, George Washington, que governou o país durante dois quadriênios. Nesse período, dois grupos políticos disputavam o poder: o Partido Federalista e o Partido Republicano Democrático, liderados respectivamente por Alexander Hamilton e Thomas Jefferson, secretários do Tesouro e do Estado, ligados ao governo de George Washington.<br />• O Partido Federalista defendia um governo com poder centralizado, representando os interesses dos grandes comerciantes, manufatureiros e financistas. Já o Partido Republicano Democrático defendia um governo descentralizado, ou seja, uma maior autonomia para os Estados, e também uma maior participação popular nas eleições (eram simpáticos aos ideais da Revolução Francesa e representavam os interesses dos pequenos proprietários).<br />• A era Jackson: O governo de Andrew Jackson (1829-1837) foi marcado pela mudança de orientação política. Ligado ao recém-criado Partido Democrático, defendia os interesses dos grandes fazendeiros do Oeste e operários do Norte. Durante sua gestão, foram realizados expurgos de elementos que pertenciam a governos anteriores, processo que ficou conhecido como “sistema de despojos” (Spoil System). <br />• Consequências da expansão:<br />A conquista de um vasto território criou condições para o grande desenvolvimento da economia norte-americana. Em 1912, concluiu-se o processo de formação da União, com a incorporação do Arizona como Estado. O crescimento da agricultura, indústria, comércio, mineração e pecuária foi acentuado. A população atingiu cerca de trinta milhões de pessoas em 1860. Formaram-se sociedades diferenciadas dentro do país. A norte e leste, surgiu uma poderosa burguesia industrial e comercial, juntamente com um operariado fabril; ao sul, predominavam os grandes aristocratas vinculados ao latifúndio, à monocultura, à exportação e à escravidão; nas regiões Centro e Oeste, nasceu uma sociedade organizada a partir dos pioneiros e baseada na agricultura e pecuária. No entanto, aumentou a rivalidade entre os interesses conflitantes dos Estados do Norte e do Sul, o que culminou, mais tarde, em uma guerra civil.<br />-> A Guerra da Secessão:<br />• A primeira metade do século XIX marcou a primeira fase do processo de industrialização norte-americana, que ocorreu no Norte, sobretudo na região da Nova Inglaterra, com base ainda em características do período colonial.<br />Em meados do século, o Norte, ou mais precisamente o Nordeste, era o polo econômico vital da economia. Esse desenvolvimento foi favorecido por ocasião das guerras napoleônicas e pela Segunda Guerra de Independência (1812-14), já que as importações diminuíram e o mercado interno passou a consumir as manufaturas locais.Essa incipiente indústria, por volta de 1810, beneficiou-se também de grande disponibilidade de ferro, carvão e energia hidráulica da Região Norte. O mesmo processo não atingiu a Região Sudeste, que permanecia com uma economia marcadamente colonial, cuja produção ainda se fazia no interior da grande propriedade monocultora, voltada para o mercado externo e baseada na exploração do trabalho escravo.     • Enquanto no Norte-Nordeste formava-se uma sociedade tipicamente industrial, dominada por uma forte burguesia, no Sul-Sudeste, a sociedade permanecia como que inalterada desde o período colonial. Os Estados Unidos, na realidade, abrigavam duas nações distintas (o Norte-Nordeste e o Sul-Sudeste) e o antagonismo de interesses entre essas duas regiões levaria o país a uma guerra civil, a Guerra de Secessão.<br />• Fatores da guerra• O protecionismo alfandegário foi, certamente, fundamental para a eclosão da Guerra Civil americana. Os Estados do Norte, em processo de industrialização, reivindicavam altas tarifas de importação como mecanismo de manutenção de seu desenvolvimento, pois não conseguiam competir com os preços dos produtos ingleses. O Sul, por outro lado, dependia economicamente do Norte, exportando para lá parte de sua produção algodoeira e importando manufaturados. Para sua sobrevivência, defendia a liberdade de comércio, preferindo importar os manufaturados ingleses, de melhor qualidade e mais baratos do que os produzidos pelos Estados do Norte. Além desse fato, os industriais ingleses poderiam deixar de comprar sua produção, caso optassem por dar apoio às propostas protecionistas dos industriais do Norte.• O problema da manutenção do escravismo encontrou seu campo de discussão, em nível político, no Congresso, que, ao sintetizar as disputas políticas pela salvaguarda de interesses econômicos dos Estados do Norte e do Sul, dividiu-se em abolicionistas e escravistas. Com o processo de expansão para o Oeste e a incorporação de novos Estados à União, as disputas acirraram-se em torno da questão abolicionista. Ao Sul interessava que fosse livre a adoção do escravismo, pois, assim, o preço do escravo manter-se-ia elevado. O Norte defendia o abolicionismo, por ter interesse no crescimento do mercado consumidor e, ao mesmo tempo, em obter mão de obra barata.   Em 1820, o Missouri solicitou sua integração à União, gerando uma série de conflitos, pois a balança política passou a pender a favor dos Estados do Sul. Esses atritos levaram a se firmar o Compromisso do Mississippi-Missouri, no mesmo ano, que arbitrou a questão, estabelecendo a incorporação do Missouri (Estado escravista) e a incorporação do Maine (Estado com mão de obra livre). O ponto de referência seria o paralelo 36°30’, separando o trabalho livre (Norte) e o trabalho escravo (Sul). • A incorporação da Califórnia, em 1849, como Estado livre, mesmo estando abaixo do paralelo 36°40’, contribuiu para acirrar a polêmica, pois, pelo Compromisso do Mississippi-Missouri, a Califórnia deveria ser escravista. Um novo acordo foi firmado em 1850, o Compromisso Clay, definindo que caberia a cada Estado decidir sobre a continuidade ou não do escravismo.• Em 1860, o Norte lançou a candidatura de Abraham Lincoln para a Presidência. Lincoln, em relação ao escravismo, tinha posições moderadas. Considerava que manter a União era mais importante do que a questão social dos negros. Depois de eleito, chegou a pronunciar-se sobre a questão nos seguintes termos: “Se pudesse salvar a União sem libertar nenhum escravo, eu o faria. Se pudesse salvar a União libertando os escravos, eu o faria”. <br />• A política• Desde a Independência dos Estados Unidos, os grandes proprietários rurais do Sul e a burguesia do Norte, por meio do Partido Democrata, controlavam a vida política nacional.• Em 1854, foi criado, no Norte, o Partido Republicano. Os principais tópicos de seu programa eram a luta em favor do abolicionismo e a manutenção da União, propostas que atraíram muitos políticos do Partido Democrata. As eleições presidenciais de 1860, extremamente tensas, encontraram o Partido Democrata dividido em torno de dois candidatos: John Breckinridge e Stephen Douglas. O Partido Republicano uniu-se em torno da candidatura de Lincoln. O Partido da União Constitucional lançou um quarto candidato, John Bell. Lincoln venceu o pleito, e esse fato desencadeou a Secessão.<br />• A guerra• Logo após a eleição de Lincoln, a Carolina do Sul, não esperando a posse do presidente, resolveu separar-se da União e arrastou com ela mais seis Estados. Estes formaram os Estados Confederados da América, em 8 de fevereiro de 1861, com capital em Richmond, Virgínia, e sob a Presidência de Jefferson Davis.• As hostilidades começaram com o ataque da artilharia confederada ao Forte Sumter, uma guarnição federal, no dia 12 de abril de 1861. Inicialmente, os sulistas foram vitoriosos. Porém, a correlação de forças foi tornando-se extremamente desigual, à medida que se desenrolavam as batalhas. O Norte contava com o apoio de 25 Estados, uma população de cerca de 22 milhões de habitantes, uma economia industrial diversificada e uma Marinha de Guerra. Já o Sul contava com o apoio de 11 Estados, uma população de 9 milhões de habitantes, dos quais 4 milhões eram escravos, e uma economia de base agrária, o que o tornou dependente de recursos exteriores para o desenvolvimento da guerra.• Durante os confrontos, Lincoln, para fortalecer os Estados do Norte, extinguiu a escravidão e promulgou o Homestead Act (1862), garantindo o apoio por parte dos granjeiros e pioneiros interessados nas terras a Oeste. Ex-escravos, colonos e operários se incorporaram ao Exército da União, revertendo a guerra em favor do Norte, que interrompeu o comércio entre a Europa e o Sul com um bloqueio naval. Em 6 de abril de 1865, o general Lee, comandante das tropas sulistas, pediu os termos de rendição. <br />• As consequências da guerra• A vitória do Norte sobre o Sul decidiu definitivamente a questão da unidade nacional, fortalecendo a União. A sociedade urbana e industrial do Norte prevaleceu, arrasando a sociedade agrária e aristocrática do Sul. A grande propriedade cedeu lugar às pequenas e médias. • O escravismo foi abolido, mas não se criou uma solução para a “questão negra”; apesar do direito ao voto, os negros continuaram marginalizados. Intensificaram-se as atitudes racistas com o surgimento de grupos como a Ku-Klux-Klan, nascida em 1867.• Os mortos somaram 600.000. Em 14 de abril de 1865, Lincoln foi assassinado por John Wilkes Booth, um fanático do Sul. • Os Estados Unidos começavam a despontar como potência dentro da América.<br />-> Cronologia:<br />Módulo 16: Crise do Sistema colonial e revoltas emancipacionistas<br />-> Introdução:<br />O processo de desintegração do antigo sistema colonial, culminando com a independência do continente americano, está estreitamente relacionado à crise mais geral do Antigo Regime. Como explicá-la? No plano ideológico, o Antigo Regime foi condenado pelo pensamento iluminista, cujos filósofos e economistas rejeitavam as tradições e procuravam uma explicação racional para tudo. Atacavam a injustiça, a intolerância religiosa, os privilégios, defendendo a liberdade, a igualdade e a felicidade para os homens. Suas ideias influenciaram as revoluções burguesas do século XVIII, particularmente a Revolução Industrial, a Revolução Americana e a Revolução Francesa.<br />-> As Revoluções Burguesas:<br />• A Revolução Industrial começou na Inglaterra, na segunda metade do século XVIII (por volta de 1760), e completou a longa transição do feudalismo para o capitalismo, após a derrubada do absolutismo britânico pelas revoluções Puritana e Gloriosa, do século XVII. Com a mecanização da produção industrial, a Inglaterra precisava ampliar seus mercados fornecedores de matéria-prima e de consumidores de produtos industrializados. Por isso, o escocês Adam Smith, discípulo dos fisiocratas franceses defensores do laissez-faire, laissez-passer (Deixe fazer, deixe passar), escreveu A Riqueza das Nações (1765), que defende o trabalho livre, sem intervenções, guiado espontaneamente pela natureza: são as “leis naturais” da economia, como a Lei da Oferta e da Procura.• A Revolução Americana da década de 1770 foi responsável pela independência das Treze Colônias inglesas da América do Norte. Após uma longa guerra de independência, os colonos ingleses, das colônias de povoamento e das colônias de exploração, aprovaram a Declaração de Independência de 4 de julho de 1776. Nascia, assim, a primeira nação livre da América.• A Revolução Francesa de 1789, como parte integrante do movimento revolucionário global, atlântico ou ocidental, além de conduzir a burguesia francesa ao poder, eliminou o Antigo Regime e irradiou-se pela Europa e América Latina, contribuindo decisivamente para a desintegração do antigo sistema colonial.<br />-> A crise do antigo sistema colonial:<br />• O antigo sistema colonial, sustentado pelo capitalismo comercial, pela política mercantilista monopolista, intervencionista e  protecionista, e pela escravidão, foi questionado na segunda metade do século XVIII, quando o Antigo Regime entrou em crise. Os industriais desejavam a liberdade das colônias, isto é, o fim dos pactos coloniais, para que estas consumissem os seus produtos industrializados e fornecessem matérias-primas baratas. Além do mais, os anos de dominação colonial exigiram dos colonizadores investimentos nas colônias, o que provocou um certo grau de desenvolvimento interno, que aos poucos foi-se tornando antagônico aos objetivos mercantilistas de exploração. • O grande dilema ou a principal contradição interna do antigo colonialismo resumia-se no seguinte: para explorar as colônias era necessário desenvolvê-las, e este desenvolvimento trouxe o ideal da emancipação. Seguindo o exemplo das Treze Colônias inglesas, tornaram-se independentes as colônias espanholas da América e o Brasil, caindo por terra o antigo sistema colonial. Restava aos industriais europeus a abertura do vasto mundo colonial ainda não explorado da África e da Ásia, o que seria feito durante o século XIX pelo neocolonialismo.<br />• Evidentemente, o processo de emancipação colonial não pode ser explicado apenas a partir das revoluções Industrial, Americana e Francesa. Também se faz necessário considerar a atuação dos fatores políticos, no caso, especificamente, a ruptura do equilíbrio político europeu ocorrida na época da formação do Império napoleônico. Até então, o equilíbrio europeu descansava sobre as grandes potências — França, Inglaterra, Áustria, Prússia e Rússia — e sobre o jogo de forças entre a França e a Inglaterra, que mantinham sob sua tutela os países possuidores de imensos impérios coloniais, no caso, Portugal, que se ligou à Inglaterra, e  Espanha, que buscou a proteção da França.• No Brasil, a repulsa ao fiscalismo e ao regime de monopólios, ameaçando o Pacto Colonial luso, levou a Coroa, particularmente no reinado de D. Maria I e na regência do Príncipe D. João de Bragança, a empreender “reformas para se adaptar aos novos tempos e salvar o colonialismo mercantilista”. No reinado da “viradeira” (D. Maria I), as Companhias privilegiadas de Comércio criadas por Pombal foram extintas. “Abandono da política de companhias de comércio colonial, abolição de estancos, aberturas para o comércio intercolonial configuram a linha típica da política comercial do mercantilismo ilustrado: tratava-se de reduzir o exclusivo colonial à sua expressão mínima nas fronteiras do sistema; era assumir uma posição intermediária entre o mercantilismo tradicional e as novas teorias econômicas.” <br />-> Movimentos emancipacionistas:<br />• Caracterização geral• Os movimentos emancipacionistas receberam reflexos da decomposição do Antigo Regime, da propagação do Iluminismo, que lhes forneceu a base filosófica revolucionária, e da necessidade de se descartarem os intermediários parasitas entre a Inglaterra e as colônias da América (este era o caso de Portugal e Espanha). Outros fatos, mais tarde, atuariam no sentido de contribuir para a crise do sistema colonial: na própria América, o início do rompimento do domínio europeu, a partir da periferia do sistema, na medida em que, em 1776, os Estados Unidos conseguem a sua independência; na Europa, a eclosão da Revolução Francesa (1789), dando início a um longo processo que indiretamente favoreceu a quebra do sistema colonial.• No Brasil, no século XVIII, em função do endurecimento da política colonial lusitana durante a fase de maior exploração aurífera, acentuava-se a dissociação entre os interesses metropolitanos e coloniais. Os colonos de determinadas regiões conscientizavam-se cada vez mais da crescente espoliação praticada pela Metrópole. Um dos fatos que contribuíram para agravar tal situação foi a decretação do Alvará de Proibição das Manufaturas Brasileiras, em 1785, e o início do processo de cobrança da derrama do ouro.<br />• Principais movimentos• Entre os principais movimentos emancipacionistas, que já possuem um caráter questionador do sistema colonial, o de maior importância foi a Inconfidência ou Conjuração Mineira, em 1789. Nessa rebelião encontramos diversos antecedentes, como o crescente abuso do fiscalismo português na região aurífera, acompanhado pelo acirramento da dominação político-militar lusa. As influências das ideias liberais (do Movimento das Luzes) e da Independência dos Estados Unidos são nítidas nas manifestações dos participantes. Estes eram em sua maioria letrados: alguns estudantes brasileiros na Europa, tais como José Joaquim da Maia, que tentou o apoio de Thomas Jefferson; os poetas Cláudio Manuel da Costa, Inácio de Alvarenga Peixoto e Tomás Antônio Gonzaga; os doutores José Álvares Maciel, Domingos Vital Barbosa e Salvador Amaral Gurgel; os padres Manuel Rodrigues da Costa, José de Oliveira Rolim e Carlos Toledo Piza; e alguns militares, como o tenente-coronel Francisco de Paula Freire de Andrade e o alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.<br />• Nos planos dos conjurados — grandemente idealistas, mas caracterizados pelo despreparo militar e por uma certa inconsistência ideológica — evidenciavam-se, no entanto, alguns princípios teóricos, tais como o ideal emancipacionista vinculado a uma forma republicana de governo. Este teria como sede a cidade de São João del  Rey. Quanto à abolição da escravidão, porém, não chegaram a um acordo.• A rebelião conspirada tinha como pretexto a cobrança da derrama (596 arrobas). Em maio de 1789, porém, a conjura foi denunciada pelos portugueses Joaquim Silvério dos Reis, Brito Malheiros e Correia Pamplona. Foi iniciada uma enorme devassa dirigida pelo próprio governador, Visconde de Barbacena, que se prolongou até 1792; finalmente, após decreto de D. Maria I comutando a pena de morte dos inconfidentes, foi executado Tiradentes, o único para o qual a sentença foi mantida.• Apesar de seu caráter idealista e intelectualizado, esse movimento foi a primeira contestação mais consequente ao sistema colonial português.• Em 1794, ocorreu a  Conjuração do Rio de Janeiro, que não ultrapassou o nível de meras reuniões de intelectuais, principalmente da sociedade literária, liderados pelo Dr. Mariano Pereira da Fonseca e influenciados pelos “abomináveis princípios franceses”.• Outro importante movimento emancipacionista ocorreu em 1798: a Conjuração Baiana ou dos Alfaiates, em que a influência da Loja Maçônica “Cavaleiros da Luz” fornecia o sentido intelectualizado do movimento.  Seus líderes — Cipriano Barata, Francisco Muniz Barreto, Pe. Agostinho Gomes e tenente Hermógenes de Aguiar — contavam, no entanto, com uma boa participação de elementos provenientes das camadas populares, como os alfaiates João de Deus e Manuel Faustino dos Santos Lira ou os soldados Lucas Dantas e Luís Gonzaga das Virgens. Havia um fator que diferenciava esse movimento dos demais: o seu caráter social mais popular, propugnando a igualdade racial e contando com uma grande participação de mulatos e negros. Em 1799, no entanto, após devassa, os principais representantes das camadas mais simples foram enforcados, tendo sido os intelectuais absolvidos.• Outro movimento emancipacionista foi a Conspiração dos Suaçunas, em Pernambuco (1801), em que a presença de intelectuais e padres ficava mais uma vez patenteada.Seus líderes, padres Manuel Arruda Câmara (da sociedade Areópago de Itambé), João Ribeiro e Miguelinho (ambos do Seminário de Olinda), eram influenciados pelas ideias liberais da época. O movimento permaneceu, porém, no plano das ideias, tendo sido abafado pela ação das autoridades portuguesas. Seus participantes — entre os quais se destacavam os irmãos Francisco de Paula Cavalcanti, do Engenho Suaçuna, membros da elite local — foram presos, mas pouco depois foram libertados.<br />-> Cronologia:<br />Frente 2:<br />Módulo 7: Era Napoleônica e o Congresso de Viena<br />-> Era Napoleonica:<br />• Consulado (1799 – 1802): Napoleao adotou varias medidas para estabeleceu a paz no interior do pais, que apresentava um aspecto desolador. (industria e comercio arruinados; caminhos e portos destruidos; impostos nao eram arrecadados)<br />• Napoleao tinha poderes quase ilimitados (como um regime republicano).<br />-> Medidas adotadas por Napoleao:<br />• Paz de Amiens (1802): fim do conflito europeu iniciado em 1792<br />• FINANCEIRO: - criacao de um corpo de funcionarios encarregados da arrecadacao de impostos                            - fundacao do Banco de Franca, que recebeu direito de emitir papel-moeda<br />• ENSINO: organizado para instruir funcionarios para o estado<br />• SOCIEDADE: criacao do Codigo Civil: apoiava-se no Direito Romano, nas ordenacoes reais e no direito revolucionario.<br />•  CONCORDATA (1801): estabeleceu paz com a Igreja Catolica<br />-> Imperio (1804 - 1814): <br />• governo tornou-se autoritario (assembleias suprimidas, tribunato e corpos legislativos perderam sus funcoes; Napoleao determinava os impostos a serem cobrados; nao foram respeitadas as liberdades individuais ou politicas; intervencao na educacao) causou um descontentamento geral. Guerras requeriam a continuidade da convocacao obrigatoria para exercito.<br />• Economia: Codigo Civil seguido pelos Codigos Comercial e Penal<br />• Prosperidade dos camponeses resultou em numerosos trabalhos, abertura de canais, reconstrucao de portos, construcao de estradas, embelezamento das grandes cidades.<br />-> Guerras:<br />• Trafalgar: vitoria inglesa<br />• Austerlitz: derrota autro-russa• Alemanha e Italia ficam submetidas ao poder de Napoleao.<br />Decretado o Bloqueio Continental contra a Inglatera: tentativa de enfraquecimento da economia inglesa por meio do fechamento dos portos de todos os paises europeus.<br />• Batalha de Moscou: como a Russia dependia do comercio ingles, rompeu ligacoes com a Franca, que invadiu a Russia.<br />• Leipzig (1813): Prussia + Austria + Russia derrotaram a Franca. Napoleao foi exilado na Ilha de Elba, de onde evacuou-se e retornou ao poder.<br />• Waterloo (Belgica) foi vencido e aprisionado pelos ingleses que o exilaram na Ilha de Santa Helena, onde veio a falecer.<br />-> Congresso de Viena (1814 – 1815):<br />• empreendeu a chamada reconstrucao da Europa.Participacao apenas das grandes potencias: Russia, Prussa, Austria e Inglaterra.<br />• Mapa geografico bastante modificado + mudancas no quadro colonial<br />• Tratado de Paris: pagamento de indenizacao de Guerra e ocupacao de seu territorio por um exercito aliado.<br />-> Santa Alianca (Austria + Prussia + Franca): Forca interventora e contra-revolucionaria.<br />Módulo 8: Revoluções de 1830 e 1848<br />-> Revolucoes de 1830:<br />• revolucoes da burguesia europeia contra o Congresso de Viena<br />• Revolucoes que deram um golpe violento na reacao apresentada pela Santa Alianca, aniquilando-a<br />• Surgimento de ideias republicanas e socialistas<br />-> Revolucoes de 1848:<br />• tres poderes:  liberalismo: contrario as limitacoes impostas pela monarquianacionalismo: unir politicamente os povos de mesma origem e culturasocialismo: igualdade social mediante reformas sociais<br />• crise no setor agrario e crise na industria textile resultou no afetamento dos grandes empreendimentos industriais e na construcao das estradas de ferro, alem da dispensa dos trabalhadores, reducao do salario; provocando a estagnacao economica.<br />

×