Uma Igreja na Selva 
Loriza Kettle
Introdução 
O livro-reportagem “Uma Igreja na Selva” 
conta a origem da Igreja Adventista no 
Amazonas partindo do município de 
Maués, a 268 km de Manaus. A cidade é 
conhecida como o berço do adventismo 
amazonense, uma vez que foi nessa 
região que aconteceram as primeiras 
conversões.
Objetivo Geral 
Resgatar a memória da Igreja Adventista no 
Amazonas, reconhecendo que na Região 
Norte pouco se dá valor à história da Igreja e 
por esse motivo quase não existem 
registros.
Objetivos Específicos 
• Contar de maneira atraente a origem da Igreja 
Adventista naquele Estado. 
• Reconhecer e valorizar o desprendimento dos 
missionários ao evangelizar aquela região. 
• Destacar a importância das famílias pioneiras na 
pregação do Evangelho em Maués.
Objetivos Específicos 
• Conscientizar as pessoas sobre a necessidade 
do Evangelismo. 
• Testemunhar do amor de Deus e deixar evidente 
como Ele pode transformar vidas.
Metodologia 
Foram feitas pesquisas nas atas da União 
Norte Brasileira e Missão Central 
Amazonas. Pouquíssima coisa foi 
encontrada. Por essa razão praticamente 
toda a elaboração do livro foi baseada nos 
depoimentos dos 
descendentes dos missionários e pioneiros 
daquela época. Por meio dessas pessoas 
foi possível o acesso a documentos de 
família e fotos.
Como tudo começou 
No capítulo um a história conta como foi o 
primeiro contato da mensagem adventista com o 
município de Maués. Aqui três personagens são 
a chave de tudo: os pastores americanos Jonh 
Brown e Roger Wilcox e José Batista Michiles, 
que mais tarde vem a ser o primeiro adventista 
batizado.
José Batista Michiles
Influência dos Halliwell 
O capítulo dois o livro fala sobre a importância do 
pioneirismo de Leo e Jessie Halliwell. Ele tinha 
uma promissora carreira de engenheiro elétrico 
nos EUA e deixou tudo para trás para trabalhar 
como missionário na região amazônica. Ela, 
enfermeira padrão, acompanhava o marido no 
trabalho. Mais do que isso, semelhante a Leo, 
dedicou sua vida em favor dos ribeirinhos.
Influência dos Halliwell 
Leo e Jessie 
Halliwell
Influência dos Halliwell 
Luzeiro I 
Foi pelo trabalho de Leo 
Halliwell que surgiram as 
lanchas luzeiro. A princípio 
as lanchas davam consultas 
médicas, mas era uma 
forma que de atrair os 
ribeirinhos para as reuniões 
evangelísticas que sempre 
aconteciam à noite nas 
comunidades.
Influência dos Halliwell 
Atendimento médico na Luzeiro
Testemunho dos Michiles 
O pioneirismo da família Michiles é retratado 
no capítulo três, valorizando o trabalho 
evangelístico dessa família no município de 
Maués. Mais tarde, alguns filhos de José 
Batista Michiles seguem seu exemplo e 
atuam como pioneiros em várias áreas da 
obra adventista. Erison Michiles torna-se o 
primeiro pastor adventista amazonense.
Testemunho dos Michiles 
Da esquerda para direita: Rosilda Michiles, Darcy Michiles,Ruth 
Apolinário, Erison Michiles, Sonila Michiles e Itanel Ferraz
Poderio dos Albuquerque 
O capítulo quatro fala da tradição católica da 
família Albuquerque. Durante uma conversa com 
Leo Halliwell, Davino fica impressionado como a 
História se cumpre nas profecias de Daniel e 
Apocalipse. Depois de alguns estudos, ele e a 
esposa Floriza se convertem ao adventismo. 
Davino se torna um grande incentivador da 
Educação Adventista.
Poderio dos Albuquerque 
Davino Albuquerque e a esposa Floriza
Britânicos Kettle 
No capítulo cinco Pedro e Armando Kettle são filhos 
do inglês Horace. Mais tarde os irmãos conhecem a 
Igreja Adventista e se convertem. Pedro, incentivado 
por Halliwell, entra na colportagem e evangeliza 
muitas pessoas. Armando torna-se professor e 
leciona em boa parte dos municípios do Amazonas. 
Hoje Armando Kettle é o único pioneiro que ainda 
vive, aos 101 anos.
Britânicos Kettle 
Pedro Kettle e a esposa Nair em viagem de colportagem no ano de 1941
Britânicos Kettle 
Armando Kettle no centenário do seu aniversário
Família Maciel 
O capítulo seis fala do casamento de Bruno e 
Maria. Depois de se converterem ao adventismo, o 
casal é prometido pelas famílias. Bruno é 
construtor naval e Maria cuida da manutenção da 
igreja. Apesar de ser tímido e não gostar de falar 
em público, Bruno participa de todas as decisões 
tomadas pela Igreja Adventista em Maués.
Família Maciel 
Bruno Maciel e a esposa Maria
Mestre João Gnutzmann 
O professor João Gnutzmann chegou a Maués 
em 1936, depois de trabalhar como missionário 
na África. O capítulo sete conta as aventuras 
de Gnutzmann na Fazenda Centenário, onde 
se localizava a escola que ele ensinava. Além 
de lecionar para aquela comunidade, o professor 
aproveitava as tardes livres e suas férias para 
evangelizar as comunidades ribeirinhas.
Mestre João Gnutzmann 
Escola da Fazenda Centenário, onde lecionava o professor João 
Gnutzmann
Mestre João Gnutzmann 
Professor João Gnutzmann
Grandes conferências 
A partir de 1932 começam a ser realizadas 
em Maués as “Conferências Anuais de Março”. 
São reuniões evangelísticas que a Igreja 
Adventista promovia anualmente, sempre com 
data marcada. Pessoas de toda a região de 
Maués, Manaus e até de Belém vinham para 
participar do evento. Eram em média 500 
pessoas todos os anos e mais ou menos 70 
eram batizadas.
Grandes conferências 
Famílias a caminho das conferências realizadas em Maués
Colportores pioneiros 
O trabalho dos primeiros 
colportores em Maués é 
importantíssimo para a entrada 
do Evangelho naquela cidade. O 
capítulo nove reconhece o 
excelente trabalho que esses 
pioneiros fizeram, evangelizando 
a Amazônia e falando do amor 
de Deus. 
O colportor pioneiro André Gedrath
Outros missionários 
O capítulo 10 fala dos missionários Manoel Pereira 
e Honorino Tavares. Ambos fizeram um trabalho 
maravilhoso entre os ribeirinhos. Pereira trabalhou 
como obreiro bíblico e Tavares lecionando nas 
tribos indígenas de Maués. Passaram por muitas 
provações, mas continuaram firmes no propósito 
de pregar a Palavra de Deus.
Outros missionários 
À direita, de bigode e chapéu, o missionário Manoel Pereira
Histórias emocionantes 
O capítulo 11 fala sobre as 
conversões. São histórias 
reais que retratam como o 
poder e o amor de Deus agiu 
na vida daquelas pessoas. A 
conversão dos católicos 
depois de passarem anos 
perseguindo os adventistas, 
é a prova de que Deus 
sempre está no 
controle. 
Batismo realizado no Rio Maués
Maués: ontem e hoje 
O último capítulo vem fazendo uma análise 
de como era a Igreja Adventista de Maués 
na época do pioneirismo e como ela está hoje. 
Será que a Igreja continua evangelizando no 
mesmo ritmo que antes? E os irmãos, se 
envolvem como faziam as famílias pioneiras? 
O capítulo 12 convida o leitor a seguir o 
exemplo dos missionários e enfatiza a 
necessidade de trabalharmos na 
pregação do Evangelho.
Maués: ontem e hoje 
Igreja Adventista Central de Maués nos dias de hoje
“Servir, servir, servir. É um rastro 
luminoso em meio a tantas trevas, e que 
merece ser seguido pelas gerações que se 
sucedem”. Extraído do livro Missão: 
África e Amazônia

Uma igreja na Selva

  • 1.
    Uma Igreja naSelva Loriza Kettle
  • 2.
    Introdução O livro-reportagem“Uma Igreja na Selva” conta a origem da Igreja Adventista no Amazonas partindo do município de Maués, a 268 km de Manaus. A cidade é conhecida como o berço do adventismo amazonense, uma vez que foi nessa região que aconteceram as primeiras conversões.
  • 3.
    Objetivo Geral Resgatara memória da Igreja Adventista no Amazonas, reconhecendo que na Região Norte pouco se dá valor à história da Igreja e por esse motivo quase não existem registros.
  • 4.
    Objetivos Específicos •Contar de maneira atraente a origem da Igreja Adventista naquele Estado. • Reconhecer e valorizar o desprendimento dos missionários ao evangelizar aquela região. • Destacar a importância das famílias pioneiras na pregação do Evangelho em Maués.
  • 5.
    Objetivos Específicos •Conscientizar as pessoas sobre a necessidade do Evangelismo. • Testemunhar do amor de Deus e deixar evidente como Ele pode transformar vidas.
  • 6.
    Metodologia Foram feitaspesquisas nas atas da União Norte Brasileira e Missão Central Amazonas. Pouquíssima coisa foi encontrada. Por essa razão praticamente toda a elaboração do livro foi baseada nos depoimentos dos descendentes dos missionários e pioneiros daquela época. Por meio dessas pessoas foi possível o acesso a documentos de família e fotos.
  • 8.
    Como tudo começou No capítulo um a história conta como foi o primeiro contato da mensagem adventista com o município de Maués. Aqui três personagens são a chave de tudo: os pastores americanos Jonh Brown e Roger Wilcox e José Batista Michiles, que mais tarde vem a ser o primeiro adventista batizado.
  • 9.
  • 10.
    Influência dos Halliwell O capítulo dois o livro fala sobre a importância do pioneirismo de Leo e Jessie Halliwell. Ele tinha uma promissora carreira de engenheiro elétrico nos EUA e deixou tudo para trás para trabalhar como missionário na região amazônica. Ela, enfermeira padrão, acompanhava o marido no trabalho. Mais do que isso, semelhante a Leo, dedicou sua vida em favor dos ribeirinhos.
  • 11.
    Influência dos Halliwell Leo e Jessie Halliwell
  • 12.
    Influência dos Halliwell Luzeiro I Foi pelo trabalho de Leo Halliwell que surgiram as lanchas luzeiro. A princípio as lanchas davam consultas médicas, mas era uma forma que de atrair os ribeirinhos para as reuniões evangelísticas que sempre aconteciam à noite nas comunidades.
  • 13.
    Influência dos Halliwell Atendimento médico na Luzeiro
  • 14.
    Testemunho dos Michiles O pioneirismo da família Michiles é retratado no capítulo três, valorizando o trabalho evangelístico dessa família no município de Maués. Mais tarde, alguns filhos de José Batista Michiles seguem seu exemplo e atuam como pioneiros em várias áreas da obra adventista. Erison Michiles torna-se o primeiro pastor adventista amazonense.
  • 15.
    Testemunho dos Michiles Da esquerda para direita: Rosilda Michiles, Darcy Michiles,Ruth Apolinário, Erison Michiles, Sonila Michiles e Itanel Ferraz
  • 16.
    Poderio dos Albuquerque O capítulo quatro fala da tradição católica da família Albuquerque. Durante uma conversa com Leo Halliwell, Davino fica impressionado como a História se cumpre nas profecias de Daniel e Apocalipse. Depois de alguns estudos, ele e a esposa Floriza se convertem ao adventismo. Davino se torna um grande incentivador da Educação Adventista.
  • 17.
    Poderio dos Albuquerque Davino Albuquerque e a esposa Floriza
  • 18.
    Britânicos Kettle Nocapítulo cinco Pedro e Armando Kettle são filhos do inglês Horace. Mais tarde os irmãos conhecem a Igreja Adventista e se convertem. Pedro, incentivado por Halliwell, entra na colportagem e evangeliza muitas pessoas. Armando torna-se professor e leciona em boa parte dos municípios do Amazonas. Hoje Armando Kettle é o único pioneiro que ainda vive, aos 101 anos.
  • 19.
    Britânicos Kettle PedroKettle e a esposa Nair em viagem de colportagem no ano de 1941
  • 20.
    Britânicos Kettle ArmandoKettle no centenário do seu aniversário
  • 21.
    Família Maciel Ocapítulo seis fala do casamento de Bruno e Maria. Depois de se converterem ao adventismo, o casal é prometido pelas famílias. Bruno é construtor naval e Maria cuida da manutenção da igreja. Apesar de ser tímido e não gostar de falar em público, Bruno participa de todas as decisões tomadas pela Igreja Adventista em Maués.
  • 22.
    Família Maciel BrunoMaciel e a esposa Maria
  • 23.
    Mestre João Gnutzmann O professor João Gnutzmann chegou a Maués em 1936, depois de trabalhar como missionário na África. O capítulo sete conta as aventuras de Gnutzmann na Fazenda Centenário, onde se localizava a escola que ele ensinava. Além de lecionar para aquela comunidade, o professor aproveitava as tardes livres e suas férias para evangelizar as comunidades ribeirinhas.
  • 24.
    Mestre João Gnutzmann Escola da Fazenda Centenário, onde lecionava o professor João Gnutzmann
  • 25.
    Mestre João Gnutzmann Professor João Gnutzmann
  • 26.
    Grandes conferências Apartir de 1932 começam a ser realizadas em Maués as “Conferências Anuais de Março”. São reuniões evangelísticas que a Igreja Adventista promovia anualmente, sempre com data marcada. Pessoas de toda a região de Maués, Manaus e até de Belém vinham para participar do evento. Eram em média 500 pessoas todos os anos e mais ou menos 70 eram batizadas.
  • 27.
    Grandes conferências Famíliasa caminho das conferências realizadas em Maués
  • 28.
    Colportores pioneiros Otrabalho dos primeiros colportores em Maués é importantíssimo para a entrada do Evangelho naquela cidade. O capítulo nove reconhece o excelente trabalho que esses pioneiros fizeram, evangelizando a Amazônia e falando do amor de Deus. O colportor pioneiro André Gedrath
  • 29.
    Outros missionários Ocapítulo 10 fala dos missionários Manoel Pereira e Honorino Tavares. Ambos fizeram um trabalho maravilhoso entre os ribeirinhos. Pereira trabalhou como obreiro bíblico e Tavares lecionando nas tribos indígenas de Maués. Passaram por muitas provações, mas continuaram firmes no propósito de pregar a Palavra de Deus.
  • 30.
    Outros missionários Àdireita, de bigode e chapéu, o missionário Manoel Pereira
  • 31.
    Histórias emocionantes Ocapítulo 11 fala sobre as conversões. São histórias reais que retratam como o poder e o amor de Deus agiu na vida daquelas pessoas. A conversão dos católicos depois de passarem anos perseguindo os adventistas, é a prova de que Deus sempre está no controle. Batismo realizado no Rio Maués
  • 32.
    Maués: ontem ehoje O último capítulo vem fazendo uma análise de como era a Igreja Adventista de Maués na época do pioneirismo e como ela está hoje. Será que a Igreja continua evangelizando no mesmo ritmo que antes? E os irmãos, se envolvem como faziam as famílias pioneiras? O capítulo 12 convida o leitor a seguir o exemplo dos missionários e enfatiza a necessidade de trabalharmos na pregação do Evangelho.
  • 33.
    Maués: ontem ehoje Igreja Adventista Central de Maués nos dias de hoje
  • 34.
    “Servir, servir, servir.É um rastro luminoso em meio a tantas trevas, e que merece ser seguido pelas gerações que se sucedem”. Extraído do livro Missão: África e Amazônia