TRATADO DE LISBOA
INTRODUÇÃO
O Tratado de Lisboa é um marco na história da União Europeia, assinado
em 13 de dezembro de 2007 e em vigor desde 1º de dezembro de 2009.
Criado em resposta à rejeição do Tratado Constitucional Europeu,
representou uma solução para adaptar a estrutura institucional da UE a
uma união ampliada e mais complexa.
O objetivo principal era modernizar o funcionamento da União Europeia,
fortalecer a sua representatividade no cenário internacional e consolidar
os direitos fundamentais dos cidadãos.
A assinatura em Lisboa reflete a importância simbólica de Portugal no
contexto europeu, marcando uma nova fase de integração.
Dados GERAIS
Data de assinatura:
13 de dezembro de 2007
Entrada em vigor:
1 de dezembro de 2009
Local:Lisboa,Portugal
Ratificado pelos 27 Estados-Membros antes da entrada em vigor
Situações que Antecederam o Tratado
Expansão da União Europeia
1 Adesão de 12 novos Estados-Membros entre 2004 (Estônia, Letônia,
Lituânia, Polônia, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Eslovênia,
Chipre, Malta) e 2007 (Romênia e Bulgária)
Necessidade de reformar as instituições para lidar com o aumento de
países.
2
Rejeição do Tratado Constitucional Europeu (2005)
Rejeitado em referendos na França e nos Países Baixos.
Nova abordagem para garantir consenso e menos realce simbólico.
3
Procura por Maior Eficiência e Transparência
Estruturas da UE obsoletas para o funcionamento de uma União
ampliada.
Pressão para maior envolvimento democrático e simplificação de
processos.
Alterações Introduzidas pelo
Tratado
Criação do cargo de Presidente do
Conselho Europeu.
Introdução do Alto Representante da
União para os Negócios Estrangeiros e
Política de Segurança.
Reformas Institucionais
Ex primeiro-ministro de Portugal (António
Costa)
Alterações Introduzidas pelo Tratado
Papel do Parlamento Europeu
1
Tornou-se juridicamente vinculativa, garantindo direitos civis, políticos,
sociais e económicos
2 Carta dos Direitos Fundamentais
Expansão do "processo legislativo ordinário" (codecisão).
Maior participação na escolha do Presidente da Comissão Europeia.
3 Simplificação de Decisões
Implementação do sistema de dupla maioria no Conselho da UE.
4
Direito de Retirada (Artigo 50)
Formalizou o mecanismo para um Estado-Membro deixar a União (como
no Brexit).
Objetivos do tratado
Aumentar a Eficiência
1
Reforço do papel do Parlamento Europeu e da participação cidadã.
2 Fortalecer a Legitimidade Democrática
Adaptação das instituições à expansão da UE
3 Fortalecer a Política Externa
Garantir maior coerência e eficácia no cenário internacional.
4
Proteger Direitos Fundamentais
Promover os direitos humanos e sociais na União.
CONCLUSÃO
O Tratado de Lisboa modernizou a União Europeia, tornando-a mais
eficiente e democrática
Respondeu às demandas de uma UE ampliada e estabeleceu mecanismos
mais claros para tomada de decisão e participação cidadã.
Consolidou os direitos fundamentais e deu à UE maior projeção no
cenário internacional
Tornou-se assim uma peça chave para o funcionamento e a coesão da
União Europeia no século XXI.
FIM

Tratado Lisboa - Apresentação História!!

  • 1.
  • 2.
    INTRODUÇÃO O Tratado deLisboa é um marco na história da União Europeia, assinado em 13 de dezembro de 2007 e em vigor desde 1º de dezembro de 2009. Criado em resposta à rejeição do Tratado Constitucional Europeu, representou uma solução para adaptar a estrutura institucional da UE a uma união ampliada e mais complexa. O objetivo principal era modernizar o funcionamento da União Europeia, fortalecer a sua representatividade no cenário internacional e consolidar os direitos fundamentais dos cidadãos. A assinatura em Lisboa reflete a importância simbólica de Portugal no contexto europeu, marcando uma nova fase de integração.
  • 3.
    Dados GERAIS Data deassinatura: 13 de dezembro de 2007 Entrada em vigor: 1 de dezembro de 2009 Local:Lisboa,Portugal Ratificado pelos 27 Estados-Membros antes da entrada em vigor
  • 4.
    Situações que Antecederamo Tratado Expansão da União Europeia 1 Adesão de 12 novos Estados-Membros entre 2004 (Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Eslovênia, Chipre, Malta) e 2007 (Romênia e Bulgária) Necessidade de reformar as instituições para lidar com o aumento de países. 2 Rejeição do Tratado Constitucional Europeu (2005) Rejeitado em referendos na França e nos Países Baixos. Nova abordagem para garantir consenso e menos realce simbólico. 3 Procura por Maior Eficiência e Transparência Estruturas da UE obsoletas para o funcionamento de uma União ampliada. Pressão para maior envolvimento democrático e simplificação de processos.
  • 5.
    Alterações Introduzidas pelo Tratado Criaçãodo cargo de Presidente do Conselho Europeu. Introdução do Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança. Reformas Institucionais Ex primeiro-ministro de Portugal (António Costa)
  • 6.
    Alterações Introduzidas peloTratado Papel do Parlamento Europeu 1 Tornou-se juridicamente vinculativa, garantindo direitos civis, políticos, sociais e económicos 2 Carta dos Direitos Fundamentais Expansão do "processo legislativo ordinário" (codecisão). Maior participação na escolha do Presidente da Comissão Europeia. 3 Simplificação de Decisões Implementação do sistema de dupla maioria no Conselho da UE. 4 Direito de Retirada (Artigo 50) Formalizou o mecanismo para um Estado-Membro deixar a União (como no Brexit).
  • 7.
    Objetivos do tratado Aumentara Eficiência 1 Reforço do papel do Parlamento Europeu e da participação cidadã. 2 Fortalecer a Legitimidade Democrática Adaptação das instituições à expansão da UE 3 Fortalecer a Política Externa Garantir maior coerência e eficácia no cenário internacional. 4 Proteger Direitos Fundamentais Promover os direitos humanos e sociais na União.
  • 8.
    CONCLUSÃO O Tratado deLisboa modernizou a União Europeia, tornando-a mais eficiente e democrática Respondeu às demandas de uma UE ampliada e estabeleceu mecanismos mais claros para tomada de decisão e participação cidadã. Consolidou os direitos fundamentais e deu à UE maior projeção no cenário internacional Tornou-se assim uma peça chave para o funcionamento e a coesão da União Europeia no século XXI.
  • 9.