O documento aborda o movimento de ocupação das escolas públicas do Rio de Janeiro em 2016, destacando as memórias afetivas dos estudantes e suas vivências durante as ocupações. Propõe metodologias de pesquisa em educação e relaciona as ocupações a outros movimentos estudantis, enfatizando a importância da memória e transformação nos espaços educacionais. O autor expressa gratidão a todos que contribuíram para registrar essa história, ressaltando que a identidade das pessoas é formada por suas narrativas.