O documento descreve a primeira vida de Souad, crescendo em uma aldeia na Cisjordânia onde as mulheres tinham poucos direitos e eram tratadas como inferiores. Ela sonhava em se casar para escapar da opressão da família, mas acabou grávida e foi queimada viva como punição, quase morrendo. Anos depois, ela decidiu falar publicamente sobre sua experiência para denunciar os "crimes de honra" que ainda ocorrem.