O documento discute o diálogo entre ecologia e sociologia. Argumenta que o desenvolvimento sustentável requer compatibilizar dimensões potencialmente antinômicas, como crescimento dinâmico e conservação. Também requer novas normas e valores internalizados, pensar globalmente e agir localmente, e mobilização participativa. Finalmente, propõe pressupostos para um diálogo frutífero entre as disciplinas, como reconhecer a necessidade de novas relações entre sociedade e natureza.