5 – O ARGUMENTO TEOLÓGICO Diferenças entre a filosofia e a Teologia: A filosofia é especulativa; a Teologia é afirmativa. A filosofia tenta explicar  a origem do universo, partindo do visível para o invisível, de baixo para cima; a Teologia explica do invisível para o visível, de cima para baixo. A filosofia tem como  base fundamental a razão, a Teologia  a Revelação.
O Argumento Teológico parte do princípio de que o homem mortal não se encontra em condições de provar nem de negar a existência de Deus à parte da revelação divina. Felizmente, Deus se revelou ao homem e esta revelação é para o homem de fé, prova incontestável e suficiente da existência do Criador.
Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas”  (Hebreus 1:1-3).
Muito embora invisível Deus se deu a conhecer em toda sua plenitude através de seu Filho:  “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou”  (João 1:18). Quando o Apóstolo Paulo combatia a idolatria entre os Romanos, disse: “ Senhores, por que fazeis isto?
Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles; o qual, nas gerações passadas, permitiu que todos os povos andassem nos seus próprios caminhos; contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria”  (Atos 14:15-17).
Aqueles que contestam as Escrituras alegando que elas não são suficientes para comprovar a existência de Deus, não a conhecem ou só conhecem-na de passagem e de forma preconceituosa. É simplesmente impossível que o homem depravado como o é, com simples acuidade intelectual, pudesse conceber o Deus perfeito e de tão elevado caráter, como o revelado nas Escrituras.
Só o próprio Deus se revelando Sobrenaturalmente, poderia ser conhecido, conforme está escrito:  “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou”  (João 1:18). Se quisermos dá crédito a suma do que temos visto é suficiente para nos humilharmos e nos rendermos a mais gloriosa verdade – Deus Existe!
CONSIDERAÇÕES FINAIS Os autores bíblicos não perdem seu precioso tempo, com  discussão estério sobre a existência de Deus, mas partem do princípio de que Deus existe, como causa primária de todas as coisas. “Pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.
Logo no primeiro versículo da Bíblia o Escritor Sagrado começa dizendo: “ No princípio criou Deu s...” (Gênesis 1:1). É digno de nota que, antes desta frase, não existe nenhuma outra declaração sobre Deus, escrita e reconhecidamente inspirada. O Novo Testamento explica o porquê: “ Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem”  (Hebreus 11:3).
O Evangelho de João começa com o Teologar mais profundo que já se pode contemplar, a respeito de Deus como a causa fundamental de tudo o que existe. Assim diz a Escritura:  “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez”  (João 1:1-3).
A filosofia por ser uma ciência essencialmente especulativa, emprega mais tempo na discussão sobre a existência de Deus e, durante séculos tem apresentado conceitos e princípios para argumentar sobre o assunto, seja para defender, sejam para contestar; alguns deles, dignos de consideração, outros, porém; não passam de especulação, fruto de muitas mentes ricas de intelectualidade humana, mas pobre de conteúdo existencial, no que concerne a revelação divina.
A Teologia Sistemática faz uso da filosofia para enriquecer a linguagem e tornar compreensível a comunicação dos postulados teológicos, mas é sempre de bom alvitre lembrar, que, a autoridade para nossa fé é a Bíblia e, as Escrituras tem sempre a palavra final. “ Toda  a Escritura é inspirada por  Deus”  (2Tm 3:16).

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    5 – OARGUMENTO TEOLÓGICO Diferenças entre a filosofia e a Teologia: A filosofia é especulativa; a Teologia é afirmativa. A filosofia tenta explicar a origem do universo, partindo do visível para o invisível, de baixo para cima; a Teologia explica do invisível para o visível, de cima para baixo. A filosofia tem como base fundamental a razão, a Teologia a Revelação.
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    O Argumento Teológicoparte do princípio de que o homem mortal não se encontra em condições de provar nem de negar a existência de Deus à parte da revelação divina. Felizmente, Deus se revelou ao homem e esta revelação é para o homem de fé, prova incontestável e suficiente da existência do Criador.
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    Havendo Deus, outrora,falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1:1-3).
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    Muito embora invisívelDeus se deu a conhecer em toda sua plenitude através de seu Filho: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (João 1:18). Quando o Apóstolo Paulo combatia a idolatria entre os Romanos, disse: “ Senhores, por que fazeis isto?
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    Nós também somoshomens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles; o qual, nas gerações passadas, permitiu que todos os povos andassem nos seus próprios caminhos; contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria” (Atos 14:15-17).
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    Aqueles que contestamas Escrituras alegando que elas não são suficientes para comprovar a existência de Deus, não a conhecem ou só conhecem-na de passagem e de forma preconceituosa. É simplesmente impossível que o homem depravado como o é, com simples acuidade intelectual, pudesse conceber o Deus perfeito e de tão elevado caráter, como o revelado nas Escrituras.
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    Só o próprioDeus se revelando Sobrenaturalmente, poderia ser conhecido, conforme está escrito: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (João 1:18). Se quisermos dá crédito a suma do que temos visto é suficiente para nos humilharmos e nos rendermos a mais gloriosa verdade – Deus Existe!
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    CONSIDERAÇÕES FINAIS Osautores bíblicos não perdem seu precioso tempo, com discussão estério sobre a existência de Deus, mas partem do princípio de que Deus existe, como causa primária de todas as coisas. “Pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.
  • 9.
    Logo no primeiroversículo da Bíblia o Escritor Sagrado começa dizendo: “ No princípio criou Deu s...” (Gênesis 1:1). É digno de nota que, antes desta frase, não existe nenhuma outra declaração sobre Deus, escrita e reconhecidamente inspirada. O Novo Testamento explica o porquê: “ Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hebreus 11:3).
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    O Evangelho deJoão começa com o Teologar mais profundo que já se pode contemplar, a respeito de Deus como a causa fundamental de tudo o que existe. Assim diz a Escritura: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (João 1:1-3).
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    A filosofia porser uma ciência essencialmente especulativa, emprega mais tempo na discussão sobre a existência de Deus e, durante séculos tem apresentado conceitos e princípios para argumentar sobre o assunto, seja para defender, sejam para contestar; alguns deles, dignos de consideração, outros, porém; não passam de especulação, fruto de muitas mentes ricas de intelectualidade humana, mas pobre de conteúdo existencial, no que concerne a revelação divina.
  • 12.
    A Teologia Sistemáticafaz uso da filosofia para enriquecer a linguagem e tornar compreensível a comunicação dos postulados teológicos, mas é sempre de bom alvitre lembrar, que, a autoridade para nossa fé é a Bíblia e, as Escrituras tem sempre a palavra final. “ Toda a Escritura é inspirada por Deus” (2Tm 3:16).