Capacitação em Notificação e
Investigação dos AT nos
Serviços de Saúde do Serviço Público
de Saúde
Alessandro José Nunes da Silva
Técnico de Segurança do trabalho
CEREST Piracicaba
• Análise de Barreiras;
• Análise de Mudanças ( arvore
de causas);
• Gestão de segurança;
Por Que a Idéia de “Ato Inseguro” Deve ser
Jogada na Lata de Lixo da História?
• Porque historicamente foi usada:
– De forma ideológica contra os interesses dos
trabalhadores e da prevenção de acidentes
– No Brasil, esse uso foi associado:
• A requintes de crueldade em situações de
desrespeito flagrante a normas de segurança
• A práticas de “investigação” superficiais que
param ao identificar a ocorrência de
comportamento diferente do prescrito
• A condutas de inibição da prevenção e estímulo
à construção da culpa e à impunidade [...]
Por Que a Idéia de “Ato Inseguro” Deve ser Jogada
na Lata de Lixo da História?
• Por que cientificamente está defasada e retrógrada
– Origens nos anos 30 do século e milênio passado.
• Desconhece avanços do conhecimento e assume falsos
pressupostos no tocante a:
– Compreensão ou concepção de acidente
– Características psíquicas do ser humano e do
comportamento humano em situação de trabalho
– Características do trabalho e das formas que
assume na sociedade atual
Gestão de erros
• Usual: atribuir erros a fatores psicológicos
individuais. Prevenir: culpar, treinar, normas ...
• Dois erros da abordagem tradicional:
• Erros são inevitáveis
• O melhor trabalhador pode cometer o pior
dos erros
• Erros são consequências e não causas.
• Erros são modelados por circunstâncias
locais: tarefa, equipamentos e
ferramentas e pelo ambiente de trabalho.
Análise de barreiras
O Que São Barreiras?
• Definição abrangente:
• “Equipamentos, construções, ou
regras que interrompem o
desenvolvimento de um acidente”
Taylor (1988; apud Hollnagel, 2004; p 81)
Definições de Barreiras
• Projeto Worm: Entidades ou grupos
de elementos que, se funcionam
corretamente, geram segurança
contra ameaça ou cenário específico,
dentro do seu envelope de concepção.
Tipos de barreiras
• Físicas ou materiais
• Funcionais (ativas ou dinâmicas)
– Impedem a realização de determinadas ações,
como intertravamentos lógicos ou temporais.
– Estabelecem pré-condições a serem alcançadas
antes de determinada ação a fim de que ela
possa ser realizada
• Simbólicas
– Requerem interpretação para alcançarem seus
propósitos. Exs: placas de sinalização
Exemplos de Funções e Sistemas de Barreiras
Funções Sistemas
Evitar a saída ou
entrada de algo
Portas, cercas, filtros, tanques,
válvulas (barreiras físicas)
Dissipar energia Air bags, sprinklers (barr. funcionais)
Evitar movimentos ou
ações (lógica)
Evitar movimentos ou
ações (mecânica)
Códigos de acesso, seqüências de
ações (barreiras funcionais)
Cadeados, sistemas de inter
travamento (barreiras funcionais)
Regular ações Instruções, procedimentos, normas
(barreiras simbólicas).
Permissão autorização
Comunicação,
dependência interpessoal
Permissões de trabalho: ordens de
serviço. (simbólicas)
Autorizações (clearance), aprovação
(sua falta é barreira simbólica)
Pressupostos do Acidente na
Análise de Barreiras
• Perigos são identificados
• Riscos são avaliados no sistema
• Série de barreiras são instaladas para:
• Prevenir ou evitar acidentes e;
• Proteger pessoas, bens e mitigar
consequências do acidente.
Ocorrido o acidente está indicada a
análise das barreiras
• a) Quais as transferências de energia
ocorridas no acidente?
• b) Quais as origens (fontes) de cada uma
dessas formas de energia?
• c) Quais as barreiras que existiam no sistema
para evitar acidentes daquele tipo?
• d) Quais as barreiras que falharam? Quais as
razões dessas falhas?
• e) Alguma barreira não existente poderia ter
evitado ou minimizado as conseqüências do
acidente? Quais as razões de sua
inexistência?
Perguntas da Análise de Barreiras
Explicação do Acidente na
Análise de Barreiras
Falta ou inexiste barreira
Falha de concepção?
Falha da gestão de segurança?
Risco assumido?
Barreira existente falha
Falha no suporte necessário no ciclo de vida da
barreira:
Concepção, instalação, operação e manutenção
Barreira não atende os requisitos ideais para sua
função:
Detectar, diagnosticar, agir e monitorar-se
A explicação de James
Reason: Modelo do Queijo
Suíço
Camadas de
barreiras ou
defesas em
profundidade
Trajetória
do acidente
No momento do acidente os buracos -
imperfeições nas barreiras – estão alinhados.
O Acidente
• Acidente não se restringe ao
“instante pessoa”
• Acidente é evento com história
Prevenção e Proteção
1. Evento
indesejado
3. Antecedentes
ou origens
2. Consequências
Proteger ou
mitigar
Prevenir ou evitar
Segurança ideal: redundância e
diversidade de série de barreiras em
profundidade
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Linhas de defesa
• Segurança do sistema de gestão e
procedimentos
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Exemplos
• barreira individual: o operador é treinado para
distinguir entre um incidente frequente e um incidente
grave;
• barreira coletiva: o comandante do vôo verifica as
ações do co-piloto e vice-versa;
• barreira técnica: em um hospital, os tubos de óxido
nitroso e oxigênio não têm os mesmos fios, de modo que
é impossível cometer um erro quando configurá-los;
• barreira organizacional: durante um exame de sangue,
a correspondência entre o doador e o tubo rótulo é
verificado em diversas ocasiões, independentemente.
Barreiras não evitam eventos
imprevistos
• A Segurança vai avançar se esta
situação, que no final foi sem
consequências graves, foram
analisadas​
​
, enriquecendo a gama de
cenários previsíveis para que as
barreiras sejam colocados em seu
lugar.
Funções previstas para
barreiras
• Criar compreensão e consciência dos riscos locais
• Propiciar orientações claras sobre práticas seguras
• Propiciar alarmes e avisos sobre perigos iminentes
• Reconduzir o sistema ao estado de equilíbrio em
caso de situações anormais.
• Interpor barreiras de segurança entre perigos e
perdas potenciais
• Conter e eliminar perigos que ultrapassem essas
barreiras
• Prover meios de fuga e de resgate em caso de falhas
das barreiras que deveriam conter os perigos
Análise de mudanças
Análise de Mudança
• De acordo com a noção de análise de
mudanças, se o sistema funcionasse da
mesma maneira que na situação normal ou
sem acidentes, esses não ocorreriam.
• A ocorrência de um acidente sempre exige o
surgimento de alguma mudança ou variação
no funcionamento do sistema sem acidentes.
O que falta para estes trabalhadores
caírem do 15 andar?
Situação normal
de trabalho sem
acidente
Situação de
trabalho com
acidente
Explicada a origem da primeira mudança
identificada, a análise continua buscando origens
de mudanças que participaram das origens da
primeira, buscando “causas das causas” até
chegar a fatores organizacionais.
Análise de Mudança
Análise de Mudança
• O principal objetivo da descrição das mudanças
e variabilidade é familiarizar a equipe com a
atividade realizada;
• Recomenda-se apoio nas noções de:
• “Descrição sistemática” da atividade realizada
por ocasião do acidente considerada como
sistema sócio-técnico aberto.
Análise de Mudança
• Para isso a equipe deve descrever os
componentes da atividade: Indivíduo (I),
Tarefa (T), Material (M) e Meio de
Trabalho (MT) ou Ambiente;
• A descrição das análises de mudanças deve
ser explorada em detalhes, A descrição
deve ser baseada em múltiplas fontes de
informação;
Análise de Mudança
• A boa investigação deve responder pelo menos
às seguintes perguntas:
• a) quem fazia;
• b) o que;
• c) com que;
• d) com a ajuda de quem?
• g) quando (horário administrativo, hora extra,
turno noturno, etc)?
• f) como (modos operatórios, gestos, regras,
prazos, etc)?;
• e) onde
Análise de Mudanças
• Acidente só acontece na vigência de mudança.
• Analisar acidente é identificar o que mudou e
as condições do sistema que permitiram as
origens dessa mudança
• Perguntas usadas:
1) Quais as razões que explicam a origem de X?
2) Apenas o fato Y explica a ocorrência de X?
• Se não:
3) Que outras razões foram necessárias à
ocorrência de X?
• Análise de AT
Gestão de Segurança
Reason e os Tipos de Erros Latentes
• Fragilidades organizacionais
• Falhas de equipamentos
• Falhas de concepção
• Falhas de manutenção
• Procedimentos (ou rotinas) insuficientes
• Falhas na gestão econômica
• Incompatibilidade de objetivos
• Falhas de comunicação
• Inadequações das formações ou de
sistemas de prevenção
Risco: não
abordar
interações. Só
ver fatores
isolados.
Locais de trabalho e organizações são mais
fáceis de gerir do que as mentes dos
trabalhadores.
Não se pode mudar a condição humana, mas
pode-se mudar as condições sob as quais as
pessoas trabalham.
(Reason 1997)
Finalizando
É HORA MUDAR
“SÓ SE DESTRÓI REALMENTE, AQUILO QUE
SE SUBSTITUI” (Baudelaire)
Muito obrigado !!!

segurança no trbalho, saude e segurnaça no trabalho

  • 1.
    Capacitação em Notificaçãoe Investigação dos AT nos Serviços de Saúde do Serviço Público de Saúde Alessandro José Nunes da Silva Técnico de Segurança do trabalho CEREST Piracicaba
  • 2.
    • Análise deBarreiras; • Análise de Mudanças ( arvore de causas); • Gestão de segurança;
  • 3.
    Por Que aIdéia de “Ato Inseguro” Deve ser Jogada na Lata de Lixo da História? • Porque historicamente foi usada: – De forma ideológica contra os interesses dos trabalhadores e da prevenção de acidentes – No Brasil, esse uso foi associado: • A requintes de crueldade em situações de desrespeito flagrante a normas de segurança • A práticas de “investigação” superficiais que param ao identificar a ocorrência de comportamento diferente do prescrito • A condutas de inibição da prevenção e estímulo à construção da culpa e à impunidade [...]
  • 4.
    Por Que aIdéia de “Ato Inseguro” Deve ser Jogada na Lata de Lixo da História? • Por que cientificamente está defasada e retrógrada – Origens nos anos 30 do século e milênio passado. • Desconhece avanços do conhecimento e assume falsos pressupostos no tocante a: – Compreensão ou concepção de acidente – Características psíquicas do ser humano e do comportamento humano em situação de trabalho – Características do trabalho e das formas que assume na sociedade atual
  • 5.
    Gestão de erros •Usual: atribuir erros a fatores psicológicos individuais. Prevenir: culpar, treinar, normas ... • Dois erros da abordagem tradicional: • Erros são inevitáveis • O melhor trabalhador pode cometer o pior dos erros • Erros são consequências e não causas. • Erros são modelados por circunstâncias locais: tarefa, equipamentos e ferramentas e pelo ambiente de trabalho.
  • 6.
  • 7.
    O Que SãoBarreiras? • Definição abrangente: • “Equipamentos, construções, ou regras que interrompem o desenvolvimento de um acidente” Taylor (1988; apud Hollnagel, 2004; p 81)
  • 10.
    Definições de Barreiras •Projeto Worm: Entidades ou grupos de elementos que, se funcionam corretamente, geram segurança contra ameaça ou cenário específico, dentro do seu envelope de concepção.
  • 11.
    Tipos de barreiras •Físicas ou materiais • Funcionais (ativas ou dinâmicas) – Impedem a realização de determinadas ações, como intertravamentos lógicos ou temporais. – Estabelecem pré-condições a serem alcançadas antes de determinada ação a fim de que ela possa ser realizada • Simbólicas – Requerem interpretação para alcançarem seus propósitos. Exs: placas de sinalização
  • 12.
    Exemplos de Funçõese Sistemas de Barreiras Funções Sistemas Evitar a saída ou entrada de algo Portas, cercas, filtros, tanques, válvulas (barreiras físicas) Dissipar energia Air bags, sprinklers (barr. funcionais) Evitar movimentos ou ações (lógica) Evitar movimentos ou ações (mecânica) Códigos de acesso, seqüências de ações (barreiras funcionais) Cadeados, sistemas de inter travamento (barreiras funcionais) Regular ações Instruções, procedimentos, normas (barreiras simbólicas). Permissão autorização Comunicação, dependência interpessoal Permissões de trabalho: ordens de serviço. (simbólicas) Autorizações (clearance), aprovação (sua falta é barreira simbólica)
  • 13.
    Pressupostos do Acidentena Análise de Barreiras • Perigos são identificados • Riscos são avaliados no sistema • Série de barreiras são instaladas para: • Prevenir ou evitar acidentes e; • Proteger pessoas, bens e mitigar consequências do acidente. Ocorrido o acidente está indicada a análise das barreiras
  • 14.
    • a) Quaisas transferências de energia ocorridas no acidente? • b) Quais as origens (fontes) de cada uma dessas formas de energia? • c) Quais as barreiras que existiam no sistema para evitar acidentes daquele tipo? • d) Quais as barreiras que falharam? Quais as razões dessas falhas? • e) Alguma barreira não existente poderia ter evitado ou minimizado as conseqüências do acidente? Quais as razões de sua inexistência? Perguntas da Análise de Barreiras
  • 15.
    Explicação do Acidentena Análise de Barreiras Falta ou inexiste barreira Falha de concepção? Falha da gestão de segurança? Risco assumido? Barreira existente falha Falha no suporte necessário no ciclo de vida da barreira: Concepção, instalação, operação e manutenção Barreira não atende os requisitos ideais para sua função: Detectar, diagnosticar, agir e monitorar-se
  • 16.
    A explicação deJames Reason: Modelo do Queijo Suíço Camadas de barreiras ou defesas em profundidade Trajetória do acidente No momento do acidente os buracos - imperfeições nas barreiras – estão alinhados.
  • 17.
    O Acidente • Acidentenão se restringe ao “instante pessoa” • Acidente é evento com história
  • 18.
    Prevenção e Proteção 1.Evento indesejado 3. Antecedentes ou origens 2. Consequências Proteger ou mitigar Prevenir ou evitar Segurança ideal: redundância e diversidade de série de barreiras em profundidade P e r i g o
  • 19.
    Linhas de defesa •Segurança do sistema de gestão e procedimentos b a rr e ir a s t é c n ic a s G e s t ã o d e s e g u r a n ç a e p r o c e d im e n to s t r a b a lh a d o r e s c o o p e r a ç ã o
  • 20.
    Exemplos • barreira individual:o operador é treinado para distinguir entre um incidente frequente e um incidente grave; • barreira coletiva: o comandante do vôo verifica as ações do co-piloto e vice-versa; • barreira técnica: em um hospital, os tubos de óxido nitroso e oxigênio não têm os mesmos fios, de modo que é impossível cometer um erro quando configurá-los; • barreira organizacional: durante um exame de sangue, a correspondência entre o doador e o tubo rótulo é verificado em diversas ocasiões, independentemente.
  • 21.
    Barreiras não evitameventos imprevistos • A Segurança vai avançar se esta situação, que no final foi sem consequências graves, foram analisadas​ ​ , enriquecendo a gama de cenários previsíveis para que as barreiras sejam colocados em seu lugar.
  • 22.
    Funções previstas para barreiras •Criar compreensão e consciência dos riscos locais • Propiciar orientações claras sobre práticas seguras • Propiciar alarmes e avisos sobre perigos iminentes • Reconduzir o sistema ao estado de equilíbrio em caso de situações anormais. • Interpor barreiras de segurança entre perigos e perdas potenciais • Conter e eliminar perigos que ultrapassem essas barreiras • Prover meios de fuga e de resgate em caso de falhas das barreiras que deveriam conter os perigos
  • 23.
  • 24.
    Análise de Mudança •De acordo com a noção de análise de mudanças, se o sistema funcionasse da mesma maneira que na situação normal ou sem acidentes, esses não ocorreriam. • A ocorrência de um acidente sempre exige o surgimento de alguma mudança ou variação no funcionamento do sistema sem acidentes.
  • 25.
    O que faltapara estes trabalhadores caírem do 15 andar?
  • 26.
    Situação normal de trabalhosem acidente Situação de trabalho com acidente Explicada a origem da primeira mudança identificada, a análise continua buscando origens de mudanças que participaram das origens da primeira, buscando “causas das causas” até chegar a fatores organizacionais. Análise de Mudança
  • 27.
    Análise de Mudança •O principal objetivo da descrição das mudanças e variabilidade é familiarizar a equipe com a atividade realizada; • Recomenda-se apoio nas noções de: • “Descrição sistemática” da atividade realizada por ocasião do acidente considerada como sistema sócio-técnico aberto.
  • 28.
    Análise de Mudança •Para isso a equipe deve descrever os componentes da atividade: Indivíduo (I), Tarefa (T), Material (M) e Meio de Trabalho (MT) ou Ambiente; • A descrição das análises de mudanças deve ser explorada em detalhes, A descrição deve ser baseada em múltiplas fontes de informação;
  • 29.
    Análise de Mudança •A boa investigação deve responder pelo menos às seguintes perguntas: • a) quem fazia; • b) o que; • c) com que; • d) com a ajuda de quem? • g) quando (horário administrativo, hora extra, turno noturno, etc)? • f) como (modos operatórios, gestos, regras, prazos, etc)?; • e) onde
  • 30.
    Análise de Mudanças •Acidente só acontece na vigência de mudança. • Analisar acidente é identificar o que mudou e as condições do sistema que permitiram as origens dessa mudança • Perguntas usadas: 1) Quais as razões que explicam a origem de X? 2) Apenas o fato Y explica a ocorrência de X? • Se não: 3) Que outras razões foram necessárias à ocorrência de X?
  • 31.
  • 32.
    Gestão de Segurança Reasone os Tipos de Erros Latentes • Fragilidades organizacionais • Falhas de equipamentos • Falhas de concepção • Falhas de manutenção • Procedimentos (ou rotinas) insuficientes • Falhas na gestão econômica • Incompatibilidade de objetivos • Falhas de comunicação • Inadequações das formações ou de sistemas de prevenção Risco: não abordar interações. Só ver fatores isolados.
  • 33.
    Locais de trabalhoe organizações são mais fáceis de gerir do que as mentes dos trabalhadores. Não se pode mudar a condição humana, mas pode-se mudar as condições sob as quais as pessoas trabalham. (Reason 1997) Finalizando
  • 34.
    É HORA MUDAR “SÓSE DESTRÓI REALMENTE, AQUILO QUE SE SUBSTITUI” (Baudelaire)
  • 35.