1) O deputado indígena Mario Juruna usava um gravador para registrar o que os outros deputados falavam, mas um dia ele foi roubado em Brasília.
2) Anos depois, um homem idoso levou o mesmo gravador para o NEARIN, dizendo que Juruna tinha esquecido na casa dele.
3) Um indígena xavante reconheceu o gravador como sendo de Juruna por ter suas iniciais gravadas, provando que na verdade o homem idoso tinha roubado.