O documento discute a participação como um processo em constante evolução, que deve ser conquistado e não apenas entendido como uma concessão ou assistencialismo. O autor destaca a importância de instrumentos como sindicatos e planejamento participativo para fortalecer a participação cidadã, enfatizando a necessidade de autocrítica para entender as dificuldades estruturais. Além disso, ressalta que a participação é essencial para aumentar a visibilidade, a cidadania e a cultura democrática, embora falte uma análise das diversas interesses dentro da sociedade civil.