O documento discute o revisionismo político de Vinícius Santos, apontando contradições entre suas declarações públicas e posicionamentos que acabam apoiando o governo burguês. Questiona o uso frequente da "ironia" para reinterpretar posições expressas por escrito e alegar outros sentidos não reconhecidos pelos demais debatedores. Critica também a desorientação política e a defesa do acúmulo de forças dentro dos aparelhos governistas, em vez da luta de classes.