O documento discute pesquisas sobre a representação do negro em livros didáticos e paradidáticos brasileiros entre 1950-1999. As pesquisas apontam que o negro é frequentemente retratado de forma estereotipada e preconceituosa, desempenhando funções subalternas e relacionado à escravidão. Apesar de décadas, alguns livros ainda tratam o negro como cidadão de segunda categoria.