RELAÇÕES ECOLÓGICAS
 
 
INTERESPECÍFICA Interação entre seres de  espécies diferentes. CLASSIFICAÇÃO I NTRA-ESPECÍFICA Interação entre seres da  mesma espécie.
INTRA-ESPECÍFICA / INTERESPECÍFICA HARMÔNICAS DESARMÔNICAS Pelo menos um indivíduo sai prejudicado.  Podem gerar interações do tipo: (+/-), (0/-) ou (-/-)   Não há prejuízo para nenhuma das partes associadas. Podem gerar interações do tipo: (+/+) ou (+/0)
RELAÇÕES INTRA-ESPECÍFICAS HARMÔNICAS COLÔNIA  : Relação do tipo +/+ Agrupamento de indivíduos da mesma espécie que são  estruturalmente ligados diretamente uns aos outros.
HETEROMORFAS:  Com diferenciação morfológica entre os indivíduos e divisão de trabalho. ISOMORFAS:  Todos indivíduos são iguais e não há divisão de trabalho.
Caracteriza-se pela cooperação entre indivíduos da mesma espécie que têm  independência física uns dos outros.  SOCIEDADES:  Relação do tipo +/+
 
MUTUALISMO :  Relação do tipo +/+ RELAÇÕES INTERESPECÍFICAS HARMÔNICAS Relação  obrigatória  entre espécies diferentes onde ambas são beneficiadas e  não podem viver separadamente. Bactéria  Rhizobium  e Plantas Leguminosae
Líquens: Associação de algas e fungo
Ruminantes / Bactérias do seu trato digestivo. Micorrizas- fungo/raízes
Relação não obrigatória entre seres espécies diferentes, onde ambas se beneficiam,  podendo cada espécie viver isoladamente. PROTOCOOPERAÇÃO:  Relação do tipo +/+
 
Associação entre indivíduos de espécies diferentes, onde um ser vivo utiliza o outro, como abrigo TEMPORÁRIO. INQUILINISMO: Relação do tipo +/0
O peixe Fierasfer (peixe agulha) refugia-se no interior do pepino-do-mar (equinodermo).
As epífitas ( as bromélias e as orquídeas ) que vivem sobre os troncos de árvores. EPIFITISMO: Relação do tipo +/0 O epifitismo é um tipo de inquilinismo, que envolve duas plantas. 
ESSES VEGETAIS QUE NÃO ENRAIZAM NO SOLO, FIXAM-SE EM OUTRAS ÁRVORES . TEM PORTE DISCRETO, SE FIXAM NOS TECIDOS SUPERFICIAIS DOS TRONCOS E GALHOS PARA RECEBER LUZ SOLAR E UMIDADE COM MAIS FACILIDADE DO QUE DIRETAMENTE NO SOLO.  DISPÕEM DE SISTEMAS ESPECÍFICOS PARA ABSORVER UMIDADE DO AR E EXTRAIR SUA ALIMENTAÇÃO MINERAL DA POEIRA QUE RECAI SOBRE SI; NECESSITAM DE GRANDE QUANTIDADE DE UMIDADE E DE LUZ
SE RETIRASSE SEIVA SERIA... PARASITISMO
Indivíduos de  espécies diferentes, onde um lucra e o  outro nem lucra nem perde COMENSALISMO: Relação do tipo +/0
 
RELAÇÕES INTRA-ESPECÍFICAS DESARMÔNICAS COMPETIÇÃO: Relação do tipo -/- Relação em que indivíduos da mesma espécie lutam por algum componente do ambiente.
Pode ser intra ou interespecífica.
A competição é um dos fatores limitantes do crescimento das populações naturais e está intimamente relacionada com o processo evolutivo por seleção natural.  Animais competem pelo território, pelo alimento e por parceiros na reprodução. Vegetais competem pelos nutrientes do solo, luz, água, etc.
Princípio de Gause  (PRINCÍPIO DA EXCLUSÃO COMPETITIVA) Quando duas espécies diferentes habitam um mesmo ambiente e têm mesmo nichos ecológicos, uma tende a excluir a outra
Esse mecanismo pode determinar o controle da densidade das duas populações que estão interagindo, a extinção de uma delas ou ainda a especialização do nicho ecológico.
relação entre indivíduos da mesma espécie  onde um indivíduo se mata e devora o outro CANIBALISMO: Relação do tipo +/-
O predador captura e mata a presa, que lhe servirá de alimento. PREDATISMO: Relação do tipo +/- RELAÇÕES INTERESPECÍFICAS DESARMÔNICAS
Se retirarmos o predador do hábitat, a presa cresce em nº causando desequilíbrio ecológico, pois o predador controla o nº de presas Hoje  é comum usar o controlador biológico para o controle de outros predadores Ex: usa-se a joaninha para acabar com as larvas que atacam as lavouras. Porém é mais seguro usar um endoparasita  do que um predador
No processo evolutivo a relação  PRESA-PREDADOR  favoreceu, em ambos, a perpetuação de características que garantem ora o sucesso do predador ora o da presa.  O predatismo é fundamental também nos processos evolutivos por seleção natural.
O predatismo é um fator limitante do crescimento das populações naturais. Plantas carnívoras são um raro exemplo em que o predador é uma planta. Quando o animal utiliza plantas como alimento, fala-se em  herbivoria.
FATOR DE CONTROLE DE POPULAÇÕES
 
Mimetismo ou camuflagem? M i m e t i s m o :  Algumas espécies não-venenosas apresentam certas características, preservadas por seleção natural, que lhes conferem semelhanças com espécies venenosas ou não palatáveis.   C a m u f l a g e m: Um organismo se assemelha a outro ou a um aspecto do meio ambiente, de modo que fique imperceptível pelo menos quando não está em movimento.
 
 
 
Relação entre seres de espécies diferentes, em que um deles ( parasita)  vive no corpo do outro ( hospedeiro) , do qual retira alimentos. PARASITISMO:  Relação do tipo +/-   ECTOPARASITAS  (externos) ENDOPARASITAS (internos)
O cipó-chumbo é um exemplo de planta  holoparasita  da seiva elaborada das plantas que lhe são hospedeiras.  A erva-de-passarinho é uma planta classificada como  hemiparasita,  pois retira a seiva bruta das plantas que lhes são hospedeiras.
Embora os parasitas possam causar a morte do hospedeiro, em muitos casos trazem-lhes apenas prejuízos. Os herbívoros são considerados predadores quando consomem plantas inteiras, e são considerados parasitas quando consomem partes das mesmas sem porém causar-lhes a morte.
Uma espécie libera substâncias tóxicas que inibem ou impede o crescimento de outra espécie . AMENSALISMO OU ANTIBIOSE: Relação do tipo +/-
EUTROFIZAÇÃO excesso de nutrientes devido à descarga de dejetos,leva à proliferação de algas. “Elas tiram o oxigênio da água”
ESCLAVAGISMO : +/- Uma espécie captura e faz uso do trabalho, das atividades e até dos alimentos de outra espécie; mantendo-a presa .
QUANTOS DIFERENTES TIPOS DE RELAÇÕES ECOLÓGICAS PODEM SER IDENTIFICADAS NA FIGURA ABAIXO?
Fontes de consulta: Biologia: uma abordagem evolutiva e ecológica / Elias Avancini de Brito, José Arnaldo Favareto. 1 ed. Volume I-1997 Bio – volume 3 – genética, evolução, ecologia / Sônia Godoy Bueno carvalho Lopes – 1 ed. -2002 Dicionário temático de biologia / DavidBurnie -1997 http://www.herbario.com.br/cie/ecol/eco4.htm www.cdcc.sc.usp.br /.../ art_20/colombia.html   http://www.nucleodeaprendizagem.com.br/botanica2.htm

Relações Ecológicas

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    INTERESPECÍFICA Interação entreseres de espécies diferentes. CLASSIFICAÇÃO I NTRA-ESPECÍFICA Interação entre seres da mesma espécie.
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    INTRA-ESPECÍFICA / INTERESPECÍFICAHARMÔNICAS DESARMÔNICAS Pelo menos um indivíduo sai prejudicado. Podem gerar interações do tipo: (+/-), (0/-) ou (-/-) Não há prejuízo para nenhuma das partes associadas. Podem gerar interações do tipo: (+/+) ou (+/0)
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    RELAÇÕES INTRA-ESPECÍFICAS HARMÔNICASCOLÔNIA : Relação do tipo +/+ Agrupamento de indivíduos da mesma espécie que são estruturalmente ligados diretamente uns aos outros.
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    HETEROMORFAS: Comdiferenciação morfológica entre os indivíduos e divisão de trabalho. ISOMORFAS: Todos indivíduos são iguais e não há divisão de trabalho.
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    Caracteriza-se pela cooperaçãoentre indivíduos da mesma espécie que têm independência física uns dos outros. SOCIEDADES: Relação do tipo +/+
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    MUTUALISMO : Relação do tipo +/+ RELAÇÕES INTERESPECÍFICAS HARMÔNICAS Relação obrigatória entre espécies diferentes onde ambas são beneficiadas e não podem viver separadamente. Bactéria Rhizobium e Plantas Leguminosae
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    Ruminantes / Bactériasdo seu trato digestivo. Micorrizas- fungo/raízes
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    Relação não obrigatóriaentre seres espécies diferentes, onde ambas se beneficiam, podendo cada espécie viver isoladamente. PROTOCOOPERAÇÃO: Relação do tipo +/+
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    Associação entre indivíduosde espécies diferentes, onde um ser vivo utiliza o outro, como abrigo TEMPORÁRIO. INQUILINISMO: Relação do tipo +/0
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    O peixe Fierasfer(peixe agulha) refugia-se no interior do pepino-do-mar (equinodermo).
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    As epífitas (as bromélias e as orquídeas ) que vivem sobre os troncos de árvores. EPIFITISMO: Relação do tipo +/0 O epifitismo é um tipo de inquilinismo, que envolve duas plantas. 
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    ESSES VEGETAIS QUENÃO ENRAIZAM NO SOLO, FIXAM-SE EM OUTRAS ÁRVORES . TEM PORTE DISCRETO, SE FIXAM NOS TECIDOS SUPERFICIAIS DOS TRONCOS E GALHOS PARA RECEBER LUZ SOLAR E UMIDADE COM MAIS FACILIDADE DO QUE DIRETAMENTE NO SOLO. DISPÕEM DE SISTEMAS ESPECÍFICOS PARA ABSORVER UMIDADE DO AR E EXTRAIR SUA ALIMENTAÇÃO MINERAL DA POEIRA QUE RECAI SOBRE SI; NECESSITAM DE GRANDE QUANTIDADE DE UMIDADE E DE LUZ
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    SE RETIRASSE SEIVASERIA... PARASITISMO
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    Indivíduos de espécies diferentes, onde um lucra e o outro nem lucra nem perde COMENSALISMO: Relação do tipo +/0
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    RELAÇÕES INTRA-ESPECÍFICAS DESARMÔNICASCOMPETIÇÃO: Relação do tipo -/- Relação em que indivíduos da mesma espécie lutam por algum componente do ambiente.
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    Pode ser intraou interespecífica.
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    A competição éum dos fatores limitantes do crescimento das populações naturais e está intimamente relacionada com o processo evolutivo por seleção natural. Animais competem pelo território, pelo alimento e por parceiros na reprodução. Vegetais competem pelos nutrientes do solo, luz, água, etc.
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    Princípio de Gause (PRINCÍPIO DA EXCLUSÃO COMPETITIVA) Quando duas espécies diferentes habitam um mesmo ambiente e têm mesmo nichos ecológicos, uma tende a excluir a outra
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    Esse mecanismo podedeterminar o controle da densidade das duas populações que estão interagindo, a extinção de uma delas ou ainda a especialização do nicho ecológico.
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    relação entre indivíduosda mesma espécie onde um indivíduo se mata e devora o outro CANIBALISMO: Relação do tipo +/-
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    O predador capturae mata a presa, que lhe servirá de alimento. PREDATISMO: Relação do tipo +/- RELAÇÕES INTERESPECÍFICAS DESARMÔNICAS
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    Se retirarmos opredador do hábitat, a presa cresce em nº causando desequilíbrio ecológico, pois o predador controla o nº de presas Hoje é comum usar o controlador biológico para o controle de outros predadores Ex: usa-se a joaninha para acabar com as larvas que atacam as lavouras. Porém é mais seguro usar um endoparasita do que um predador
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    No processo evolutivoa relação PRESA-PREDADOR favoreceu, em ambos, a perpetuação de características que garantem ora o sucesso do predador ora o da presa. O predatismo é fundamental também nos processos evolutivos por seleção natural.
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    O predatismo éum fator limitante do crescimento das populações naturais. Plantas carnívoras são um raro exemplo em que o predador é uma planta. Quando o animal utiliza plantas como alimento, fala-se em herbivoria.
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    FATOR DE CONTROLEDE POPULAÇÕES
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    Mimetismo ou camuflagem?M i m e t i s m o : Algumas espécies não-venenosas apresentam certas características, preservadas por seleção natural, que lhes conferem semelhanças com espécies venenosas ou não palatáveis. C a m u f l a g e m: Um organismo se assemelha a outro ou a um aspecto do meio ambiente, de modo que fique imperceptível pelo menos quando não está em movimento.
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    Relação entre seresde espécies diferentes, em que um deles ( parasita) vive no corpo do outro ( hospedeiro) , do qual retira alimentos. PARASITISMO: Relação do tipo +/- ECTOPARASITAS (externos) ENDOPARASITAS (internos)
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    O cipó-chumbo éum exemplo de planta holoparasita da seiva elaborada das plantas que lhe são hospedeiras. A erva-de-passarinho é uma planta classificada como hemiparasita, pois retira a seiva bruta das plantas que lhes são hospedeiras.
  • 40.
    Embora os parasitaspossam causar a morte do hospedeiro, em muitos casos trazem-lhes apenas prejuízos. Os herbívoros são considerados predadores quando consomem plantas inteiras, e são considerados parasitas quando consomem partes das mesmas sem porém causar-lhes a morte.
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    Uma espécie liberasubstâncias tóxicas que inibem ou impede o crescimento de outra espécie . AMENSALISMO OU ANTIBIOSE: Relação do tipo +/-
  • 42.
    EUTROFIZAÇÃO excesso denutrientes devido à descarga de dejetos,leva à proliferação de algas. “Elas tiram o oxigênio da água”
  • 43.
    ESCLAVAGISMO : +/-Uma espécie captura e faz uso do trabalho, das atividades e até dos alimentos de outra espécie; mantendo-a presa .
  • 44.
    QUANTOS DIFERENTES TIPOSDE RELAÇÕES ECOLÓGICAS PODEM SER IDENTIFICADAS NA FIGURA ABAIXO?
  • 45.
    Fontes de consulta:Biologia: uma abordagem evolutiva e ecológica / Elias Avancini de Brito, José Arnaldo Favareto. 1 ed. Volume I-1997 Bio – volume 3 – genética, evolução, ecologia / Sônia Godoy Bueno carvalho Lopes – 1 ed. -2002 Dicionário temático de biologia / DavidBurnie -1997 http://www.herbario.com.br/cie/ecol/eco4.htm www.cdcc.sc.usp.br /.../ art_20/colombia.html http://www.nucleodeaprendizagem.com.br/botanica2.htm

Notas do Editor

  • #23 Em geral o aluno tende a entender a competição inter ou intra-específica como do tipo +/-. N o entanto, nas relações de competição há gasto excessivo de energia entre as espécies envolvidas em uma competição, o que acarreta prejuízo para os participantes enquanto ela estiver ocorrendo. Com a competição, haverá menos recursos para ambas as espécies, mesmo que uma delas seja favorecida.
  • #24 NICHO ECOLÓGICO: É o conjunto dos hábitos e características de um indivíduo, que determina a sua relação com o meio abiótico e com os demais seres vivos da população e da comunidade onde está inserido. A figura utilizada neste slide mostra a competição entre hienas e urubus.
  • #35 É bom ressaltar que casos de mimetismo e camuflagem não são exemplo de nenhum tipo de relação ecológica mas que estão presente aqui neste trabalho por estarem ligados ao predatismo.
  • #36 Todos os casos desse slide são de camuflagem.
  • #37 Na figura do alto a direita, pode-se ver, com um pouco de esforço, um bicho-pau.
  • #38 Apenas uma das cobras é a coral verdadeira.
  • #40 As raízes sugadoras das plantas parasitas e hemiparasitas são denominadas haustórios.
  • #42 Vale também comentar casos de amensalismo entre as plantas de regiões secas. Lembrar os antibióticos.
  • #44 Um exemplo é a relação entre formigas e os pulgões (Afídeos).  Os pulgões são parasitas de certos vegetais. Alimentam-se da seiva elaborada que retiram dos vasos liberianos de plantas como a roseira, a orquídea, etc.  A seiva elabora é rica em açúcares e pobre em aminoácidos. Por absorverem muito açúcar, os pulgões eliminam o seu excesso pelo ânus.  Esse açúcar eliminado é aproveitado pelas formigas, que chegam a acariciar com suas antenas o abdômen dos pulgões, fazendo-os eliminar mais açúcar. As formigas transportam os pulgões para os seus formigueiros e os colocam sobre raízes delicadas, para que delas retirem a seiva elaborada.  Muitas vezes as formigas cuidam da prole dos pulgões para que no futuro, escravizando-os, obtenham açúcar. 
  • #45 São 5 ao todo: 1. vaca / pasto – herbivoria; 2. vaca / bactérias do seu estômago: mutualismo; 3. pássaros/vaca: protocooperação; 4. pássaros / carrapatos: predatismo; 5. carrapatos / vaca: parasitismo.