REDES SOCIAIS INFLUENCIAM A OPINIÃO PÚBLICA?
O BRASIL NA REDE MUNDIAL
O BRASIL NA REDE MUNDIAL - DISTRIBUIÇÃO
O BRASIL NAS REDES SOCIAIS
O BRASIL NAS REDES SOCIAIS
O BRASIL NAS REDES SOCIAIS - PROJEÇÃO
COMPORTAMENTO NAS REDES SOCIAS
. Mais de 60% dos internautas usuários de redes sociais consideram o
Tweeter mais “agressivo” do que o Facebook
. 49% dos usuários do Facebook “curtem” publicações mais para
agradar aos amigos do que por concordar com ela.
. Mais de 70% dos internautas afirmam que usam as redes sociais como
fonte de informação
. Também consideram as redes sociais mais “livres” do que as mídias
tradicionais.
. Entretanto, mais de 80% do conteúdo informativo das redes sociais se
origina em veículos “tradicionais”
. Os mesmo percentual de 70% dos usuários de redes sociais afirma se
orientar pela opinião de um grupo reduzido de fontes de informação,
tradicionais ou “alternativas” (pessoas ou instituições consideradas
“confiáveis” por eles.
OS POLÍTICOS E OS USUÁRIOS DE REDES SOCIAIS
Segundo os especialistas, os políticos e os usuários SE CRUZAM nas
redes sociais, mas NÃO DIALOGAM.
A maioria dos políticos ainda usa as redes como forma de divulgação e
não como forma de trocar informações e/ou opiniões.
“Verdade seja dita, este equívoco constante é o cerne da desconexão política feita pela web. O
espaço virtual que você menciona não é um “espaço público” no sentido mais puro da
palavra. Políticos e cidadãos se cruzam, mas raramente se encontram na web. Troca de
tweets pode ser uma boa comunicação, mas não faz política. Em essência, criar esse
espaço ainda é um trabalho em andamento e nós devemos olhar a evolução geracional ao
invés de soluções tecnológicas.
Elas são um recurso fantástico para os deputados. Elas são baratas, elas estão livres dos filtros
da mídia [tradicional] (e seu baixo nível de interesse nos assuntos europeus) e são muito
adequadas para manter o elo com os eleitores, mesmo estando em Bruxelas, Estrasburgo ou
em qualquer lugar “
Stanisla Magniant
A DESINFORMAÇÃO PELO EXCESSO
. A preocupação dos especialistas em internet, hoje em dia, é que as
redes sociais tem se tornado mais superficiais e “espetaculosas” e
menos profundas e reflexivas
. Com isso, as pessoas são bombardeadas por um enorme volume de
informações mas conseguem de fato formar uma opinião
. Outras fogem desse bombardeio e se dedicam apenas a conversas e
eventos nas redes sociais
. Entrevistas com essas pessoas mostram que pouco conhecem dos
fatos políticos que a cercam, ouviram dizer apenas, mas não tem
opinião formada
. A sensação de insegurança quanto a opções políticas permanece,
apesar da facilidade de acesso à informação.
AS MÍDIAS TRADICIONAIS
O dilema está entre a necessidade de:
velocidade e interatividade
somada à
confiabilidade.

Redes sociais

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    REDES SOCIAIS INFLUENCIAMA OPINIÃO PÚBLICA?
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    O BRASIL NAREDE MUNDIAL
  • 4.
    O BRASIL NAREDE MUNDIAL - DISTRIBUIÇÃO
  • 5.
    O BRASIL NASREDES SOCIAIS
  • 6.
    O BRASIL NASREDES SOCIAIS
  • 7.
    O BRASIL NASREDES SOCIAIS - PROJEÇÃO
  • 8.
    COMPORTAMENTO NAS REDESSOCIAS . Mais de 60% dos internautas usuários de redes sociais consideram o Tweeter mais “agressivo” do que o Facebook . 49% dos usuários do Facebook “curtem” publicações mais para agradar aos amigos do que por concordar com ela. . Mais de 70% dos internautas afirmam que usam as redes sociais como fonte de informação . Também consideram as redes sociais mais “livres” do que as mídias tradicionais. . Entretanto, mais de 80% do conteúdo informativo das redes sociais se origina em veículos “tradicionais” . Os mesmo percentual de 70% dos usuários de redes sociais afirma se orientar pela opinião de um grupo reduzido de fontes de informação, tradicionais ou “alternativas” (pessoas ou instituições consideradas “confiáveis” por eles.
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    OS POLÍTICOS EOS USUÁRIOS DE REDES SOCIAIS Segundo os especialistas, os políticos e os usuários SE CRUZAM nas redes sociais, mas NÃO DIALOGAM. A maioria dos políticos ainda usa as redes como forma de divulgação e não como forma de trocar informações e/ou opiniões. “Verdade seja dita, este equívoco constante é o cerne da desconexão política feita pela web. O espaço virtual que você menciona não é um “espaço público” no sentido mais puro da palavra. Políticos e cidadãos se cruzam, mas raramente se encontram na web. Troca de tweets pode ser uma boa comunicação, mas não faz política. Em essência, criar esse espaço ainda é um trabalho em andamento e nós devemos olhar a evolução geracional ao invés de soluções tecnológicas. Elas são um recurso fantástico para os deputados. Elas são baratas, elas estão livres dos filtros da mídia [tradicional] (e seu baixo nível de interesse nos assuntos europeus) e são muito adequadas para manter o elo com os eleitores, mesmo estando em Bruxelas, Estrasburgo ou em qualquer lugar “ Stanisla Magniant
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    A DESINFORMAÇÃO PELOEXCESSO . A preocupação dos especialistas em internet, hoje em dia, é que as redes sociais tem se tornado mais superficiais e “espetaculosas” e menos profundas e reflexivas . Com isso, as pessoas são bombardeadas por um enorme volume de informações mas conseguem de fato formar uma opinião . Outras fogem desse bombardeio e se dedicam apenas a conversas e eventos nas redes sociais . Entrevistas com essas pessoas mostram que pouco conhecem dos fatos políticos que a cercam, ouviram dizer apenas, mas não tem opinião formada . A sensação de insegurança quanto a opções políticas permanece, apesar da facilidade de acesso à informação.
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    AS MÍDIAS TRADICIONAIS Odilema está entre a necessidade de: velocidade e interatividade somada à confiabilidade.