O documento propõe três modelos para avaliar o risco de contratos públicos: 1) um modelo de aprendizagem supervisionada para classificar o risco de fornecedores com base em variáveis como doações políticas e histórico de punições; 2) um segundo modelo para classificar o risco de contratos com base em aspectos como competitividade e complexidade; 3) um modelo multicritério para selecionar casos de auditoria com base no risco do contrato, risco da empresa, e questões logísticas.