SlideShare uma empresa Scribd logo
PRIMEIROS SOCORROS
- Definições e conceitos
- Avaliação da Vítima Análise Primária
Análise Secundária
- Suporte Básico a Vida
- Suporte Avançado a Vida
- Reanimação Cardiopulmonar (RCP)
- Hemorragias e Ferimentos
- Queimaduras
- Fraturas
- Engasgamento
- Transporte
Artigo 135 do Código Penal Brasileiro:
“Deixar de prestar assistência, quando
possível fazê-lo sem risco pessoal, à
criança abandonada ou extraviada, ou à
pessoa inválida ou ferida, ao desamparo
ou em greve e iminente perigo; ou não
pedir nesses casos, o socorro da
autoridade pública”.
PENA - Detenção, de 01 a 06 meses, ou
multa.
Parágrafo Único:
A pena é aumentada de metade, se da
omissão resulta lesão corporal de
natureza grave, e triplicada se resulta
morte.
OMISSÃO DE SOCORRO
PRIMEIROS SOCORROS
Definição
É o tratamento imediato e provisório
ministrado a uma vítima de trauma ou
doença.
Geralmente se presta no próprio local e
dura até colocar o paciente sob cuidados
médicos.
É da maior importância que o socorrista
conheça e saiba colocar em prática o
Suporte Básico da Vida.
Saber fazer certo na hora certa pode
significar a diferença entre a vida e a
morte para um acidentado.
ASPECTOS LEGAIS NO ATENDIMENTO
Causas que justificam a alteração do local :
- Necessidade do Socorro Imediato às
Vítimas.
- Risco de Vida para a(s) Vítima(s).
- Risco de Vida para os Brigadistas.
- Risco de Vida para outras Pessoas ou
Riscos de Novos Acidentes.
- Impossibilidade Física de Acesso à(s)
Vítima(s).
- Impossibilidade de outra Forma de
Salvamento.
ASPECTOS ÉTICOS DO SOCORRISTA
- respeita a lei e os protocolos
- acredita em uma força maior
- respeita tanto a vida quanto a morte.
- possui conhecimentos técnicos
satisfatórios.
- sabe guardar sigilo.
- consegue atender sem se envolver.
- saber confortar num momento de luto.
- não usa seus conhecimentos para
prejudicar alguém ou atentar contra
preceitos éticos e morais.
- não possui preconceitos de nenhum tipo
- em resumo: CONSEGUE SER UM SER
HUMANO.
° Verificar consciência
° Abrir vias aéreas
° Verificar vias aéreas
° Expirar (soprar) 2 vezes
° Verificar pulso carotídeo
° Iniciar massagem cardíaca
VAVEVI
AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA
Verificar problemas e características
secundárias da vítima após tirá-la do
risco de vida imediato.
Busca sistematizada de detalhes.
* Cinemática do Trauma
* Análise da cabeça ao pés.
* Sinal (palidez, sudorese,
cianose)
* Sintoma (náusea, dor,
insensibilidade)
* Testemunhas
* Entrevista
PRIMEIROS SOCORROS
SUPORTE BÁSICO À VIDA
SBV
SUPORTE AVANÇADO À VIDA
SAV
REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR
RCP
1 SOCORRISTA
15 MASSAGENS X 2 SOPROS
2 SOCORRISTAS
5 MASSAGENS X 1 SOPRO
É a ruptura de vasos sanguíneos,
com extravasamento de sangue.
A gravidade da hemorragia se
mede pela quantidade e pela
rapidez com que o sangue é
perdido.
INTERNA e EXTERNA
HEMORRAGIA
QUEIMADURA
- Qual o tamanho da queimadura
- Qual a profundidade
- Quais as regiões do corpo estão queimadas
- Qual a idade da vítima
- Outros problemas de saúde
- Queimaduras químicas / elétricas / térmicas
ASC - Área Superficial do Corpo
ANÁLISE PRIMÁRIA
É a primeira avaliação da vítima
feita no local do acidente. Ela tem
por objetivo detectar problemas
gravíssimos e que podem levar a
óbito rapidamente.
É o primeiro passo para verificar se
a vítima corre risco de vida.
a- Está consciente?
b- Respirando?
c- Circulação (tem pulso)?
d- Hemorragia?
° Aberta
° Fechada
SINAIS e SINTOMAS
° Edema
° Deformidade
° Perda da função
° Atrito
° História da Lesão
FRATURAS
ENGASGAMENTO
MANOBRA DE HEIMLICH
Vítima
Consciente
Vítima
Inconsciente
TRANSPORTE
1 Socorrista
2 Socorristas
Saco de
Batata
Escora
Arrastamento
pelo ombro
Pelo
cobertor
Pelas extremidades Sentado
ESTADO DE CHOQUE
Entende-se por Estado de Choque, uma situação de
hipoperfusão tecidual devido a incapacidade do músculo
cardíaco fornecer débito adequado às necessidades do
organismo, que seja por perda do músculo cardíaco pelo infarto
agudo do miocárdio ou por diminuição do débito cardíaco.
O reconhecimento do Estado de Choque é feito através da
observação de alguns fatores, tais como:
* Pele pálida, úmida e fria,
* Pulso fraco e rápido,
* Pressão sistólica e abaixo de 90/60 mmHg,
* Pupilas dilatadas e opacas,
* Perfusão capilar lenta ou nula,
* Respiração curta e rápida,
* Lábios arroxeados,
* Náuseas e vômitos,
* Tremores de frio,
* Tontura e desmaio,
* Sede, temor e agitação.
OBS: ROSTO E PEITO VERMELHOS, COÇANDO,
QUEIMANDO E INCHAÇOS; DOR DE CABEÇA E PEITO;
LÁBIOS E FACE INCHADOS SÃO SINAIS E SINTOMAS DE
CHOQUE ANAFILÁTICO.
O tratamento inicial da vítima chocada consiste em posicioná-la
deitada com as pernas elevadas, afrouxar suas vestes e mantê-la
aquecida.
TRIAGEM
TABELA DE PRIORIDADE
GRUPO A: Parada Cardíaca
VERMELHO Parada Respiratória
Insuficiência Respiratória Grave
Grandes Hemorragias Externas
Traumatismos de Coluna Cervical
Traumatismos Cranianos
Inconsciência
GRUPO B: Queimaduras
AMARELO Insuficiência Respiratória Moderada
Fraturas
Eviscerações
Lesões de Coluna
Esmagamentos
Médias Hemorragias Externas
TABELA DE PRIORIDADE
GRUPO C: Pequenos Ferimentos
VERDE Distúrbios Mentais
Pequenas Fraturas
Histeria
GRUPO D: Morte Evidente
PRETO Decapitação
Rigidez Cadavérica
Esmagamento Torácico ou Craniano
TRIAGEM
PROCEDIMENTO EM
LOCAIS DE ACIDENTES
A - Sinalização e Pedir Reforço
B - Isolamento
C - Triagem
D - Atendimento as Vítimas
E - Evacuação do Local
F - Transporte
Temos a tendência de
negligenciar uma das mais
importantes informações:
- O nome da Vítima.
O socorrista de resgate deve
sempre obter buscar a confiança do
paciente nas emergências.
Podemos ter certeza de que
sempre teremos mais afeição e
confiança em alguém que nos
chama pelo nome, em uma situação
de risco de vida, do que
simplesmente:
- Você, Sr. ou Sra., ou pior ainda,
Ei, Tio; calma que você escapa
dessa!
RETIRADA E MOVIMENTAÇÃO
DE VÍTIMAS DE TRAUMA
PRINCÍPIO DA “HORA DE OURO”
A vítima de trauma tem 60 minutos, a contar do
momento do acidente para:
a) ser localizada;
b) ser desencarcerada;
c) ser imobilizada;
d) ser transportada;
e) dar entrada no pronto socorro;
f) ser entregue a um especialista.
PRINCÍPIOS DOS “MINUTOS DE PLATINA”
Uma vítima de trauma que se encontrar presa nas
ferragens ou nos escombros de um sinistro deverá
ser desencarcerada e/ou resgatada pelas equipes
de salvamento entre 10 e 15 minutos, a contar do
momento do acidente.
CINEMÁTICA DO TRAUMA
ÓRGÃO
PESO
NORMAL
(Kg)
PESO DURANTE IMPACTO
(Kg)
36 km /h 72 km/h 108 km/h
Baço 0,25 2,5 10 22,5
Coração 0,35 3,5 14 31,5
Cérebro 1,5 15 60 91,5
Fígado 1,8 18 72 162
Corpo 70 700 2.800 6.300
Peso dos Órgãos Humanos
durante Impactos
PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt
PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt

Aula 1 tst01 n
Aula 1 tst01 nAula 1 tst01 n
Aula 1 tst01 n
Rosemeire Moreira Souza
 
Treinamento--Primeiros-Socorros-
Treinamento--Primeiros-Socorros-Treinamento--Primeiros-Socorros-
Treinamento--Primeiros-Socorros-
MILLE19
 
Primeirossocorros cartilha
Primeirossocorros cartilhaPrimeirossocorros cartilha
Primeirossocorros cartilha
Danilo Sousa
 
Primeiros socorros Proº Gilberto de Jesus
Primeiros socorros  Proº Gilberto de JesusPrimeiros socorros  Proº Gilberto de Jesus
Primeiros socorros Proº Gilberto de Jesus
Gilberto de Jesus
 
Formação de 02 de maio de 2014 ppt
Formação de 02 de maio de 2014   pptFormação de 02 de maio de 2014   ppt
Formação de 02 de maio de 2014 ppt
Fbelece
 
TREINAMENTO LAUEENF.pdf
TREINAMENTO LAUEENF.pdfTREINAMENTO LAUEENF.pdf
TREINAMENTO LAUEENF.pdf
KauannyCarvalho3
 
Primeiros Socorros NR7_Novo.pptx
Primeiros Socorros NR7_Novo.pptxPrimeiros Socorros NR7_Novo.pptx
Primeiros Socorros NR7_Novo.pptx
HailtonJose1
 
Primeiros socorros para conselheiros
Primeiros socorros para conselheirosPrimeiros socorros para conselheiros
Primeiros socorros para conselheiros
Ismael Rosa
 
1ªaula - primeiros socorros.ppt
1ªaula - primeiros socorros.ppt1ªaula - primeiros socorros.ppt
1ªaula - primeiros socorros.ppt
AlexandrelindoVital1
 
Primeiros socorros
Primeiros socorrosPrimeiros socorros
Primeiros socorros
Stelli Freitas
 
Brigada Orgânica Brigada APH plataforma.pptx
Brigada Orgânica  Brigada APH plataforma.pptxBrigada Orgânica  Brigada APH plataforma.pptx
Brigada Orgânica Brigada APH plataforma.pptx
InstitutoVidaBsica
 
Brigada Orgânica Brigada APH plataforma.pptx
Brigada Orgânica  Brigada APH plataforma.pptxBrigada Orgânica  Brigada APH plataforma.pptx
Brigada Orgânica Brigada APH plataforma.pptx
InstitutoVidaBsica
 
Noções básicas de primeiros socorros
Noções básicas de primeiros socorros   Noções básicas de primeiros socorros
Noções básicas de primeiros socorros
Tiago Almeida
 
Noções básicas sobre primeiros socorros
Noções básicas sobre primeiros socorrosNoções básicas sobre primeiros socorros
Noções básicas sobre primeiros socorros
Rocha Neto
 
Atendimento pré hospitalar
Atendimento pré hospitalarAtendimento pré hospitalar
Atendimento pré hospitalar
DefesaCivilMatoGrosso
 
Primeiros socorros
Primeiros socorrosPrimeiros socorros
Primeiros socorros
Iago Caldas
 
NOÇOES BASICAS DE PRIMEIRO SOCORROS -2015.pptx
NOÇOES BASICAS DE PRIMEIRO SOCORROS -2015.pptxNOÇOES BASICAS DE PRIMEIRO SOCORROS -2015.pptx
NOÇOES BASICAS DE PRIMEIRO SOCORROS -2015.pptx
EduardoFernandes203846
 
Tipos de Acidentes - Identificação do Tipo de Sinistrados
Tipos de Acidentes -  Identificação do Tipo de SinistradosTipos de Acidentes -  Identificação do Tipo de Sinistrados
Tipos de Acidentes - Identificação do Tipo de Sinistrados
mendes1964
 
Primeiros socorros
Primeiros socorrosPrimeiros socorros
Primeiros socorros
Emerson Silva
 
Bombeiro civil primeiros socorros
Bombeiro civil primeiros socorrosBombeiro civil primeiros socorros
Bombeiro civil primeiros socorros
marceloteacher
 

Semelhante a PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt (20)

Aula 1 tst01 n
Aula 1 tst01 nAula 1 tst01 n
Aula 1 tst01 n
 
Treinamento--Primeiros-Socorros-
Treinamento--Primeiros-Socorros-Treinamento--Primeiros-Socorros-
Treinamento--Primeiros-Socorros-
 
Primeirossocorros cartilha
Primeirossocorros cartilhaPrimeirossocorros cartilha
Primeirossocorros cartilha
 
Primeiros socorros Proº Gilberto de Jesus
Primeiros socorros  Proº Gilberto de JesusPrimeiros socorros  Proº Gilberto de Jesus
Primeiros socorros Proº Gilberto de Jesus
 
Formação de 02 de maio de 2014 ppt
Formação de 02 de maio de 2014   pptFormação de 02 de maio de 2014   ppt
Formação de 02 de maio de 2014 ppt
 
TREINAMENTO LAUEENF.pdf
TREINAMENTO LAUEENF.pdfTREINAMENTO LAUEENF.pdf
TREINAMENTO LAUEENF.pdf
 
Primeiros Socorros NR7_Novo.pptx
Primeiros Socorros NR7_Novo.pptxPrimeiros Socorros NR7_Novo.pptx
Primeiros Socorros NR7_Novo.pptx
 
Primeiros socorros para conselheiros
Primeiros socorros para conselheirosPrimeiros socorros para conselheiros
Primeiros socorros para conselheiros
 
1ªaula - primeiros socorros.ppt
1ªaula - primeiros socorros.ppt1ªaula - primeiros socorros.ppt
1ªaula - primeiros socorros.ppt
 
Primeiros socorros
Primeiros socorrosPrimeiros socorros
Primeiros socorros
 
Brigada Orgânica Brigada APH plataforma.pptx
Brigada Orgânica  Brigada APH plataforma.pptxBrigada Orgânica  Brigada APH plataforma.pptx
Brigada Orgânica Brigada APH plataforma.pptx
 
Brigada Orgânica Brigada APH plataforma.pptx
Brigada Orgânica  Brigada APH plataforma.pptxBrigada Orgânica  Brigada APH plataforma.pptx
Brigada Orgânica Brigada APH plataforma.pptx
 
Noções básicas de primeiros socorros
Noções básicas de primeiros socorros   Noções básicas de primeiros socorros
Noções básicas de primeiros socorros
 
Noções básicas sobre primeiros socorros
Noções básicas sobre primeiros socorrosNoções básicas sobre primeiros socorros
Noções básicas sobre primeiros socorros
 
Atendimento pré hospitalar
Atendimento pré hospitalarAtendimento pré hospitalar
Atendimento pré hospitalar
 
Primeiros socorros
Primeiros socorrosPrimeiros socorros
Primeiros socorros
 
NOÇOES BASICAS DE PRIMEIRO SOCORROS -2015.pptx
NOÇOES BASICAS DE PRIMEIRO SOCORROS -2015.pptxNOÇOES BASICAS DE PRIMEIRO SOCORROS -2015.pptx
NOÇOES BASICAS DE PRIMEIRO SOCORROS -2015.pptx
 
Tipos de Acidentes - Identificação do Tipo de Sinistrados
Tipos de Acidentes -  Identificação do Tipo de SinistradosTipos de Acidentes -  Identificação do Tipo de Sinistrados
Tipos de Acidentes - Identificação do Tipo de Sinistrados
 
Primeiros socorros
Primeiros socorrosPrimeiros socorros
Primeiros socorros
 
Bombeiro civil primeiros socorros
Bombeiro civil primeiros socorrosBombeiro civil primeiros socorros
Bombeiro civil primeiros socorros
 

Mais de Devanir Miranda

APRESENTAÇÃO-NR13-SENAI-EX.-LAUDO-rev.01.pdf
APRESENTAÇÃO-NR13-SENAI-EX.-LAUDO-rev.01.pdfAPRESENTAÇÃO-NR13-SENAI-EX.-LAUDO-rev.01.pdf
APRESENTAÇÃO-NR13-SENAI-EX.-LAUDO-rev.01.pdf
Devanir Miranda
 
instrucao_tecnica_12_2a_edicao.pdf
instrucao_tecnica_12_2a_edicao.pdfinstrucao_tecnica_12_2a_edicao.pdf
instrucao_tecnica_12_2a_edicao.pdf
Devanir Miranda
 
Conforto Térmico nos Ambientes de Trabalho-pdf.pdf
Conforto Térmico nos Ambientes de Trabalho-pdf.pdfConforto Térmico nos Ambientes de Trabalho-pdf.pdf
Conforto Térmico nos Ambientes de Trabalho-pdf.pdf
Devanir Miranda
 
RTP 01 FUNDACENTRO.pdf
RTP 01 FUNDACENTRO.pdfRTP 01 FUNDACENTRO.pdf
RTP 01 FUNDACENTRO.pdf
Devanir Miranda
 
NR 35 Trabalho em Altura 2017 ...palestra Grupo Mega Segurança do trabalho.ppt
NR 35 Trabalho em Altura 2017 ...palestra  Grupo Mega Segurança do trabalho.pptNR 35 Trabalho em Altura 2017 ...palestra  Grupo Mega Segurança do trabalho.ppt
NR 35 Trabalho em Altura 2017 ...palestra Grupo Mega Segurança do trabalho.ppt
Devanir Miranda
 
CQSMOD SOLDADOR.doc
CQSMOD SOLDADOR.docCQSMOD SOLDADOR.doc
CQSMOD SOLDADOR.doc
Devanir Miranda
 
NR-35 Cartilha de bolso.pdf
NR-35 Cartilha de bolso.pdfNR-35 Cartilha de bolso.pdf
NR-35 Cartilha de bolso.pdf
Devanir Miranda
 
CERTIFICADO DE INTEGRAÇÃO.doc
CERTIFICADO DE INTEGRAÇÃO.docCERTIFICADO DE INTEGRAÇÃO.doc
CERTIFICADO DE INTEGRAÇÃO.doc
Devanir Miranda
 
AGENTES QUIMICOS PPT.ppt
AGENTES QUIMICOS PPT.pptAGENTES QUIMICOS PPT.ppt
AGENTES QUIMICOS PPT.ppt
Devanir Miranda
 
NR35-2711.ppt
NR35-2711.pptNR35-2711.ppt
NR35-2711.ppt
Devanir Miranda
 
Plano de Emergencia (1).ppt
Plano de Emergencia (1).pptPlano de Emergencia (1).ppt
Plano de Emergencia (1).ppt
Devanir Miranda
 
treinamento integraçºao motorista.pdf
treinamento integraçºao motorista.pdftreinamento integraçºao motorista.pdf
treinamento integraçºao motorista.pdf
Devanir Miranda
 
Cqsmod soldador
Cqsmod soldadorCqsmod soldador
Cqsmod soldador
Devanir Miranda
 
For com-002 - protocolo de entrega
For com-002 - protocolo de entregaFor com-002 - protocolo de entrega
For com-002 - protocolo de entrega
Devanir Miranda
 
Agentes quimicos
Agentes quimicosAgentes quimicos
Agentes quimicos
Devanir Miranda
 
Analise de risco frente e verso
Analise de risco frente e versoAnalise de risco frente e verso
Analise de risco frente e verso
Devanir Miranda
 
Sobremesa especial de morangos receita bia
Sobremesa especial de morangos receita biaSobremesa especial de morangos receita bia
Sobremesa especial de morangos receita bia
Devanir Miranda
 
Tcc josé devanir. segurança no trabalho
Tcc josé devanir. segurança no trabalhoTcc josé devanir. segurança no trabalho
Tcc josé devanir. segurança no trabalho
Devanir Miranda
 
05a trabemalturas
05a trabemalturas05a trabemalturas
05a trabemalturas
Devanir Miranda
 
Manual contra quedas
Manual contra quedasManual contra quedas
Manual contra quedas
Devanir Miranda
 

Mais de Devanir Miranda (20)

APRESENTAÇÃO-NR13-SENAI-EX.-LAUDO-rev.01.pdf
APRESENTAÇÃO-NR13-SENAI-EX.-LAUDO-rev.01.pdfAPRESENTAÇÃO-NR13-SENAI-EX.-LAUDO-rev.01.pdf
APRESENTAÇÃO-NR13-SENAI-EX.-LAUDO-rev.01.pdf
 
instrucao_tecnica_12_2a_edicao.pdf
instrucao_tecnica_12_2a_edicao.pdfinstrucao_tecnica_12_2a_edicao.pdf
instrucao_tecnica_12_2a_edicao.pdf
 
Conforto Térmico nos Ambientes de Trabalho-pdf.pdf
Conforto Térmico nos Ambientes de Trabalho-pdf.pdfConforto Térmico nos Ambientes de Trabalho-pdf.pdf
Conforto Térmico nos Ambientes de Trabalho-pdf.pdf
 
RTP 01 FUNDACENTRO.pdf
RTP 01 FUNDACENTRO.pdfRTP 01 FUNDACENTRO.pdf
RTP 01 FUNDACENTRO.pdf
 
NR 35 Trabalho em Altura 2017 ...palestra Grupo Mega Segurança do trabalho.ppt
NR 35 Trabalho em Altura 2017 ...palestra  Grupo Mega Segurança do trabalho.pptNR 35 Trabalho em Altura 2017 ...palestra  Grupo Mega Segurança do trabalho.ppt
NR 35 Trabalho em Altura 2017 ...palestra Grupo Mega Segurança do trabalho.ppt
 
CQSMOD SOLDADOR.doc
CQSMOD SOLDADOR.docCQSMOD SOLDADOR.doc
CQSMOD SOLDADOR.doc
 
NR-35 Cartilha de bolso.pdf
NR-35 Cartilha de bolso.pdfNR-35 Cartilha de bolso.pdf
NR-35 Cartilha de bolso.pdf
 
CERTIFICADO DE INTEGRAÇÃO.doc
CERTIFICADO DE INTEGRAÇÃO.docCERTIFICADO DE INTEGRAÇÃO.doc
CERTIFICADO DE INTEGRAÇÃO.doc
 
AGENTES QUIMICOS PPT.ppt
AGENTES QUIMICOS PPT.pptAGENTES QUIMICOS PPT.ppt
AGENTES QUIMICOS PPT.ppt
 
NR35-2711.ppt
NR35-2711.pptNR35-2711.ppt
NR35-2711.ppt
 
Plano de Emergencia (1).ppt
Plano de Emergencia (1).pptPlano de Emergencia (1).ppt
Plano de Emergencia (1).ppt
 
treinamento integraçºao motorista.pdf
treinamento integraçºao motorista.pdftreinamento integraçºao motorista.pdf
treinamento integraçºao motorista.pdf
 
Cqsmod soldador
Cqsmod soldadorCqsmod soldador
Cqsmod soldador
 
For com-002 - protocolo de entrega
For com-002 - protocolo de entregaFor com-002 - protocolo de entrega
For com-002 - protocolo de entrega
 
Agentes quimicos
Agentes quimicosAgentes quimicos
Agentes quimicos
 
Analise de risco frente e verso
Analise de risco frente e versoAnalise de risco frente e verso
Analise de risco frente e verso
 
Sobremesa especial de morangos receita bia
Sobremesa especial de morangos receita biaSobremesa especial de morangos receita bia
Sobremesa especial de morangos receita bia
 
Tcc josé devanir. segurança no trabalho
Tcc josé devanir. segurança no trabalhoTcc josé devanir. segurança no trabalho
Tcc josé devanir. segurança no trabalho
 
05a trabemalturas
05a trabemalturas05a trabemalturas
05a trabemalturas
 
Manual contra quedas
Manual contra quedasManual contra quedas
Manual contra quedas
 

Último

higienização de espaços e equipamentos
higienização de espaços    e equipamentoshigienização de espaços    e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
Manuel Pacheco Vieira
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de    espaços e equipamentoshigienização de    espaços e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
Manuel Pacheco Vieira
 
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdfMedicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
jhordana1
 
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao Facia
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao  FaciaAULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao  Facia
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao Facia
AntonioXavier35
 
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
jhordana1
 
VIAS+E+ADMINISTRAÇÃO+DE+MEDICAMENTOS-+AULA+03 (2).pdf
VIAS+E+ADMINISTRAÇÃO+DE+MEDICAMENTOS-+AULA+03 (2).pdfVIAS+E+ADMINISTRAÇÃO+DE+MEDICAMENTOS-+AULA+03 (2).pdf
VIAS+E+ADMINISTRAÇÃO+DE+MEDICAMENTOS-+AULA+03 (2).pdf
kailanejoyce4
 
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptxA-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
walterjose20
 
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagemSistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
BarbaraKelle
 
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Lenilson Souza
 

Último (9)

higienização de espaços e equipamentos
higienização de espaços    e equipamentoshigienização de espaços    e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de    espaços e equipamentoshigienização de    espaços e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
 
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdfMedicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
 
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao Facia
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao  FaciaAULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao  Facia
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao Facia
 
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
 
VIAS+E+ADMINISTRAÇÃO+DE+MEDICAMENTOS-+AULA+03 (2).pdf
VIAS+E+ADMINISTRAÇÃO+DE+MEDICAMENTOS-+AULA+03 (2).pdfVIAS+E+ADMINISTRAÇÃO+DE+MEDICAMENTOS-+AULA+03 (2).pdf
VIAS+E+ADMINISTRAÇÃO+DE+MEDICAMENTOS-+AULA+03 (2).pdf
 
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptxA-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
 
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagemSistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
 
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
 

PRIMEIROS SOCORROS (2).ppt

  • 1. PRIMEIROS SOCORROS - Definições e conceitos - Avaliação da Vítima Análise Primária Análise Secundária - Suporte Básico a Vida - Suporte Avançado a Vida - Reanimação Cardiopulmonar (RCP) - Hemorragias e Ferimentos - Queimaduras - Fraturas - Engasgamento - Transporte
  • 2. Artigo 135 do Código Penal Brasileiro: “Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em greve e iminente perigo; ou não pedir nesses casos, o socorro da autoridade pública”. PENA - Detenção, de 01 a 06 meses, ou multa. Parágrafo Único: A pena é aumentada de metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave, e triplicada se resulta morte. OMISSÃO DE SOCORRO
  • 3. PRIMEIROS SOCORROS Definição É o tratamento imediato e provisório ministrado a uma vítima de trauma ou doença. Geralmente se presta no próprio local e dura até colocar o paciente sob cuidados médicos. É da maior importância que o socorrista conheça e saiba colocar em prática o Suporte Básico da Vida. Saber fazer certo na hora certa pode significar a diferença entre a vida e a morte para um acidentado.
  • 4. ASPECTOS LEGAIS NO ATENDIMENTO Causas que justificam a alteração do local : - Necessidade do Socorro Imediato às Vítimas. - Risco de Vida para a(s) Vítima(s). - Risco de Vida para os Brigadistas. - Risco de Vida para outras Pessoas ou Riscos de Novos Acidentes. - Impossibilidade Física de Acesso à(s) Vítima(s). - Impossibilidade de outra Forma de Salvamento.
  • 5. ASPECTOS ÉTICOS DO SOCORRISTA - respeita a lei e os protocolos - acredita em uma força maior - respeita tanto a vida quanto a morte. - possui conhecimentos técnicos satisfatórios. - sabe guardar sigilo. - consegue atender sem se envolver. - saber confortar num momento de luto. - não usa seus conhecimentos para prejudicar alguém ou atentar contra preceitos éticos e morais. - não possui preconceitos de nenhum tipo - em resumo: CONSEGUE SER UM SER HUMANO.
  • 6. ° Verificar consciência ° Abrir vias aéreas ° Verificar vias aéreas ° Expirar (soprar) 2 vezes ° Verificar pulso carotídeo ° Iniciar massagem cardíaca VAVEVI
  • 7. AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA Verificar problemas e características secundárias da vítima após tirá-la do risco de vida imediato. Busca sistematizada de detalhes. * Cinemática do Trauma * Análise da cabeça ao pés. * Sinal (palidez, sudorese, cianose) * Sintoma (náusea, dor, insensibilidade) * Testemunhas * Entrevista
  • 8. PRIMEIROS SOCORROS SUPORTE BÁSICO À VIDA SBV SUPORTE AVANÇADO À VIDA SAV
  • 9. REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR RCP 1 SOCORRISTA 15 MASSAGENS X 2 SOPROS 2 SOCORRISTAS 5 MASSAGENS X 1 SOPRO
  • 10. É a ruptura de vasos sanguíneos, com extravasamento de sangue. A gravidade da hemorragia se mede pela quantidade e pela rapidez com que o sangue é perdido. INTERNA e EXTERNA HEMORRAGIA
  • 11. QUEIMADURA - Qual o tamanho da queimadura - Qual a profundidade - Quais as regiões do corpo estão queimadas - Qual a idade da vítima - Outros problemas de saúde - Queimaduras químicas / elétricas / térmicas ASC - Área Superficial do Corpo
  • 12. ANÁLISE PRIMÁRIA É a primeira avaliação da vítima feita no local do acidente. Ela tem por objetivo detectar problemas gravíssimos e que podem levar a óbito rapidamente. É o primeiro passo para verificar se a vítima corre risco de vida. a- Está consciente? b- Respirando? c- Circulação (tem pulso)? d- Hemorragia?
  • 13. ° Aberta ° Fechada SINAIS e SINTOMAS ° Edema ° Deformidade ° Perda da função ° Atrito ° História da Lesão FRATURAS
  • 15. TRANSPORTE 1 Socorrista 2 Socorristas Saco de Batata Escora Arrastamento pelo ombro Pelo cobertor Pelas extremidades Sentado
  • 16. ESTADO DE CHOQUE Entende-se por Estado de Choque, uma situação de hipoperfusão tecidual devido a incapacidade do músculo cardíaco fornecer débito adequado às necessidades do organismo, que seja por perda do músculo cardíaco pelo infarto agudo do miocárdio ou por diminuição do débito cardíaco. O reconhecimento do Estado de Choque é feito através da observação de alguns fatores, tais como: * Pele pálida, úmida e fria, * Pulso fraco e rápido, * Pressão sistólica e abaixo de 90/60 mmHg, * Pupilas dilatadas e opacas, * Perfusão capilar lenta ou nula, * Respiração curta e rápida, * Lábios arroxeados, * Náuseas e vômitos, * Tremores de frio, * Tontura e desmaio, * Sede, temor e agitação. OBS: ROSTO E PEITO VERMELHOS, COÇANDO, QUEIMANDO E INCHAÇOS; DOR DE CABEÇA E PEITO; LÁBIOS E FACE INCHADOS SÃO SINAIS E SINTOMAS DE CHOQUE ANAFILÁTICO. O tratamento inicial da vítima chocada consiste em posicioná-la deitada com as pernas elevadas, afrouxar suas vestes e mantê-la aquecida.
  • 17. TRIAGEM TABELA DE PRIORIDADE GRUPO A: Parada Cardíaca VERMELHO Parada Respiratória Insuficiência Respiratória Grave Grandes Hemorragias Externas Traumatismos de Coluna Cervical Traumatismos Cranianos Inconsciência GRUPO B: Queimaduras AMARELO Insuficiência Respiratória Moderada Fraturas Eviscerações Lesões de Coluna Esmagamentos Médias Hemorragias Externas
  • 18. TABELA DE PRIORIDADE GRUPO C: Pequenos Ferimentos VERDE Distúrbios Mentais Pequenas Fraturas Histeria GRUPO D: Morte Evidente PRETO Decapitação Rigidez Cadavérica Esmagamento Torácico ou Craniano TRIAGEM
  • 19. PROCEDIMENTO EM LOCAIS DE ACIDENTES A - Sinalização e Pedir Reforço B - Isolamento C - Triagem D - Atendimento as Vítimas E - Evacuação do Local F - Transporte
  • 20. Temos a tendência de negligenciar uma das mais importantes informações: - O nome da Vítima. O socorrista de resgate deve sempre obter buscar a confiança do paciente nas emergências. Podemos ter certeza de que sempre teremos mais afeição e confiança em alguém que nos chama pelo nome, em uma situação de risco de vida, do que simplesmente: - Você, Sr. ou Sra., ou pior ainda, Ei, Tio; calma que você escapa dessa!
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37. RETIRADA E MOVIMENTAÇÃO DE VÍTIMAS DE TRAUMA PRINCÍPIO DA “HORA DE OURO” A vítima de trauma tem 60 minutos, a contar do momento do acidente para: a) ser localizada; b) ser desencarcerada; c) ser imobilizada; d) ser transportada; e) dar entrada no pronto socorro; f) ser entregue a um especialista. PRINCÍPIOS DOS “MINUTOS DE PLATINA” Uma vítima de trauma que se encontrar presa nas ferragens ou nos escombros de um sinistro deverá ser desencarcerada e/ou resgatada pelas equipes de salvamento entre 10 e 15 minutos, a contar do momento do acidente.
  • 38. CINEMÁTICA DO TRAUMA ÓRGÃO PESO NORMAL (Kg) PESO DURANTE IMPACTO (Kg) 36 km /h 72 km/h 108 km/h Baço 0,25 2,5 10 22,5 Coração 0,35 3,5 14 31,5 Cérebro 1,5 15 60 91,5 Fígado 1,8 18 72 162 Corpo 70 700 2.800 6.300 Peso dos Órgãos Humanos durante Impactos