O documento discute porque os cortes em filmes funcionam para o público. Apesar de representarem um tempo não contínuo, os cortes são assimilados porque (1) cada quadro é uma pequena mudança do anterior, (2) a edição imita como a mente funciona durante sonhos e pensamentos, fragmentando imagens, e (3) o ato de piscar dos olhos durante pensamentos acompanha naturalmente a separação entre cenas em filmes.