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Design 
Centrado 
no 
Usuário 
De 
“AI 
Wireframista” 
a 
“UX 
Designer” 
Como 
“um 
projeto” 
contribuiu 
para 
reposicionar 
o 
profissional 
de 
AI 
na 
Oi 
Internet 
Patricia 
Mourthé, 
Arquiteta 
da 
Informação 
Interac8on 
South 
America, 
13-­‐16 
Novembro, 
2013
Como 
você 
promove 
o 
design 
centrado 
no 
usuário 
(DCU) 
onde 
trabalha? 
Como 
você 
avalia 
que 
as 
ações 
e 
estratégias 
usadas 
para 
a 
promoção 
do 
DCU 
e 
UX 
estão 
sendo 
efeFvas?
Contexto
Novos 
começos 
Julho 
2012 
– Venda 
do 
portal 
iG.com.br 
– Criação 
da 
área 
de 
AI 
– Equipe 
mul8disciplinar 
trabalhando 
juntos 
pela 
primeira 
vez 
– Desenvolvimento 
ágil 
e 
metodologia 
SCRUM
AI: 
demandas 
iniciais 
• Insumos 
– Briefings 
& 
requisitos 
já 
validados 
• Entregáveis 
do 
AI 
– Mapa 
do 
site 
– Fluxograma 
de 
interação 
do 
usuário/site 
– Wireframe 
intera8vo 
com 
boa 
usabilidade
Poderíamos 
contribuir 
mais... 
Percebemos 
a 
importância 
de 
iniciar 
um 
processo 
de 
“evangelização” 
do 
papel 
do 
profissional 
de 
AI/UX 
na 
empresa... 
Mas 
como?
Primeiro 
grande 
projeto 
• Portal 
de 
comunicação 
interno 
para 
franquias 
– GP 
do 
projeto: 
“escopo 
em 
definição” 
• Documentação 
da 
empresa 
parceira 
– 16 
8pos 
de 
usuários 
(!) 
– Casos 
de 
uso 
“técnicos” 
(o 
usuário 
poderá 
incluir, 
alterar, 
consultar 
e 
excluir 
dados) 
– Coleção 
de 
funcionalidades 
(escopo 
100% 
definido?)
Primeiro 
grande 
projeto 
“Wireframe” 
da 
empresa 
parceira 
(!)
A 
pesquisa
Mas 
quem 
é 
o 
usuário? 
• Ques8onário 
online 
(Google 
Forms) 
– Entender 
o 
perfil 
e 
prioridades 
do 
usuário 
primário 
• Resultado 
do 
ques8onário 
online 
– Os 
casos 
de 
uso 
mapeados 
estavam 
pouco 
alinhados 
com 
as 
prioridades 
do 
usuário 
primário 
– PO 
e 
stakeholders 
perceberam 
a 
importância 
de 
visitarmos 
uma 
franquia 
para... 
“detalhar 
e 
definir 
o 
escopo 
do 
projeto”
Kit 
pesquisa 
• Obje8vos 
da 
pesquisa 
(manter 
o 
FOCO) 
• Roteiros 
– Pesquisa 
contextual 
– Entrevista 
com 
dono 
da 
franquia 
– Mapeamento 
visual 
e 
funcional 
da 
franquia 
– Design 
par8cipa8vo 
com 
gestores 
– Jornada 
do 
usuário
A 
viagem: 
Dez 
2012 
• Três 
dias 
no 
interior 
da 
Bahia 
• Time: 
AI 
e 
GP 
(Oi 
Internet 
-­‐ 
SP), 
PO 
(Oi 
-­‐ 
Rio) 
• Surpresas 
– As 
necessidades 
e 
desafios 
reais 
da 
franquia 
– O 
contexto 
de 
trabalho 
dos 
funcionário 
e 
gestores 
– A 
nossa 
visão 
era 
“abstrata” 
• AI 
– Responsável 
por 
compar8lhar/divulgar 
a 
experiência/aprendizagem 
da 
visita
Apresentação
Persona 
primária 
• Sócio 
Diretor 
da 
franquia 
• Início: 
Abril 
2012 
• Desafios 
– Indicadores: 
ajustes 
– Logís8ca 
(sucesso/ 
insucesso) 
– Alto 
desempenho 
com 
alto 
custo 
– Falta 
de 
mão 
de 
obra 
local 
qualificada 
– Oi 
e 
Franquiados: 
aprendendo 
juntos 
Empresário 
(+ 
2 
empresas, 
sul 
da 
BA) 
43 
anos, 
casado 
sem 
filhos 
Reside 
em 
Salvador
Impactos
Impacto 
na 
Oi 
Internet 
• Empa8a: 
história 
real 
– Diretor 
e 
gestores 
de 
TI, 
coordenador 
e 
equipe 
de 
Frontend, 
PMO, 
GP 
(co-­‐autor) 
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das 
prioridades 
do 
projeto 
• Portal 
– Âmbito 
da 
abstração 
para 
o 
âmbito 
da 
realidade 
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Internet 
perante 
a 
Oi 
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inteligência 
e 
estratégia
Impacto 
na 
franquia 
• Dono 
e 
gestores 
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“ouvidos” 
pela 
Oi 
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“donos” 
do 
projeto 
• Design 
par8cipa8vo/co-­‐criação 
– Incitou 
o 
diálogo 
produ8vo 
entre 
gestores 
– Revelou 
formas 
de 
pensar 
dis8ntos 
dos 
gestores 
• Ques8onário 
de 
avaliação 
da 
visita 
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integração 
da 
equipe 
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gestores
Impacto: 
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AI 
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UX 
• A8vidades: 
pesquisa 
contextual 
na 
Bahia 
– Exemplo 
concreto 
do 
design 
centrado 
no 
usuário 
– Oportunidade 
crí8ca 
para 
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– Valor 
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da 
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• Habilidades 
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e 
contar 
histórias 
reais 
– Ouvir 
e 
compar8lhar 
– Promover, 
promover, 
promover... 
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Trocando 
em 
miúdos 
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ou 
“a 
imperfeição 
da 
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– Limite 
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tempo 
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gestores 
ocupados 
e 
distraídos 
– Equipamento 
precário 
para 
documentação 
– Documentação 
fotográfica: 
o 
acaso 
ajudou 
– Delegar 
e 
pedir 
ajuda 
aos 
colegas 
não-­‐UX 
– Flexibilidade 
• Adaptar 
o 
Kit 
pesquisa 
• Viver 
o 
fluxo 
dos 
eventos 
• Confiar 
na 
sua 
intuição 
profissional
E 
pensar 
que 
isso 
foi 
apenas 
o 
começo... 
O 
desafio 
conFnua… 
em 
mostrar 
que 
o 
AI/UX 
pode 
acrescentar 
valor 
ao 
negócio 
da 
empresa.
Como 
você 
promove 
o 
design 
centrado 
no 
usuário 
(DCU) 
onde 
trabalha? 
Como 
você 
avalia 
que 
as 
ações 
e 
estratégias 
usadas 
para 
a 
promoção 
do 
DCU 
e 
UX 
estão 
sendo 
efeFvas?
Obrigada! 
patricia.mourthe@oi.net.br 
patriciamoh@gmail.com 
@pmourthe

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  • 1. Design Centrado no Usuário De “AI Wireframista” a “UX Designer” Como “um projeto” contribuiu para reposicionar o profissional de AI na Oi Internet Patricia Mourthé, Arquiteta da Informação Interac8on South America, 13-­‐16 Novembro, 2013
  • 2. Como você promove o design centrado no usuário (DCU) onde trabalha? Como você avalia que as ações e estratégias usadas para a promoção do DCU e UX estão sendo efeFvas?
  • 4. Novos começos Julho 2012 – Venda do portal iG.com.br – Criação da área de AI – Equipe mul8disciplinar trabalhando juntos pela primeira vez – Desenvolvimento ágil e metodologia SCRUM
  • 5. AI: demandas iniciais • Insumos – Briefings & requisitos já validados • Entregáveis do AI – Mapa do site – Fluxograma de interação do usuário/site – Wireframe intera8vo com boa usabilidade
  • 6. Poderíamos contribuir mais... Percebemos a importância de iniciar um processo de “evangelização” do papel do profissional de AI/UX na empresa... Mas como?
  • 7. Primeiro grande projeto • Portal de comunicação interno para franquias – GP do projeto: “escopo em definição” • Documentação da empresa parceira – 16 8pos de usuários (!) – Casos de uso “técnicos” (o usuário poderá incluir, alterar, consultar e excluir dados) – Coleção de funcionalidades (escopo 100% definido?)
  • 8. Primeiro grande projeto “Wireframe” da empresa parceira (!)
  • 10. Mas quem é o usuário? • Ques8onário online (Google Forms) – Entender o perfil e prioridades do usuário primário • Resultado do ques8onário online – Os casos de uso mapeados estavam pouco alinhados com as prioridades do usuário primário – PO e stakeholders perceberam a importância de visitarmos uma franquia para... “detalhar e definir o escopo do projeto”
  • 11. Kit pesquisa • Obje8vos da pesquisa (manter o FOCO) • Roteiros – Pesquisa contextual – Entrevista com dono da franquia – Mapeamento visual e funcional da franquia – Design par8cipa8vo com gestores – Jornada do usuário
  • 12. A viagem: Dez 2012 • Três dias no interior da Bahia • Time: AI e GP (Oi Internet -­‐ SP), PO (Oi -­‐ Rio) • Surpresas – As necessidades e desafios reais da franquia – O contexto de trabalho dos funcionário e gestores – A nossa visão era “abstrata” • AI – Responsável por compar8lhar/divulgar a experiência/aprendizagem da visita
  • 14. Persona primária • Sócio Diretor da franquia • Início: Abril 2012 • Desafios – Indicadores: ajustes – Logís8ca (sucesso/ insucesso) – Alto desempenho com alto custo – Falta de mão de obra local qualificada – Oi e Franquiados: aprendendo juntos Empresário (+ 2 empresas, sul da BA) 43 anos, casado sem filhos Reside em Salvador
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 23. Impacto na Oi Internet • Empa8a: história real – Diretor e gestores de TI, coordenador e equipe de Frontend, PMO, GP (co-­‐autor) • Redefinição das prioridades do projeto • Portal – Âmbito da abstração para o âmbito da realidade • Oi Internet perante a Oi – Oferece inteligência e estratégia
  • 24. Impacto na franquia • Dono e gestores – Sen8ram-­‐se “ouvidos” pela Oi – Tornaram-­‐se “donos” do projeto • Design par8cipa8vo/co-­‐criação – Incitou o diálogo produ8vo entre gestores – Revelou formas de pensar dis8ntos dos gestores • Ques8onário de avaliação da visita – Melhorou a integração da equipe de gestores
  • 25. Impacto: de AI para UX • A8vidades: pesquisa contextual na Bahia – Exemplo concreto do design centrado no usuário – Oportunidade crí8ca para “evangelizar” UX – Valor agregado ao negócio da Oi • Habilidades – Apresentar e contar histórias reais – Ouvir e compar8lhar – Promover, promover, promover... – Arriscar
  • 26. Trocando em miúdos • Pesquisa ou “a imperfeição da oportunidade” – Limite de tempo – Entrevistar gestores ocupados e distraídos – Equipamento precário para documentação – Documentação fotográfica: o acaso ajudou – Delegar e pedir ajuda aos colegas não-­‐UX – Flexibilidade • Adaptar o Kit pesquisa • Viver o fluxo dos eventos • Confiar na sua intuição profissional
  • 27. E pensar que isso foi apenas o começo... O desafio conFnua… em mostrar que o AI/UX pode acrescentar valor ao negócio da empresa.
  • 28. Como você promove o design centrado no usuário (DCU) onde trabalha? Como você avalia que as ações e estratégias usadas para a promoção do DCU e UX estão sendo efeFvas?