Paraisópolis começou como um loteamento para a classe alta em 1921, mas nas décadas seguintes foi invadido e se tornou a segunda maior favela de São Paulo, atualmente com mais de 100 mil habitantes. A favela sofre com falta de infraestrutura básica como esgoto e falta de asfalto em metade das ruas, apesar de projetos de urbanização iniciados em 2005. A maioria dos moradores trabalha na própria favela ou nos arredores.