O que é? Em que consiste? O que significa?
            Quais são os seus princípios básicos?


                   Tenho aqui alguns argumentos
                 explicados de forma simples, para
                  que se entenda porque em todo o
                 mundo o tal sistema não deu certo.

   Uma adaptação de
Francisco Arámburo Salas
Traduzido para o Português – Brasil
     (autorizado pelo autor)
       Geraldo Nogueira               Música: Imperio de Cristal
Esta é uma analogia simples,                    Aqui somente nos
com uma explicação escolar,                   situaremos em uma
na qual não iremos rever as            universidade imaginária e,
complicadas raízes do                   narraremos o ocorrido no
Socialismo. Não citaremos                 interior de uma de suas
Karl Marx, Lenín e muito                             salas de aula.
menos trataremos as
intrincadas doutrinas
emanadas do Kremlin. Nada
disso.




 Imagine que você é um aluno nesta sala de aula e tome acento.
                   Aqui está a sua carteira.
Na citada sala, surgiu uma acalorada discussão entre o professor
 de Economia e seus alunos.




 Os alunos defendiam que o Socialismo era bom, funcionava bem
 e que era a melhor forma de governo, pois nele não existiam as
 terríveis diferenças das classes sociais, não havia noções de
 pobreza nem riqueza, já que todos eram iguais.




“A produção, se gerasse riqueza, seria repartida eqüitativamente
        entre todos para o benefício comum” argüiam.
O professor que escutava com atenção, resolveu então fazer uma
              experiência com todos os alunos e,
                    propôs este plano:


                          -Muito bem-
   - De agora em adiante faremos uma experiência: as notas
obtidas por cada um de vocês em suas provas, serão somadas e
                       repartidas entre
      todos os alunos. Assim cada um obterá o benefício
           “do estudo e do esforço comum”.

Ainda que a maioria dos estudantes não entendessem muito bem
  o novo plano, aqueles que estavam mais atrasados em seus
 estudos e, que eram em maior número na classe, aceitaram de
                          imediato!
Ao terminar a correção de todas as provas, viu-se que as notas
    apuradas e divididas somaram a média de 7.8 para todos.



Como é natural, os estudantes que NÃO tinham se preparado bem
para a prova, ficaram FELIZES E SATISFEITOS, enquanto os que
       haviam estudado bastante ficaram inconformados.




                                           Obter mais sem maior esforço?
                                                   Excelente idéia!
                                          Quem lhe propicia o pão que chore!
Era de se esperar!


Quando realizaram a segunda prova, os estudantes que pouco
estudaram, estudaram menos ainda; os que haviam estudado muito,
decidiram não se empenhar tanto, já que não iriam conseguir obter
uma nota dez... Por que dormir pouco estudando, se de quaisquer
modos não levariam em conta seus esforços? A média da segunda
prova dividida para todos foi de 6.5!
Sem se darem conta, estavam
estabelecendo os princípios
básicos do Comunismo.
Mas quando terminaram a terceira prova foi
           à gota dágua: a média foi de 4.0 (quatro)

        Todos ficariam
         reprovados!




               E iniciaram uma pequena revolução.

Os estudantes começaram a brigar entre si culpando uns aos outros
pelos fracassos obtidos, até chegar aos ressentimentos e os insultos,
inclusive aos golpes, já que nenhum estava disposto a estudar para
que se beneficiassem os outros que não estudavam.
E ocorreu o que já se esperava. As notas
não melhoraram no último bimestre e
obviamente todos ficaram de recuperação
na matéria de Economia.
O professor perguntou então se todos compreendiam
agora o significado do Socialismo, no qual tudo é de
todos e, ao mesmo tempo de ninguém em particular.




 Assim é. As notas que foram obtidas, pertenciam a toda classe
              e não a cada aluno individualmente.
A lição da aula terminou.




A explicação é que o ser humano está disposto a sacrificar-se
trabalhando duro quando a recompensa é atraente e justifica o
esforço próprio; mas quando o governo suprime esse
incentivo e tira do produtivo para dar ao passivo, ninguém
vai fazer o sacrifício necessário para conseguir a
excelência.
Para que?
1.- Não se pode criar prosperidade desalentando a iniciativa própria.
2.- Não se pode fortalecer os fracos debilitando os fortes.
3.- Não se pode ajudar os pequenos esmagando os grandes.
4.- Não se pode melhorar o pobre destruindo o rico.
5.- Não se pode elevar o assalariado oprimindo a quem paga os
    salários.
6.- Não se pode resolver problemas ENQUANTO SE GASTA MAIS DO
    QUE SE GANHA.
7.- Não se pode promover a fraternidade e o progresso da
     humanidade promovendo e incitando o ódio de classes.
8.- Não se pode garantir uma adequada segurança com dinheiro
   emprestado.
9.- Não se pode formar o caráter e o valor do homem lhe tirando sua
    independência, sua liberdade e sua iniciativa.
10.- Não se pode ajudar aos homens REALIZANDO POR ELES
    PERMANENTEMENTE O QUE ELES PODEM E DEVEM FAZER POR
SI MESMOS.
Nem sempre “A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS”.
“A maioria não têm que ter a razão SEMPRE só por ser maioria.
          ÀS VEZES têm superioridade numérica...
                      Nada mais”.




   ©Copyright 2009. Fica proibido
 qualquer mudança ou alteração a
esta obra em sua forma ou conteúdo   faramburo@aramburosuites.com
             original..

Para entender o socialismo

  • 1.
    O que é?Em que consiste? O que significa? Quais são os seus princípios básicos? Tenho aqui alguns argumentos explicados de forma simples, para que se entenda porque em todo o mundo o tal sistema não deu certo. Uma adaptação de Francisco Arámburo Salas Traduzido para o Português – Brasil (autorizado pelo autor) Geraldo Nogueira Música: Imperio de Cristal
  • 2.
    Esta é umaanalogia simples, Aqui somente nos com uma explicação escolar, situaremos em uma na qual não iremos rever as universidade imaginária e, complicadas raízes do narraremos o ocorrido no Socialismo. Não citaremos interior de uma de suas Karl Marx, Lenín e muito salas de aula. menos trataremos as intrincadas doutrinas emanadas do Kremlin. Nada disso. Imagine que você é um aluno nesta sala de aula e tome acento. Aqui está a sua carteira.
  • 3.
    Na citada sala,surgiu uma acalorada discussão entre o professor de Economia e seus alunos. Os alunos defendiam que o Socialismo era bom, funcionava bem e que era a melhor forma de governo, pois nele não existiam as terríveis diferenças das classes sociais, não havia noções de pobreza nem riqueza, já que todos eram iguais. “A produção, se gerasse riqueza, seria repartida eqüitativamente entre todos para o benefício comum” argüiam.
  • 4.
    O professor queescutava com atenção, resolveu então fazer uma experiência com todos os alunos e, propôs este plano: -Muito bem- - De agora em adiante faremos uma experiência: as notas obtidas por cada um de vocês em suas provas, serão somadas e repartidas entre todos os alunos. Assim cada um obterá o benefício “do estudo e do esforço comum”. Ainda que a maioria dos estudantes não entendessem muito bem o novo plano, aqueles que estavam mais atrasados em seus estudos e, que eram em maior número na classe, aceitaram de imediato!
  • 5.
    Ao terminar acorreção de todas as provas, viu-se que as notas apuradas e divididas somaram a média de 7.8 para todos. Como é natural, os estudantes que NÃO tinham se preparado bem para a prova, ficaram FELIZES E SATISFEITOS, enquanto os que haviam estudado bastante ficaram inconformados. Obter mais sem maior esforço? Excelente idéia! Quem lhe propicia o pão que chore!
  • 6.
    Era de seesperar! Quando realizaram a segunda prova, os estudantes que pouco estudaram, estudaram menos ainda; os que haviam estudado muito, decidiram não se empenhar tanto, já que não iriam conseguir obter uma nota dez... Por que dormir pouco estudando, se de quaisquer modos não levariam em conta seus esforços? A média da segunda prova dividida para todos foi de 6.5!
  • 7.
    Sem se daremconta, estavam estabelecendo os princípios básicos do Comunismo.
  • 8.
    Mas quando terminarama terceira prova foi à gota dágua: a média foi de 4.0 (quatro) Todos ficariam reprovados! E iniciaram uma pequena revolução. Os estudantes começaram a brigar entre si culpando uns aos outros pelos fracassos obtidos, até chegar aos ressentimentos e os insultos, inclusive aos golpes, já que nenhum estava disposto a estudar para que se beneficiassem os outros que não estudavam.
  • 9.
    E ocorreu oque já se esperava. As notas não melhoraram no último bimestre e obviamente todos ficaram de recuperação na matéria de Economia.
  • 10.
    O professor perguntouentão se todos compreendiam agora o significado do Socialismo, no qual tudo é de todos e, ao mesmo tempo de ninguém em particular. Assim é. As notas que foram obtidas, pertenciam a toda classe e não a cada aluno individualmente.
  • 11.
    A lição daaula terminou. A explicação é que o ser humano está disposto a sacrificar-se trabalhando duro quando a recompensa é atraente e justifica o esforço próprio; mas quando o governo suprime esse incentivo e tira do produtivo para dar ao passivo, ninguém vai fazer o sacrifício necessário para conseguir a excelência. Para que?
  • 12.
    1.- Não sepode criar prosperidade desalentando a iniciativa própria. 2.- Não se pode fortalecer os fracos debilitando os fortes. 3.- Não se pode ajudar os pequenos esmagando os grandes. 4.- Não se pode melhorar o pobre destruindo o rico. 5.- Não se pode elevar o assalariado oprimindo a quem paga os salários. 6.- Não se pode resolver problemas ENQUANTO SE GASTA MAIS DO QUE SE GANHA. 7.- Não se pode promover a fraternidade e o progresso da humanidade promovendo e incitando o ódio de classes. 8.- Não se pode garantir uma adequada segurança com dinheiro emprestado. 9.- Não se pode formar o caráter e o valor do homem lhe tirando sua independência, sua liberdade e sua iniciativa. 10.- Não se pode ajudar aos homens REALIZANDO POR ELES PERMANENTEMENTE O QUE ELES PODEM E DEVEM FAZER POR SI MESMOS.
  • 13.
    Nem sempre “AVOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS”. “A maioria não têm que ter a razão SEMPRE só por ser maioria. ÀS VEZES têm superioridade numérica... Nada mais”. ©Copyright 2009. Fica proibido qualquer mudança ou alteração a esta obra em sua forma ou conteúdo faramburo@aramburosuites.com original..