Os poderes do rei sadim




Sadim era rei e vivia numa cidade de ouro.Era tanto o ouro que os raios de
sol, ao tocarem os prédios, os palácios e as ruas ganhavam um brilho tal
que deixava toda gente de olho piscos.

  Durante séculos chegara à capital do reino ouro de muitas terras, sobre
dorso de cavalos ou entre as bossas de camelos. Com ouro fizeram-se as
casas, as portas, os copos, os pratos, os garfos e as facas.

   Sadim habituara-se, desde o berço, a viver no meio de toda aquela
riqueza, de tal maneira que não acreditava que pudessem existir outros
povos menos ricos ou, pelo menos, em a mesma qualidade de ouro.

     No jardim do seu palácio sadim tinha dois unicórnios com crinas feitas
de fios de ouro e cascos do mesmo metal precioso. Como desconfiava de
toda a gente que o rodeava, era os unicórnios que costumava contar as
pequenas e grandes coisas que alegravam ou aflijam. Era um rei triste,
cabisbaixo, metido consigo, pouco dado a falas e a festas.

    -Já ando cansado de tanto ouro-desabafo ele um dia com os
unicórnios , que receberam a comfidencia com um relincho de aprovação.

   Tambem eles deviam estar fartos de tanto brilho e de tanta opulência.

    -Não ficava nada priocupada se todo este ouro desa parecesse-
acrescentoSadim ao desabafo. E os unicórnios voltarão a concordar.

    Talvez por estarem de acordo

Os poderes do rei sadim

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    Os poderes dorei sadim Sadim era rei e vivia numa cidade de ouro.Era tanto o ouro que os raios de sol, ao tocarem os prédios, os palácios e as ruas ganhavam um brilho tal que deixava toda gente de olho piscos. Durante séculos chegara à capital do reino ouro de muitas terras, sobre dorso de cavalos ou entre as bossas de camelos. Com ouro fizeram-se as casas, as portas, os copos, os pratos, os garfos e as facas. Sadim habituara-se, desde o berço, a viver no meio de toda aquela riqueza, de tal maneira que não acreditava que pudessem existir outros povos menos ricos ou, pelo menos, em a mesma qualidade de ouro. No jardim do seu palácio sadim tinha dois unicórnios com crinas feitas de fios de ouro e cascos do mesmo metal precioso. Como desconfiava de toda a gente que o rodeava, era os unicórnios que costumava contar as pequenas e grandes coisas que alegravam ou aflijam. Era um rei triste, cabisbaixo, metido consigo, pouco dado a falas e a festas. -Já ando cansado de tanto ouro-desabafo ele um dia com os unicórnios , que receberam a comfidencia com um relincho de aprovação. Tambem eles deviam estar fartos de tanto brilho e de tanta opulência. -Não ficava nada priocupada se todo este ouro desa parecesse- acrescentoSadim ao desabafo. E os unicórnios voltarão a concordar. Talvez por estarem de acordo