O documento refuta a ideia de que pessoas autistas são superdotadas, ressaltando que não há comprovações científicas que vinculem autismo a Q.I.s elevados. Em vez disso, enfatiza que as 'habilidades' que alguns autistas demonstram são desenvolvidas por meio da repetição em suas rotinas, levando à especialização em áreas específicas, geralmente nas ciências exatas. A compreensão do desenvolvimento cognitivo dos autistas deve se basear na análise de suas rotinas e interesses, em vez de pressupostos sobre habilidades superdotadas.