O açude de Orós, um legado do ex-presidente Juscelino Kubitschek, foi crucial para o Ceará, sendo retomado em 1958 após interrupções desde 1922. Em 1960, uma cheia devastadora causou inundações massivas e evacuou cidades, impactando mais de trezentas mil pessoas enquanto a barragem, em construção, enfrentava danos significativos. Apesar dos desafios enfrentados, a barragem tinha como objetivo promover a irrigação e aproveitamento hidrelétrico na região, embora tenha acarretado desapropriações e destruição ambiental.