Trabalho realizado por: Francisco Peixoto N.6 12.C
Os Lusíadas
Introdução
Os Lusíadas surgem como a epopeia
dos feitos dos portugueses nos mares
que os levaram à Índia. A alegoria do
direito à imortalidade dos navegadores
portugueses pelos seus feitos
históricos, esta obra conta a história
grandiosa de Portugal e os
acontecimentos futuros, cuja visão os
deuses são capazes se antecipar.
Género
Literário
Epopeia:
-Género narrativo ,em verso, que
teve origem na Antiguidade Clássica
e que relata feitos históricos de
heróis reais e imaginários.
-Os Lusíadas são a epopeia dos
Descobrimentos
-Os Lusíadas dividem-se em dez cantos, cada
um deles com um número variável de estrofes,
num total de 1102
-As estrofes são todas oitavas de decassílabos ,
segundo o esquema rimático , com rima
cruzada nos seis primeiros versos e
emparelhada nos dois últimos
Estrutura
Externa
-Introdução: Proposição; Invocação;
Dedicatória.
-Desenvolvimento: Narração In Media Res (no
meio da ação) (Plano da viagem, Plano
mitológico, Plano da História de Portugal e
Plano do Poeta)
-Conclusão: Dedicatória (2ª parte)
Estrutura
Interna
À semelhança das epopeias da Antiguidade, “Os
Lusíadas” constroem-se em torno da narrativa de
uma ação extraordinária levada a cabo por um
herói, que enfrenta e vence todos os obstáculos
com que se depara no caminho para atingir o seu
objetivo. “Os Lusíadas” narram a difícil viagem de
Vasco da Gama de descoberta do caminho marítimo
para a Índia. Essa aventura é tão arriscada, que os
Deuses do Olimpo tomam partido sobre o sucesso,
seja a favor, seja contra.
Matéria
Épica
Sublimidade
do
Canto
-De acordo com as regras da
epopeia, o poeta usa um estilo culto
e solene, adequado à natureza
heroica dos factos narrados.
Mitificação
do
Herói
-Coragem e audácia dos
Portugueses
-Viagem de superação;
confronto com limites
-Concretização do lema
renascentista da crença
nas capacidades do
Homem
Reflexões do Poeta
(tom antiépico)
-Desvalorização da arte
-Fragilidade da vida humana
-Poder do dinheiro
-Imortalização do nome
-Desprezo pela arte e pelas
letras
Webgrafia
https://issuu.com/anamariamoco/docs/os_lus_adas

Oral.pdf

  • 1.
    Trabalho realizado por:Francisco Peixoto N.6 12.C Os Lusíadas
  • 2.
    Introdução Os Lusíadas surgemcomo a epopeia dos feitos dos portugueses nos mares que os levaram à Índia. A alegoria do direito à imortalidade dos navegadores portugueses pelos seus feitos históricos, esta obra conta a história grandiosa de Portugal e os acontecimentos futuros, cuja visão os deuses são capazes se antecipar.
  • 3.
    Género Literário Epopeia: -Género narrativo ,emverso, que teve origem na Antiguidade Clássica e que relata feitos históricos de heróis reais e imaginários. -Os Lusíadas são a epopeia dos Descobrimentos
  • 4.
    -Os Lusíadas dividem-seem dez cantos, cada um deles com um número variável de estrofes, num total de 1102 -As estrofes são todas oitavas de decassílabos , segundo o esquema rimático , com rima cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos Estrutura Externa
  • 5.
    -Introdução: Proposição; Invocação; Dedicatória. -Desenvolvimento:Narração In Media Res (no meio da ação) (Plano da viagem, Plano mitológico, Plano da História de Portugal e Plano do Poeta) -Conclusão: Dedicatória (2ª parte) Estrutura Interna
  • 6.
    À semelhança dasepopeias da Antiguidade, “Os Lusíadas” constroem-se em torno da narrativa de uma ação extraordinária levada a cabo por um herói, que enfrenta e vence todos os obstáculos com que se depara no caminho para atingir o seu objetivo. “Os Lusíadas” narram a difícil viagem de Vasco da Gama de descoberta do caminho marítimo para a Índia. Essa aventura é tão arriscada, que os Deuses do Olimpo tomam partido sobre o sucesso, seja a favor, seja contra. Matéria Épica
  • 7.
    Sublimidade do Canto -De acordo comas regras da epopeia, o poeta usa um estilo culto e solene, adequado à natureza heroica dos factos narrados.
  • 8.
    Mitificação do Herói -Coragem e audáciados Portugueses -Viagem de superação; confronto com limites -Concretização do lema renascentista da crença nas capacidades do Homem
  • 9.
    Reflexões do Poeta (tomantiépico) -Desvalorização da arte -Fragilidade da vida humana -Poder do dinheiro -Imortalização do nome -Desprezo pela arte e pelas letras
  • 10.