O texto discute que a vida não deve ser medida apenas pelo tempo cronológico em anos, meses e dias, mas pelas experiências e emoções vividas, como amigos, amores, conquistas, fracassos e prazeres. A vida é longa para quem consegue aproveitar as pequenas felicidades escondidas no cotidiano. Devemos ser atores e não espectadores da nossa própria história.