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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
1
Confederação Brasileira de Futebol
Diretoria de Competições
Regulamento Específico da Competição
Campeonato Brasileiro da Série A 2018
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
2
SUMÁRIO
DEFINIÇÕES............................................................................................................................. 3
CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO E PARTICIPAÇÃO .......................................................... 4
CAPÍTULO II - DO TROFÉU E DOS TÍTULOS......................................................................... 5
CAPÍTULO III - DA CONDIÇÃO DE JOGO DOS ATLETAS .................................................... 8
CAPÍTULO IV - DO SISTEMA DE DISPUTA............................................................................ 9
CAPÍTULO V - DAS DISPOSIÇÕES FINANCEIRAS ............................................................. 10
CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS......................................................................... 12
ANEXO A – RELAÇÃO DOS CLUBES PARTICIPANTES .................................................... 14
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
3
DEFINIÇÕES
BID – Boletim Informativo Diário
CBF – Confederação Brasileira de Futebol
CONMEBOL – Confederação Sul-Americana de Futebol
DCO – Diretoria de Competições da CBF
DRTL – Diretoria de Registro, Transferência e Licenciamento de Clubes da CBF
FIFA – Fédération Internationale de Football Association
INSS – Instituto Nacional do Seguro Social
REC – Regulamento Específico da Competição
RGC – Regulamento Geral das Competições
RNRTAF – Regulamento Nacional de Registro e Transferência de Atletas de Futebol
STJD – Superior Tribunal de Justiça Desportiva
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
4
CAPÍTULO I
DA DENOMINAÇÃO E PARTICIPAÇÃO
Art. 1º - O Campeonato Brasileiro de Clubes da Série A de 2018, doravante denominado
Campeonato, é regido por dois regulamentos mutuamente complementares identificados a
seguir:
a) Regulamento Específico da Competição (REC) – que considera o sistema de disputa e
outras matérias específicas e vinculadas a esta competição;
b) Regulamento Geral das Competições (RGC) - o qual trata das matérias comuns
aplicáveis a todas as competições sob a coordenação da CBF.
Art. 2º - Os critérios técnicos de participação dos clubes no Campeonato são os seguintes:
a) Critério 1: Ter permanecido como integrante da Série A do Campeonato Brasileiro em
2017;
b) Critério 2: Ter acessado a Série A, a partir do Campeonato Brasileiro da Série B de
2017.
Art. 3º - O Campeonato será disputado na forma deste regulamento pelos vinte clubes
identificados no Anexo A - Relação de Clubes Participantes, em conformidade com os
critérios técnicos de participação estabelecidos no Artigo 2º.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
5
CAPÍTULO II
DO TROFÉU E DOS TÍTULOS
Art. 4º - Ao clube vencedor do Campeonato será atribuído o título de Campeão Brasileiro da
Série A de 2018 e ao segundo colocado o título de Vice-Campeão Brasileiro da Série A de
2018.
§ 1º - O troféu representativo do Campeonato denomina-se Troféu Campeão Brasileiro da
Série A de 2018, cuja posse será assegurada ao clube que houver conquistado o
Campeonato.
§ 2º - O clube que conquistar o título de campeão receberá o troféu correspondente e 50
medalhas douradas, destinadas a seus atletas, comissão técnica e dirigentes; o clube vice-
campeão receberá 50 medalhas prateadas, com a mesma destinação.
§ 3º - A DCO publicará oportunamente as diretrizes relativas à entrega de troféu e medalhas
da competição.
§ 4º - A CBF não permite e não autoriza a reprodução do troféu e das medalhas distribuídos
entre os clubes campeão e vice; a CBF pode autorizar, mediante solicitação, a reprodução de
réplicas do troféu em dimensões menores do que o troféu original e réplicas das medalhas,
limitadas a 50, conforme Artigo 116 do RGC.
§ 5º - A CBF poderá negociar comercialmente a adoção de outra denominação para o troféu
de campeão brasileiro, através de contrato com patrocinador específico.
Art. 5º - A classificação dos clubes às competições da CONMEBOL 2019 observará as
situações abaixo identificadas, considerando as vagas previstas para as Copas Libertadores
de 2019 e Sul-Americana de 2019:
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
6
a) Na hipótese de um clube brasileiro conquistar a Copa Libertadores da América de
2018, este acessará a Libertadores de 2019 na sua Fase de Grupos;
b) Na hipótese de um clube brasileiro conquistar a Copa Sul-Americana de 2018, este
acessará a Libertadores 2019 na sua Fase de Grupos;
c) O campeão do Campeonato Brasileiro da Série A de 2018 acessa a Libertadores de
2019 na sua Fase de Grupos;
d) O Campeão da Copa do Brasil de 2018 acessa a Libertadores de 2019 na sua Fase de
Grupos;
e) O 2º classificado do Campeonato Brasileiro acessa a Libertadores de 2019 na sua
Fase de Grupos;
f) O 3º classificado do Campeonato Brasileiro acessa a Libertadores de 2019 na sua
Fase de Grupos;
g) O 4º classificado do Campeonato Brasileiro acessa a Libertadores de 2019 na sua
Fase de Grupos;
h) O 5º classificado do Campeonato Brasileiro acessa a Libertadores de 2019 na sua
Fase Preliminar;
i) O 6º classificado do Campeonato Brasileiro acessa a Libertadores de 2019 na sua
Fase Preliminar.
§ 1º - Caso um clube obtenha acesso à Copa Libertadores de 2019 através de uma das duas
competições continentais (vide situações (a) ou (b)) e também via uma das competições
nacionais (situações (c) a (i)), este clube ocupará a vaga destinada à CONMEBOL, com a
vaga oriunda do Brasileiro ou da Copa do Brasil, conforme o caso, sendo repassada ao clube
melhor colocado no Campeonato Brasileiro de 2018, excluídos os clubes já classificados.
§ 2º – Caso um clube obtenha acesso a Copa Libertadores de 2019 através da Copa do Brasil
e também via Campeonato Brasileiro, este clube ocupará a vaga destinada à Copa do Brasil,
com a vaga oriunda do Campeonato Brasileiro sendo repassada ao clube melhor colocado no
Campeonato Brasileiro de 2018, excluídos os clubes já classificados.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
7
§ 3º – Na hipótese de o total de representantes brasileiros na Copa Libertadores de 2019 for
de 07 (sete) clubes, o clube melhor posicionado ao final da Série A de 2018, após excluídos
os clubes classificados para a Copa Libertadores de 2019, disputará a Copa do Brasil de 2019
a partir da fase de Oitavas de Final.
Art. 6º - Para a Copa Sul-Americana de 2019 se classificarão os 6 (seis) melhores colocados
do Campeonato Brasileiro da Série A de 2018, excluídos os clubes classificados para Copa
Libertadores de 2019.
Art. 7º - Os quatro últimos clubes classificados do Campeonato Brasileiro da Série A de 2018
descenderão para a Série B em 2019;
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
8
CAPÍTULO III
DA CONDIÇÃO DE JOGO DOS ATLETAS
Art. 8º - Somente poderão participar do Campeonato os atletas que tenham sido registrados
na DRT e cujos nomes constem do BID publicado até o último dia útil que anteceder a cada
partida.
Parágrafo único - Contratos de novos atletas para utilização no Campeonato poderão ser
registrados até o dia 04/09/2018.
Art. 9º - Todas as referências ao BID aqui expressas devem considerar que prevê o Capítulo
IV do RGC e o RNRTAF – Regulamento Nacional de Registro e Transferência de Atletas de
Futebol.
Art. 10º - Um atleta poderá, após o início do Campeonato, se transferir para outro clube da
Série A, desde que tenha atuado em um número máximo de 6 (seis) partidas pelo clube de
origem, sendo permitido que cada atleta mude de clube apenas uma vez.
Parágrafo único - Uma vez iniciado o Campeonato, cada clube poderá receber até 5 (cinco)
atletas transferidos de outros clubes da Série A; de um mesmo clube da Série A, somente
poderá receber até 3 (três) atletas.
Art. 11 - Os clubes deverão providenciar o registro dos seus treinadores nos mesmos moldes
dos procedimentos adotados para seus atletas, sem a necessidade de pagamento de taxas,
conforme Lei 8650, de 20/04/1993.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
9
CAPÍTULO IV
DO SISTEMA DE DISPUTA
Art. 12 - O Campeonato será disputado no sistema de pontos corridos, de forma contínua, em
turno e returno, sendo 19 jogos de ida e 19 jogos de volta, sagrando-se campeão o clube que
acumular o maior número de pontos ganhos em toda a disputa.
Parágrafo único - O mando de campo de todas as partidas pertencerá ao clube colocado à
esquerda da tabela elaborada pela DCO.
Art. 13 - Em caso de empate em pontos ganhos entre dois ou mais clubes ao final da
competição, o desempate, para efeito de classificação final, será efetuado observando-se os
critérios abaixo:
1º) maior número de vitórias;
2º) maior saldo de gols;
3º) maior número de gols pró;
4º) confronto direto;
5º) menor número de cartões vermelhos recebidos;
6º) menor número de cartões amarelos recebidos;
7º) sorteio.
§ 1º - Para efeito do quarto critério (confronto direto), considera-se o resultado dos jogos de
ida-e-volta somados, ou seja, o resultado do “jogo de 180 minutos”.
§ 2º - Permanecendo o empate no “jogo de 180 minutos” do confronto direto, conforme acima
mencionado, o desempate se dará pelo maior número de gols assinalados no campo do
adversário.
§ 3º - No caso de empate entre mais de dois clubes, não será considerado o quarto critério.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
10
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES FINANCEIRAS
Art. 14 - A renda líquida de cada partida será do clube mandante, devendo os descontos
sobre a renda bruta ser aplicados de acordo com o disposto no RGC, Artigo 78 e seus
parágrafos.
Art. 15 - Em não ocorrendo o recolhimento do desconto relativo ao INSS, a federação
responsável poderá ser, através de comunicação da CBF, impedida de realizar jogos do
Campeonato Brasileiro da Série A no seu estado.
Art. 16 – O preço mínimo do ingresso será de R$ 40,00 (quarenta reais), com meia-entrada a
R$ 20,00 (vinte reais).
Art. 17 - Todas as despesas dos clubes com transportes, hospedagem e alimentação serão
da responsabilidade dos próprios clubes participantes, a partir das receitas apuradas com os
seus contratos de direitos de propriedades.
Art. 18 - Os pagamentos referentes às despesas com arbitragem e exame antidoping serão
descontados da renda bruta das partidas e os correspondentes pagamentos serão efetuados
pelos respectivos clubes mandantes, através do Delegado Financeiro da partida.
Art. 19 - O Clube que, por período igual ou superior a 30 (trinta) dias, estiver em atraso com o
pagamento de remuneração, devida única e exclusivamente durante a competição, conforme
pactuado em Contrato Especial de Trabalho Desportivo, a atleta profissional registrado, ficará
sujeito à perda de 3 (três) pontos por partida a ser disputada, depois de reconhecida a mora e
o inadimplemento por decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
§ 1º - Ocorrendo atraso, caberá ao atleta prejudicado, pessoalmente ou representado por
advogado constituído com poderes específicos ou, ainda, por entidade sindical representativa
de categoria profissional, formalizar comunicação escrita ao STJD, a partir do início até 30
(trinta) dias contados do encerramento da competição, sem prejuízo da possibilidade de
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
11
ajuizamento de reclamação trabalhista, caso a medida desportiva não surta efeito e o clube
permaneça inadimplente.
§ 2º - Comprovado ser o Clube devedor, conforme previsto no caput deste artigo, cabe ao
STJD conceder um prazo mínimo de 15 (quinze) dias para que o Clube inadimplente cumpra
suas obrigações financeiras em atraso, de modo a evitar a aplicação da sanção de perda de
pontos por partida, sem prejuízo às penalidades administrativas previstas no Art. 53 do RGC.
§ 3º - A sanção a que se refere o caput deste artigo será sucessiva e cumulativamente
aplicada em todas as partidas da competição que venham a ser realizadas enquanto perdurar
a inadimplência.
§ 4º - Caso inexista partida a ser disputada pelo Clube inadimplente quando da imposição da
sanção, a medida punitiva consistirá na dedução de 3 (três) pontos dentre os já conquistados
na competição.
§ 5º - A regra valerá a partir do início da competição até 30 (trinta) dias após o seu término,
não se considerando débitos trabalhistas anteriores e posteriores.
§ 6º - Esta norma é aplicável sem prejuízo do disposto no Artigo 64 do RNRTAF –
Regulamento Nacional de Registro e Transferência de Atletas de Futebol, resultante de regra
vinculante e obrigatória da FIFA, conforme circular nº 1468/2015, de 23/02/15.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
12
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 20 - As partidas do Campeonato somente poderão ser jogadas em estádios cuja
capacidade mínima de público seja de 12 (doze) mil espectadores sentados e atendam aos
requisitos mínimos de qualidade que serão objeto de Diretriz Técnica para este fim, a ser
publicada oportunamente.
§ 1º – Se a capacidade autorizada pelos órgãos competentes for inferior à capacidade mínima
exigida, o estádio não poderá ser utilizado, devendo ser substituído por outro que atenda às
exigências previstas neste artigo.
§ 2º - No caso do estádio normalmente utilizado pelo clube mandante não atender ao previsto
neste artigo, este clube deverá indicar outro estádio que atenda ao estabelecido para a
realização de suas partidas.
Art. 21 - O mando de campo das partidas será exercido no limite da jurisdição da Federação a
que pertença o clube mandante, exceto em situações excepcionais, a critério da DCO, e de
acordo com o RGC.
§ 1º – Cada clube poderá, como mandante, jogar fora do limite da jurisdição da Federação a
que pertença em até 5 (cinco) partidas.
§ 2º - As 5 (cinco) últimas partidas como mandante não poderão ser jogadas fora do limite da
jurisdição da Federação a que pertença o clube mandante, conforme previsto no § 5º do
artigo 13 do RGC (Regulamento Geral de Competições)
Art. 22 - Os clubes estão autorizados a atuar em estádios com piso de grama sintética.
Art. 23 - Será permitido ao clube visitante realizar o reconhecimento do gramado em cada
partida na véspera da data prevista para o jogo.
Art. 24 - Os clubes estão autorizados a fazer seus “aquecimentos” no campo de jogo por até
30 minutos. Os atletas precisarão deixar o gramado quando restarem 20 minutos para o início
da partida.
Art. 25 – Os clubes deverão utilizar a ferramenta “pré-escala” para a confecção da relação de
atletas em consonância com o que prevê o artigo 71 do RGC.
Art. 26 - Os direitos sobre as propriedades comerciais relacionadas com os jogos do
Campeonato serão definidos nos acordos comerciais firmados ou autorizados pela CBF.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
13
Art. 27 – Os acordos comerciais e orientações operacionais/protocolares deverão ser
respeitados integralmente pelos clubes participantes do Campeonato e serão objeto de
Diretriz Técnica a ser publicada oportunamente.
Parágrafo único – O não atendimento ao que dispõe o caput desse Artigo resultará em multa
de R$ 10.000,00 (dez mil reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais), a ser aplicada pela CBF,
independentemente das sanções que poderão ser aplicadas pelo STJD.
Art. 28 - Todos os jogos da última rodada do Campeonato deverão ser simultâneos, exceto os
que não estiverem relacionados com situações de título, decesso e classificação para a Copa
Libertadores de 2019 e Copa Sul-Americana de 2019.
Art. 29 – A bola a ser utilizada na competição será da marca NIKE, modelo ORDEM CBF
BRASIL 5.
Art. 30 - A DCO expedirá normas e instruções complementares que se fizerem necessárias à
execução do presente regulamento e os casos omissos serão resolvidos pela DCO.
Rio de Janeiro, 09 de fevereiro de 2018.
Manoel Flores
Diretor de Competições
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
14
CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE A/2018
ANEXO A – RELAÇÃO DOS CLUBES PARTICIPANTES ANEXO A
Nº IDENT. EST. NOME ORIGEM
1. América MG América Futebol Clube Série B
2. Atlético MG Clube Atlético Mineiro Série A
3. Atlético PR Clube Atlético Paranaense Série A
4. Bahia BA Esporte Clube Bahia Série A
5. Botafogo RJ Botafogo de Futebol e Regatas Série A
6. Ceará CE Ceará Sporting Club Série B
7. Chapecoense SC Associação Chapecoense de Futebol Série A
8. Corinthians SP Sport Club Corinthians Paulista Série A
9. Cruzeiro MG Cruzeiro Esporte Clube Série A
10. Flamengo RJ Clube de Regatas do Flamengo Série A
11. Fluminense RJ Fluminense Football Club Série A
12. Grêmio RS Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense Série A
13. Internacional RS Sport Club Internacional Série B
14. Palmeiras SP Sociedade Esportiva Palmeiras Série A
15. Paraná PR Paraná Clube Série B
16. Santos SP Santos Futebol Clube Série A
17. São Paulo SP São Paulo Futebol Clube Série A
18. Sport PE Sport Club do Recife Série A
19. Vasco da Gama RJ Club de Regatas Vasco da Gama Série A
20 Vitória BA Esporte Clube Vitória Série A
Observações: 1) Os clubes estão relacionados em ordem alfabética.
2) O termo “origem” significa que o clube é oriundo de acesso ou que permaneceu na
Série A, após o campeonato de 2017.

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O regulamento da Série A de 2018

  • 1. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 1 Confederação Brasileira de Futebol Diretoria de Competições Regulamento Específico da Competição Campeonato Brasileiro da Série A 2018
  • 2. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 2 SUMÁRIO DEFINIÇÕES............................................................................................................................. 3 CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO E PARTICIPAÇÃO .......................................................... 4 CAPÍTULO II - DO TROFÉU E DOS TÍTULOS......................................................................... 5 CAPÍTULO III - DA CONDIÇÃO DE JOGO DOS ATLETAS .................................................... 8 CAPÍTULO IV - DO SISTEMA DE DISPUTA............................................................................ 9 CAPÍTULO V - DAS DISPOSIÇÕES FINANCEIRAS ............................................................. 10 CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS......................................................................... 12 ANEXO A – RELAÇÃO DOS CLUBES PARTICIPANTES .................................................... 14
  • 3. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 3 DEFINIÇÕES BID – Boletim Informativo Diário CBF – Confederação Brasileira de Futebol CONMEBOL – Confederação Sul-Americana de Futebol DCO – Diretoria de Competições da CBF DRTL – Diretoria de Registro, Transferência e Licenciamento de Clubes da CBF FIFA – Fédération Internationale de Football Association INSS – Instituto Nacional do Seguro Social REC – Regulamento Específico da Competição RGC – Regulamento Geral das Competições RNRTAF – Regulamento Nacional de Registro e Transferência de Atletas de Futebol STJD – Superior Tribunal de Justiça Desportiva
  • 4. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 4 CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO E PARTICIPAÇÃO Art. 1º - O Campeonato Brasileiro de Clubes da Série A de 2018, doravante denominado Campeonato, é regido por dois regulamentos mutuamente complementares identificados a seguir: a) Regulamento Específico da Competição (REC) – que considera o sistema de disputa e outras matérias específicas e vinculadas a esta competição; b) Regulamento Geral das Competições (RGC) - o qual trata das matérias comuns aplicáveis a todas as competições sob a coordenação da CBF. Art. 2º - Os critérios técnicos de participação dos clubes no Campeonato são os seguintes: a) Critério 1: Ter permanecido como integrante da Série A do Campeonato Brasileiro em 2017; b) Critério 2: Ter acessado a Série A, a partir do Campeonato Brasileiro da Série B de 2017. Art. 3º - O Campeonato será disputado na forma deste regulamento pelos vinte clubes identificados no Anexo A - Relação de Clubes Participantes, em conformidade com os critérios técnicos de participação estabelecidos no Artigo 2º.
  • 5. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 5 CAPÍTULO II DO TROFÉU E DOS TÍTULOS Art. 4º - Ao clube vencedor do Campeonato será atribuído o título de Campeão Brasileiro da Série A de 2018 e ao segundo colocado o título de Vice-Campeão Brasileiro da Série A de 2018. § 1º - O troféu representativo do Campeonato denomina-se Troféu Campeão Brasileiro da Série A de 2018, cuja posse será assegurada ao clube que houver conquistado o Campeonato. § 2º - O clube que conquistar o título de campeão receberá o troféu correspondente e 50 medalhas douradas, destinadas a seus atletas, comissão técnica e dirigentes; o clube vice- campeão receberá 50 medalhas prateadas, com a mesma destinação. § 3º - A DCO publicará oportunamente as diretrizes relativas à entrega de troféu e medalhas da competição. § 4º - A CBF não permite e não autoriza a reprodução do troféu e das medalhas distribuídos entre os clubes campeão e vice; a CBF pode autorizar, mediante solicitação, a reprodução de réplicas do troféu em dimensões menores do que o troféu original e réplicas das medalhas, limitadas a 50, conforme Artigo 116 do RGC. § 5º - A CBF poderá negociar comercialmente a adoção de outra denominação para o troféu de campeão brasileiro, através de contrato com patrocinador específico. Art. 5º - A classificação dos clubes às competições da CONMEBOL 2019 observará as situações abaixo identificadas, considerando as vagas previstas para as Copas Libertadores de 2019 e Sul-Americana de 2019:
  • 6. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 6 a) Na hipótese de um clube brasileiro conquistar a Copa Libertadores da América de 2018, este acessará a Libertadores de 2019 na sua Fase de Grupos; b) Na hipótese de um clube brasileiro conquistar a Copa Sul-Americana de 2018, este acessará a Libertadores 2019 na sua Fase de Grupos; c) O campeão do Campeonato Brasileiro da Série A de 2018 acessa a Libertadores de 2019 na sua Fase de Grupos; d) O Campeão da Copa do Brasil de 2018 acessa a Libertadores de 2019 na sua Fase de Grupos; e) O 2º classificado do Campeonato Brasileiro acessa a Libertadores de 2019 na sua Fase de Grupos; f) O 3º classificado do Campeonato Brasileiro acessa a Libertadores de 2019 na sua Fase de Grupos; g) O 4º classificado do Campeonato Brasileiro acessa a Libertadores de 2019 na sua Fase de Grupos; h) O 5º classificado do Campeonato Brasileiro acessa a Libertadores de 2019 na sua Fase Preliminar; i) O 6º classificado do Campeonato Brasileiro acessa a Libertadores de 2019 na sua Fase Preliminar. § 1º - Caso um clube obtenha acesso à Copa Libertadores de 2019 através de uma das duas competições continentais (vide situações (a) ou (b)) e também via uma das competições nacionais (situações (c) a (i)), este clube ocupará a vaga destinada à CONMEBOL, com a vaga oriunda do Brasileiro ou da Copa do Brasil, conforme o caso, sendo repassada ao clube melhor colocado no Campeonato Brasileiro de 2018, excluídos os clubes já classificados. § 2º – Caso um clube obtenha acesso a Copa Libertadores de 2019 através da Copa do Brasil e também via Campeonato Brasileiro, este clube ocupará a vaga destinada à Copa do Brasil, com a vaga oriunda do Campeonato Brasileiro sendo repassada ao clube melhor colocado no Campeonato Brasileiro de 2018, excluídos os clubes já classificados.
  • 7. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 7 § 3º – Na hipótese de o total de representantes brasileiros na Copa Libertadores de 2019 for de 07 (sete) clubes, o clube melhor posicionado ao final da Série A de 2018, após excluídos os clubes classificados para a Copa Libertadores de 2019, disputará a Copa do Brasil de 2019 a partir da fase de Oitavas de Final. Art. 6º - Para a Copa Sul-Americana de 2019 se classificarão os 6 (seis) melhores colocados do Campeonato Brasileiro da Série A de 2018, excluídos os clubes classificados para Copa Libertadores de 2019. Art. 7º - Os quatro últimos clubes classificados do Campeonato Brasileiro da Série A de 2018 descenderão para a Série B em 2019;
  • 8. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 8 CAPÍTULO III DA CONDIÇÃO DE JOGO DOS ATLETAS Art. 8º - Somente poderão participar do Campeonato os atletas que tenham sido registrados na DRT e cujos nomes constem do BID publicado até o último dia útil que anteceder a cada partida. Parágrafo único - Contratos de novos atletas para utilização no Campeonato poderão ser registrados até o dia 04/09/2018. Art. 9º - Todas as referências ao BID aqui expressas devem considerar que prevê o Capítulo IV do RGC e o RNRTAF – Regulamento Nacional de Registro e Transferência de Atletas de Futebol. Art. 10º - Um atleta poderá, após o início do Campeonato, se transferir para outro clube da Série A, desde que tenha atuado em um número máximo de 6 (seis) partidas pelo clube de origem, sendo permitido que cada atleta mude de clube apenas uma vez. Parágrafo único - Uma vez iniciado o Campeonato, cada clube poderá receber até 5 (cinco) atletas transferidos de outros clubes da Série A; de um mesmo clube da Série A, somente poderá receber até 3 (três) atletas. Art. 11 - Os clubes deverão providenciar o registro dos seus treinadores nos mesmos moldes dos procedimentos adotados para seus atletas, sem a necessidade de pagamento de taxas, conforme Lei 8650, de 20/04/1993.
  • 9. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 9 CAPÍTULO IV DO SISTEMA DE DISPUTA Art. 12 - O Campeonato será disputado no sistema de pontos corridos, de forma contínua, em turno e returno, sendo 19 jogos de ida e 19 jogos de volta, sagrando-se campeão o clube que acumular o maior número de pontos ganhos em toda a disputa. Parágrafo único - O mando de campo de todas as partidas pertencerá ao clube colocado à esquerda da tabela elaborada pela DCO. Art. 13 - Em caso de empate em pontos ganhos entre dois ou mais clubes ao final da competição, o desempate, para efeito de classificação final, será efetuado observando-se os critérios abaixo: 1º) maior número de vitórias; 2º) maior saldo de gols; 3º) maior número de gols pró; 4º) confronto direto; 5º) menor número de cartões vermelhos recebidos; 6º) menor número de cartões amarelos recebidos; 7º) sorteio. § 1º - Para efeito do quarto critério (confronto direto), considera-se o resultado dos jogos de ida-e-volta somados, ou seja, o resultado do “jogo de 180 minutos”. § 2º - Permanecendo o empate no “jogo de 180 minutos” do confronto direto, conforme acima mencionado, o desempate se dará pelo maior número de gols assinalados no campo do adversário. § 3º - No caso de empate entre mais de dois clubes, não será considerado o quarto critério.
  • 10. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 10 CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINANCEIRAS Art. 14 - A renda líquida de cada partida será do clube mandante, devendo os descontos sobre a renda bruta ser aplicados de acordo com o disposto no RGC, Artigo 78 e seus parágrafos. Art. 15 - Em não ocorrendo o recolhimento do desconto relativo ao INSS, a federação responsável poderá ser, através de comunicação da CBF, impedida de realizar jogos do Campeonato Brasileiro da Série A no seu estado. Art. 16 – O preço mínimo do ingresso será de R$ 40,00 (quarenta reais), com meia-entrada a R$ 20,00 (vinte reais). Art. 17 - Todas as despesas dos clubes com transportes, hospedagem e alimentação serão da responsabilidade dos próprios clubes participantes, a partir das receitas apuradas com os seus contratos de direitos de propriedades. Art. 18 - Os pagamentos referentes às despesas com arbitragem e exame antidoping serão descontados da renda bruta das partidas e os correspondentes pagamentos serão efetuados pelos respectivos clubes mandantes, através do Delegado Financeiro da partida. Art. 19 - O Clube que, por período igual ou superior a 30 (trinta) dias, estiver em atraso com o pagamento de remuneração, devida única e exclusivamente durante a competição, conforme pactuado em Contrato Especial de Trabalho Desportivo, a atleta profissional registrado, ficará sujeito à perda de 3 (três) pontos por partida a ser disputada, depois de reconhecida a mora e o inadimplemento por decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). § 1º - Ocorrendo atraso, caberá ao atleta prejudicado, pessoalmente ou representado por advogado constituído com poderes específicos ou, ainda, por entidade sindical representativa de categoria profissional, formalizar comunicação escrita ao STJD, a partir do início até 30 (trinta) dias contados do encerramento da competição, sem prejuízo da possibilidade de
  • 11. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 11 ajuizamento de reclamação trabalhista, caso a medida desportiva não surta efeito e o clube permaneça inadimplente. § 2º - Comprovado ser o Clube devedor, conforme previsto no caput deste artigo, cabe ao STJD conceder um prazo mínimo de 15 (quinze) dias para que o Clube inadimplente cumpra suas obrigações financeiras em atraso, de modo a evitar a aplicação da sanção de perda de pontos por partida, sem prejuízo às penalidades administrativas previstas no Art. 53 do RGC. § 3º - A sanção a que se refere o caput deste artigo será sucessiva e cumulativamente aplicada em todas as partidas da competição que venham a ser realizadas enquanto perdurar a inadimplência. § 4º - Caso inexista partida a ser disputada pelo Clube inadimplente quando da imposição da sanção, a medida punitiva consistirá na dedução de 3 (três) pontos dentre os já conquistados na competição. § 5º - A regra valerá a partir do início da competição até 30 (trinta) dias após o seu término, não se considerando débitos trabalhistas anteriores e posteriores. § 6º - Esta norma é aplicável sem prejuízo do disposto no Artigo 64 do RNRTAF – Regulamento Nacional de Registro e Transferência de Atletas de Futebol, resultante de regra vinculante e obrigatória da FIFA, conforme circular nº 1468/2015, de 23/02/15.
  • 12. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 12 CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 20 - As partidas do Campeonato somente poderão ser jogadas em estádios cuja capacidade mínima de público seja de 12 (doze) mil espectadores sentados e atendam aos requisitos mínimos de qualidade que serão objeto de Diretriz Técnica para este fim, a ser publicada oportunamente. § 1º – Se a capacidade autorizada pelos órgãos competentes for inferior à capacidade mínima exigida, o estádio não poderá ser utilizado, devendo ser substituído por outro que atenda às exigências previstas neste artigo. § 2º - No caso do estádio normalmente utilizado pelo clube mandante não atender ao previsto neste artigo, este clube deverá indicar outro estádio que atenda ao estabelecido para a realização de suas partidas. Art. 21 - O mando de campo das partidas será exercido no limite da jurisdição da Federação a que pertença o clube mandante, exceto em situações excepcionais, a critério da DCO, e de acordo com o RGC. § 1º – Cada clube poderá, como mandante, jogar fora do limite da jurisdição da Federação a que pertença em até 5 (cinco) partidas. § 2º - As 5 (cinco) últimas partidas como mandante não poderão ser jogadas fora do limite da jurisdição da Federação a que pertença o clube mandante, conforme previsto no § 5º do artigo 13 do RGC (Regulamento Geral de Competições) Art. 22 - Os clubes estão autorizados a atuar em estádios com piso de grama sintética. Art. 23 - Será permitido ao clube visitante realizar o reconhecimento do gramado em cada partida na véspera da data prevista para o jogo. Art. 24 - Os clubes estão autorizados a fazer seus “aquecimentos” no campo de jogo por até 30 minutos. Os atletas precisarão deixar o gramado quando restarem 20 minutos para o início da partida. Art. 25 – Os clubes deverão utilizar a ferramenta “pré-escala” para a confecção da relação de atletas em consonância com o que prevê o artigo 71 do RGC. Art. 26 - Os direitos sobre as propriedades comerciais relacionadas com os jogos do Campeonato serão definidos nos acordos comerciais firmados ou autorizados pela CBF.
  • 13. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 13 Art. 27 – Os acordos comerciais e orientações operacionais/protocolares deverão ser respeitados integralmente pelos clubes participantes do Campeonato e serão objeto de Diretriz Técnica a ser publicada oportunamente. Parágrafo único – O não atendimento ao que dispõe o caput desse Artigo resultará em multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais), a ser aplicada pela CBF, independentemente das sanções que poderão ser aplicadas pelo STJD. Art. 28 - Todos os jogos da última rodada do Campeonato deverão ser simultâneos, exceto os que não estiverem relacionados com situações de título, decesso e classificação para a Copa Libertadores de 2019 e Copa Sul-Americana de 2019. Art. 29 – A bola a ser utilizada na competição será da marca NIKE, modelo ORDEM CBF BRASIL 5. Art. 30 - A DCO expedirá normas e instruções complementares que se fizerem necessárias à execução do presente regulamento e os casos omissos serão resolvidos pela DCO. Rio de Janeiro, 09 de fevereiro de 2018. Manoel Flores Diretor de Competições
  • 14. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL 14 CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE A/2018 ANEXO A – RELAÇÃO DOS CLUBES PARTICIPANTES ANEXO A Nº IDENT. EST. NOME ORIGEM 1. América MG América Futebol Clube Série B 2. Atlético MG Clube Atlético Mineiro Série A 3. Atlético PR Clube Atlético Paranaense Série A 4. Bahia BA Esporte Clube Bahia Série A 5. Botafogo RJ Botafogo de Futebol e Regatas Série A 6. Ceará CE Ceará Sporting Club Série B 7. Chapecoense SC Associação Chapecoense de Futebol Série A 8. Corinthians SP Sport Club Corinthians Paulista Série A 9. Cruzeiro MG Cruzeiro Esporte Clube Série A 10. Flamengo RJ Clube de Regatas do Flamengo Série A 11. Fluminense RJ Fluminense Football Club Série A 12. Grêmio RS Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense Série A 13. Internacional RS Sport Club Internacional Série B 14. Palmeiras SP Sociedade Esportiva Palmeiras Série A 15. Paraná PR Paraná Clube Série B 16. Santos SP Santos Futebol Clube Série A 17. São Paulo SP São Paulo Futebol Clube Série A 18. Sport PE Sport Club do Recife Série A 19. Vasco da Gama RJ Club de Regatas Vasco da Gama Série A 20 Vitória BA Esporte Clube Vitória Série A Observações: 1) Os clubes estão relacionados em ordem alfabética. 2) O termo “origem” significa que o clube é oriundo de acesso ou que permaneceu na Série A, após o campeonato de 2017.