Nunca é tarde
para
1 JUNTO dos rios de Babilônia, ali nos assentamos e choramos,
quando nos lembramos de Sião.
2 Sobre os salgueiros que há no meio dela, penduramos as nossas
harpas.
3 Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e
os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma
das canções de Sião.
4 Como cantaremos a canção do SENHOR em terra estranha?
5 Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da
sua destreza.
6 Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se
não preferir Jerusalém à minha maior alegria.
7 Lembra-te, SENHOR, dos filhos de Edom no dia de Jerusalém, que
diziam: Descobri-a, descobri-a até aos seus alicerces.
8 Ah! filha de Babilônia, que vais ser assolada; feliz aquele que te
retribuir o pago que tu nos pagaste a nós.
9 Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas pedras
Salmos 137
Um profundo espírito de vingança está claramente
evidente neste lamento comunitário. Os versículos
iniciais evocam uma profunda simpatia pelos cativos,
enquanto os versículos finais dão vazão à sua
indignação experimentada quando testemunharam a
desolação de sua terra. Embora não seja certo onde o
salmista se encontrava quando escreveu este hino, ele
parece ter sido um dos exilados que retomaram a
Jerusalém em 538 A.C. Sua primeira visão de Jerusalém
poderia muito bem ter provocado suas imprecações
contra Edom e Babilônia.
1-3. Tristeza do Exílio. Às margens dos rios de
Babilônia . . . chorávamos. A voz do salmista
soluça de agonia ao descrever a dor do
cativeiro. Os exilados sem dúvida tinham
lugares especiais ao longo do Salmos Eufrates
ou seu sistema de canais onde podiam chorar a
sua condição. Quando se lhes pedia que
cantassem para divertimento dos seus captores,
respondiam dependurando suas liras sobre os
salgueiros que se alinhavam sobre os barrancos
do rio.
4-6. Amor a Jerusalém. Como, porém,
haveríamos de entoar o canto do Senhor?
Afinal, como poderiam cantar os hinos
sagrados dos cultos do templo para
divertimento dessa gente em terras
estranhas? Seria conspurcar coisas sagradas
e cometer um ato de traição contra São. O
salmista preferiria antes perder sua
capacidade de tocar a lira e de cantar do que
esquecer-se da santidade de Jerusalém.
7-9. Ódio Contra os Inimigos. Filhos de Edom ...
Filha de Babilônia. A intensidade das emoções
do salmista se vê em seu ódio contra os seus
inimigos como também em seu amor por
Jerusalém. Ele destaca Edom pela sua conduta
em ajudar o inimigo contra Jerusalém (cons. Ez.
25:12-14; 35; Ob. 10-14). Então a Babilônia se
transforma em objeto das apaixonadas
imprecações do salmista. Embora uma tão cruel
matança como a descrita no versículo 9 fosse
naturalmente praticada quando se saqueavam
as cidades de antigamente (Is. 13:16; Naum
3:10) e fosse praticada contra Israel (lI Reis 8:12;
Os. 13:16), não podemos justificar tais palavras.
Pessoas que perderam
a esperança de um
recomeço.
Nunca é tarde
para
Como podemos
?
O Livro de Neemias
ensina os caminhos
de um recomeço
1-Buscar a Deus de forma
Efetiva
E sucedeu que, ouvindo eu estas palavras, assentei-me e chorei, e
lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos
céus.
a)Reconhecendo as próprias falhas
b)Arrependendo – se
c)Jejuando
d)Orando
Neemias 1:4
2- Atitude
E o rei me disse: Que me pedes agora? Então orei ao Deus dos céus,
E disse ao rei: Se é do agrado do rei, e se o teu servo é aceito em tua
presença, peço-te que me envies a Judá, à cidade dos sepulcros de meus pais,
para que eu a reedifique.
Neemias 2: 4 –
5
a)Para vencer seus temores
b)Para planejar seu recomeço
c)Para sair da comodidade
3- Vigilância
Os que edificavam o muro, os que traziam as cargas e os que carregavam, cada um com
uma das mãos fazia a obra e na outra tinha as armas.
Neemias 4: 17
a)Contra influencias Internas
b)Contra influencias externas
4- Perseverança
E enviei-lhes mensageiros a dizer: Faço uma grande obra, de modo que não
poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse, e fosse
ter convosco?
Neemias 6:
3
a) Em meio aos desafios
b) Para Manter o foco
c) Para um recomeço
Seguindo os passos de Neemias:
Nunca será tarde para recomeçar
e poderemos cantar como o
salmista no Salmos 126
QUANDO o SENHOR trouxe do cativeiro os que voltaram a
Sião, estávamos como os que sonham.
Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de
cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez
o SENHOR a estes.
Grandes coisas fez o SENHOR por nós, pelas quais estamos
alegres.
Traze-nos outra vez, ó SENHOR, do cativeiro, como as
correntes das águas no sul.
Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria.
Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando,
voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os
seus molhos.
Nunca é tarde para recomeçar

Nunca é tarde para recomeçar

  • 1.
  • 2.
    1 JUNTO dosrios de Babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião. 2 Sobre os salgueiros que há no meio dela, penduramos as nossas harpas. 3 Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião. 4 Como cantaremos a canção do SENHOR em terra estranha? 5 Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza. 6 Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior alegria. 7 Lembra-te, SENHOR, dos filhos de Edom no dia de Jerusalém, que diziam: Descobri-a, descobri-a até aos seus alicerces. 8 Ah! filha de Babilônia, que vais ser assolada; feliz aquele que te retribuir o pago que tu nos pagaste a nós. 9 Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas pedras Salmos 137
  • 3.
    Um profundo espíritode vingança está claramente evidente neste lamento comunitário. Os versículos iniciais evocam uma profunda simpatia pelos cativos, enquanto os versículos finais dão vazão à sua indignação experimentada quando testemunharam a desolação de sua terra. Embora não seja certo onde o salmista se encontrava quando escreveu este hino, ele parece ter sido um dos exilados que retomaram a Jerusalém em 538 A.C. Sua primeira visão de Jerusalém poderia muito bem ter provocado suas imprecações contra Edom e Babilônia.
  • 4.
    1-3. Tristeza doExílio. Às margens dos rios de Babilônia . . . chorávamos. A voz do salmista soluça de agonia ao descrever a dor do cativeiro. Os exilados sem dúvida tinham lugares especiais ao longo do Salmos Eufrates ou seu sistema de canais onde podiam chorar a sua condição. Quando se lhes pedia que cantassem para divertimento dos seus captores, respondiam dependurando suas liras sobre os salgueiros que se alinhavam sobre os barrancos do rio.
  • 5.
    4-6. Amor aJerusalém. Como, porém, haveríamos de entoar o canto do Senhor? Afinal, como poderiam cantar os hinos sagrados dos cultos do templo para divertimento dessa gente em terras estranhas? Seria conspurcar coisas sagradas e cometer um ato de traição contra São. O salmista preferiria antes perder sua capacidade de tocar a lira e de cantar do que esquecer-se da santidade de Jerusalém.
  • 6.
    7-9. Ódio Contraos Inimigos. Filhos de Edom ... Filha de Babilônia. A intensidade das emoções do salmista se vê em seu ódio contra os seus inimigos como também em seu amor por Jerusalém. Ele destaca Edom pela sua conduta em ajudar o inimigo contra Jerusalém (cons. Ez. 25:12-14; 35; Ob. 10-14). Então a Babilônia se transforma em objeto das apaixonadas imprecações do salmista. Embora uma tão cruel matança como a descrita no versículo 9 fosse naturalmente praticada quando se saqueavam as cidades de antigamente (Is. 13:16; Naum 3:10) e fosse praticada contra Israel (lI Reis 8:12; Os. 13:16), não podemos justificar tais palavras.
  • 7.
    Pessoas que perderam aesperança de um recomeço.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
    O Livro deNeemias ensina os caminhos de um recomeço
  • 11.
    1-Buscar a Deusde forma Efetiva E sucedeu que, ouvindo eu estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus. a)Reconhecendo as próprias falhas b)Arrependendo – se c)Jejuando d)Orando Neemias 1:4
  • 12.
    2- Atitude E orei me disse: Que me pedes agora? Então orei ao Deus dos céus, E disse ao rei: Se é do agrado do rei, e se o teu servo é aceito em tua presença, peço-te que me envies a Judá, à cidade dos sepulcros de meus pais, para que eu a reedifique. Neemias 2: 4 – 5 a)Para vencer seus temores b)Para planejar seu recomeço c)Para sair da comodidade
  • 13.
    3- Vigilância Os queedificavam o muro, os que traziam as cargas e os que carregavam, cada um com uma das mãos fazia a obra e na outra tinha as armas. Neemias 4: 17 a)Contra influencias Internas b)Contra influencias externas
  • 14.
    4- Perseverança E enviei-lhesmensageiros a dizer: Faço uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse, e fosse ter convosco? Neemias 6: 3 a) Em meio aos desafios b) Para Manter o foco c) Para um recomeço
  • 15.
    Seguindo os passosde Neemias: Nunca será tarde para recomeçar e poderemos cantar como o salmista no Salmos 126
  • 16.
    QUANDO o SENHORtrouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham. Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o SENHOR a estes. Grandes coisas fez o SENHOR por nós, pelas quais estamos alegres. Traze-nos outra vez, ó SENHOR, do cativeiro, como as correntes das águas no sul. Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria. Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.

Notas do Editor

  • #10 ?
  • #12 Neemias 1:4
  • #14 Contra influencias Internas Contra influencias externas
  • #15 Em meio aos desafios Para Manter o foco Para um recomeço