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COMISSÃO INTERNA DE
PREVENÇÃO DE ACIDENTES
CIPA NR 05
CONTEUDO PROGRAMÁTICO
I – Introdução à Segurança do Trabalho
II - Organização da CIPA
III - Estudo das Condições e Riscos Ambientais
IV - Acidentes e Doenças no Ambiente de Trabalho
V - Investigação de Acidentes
VI - Legislação Trabalhista e Previdenciária
VII – Prevenção e Combate a Incêndio
VIII – Primeiros socorros
HISTÓRICO DA
CIPA
HISTÓRIA ANTIGA
No Egito antigo, filósofos e estudiosos já demonstravam preocupação
com os escravos: sua saúde, bem estar físico e doenças decorrentes das
atividades laborais.
Há informações nos primeiros séculos d.C. referindo-se exclusivamente
às enfermidades relacionadas com trabalhadores em minas.
Em 1700, na Itália, Bernadinus Ramazzini – “Pai da Medicina do
Trabalho“ publicou o livro "De Morbis Artificum Diatriba" (As doenças
dos Trabalhadores) onde descreve uma série de doenças relacionadas a
50 profissões diversas.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Consequências:
 Grande número de acidentes de trabalho;
 As mortes, principalmente de crianças,
eram muito frequentes;
 Não existia horário de trabalho;
 Em 1802 o Parlamento Britânico aprovou a
Lei de Saúde e Moral dos Aprendizes,
primeira Lei de proteção dos trabalhadores,
que estabelecia:
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Consequências:
 Limite 12 horas de trabalho por dia,
 Proibia o trabalho noturno,
 Obrigava os empregadores a lavar
as paredes das fábricas duas vezes
por ano, e tornava obrigatória a
ventilação do ambiente.
EVOLUÇÃO NO BRASIL
1919 – Lei 3724 foi a primeira lei voltada
para a proteção do trabalhador;
1921 – Recomendação da OIT que
estabelece a CIPA.
1943 – Decreto-Lei nº 5.452 – Criada a CLT
EVOLUÇÃO NO BRASIL
A Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT) é a principal norma
legislativa brasileira referente ao Direito
do trabalho. Ela foi criada através
do Decreto-Lei nº 5.452, de 1 de
maio de 1943 e sancionada pelo então
presidente Getúlio Vargas.
EVOLUÇÃO NO BRASIL
1944 – Com o Decreto-Lei 7.036, artigo 82 de 10 de
novembro de foi criada a primeira legislação estabelecendo
a obrigatoriedade de formação das Comissões Internas de
Prevenção de Acidentes – CIPA.
1978 – Regulamentação da NR 5 – CIPA.
1999 – Regulamentação e atualização da legislação da CIPA.
EVOLUÇÃO NO BRASIL
SEGURANÇA DO TRABALHO
Hoje a CIPA está regulamentada
pela CLT nos artigos 162 a 165 e
pela NR 5 –e a CIPA TR na NR 31 do
Ministério do Trabalho.
EVOLUÇÃO NO BRASIL
As Normas Regulamentadoras, também conhecidas como NRs,
regulamentam e fornecem orientações sobre procedimentos
obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho
no Brasil. Foram aprovadas pela Portaria N.° 3.214, 08 de junho de
1978. São de observância obrigatória por todas as empresas
brasileiras regidas pela CLT.
SEGURANÇA DO TRABALHO
EVOLUÇÃO NO BRASIL
Hoje o manual das NRs é composto por 37 normas sendo entre elas:
 NR 11 – Transporte, Movimentação,
Armazenagem e Manuseio de Materiais.
NR 20 – Segurança e Saúde no trabalho com
Inflamáveis e Combustíveis.
NR 33 – Segurança e Saúde no trabalho em
Espaço Confinado
NR 35 – Trabalho em Altura
 NR 4 – SESMT
 NR 5 – CIPA
 NR 6 – EPI
 NR 7 – PCMSO
 NR 9 – PPRA
NR 10 – Segurança em Instalações
e Serviços em Eletricidade
EVOLUÇÃO NO BRASIL
Segundo a NR-04, são os profissionais responsáveis por aplicar os
conhecimentos específicos de engenharia de segurança e medicina do
trabalho, de forma a reduzir ou até eliminar os riscos à saúde do
trabalhador.
SEGURANÇA DO TRABALHO
SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em
Medicina do Trabalho
EVOLUÇÃO NO BRASIL
NR 5 - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES
SEGURANÇA DO TRABALHO
5.1 A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - tem como
objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho,
de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a
preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
OBJETIVO DA CIPA
NA EMPRESA
 Melhorar as condições de trabalho
 Prevenir Acidentes
 Promover a Saúde
 Garantir a segurança
CIPA
COMISSÃO
INTERNA
PREVENÇÃO
ACIDENTE
Grupo de pessoas que, em conjunto, estão encarregadas de
tratar de um determinado assunto.
Seu campo de atuação está restrito à própria empresa.
É a meta principal da comissão. Significa tomar decisões para prevenir ou
eliminar os risco inerentes à atividade desenvolvida na empresa.
Qualquer ocorrência imprevista e sem intenção que possa causar danos ou
prejuízos à propriedade ou à pessoa.
PRINCIPAL
OBJETIVO
DA CIPA
“PREVENIR OS ACIDENTES E
AS DOENÇAS DO TRABALHO"
NORMA
REGULAMENTADOR
A 5
COMISSÃO INTERNA DE
PREVENÇÃO DE ACIDENTES
OBJETIVO DA CIPA
A CIPA tem como objetivo a prevenção
de acidentes e doenças decorrentes do
trabalho, de modo a tornar compatível
permanentemente o trabalho com a
preservação da vida e a promoção da
saúde do trabalhador.
CONSTITUIÇÃO DA CIPA
 Empresas privadas e públicas,
 Sociedades de economia mista,
 Órgãos da administração direta e indireta,
 Instituições beneficentes,
 Associações recreativas,
 Cooperativas,
 Outras instituições que admitam trabalhadores
como empregados.
ORGANIZAÇÃO DA CIPA
5.6 A CIPA será composta de
representantes do
empregador e dos
empregados, de acordo
com o dimensionamento
previsto no Quadro I
desta NR.
ORGANIZAÇÃO DA CIPA
5.6.1 Os representantes dos empregadores, titulares e suplentes,
serão por eles designados.
5.6.2 Os representantes dos empregados – titulares e suplentes –
serão eleitos em escrutínio secreto, do qual participem,
independentemente de filiação sindical, exclusivamente os
empregados interessados.
ORGANIZAÇÃO DA CIPA
5.8 É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa
do empregado eleito para CIPA desde o registro
de sua candidatura até um ano após o final de seu
mandato.
5.7 O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a
duração de um ano, permitida uma reeleição.
ORGANIZAÇÃO DA CIPA
5.11 O empregador designará entre seus representantes o Presidente da
CIPA, e os representantes dos empregados escolherão entre os
titulares o vice-presidente.
5.12 Os membros da CIPA, eleitos e designados serão, empossados no
primeiro dia útil após o término do mandato anterior.
5.13 Será indicado, de comum acordo
com os membros da CIPA, um
secretário e seu substituto, entre os
componentes ou não da comissão,
sendo neste caso necessária a
concordância do empregador.
ORGANIZAÇÃO DA CIPA
ORGANIZAÇÃO DA CIPA
Empregados
na empresa
Membros
da CIPA
20
a
29
30
a
50
51
a
80
80
a
100
101
a
120
121 a
140
141 a
300
301 a
500
501 a
1000
Representantes dos
trabalhadores
1 1 2 2 3 4 4 5 6
Representantes do empregador 1 1 2 2 3 3 4 4 5
GRUPO C-2
CÓDIGO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS – CNAE
Exemplo:
10.92-9-00 - Fabricação de biscoitos e bolachas
NR 05
5.14 A documentação referente ao processo eleitoral da CIPA,
incluindo as atas de eleição e de posse e o calendário anual
das reuniões ordinárias, deve ficar no estabelecimento à
disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho e
Emprego. (Alterado pela Portaria SIT n.º 247, de 12 de
julho de 2011)
ORGANIZAÇÃO DA CIPA
ATRIBUIÇÃO
DA CIPA
5.16 A CIPA TERÁ POR ATRIBUIÇÃO
 Identificar os riscos do processo de trabalho e elaborar o
Mapa de Riscos;
 Elaborar Plano de Trabalho que possibilite a ação preventiva
na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho;
 Participar da implementação do controle da qualidade das
medidas de prevenção necessárias;
 Realizar, periodicamente, a Inspeção de Segurança nos
ambientes e condições de trabalho;
 Realizar, a cada reunião, avaliação do cumprimento das
metas;
 Divulgar aos trabalhadores informações relativas à
segurança e saúde no trabalho;
 participar com o SESMT/empregador discussões para
avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo
de trabalho relacionados à segurança e saúde;
5.16 A CIPA TERÁ POR ATRIBUIÇÃO
5.16 A CIPA TERÁ POR ATRIBUIÇÃO
colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e
PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no
trabalho;
divulgar e promover o cumprimento das NR, bem como cláusulas
de acordos e convenções coletivas de trabalho, relativas à
segurança e saúde no trabalho;
participar, em conjunto com o SESMT/empregador, da análise das
causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de
solução dos problemas identificados;
5.16 A CIPA TERÁ POR ATRIBUIÇÃO
requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas;
promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde
houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do
Trabalho – SIPAT;
participar, anualmente, em conjunto com a empresa, de
Campanhas de Prevenção da AIDS.
5.18 CABE AOS EMPREGADOS
Observar e aplicar no ambiente de trabalho as
recomendações quanto a prevenção de acidentes e
doenças decorrentes do trabalho.
Indicar à CIPA, ao SESMT e ao empregador situações de
riscos e apresentar sugestões para melhoria das
condições de trabalho;
Participar da eleição de seus representantes;
Colaborar com a gestão da CIPA;
5.19 CABE AO PRESIDENTE DA CIPA
Convocar os membros para as reuniões da CIPA;
Coordenar as reuniões da CIPA e encaminhar as decisões da
comissão ao empregador e ao SESMT;
 Manter o empregador informado sobre os trabalhos da
CIPA;
Coordenar e supervisionar as atividades da secretária;
Delegar atribuições ao Vice-Presidente.
5.19 CABE AO PRESIDENTE DA CIPA
Obs.: 5.31.1 No caso de afastamento
definitivo do Presidente, o empregador
indicará o substituto, em 2 dias úteis,
preferencialmente entre seus membros.
5.20 CABE AO VICE-PRESIDENTE:
Executar as atribuições que lhe forem delegadas
pelo Presidente;
 Substituir o Presidente nos seus impedimentos
eventuais ou nos afastamentos temporários.
OBS.: 5.31. No caso de afastamento definitivo do Vice-
Presidente, os membros titulares da representação
dos empregados escolherão o substituto, entre seus
titulares, em 2 dias úteis.
5.21 ATRIBUIÇÕES CONJUNTA
PRESIDENTE E VICE-PRESIDENTE
 Cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para
desenvolver seus trabalhos;
 Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, e zelar para que os
objetivos propostos sejam alcançados;
 Delegar atribuições aos membros da CIPA;
 Promover o relacionamento da CIPA com o SESMT;
 Divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores da empresa;
 Constituir a Comissão Eleitoral.
5.22 ATRIBUIÇÕES DO SECRETÁRIO (A)
 Acompanhar as reuniões da CIPA, redigir as atas
apresentando-as para aprovação e assinatura
dos membros presentes;
 Realizar as demais atividades que lhe forem
atribuídas.
 Preparar as correspondências, e-mail´s,
comunicações, etc;
FUNCIONAMENTO
DA CIPA
REUNIÕES ORDINÁRIAS
5.23 A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de acordo com o
calendário preestabelecido;
5.24 As reuniões ordinárias da CIPA serão realizadas durante o
expediente normal da empresa;
5.25 As reuniões da CIPA terão atas assinadas pelos presentes;
5.26 As atas devem ficar no estabelecimento à disposição da
fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.
(Alterado pela Portaria SIT n.º 247, de 12 de julho de
2011).
REUNIÕES EXTRAORDINÁRIAS
5.27 As reuniões extraordinárias serão realizadas quando:
 houver denúncia de situação de risco grave e iminente
que determine aplicação de medidas corretivas de
emergência;
 acidente grave ou fatal; ou quando houver solicitação
expressa de uma das representações.
DISPOSIÇÕES GERAIS
5.28 As decisões da CIPA serão
preferencialmente por consenso;
5.30 O membro titular perderá o mandato,
sendo substituído por suplente, quando faltar
a mais de quatro reuniões ordinárias sem
justificativa;
DISPOSIÇÕES GERAIS
5.31.3 Caso não existam suplentes para ocupar o
cargo vago, o empregador deve realizar
eleição extraordinária, cumprindo todas as
exigências estabelecidas para o processo
eleitoral, exceto quanto aos prazos, que
devem ser reduzidos pela metade.
(Inserido pela Portaria SIT n.º 247, de 12
de julho de 2011).
DO TREINAMENTO
DO TREINAMENTO
5.28 5.32 A empresa deverá promover treinamento para os
membros da CIPA, titulares e suplentes, antes da posse.
5.32.1 O treinamento de CIPA em primeiro mandato será
realizado no prazo máximo de trinta dias, contados a
partir da data da posse.
5.32.2 As empresas que não se enquadrem no Quadro I,
promoverão anualmente treinamento para o designado
responsável pelo cumprimento do objetivo desta NR.
PROCESSO
ELEITORAL
5.38 PROCESSO ELEITORAL
Convocar as eleições para escolha dos
representantes dos empregados (Empregador)
Até 60 dias antes do término do
mandato em curso
Constituir a Comissão Eleitoral “CE”
(Presidente e V.Presidente) Até 55 dias do início do pleito
Publicar e divulgar o Edital (Empregador) Até 45 dias antes do dia da eleição
Inscrição e eleição individual Período mínimo p/ inscrição 15dias
Realização da eleição Até 30 dias antes do final do
mandato
Guarda de todos os documentos relativos à
eleição (Empregador) Período mínimo de 5 anos
5.38 PROCESSO ELEITORAL
 Nos estabelecimentos onde não houver CIPA, a “CE”
será constituída pela empresa.
 Liberdade de inscrição para todos os empregados da
empresa
 Garantia de emprego para todos os empregados da
empresa até a eleição
 Realizar a eleição e apuração de votos em dia normal
de trabalho, respeitando os horários dos turnos;
 Voto secreto
5.38 PROCESSO ELEITORAL
5.41 Havendo participação inferior a cinquenta por
cento dos empregados na votação, não
haverá a apuração dos votos e a comissão
eleitoral deverá organizar outra votação, que
ocorrerá no prazo máximo de dez dias.
5.38 PROCESSO ELEITORAL
5.44 Em caso de empate, assumirá aquele que tiver
maior tempo de serviço no estabelecimento.
5.45 Os candidatos votados e não eleitos serão
relacionados na ata de eleição e apuração,
em ordem decrescente de votos,
possibilitando nomeação posterior, em caso
de vacância de suplentes.
ASPECTOS NECESSÁRIOS
AO EXERCÍCIO DAS
ATRIBUIÇÕES DA CIPA
PAPEL DO CIPEIRO
Representar o empregador e os empregados
diante a Comissão, sobre os assuntos relativos à
segurança do trabalho;
Desempenhar suas funções na comissão com
responsabilidade;
Acreditar que algo pode ser feito para prevenção
de acidentes em sua empresa;
PAPEL DO CIPEIRO
Dominar as Normas Regulamentadoras (NRs);
Desenvolver o papel de educador de adultos em
Segurança e Saúde do Trabalho;
Buscar e propor soluções para os problemas de
segurança e saúde de todos da empresa.
PLANO DE AÇÃO DA CIPA
É A ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO ATRAVÉS DE:
Planejamento  Organização  Controle  Avaliação
OBJETIVOS:
 Elaborar formas eficazes de prevenção de acidentes e
doenças do Trabalho.
 Sistematizar o método de trabalho da CIPA.
PREPARAÇÃO DA REUNIÃO
Objetivo: É importante que a CIPA seja um grupo, e não
só uma reunião de pessoas. Todos devem cooperar para
atingir objetivos comuns.
É necessário que cada cipeiro tenha a responsabilidade
de participar das reuniões, sugerindo discussões sobre
assuntos relativos a segurança, para que a comissão
possa analisá-los e debatê-los.
PREPARAÇÃO DA REUNIÃO
 Definir Finalidade da Reunião;
 Estabelecer sua Pauta;
 Avaliar se os assuntos importantes estão contidos;
 Encaminhar a pauta a todos os participantes para que possam
se preparar para a reunião.
DESENVOLVIMENTO DA REUNIÃO
 Leitura da ata da última reunião. Retomar se
necessário, algum conteúdo da ata e assiná-la;
 Enumerar as tarefas, destacando as mais urgentes;
 Apresentar os temas a serem discutidos;
 Estudo e análise dos temas;
 Síntese da reunião;
 Agendar o dia, local e horário da próxima reunião;
DESENVOLVIMENTO DA REUNIÃO
OBS.: A CIPA deve possuir um livro-
ata para lavratura das reuniões, que
deverá ficar sob a guarda do
secretário e ser apresentado aos
Agentes de Inspeção do Trabalho
quando solicitado.
NORMAS PARA A
REALIZAÇÃO DA REUNIÃO
 Checar previamente sala e materiais necessários à
reunião;
 Não atrasar nem prolongar demais a reunião;
 Fazer as intervenções necessárias sem constranger as
pessoas;
 Incentivar a participação de todos;
 Expor as idéias de forma clara e objetiva. Evitar longos
discursos;
NORMAS PARA A
REALIZAÇÃO DA REUNIÃO
 Ouvir os demais participantes. Não monopolizar a
discussão;
 Não interromper quem estiver com a palavra;
 Se discordar de alguma coisa, expor seu ponto de vista sem
agressividade;
 Analisar os problemas do grupo e contribuir para solucioná-
los;
 Só levantar, ou se ausentar da reunião em caso de extrema
necessidade.
SIPAT
 Semana voltada à prevenção, tanto no que
diz respeito aos acidentes do trabalho
quanto às doenças ocupacionais.
 Atividade anual obrigatória para todas as
CIPAs realizada em conjunto com o SESMT.
 É a continuidade dos trabalhos voltados
para a prevenção de acidentes e doenças
ocupacionais.
SIPAT
OBJETIVOS:
Orientar e conscientizar os funcionários sobre a
importância da prevenção de acidentes e
doenças no ambiente do trabalho;
Buscar a efetiva participação dos funcionários
envolvendo, também, os diretores, gerentes e
familiares, se possível.
ESTUDO DAS
CONDIÇÕES E
RISCOS
O QUE SÃO RISCOS AMBIENTAIS?
São agentes presentes nos ambientes de
trabalho, capazes de afetar o
trabalhador a curto, médio e longo
prazo, provocando acidentes com lesões
imediatas e/ou doenças chamadas
profissionais ou do trabalho, que se
equiparam a acidentes do trabalho.
CLASSIFICAÇÃO DOS
RISCOS AMBIENTAIS
Grupo 1 - Verde - Riscos Físicos
Grupo 2 - Vermelho - Riscos Químicos
Grupo 3 - Marrom - Riscos Biológicos
Grupo 4 - Amarelo - Riscos Ergonômicos
Grupo 5 - Azul - Riscos de Acidentes
Classificação dos riscos ocupacionais em grupos e
padronização de cores, de acordo com a sua natureza (portaria
nº 25, de 29/12/94 - mtb.)
AGENTES FÍSICOS
Exemplos:
 Ruído
 Vibrações mecânicas
 Temperaturas extremas
 Pressões atmosféricas anormais
 Radiações ionizantes
 Radiações não ionizantes
 Umidade
AGENTES QUÍMICOS
São agentes causadores em
potencial de doenças profissionais
devido a sua ação química sobre o
organismo dos trabalhadores.
Podem ser encontrados na forma
sólida, líquida e gasosa.
AGENTES QUÍMICOS
Exemplos de agentes químicos:
 Névoas, Poeiras, Gases,
 Neblinas, Fumos, Vapores e
 Substâncias compostas por
produtos químicos em
geral.
AGENTES BIOLÓGIGOS
Temos como exemplos de Agentes
Biológicos:
 Bactérias,
 Parasitas,
 Vírus,
 Fungos,
 Bacilos, e os
 Protozoários.
AGENTES MECÂNICOS
RISCOS DE ACIDENTES
São responsáveis por uma
série de lesões nos
trabalhadores, como cortes,
fratura, escoriações,
queimaduras, etc.
AGENTES MECÂNICOS
RISCOS DE ACIDENTES
Exemplos de agentes mecânicos:
 Máquinas sem proteção;
 Arranjo físico deficiente;
 Instalações elétricas deficientes;
 Ferramentas defeituosas ou inadequadas;
 Pisos defeituosos ou escorregadios;
 Empilhamentos precários ou fora de prumo; etc.
AGENTES ERGÔNOMICOS
São agentes causadores de
doença, se caracterizam por
atitudes e hábitos profissionais
prejudiciais a saúde, os quais
podem refletir no esqueleto e
órgão do corpo.
AGENTES ERGÔNOMICOS
Exemplos de situações anti-ergonômica:
 A falta de bancos e assentos não
ajustáveis; Trabalho físico pesado;
 Posturas incorretas e posições
incomodas;
 Ritmos excessivos,;
 Trabalho em regime de turno;
 Jornada prolongada.
Mapa de Risco
NR 05
LEGISLAÇÃO
MAPEAMENTO DE RISCOS
MAPA DE RISCOS:
Representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes no local de
trabalho, através de círculos de tamanhos e cores diferentes.
Levantamento de possíveis riscos ambientais presentes nos locais de trabalho e em
cada setor da empresa que possam oferecer perigo aos trabalhadores.
ELABORAÇÃO
O mapeamento é realizado pela
CIPA, após ouvir os trabalhadores de
todos os setores da empresa e com
a orientação do SESMT da empresa.
OBJETIVOS
 Reunir informações para estabelecer o diagnóstico da situação de
segurança e saúde no trabalho na empresa;
 Possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de
informações entre os trabalhadores e estimular sua participação nas
atividades de prevenção.
ETAPAS PARA A ELABORAÇÃO
1. Fazer o levantamento dos riscos;
2. Elaborar o Mapa de Riscos;
3. Afixar o Mapa de Riscos Ambientais
em local de fácil visualização para
conhecimento dos trabalhadores;
4. Propor Medidas Corretivas.
Círculo - indica a
intensidade do
risco.
Cores -
representam os
tipos de risco.
REPRESENTAÇÃO GRÁFICA
INFORMAÇÕES
5 Número: pessoas expostas ao risco
Cor: Agente de Risco (Levantamento de Pesos)
Círculo
Dividido
Pessoas expostas ao risco/Especificação do Agente
ACIDENTES E
DOENÇAS NO
AMBIENTE DE
INTRODUÇÃO
“Os acidentes acontecem quando a prevenção falha e neste
sentido, os processos de análise e investigação de acidentes
constituem ferramentas de vital importância para a
identificação das causas e estabelecimento de planos de ação
para evitar sua repetição.”
ACIDENTE DO TRABALHO:
“Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício
do trabalho a serviço da empresa, ou ainda, pelo
exercício do trabalho dos segurados especiais,
provocando lesão corporal ou pertubação funcional
que cause a morte, a perda ou redução da
capacidade para o trabalho permanente ou
temporária.” (Art. 19 – Dec. 611 – Lei 8213)
ACIDENTE DO TRABALHO:
“É todo fato inesperado, não planejado,
que interrompe o processo normal de
um trabalho, ou nele interfere,
podendo resultar em lesão, danos
materiais e perda de tempo.”
Conceito prevencionista:
INCIDENTE DO TRABALHO:
“Os incidentes são eventos que
antecedem as perdas, isto é, são
os contatos que poderiam causar
uma lesão ou dano – são
considerados quase acidentes.”
TEORIA DE FRANK BIRD
Esse estudo foi feito pela
Insurance Company of North
America, em 297 empresas,
analisando 1.753.498 casos
para 1.750.000 trabalhadores.
“EQUIPARAM" AOS
ACIDENTES DE TRABALHO:
 Acidentes no exercício do trabalho
 Acidentes fora do Local e Horário de
trabalho
 Acidentes de Trajeto
 Doença Profissional
 Doença do Trabalho
ACIDENTES NO EXERCÍCIO
DO TRABALHO:
“É o acidente típico de trabalho que
ocorre no local e durante o trabalho,
considerado como um acontecimento
súbito, violento e ocasional que provoca
no trabalhador uma incapacidade para o
trabalho”.
ACIDENTES FORA DO LOCAL
E HORÁRIO DE TRABALHO
“O acidente que acontece quando
você está prestando serviços por
ordem da empresa fora do local de
trabalho ou quando você estiver em
viagem a serviço da empresa”.
ACIDENTE DE TRAJETO:
Também conhecido como
acidente Intinere e de
Percurso.
É todo acidente ocorrido no
trajeto entre a residência e o
local de trabalho do segurado,
e vice-versa.
DOENÇAS OCUPACIONAIS
OU PROFISSIONAL:
São aquelas decorrentes de
exposição a substâncias ou
condições perigosas inerentes
a processos e atividades
profissionais ou ocupacionais.
Exemplo: Saturnismo, Silicose...
DOENÇAS DO TRABALHO:
São aquelas doenças que podem ser adquiridas ou desencadeadas pelas
condições inadequadas em que o trabalho é realizado, expondo o
trabalhador a agentes nocivos a saúde.
 Dores de coluna em motorista que trabalha
em condições inadequadas;
 Surdez devido ao ruído acima dos limites de
tolerância;
PCMSO
A NR 7 estabelece a obrigatoriedade de elaboração e
implementação do PCMSO com o objetivo de promover e
preservar a saúde dos trabalhadores. Entre outras
providências, recomenda a realização obrigatória dos exames
médicos:
PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE
OCUPACIONAL PCMSO (NR 7)
PCMSO
PCMSO (NR 7)
 Admissional;
 Periódico;
 De retorno ao trabalho;
 De mudança de função;
 Demissional;
 Exames especiais realizados para os trabalhos que têm maior propensão às
doenças ocupacionais.
PPRA
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS
AMBIENTAIS - PPRA (NR 9)
O PPRA tem como objetivo principal a preservação da saúde e da
qualidade de vida dos trabalhadores da empresa, por meio da antecipação,
reconhecimento, avaliação e conseqüente controle dos riscos ambientais
existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho.
INSPEÇÃO DE
SEGURANÇA
CONCEITO
Inspeção de Segurança: Vistoria
feita nos locais de trabalho, áreas
externas e instalações, abordando os
aspectos relativos à Higiene,
Segurança do Trabalho e Prevenção
de Incêndios.
CONCEITO
Finalidade: identificar práticas e condições
inseguras, dependências de higiene precária,
possíveis focos de princípios de incêndios, com o
propósito de eliminá-los de imediato, se possível.
É parte integrante da rotina de trabalho dos
membros da CIPA em conjunto com o SESMT.
CLASSIFICAÇÃO DAS
INSPEÇÕES
 Inspeções Gerais
 Inspeções Parciais
 Inspeções Periódicas
CLASSIFICAÇÃO DAS
INSPEÇÕES
 Inspeção Geral:
Realizada quando se quer ter uma
visão panorâmica de todos os setores
da empresa. Pode ser realizada no
inicio do mandato da CIPA.
CLASSIFICAÇÃO DAS
INSPEÇÕES
 Inspeção Parcial:
Realizada onde já se sabe da
existência de problemas, seja por
queixas dos trabalhadores ou
ocorrência de doenças e acidentes do
trabalho. Deve ser uma inspeção
mais detalhada e criteriosa.
CLASSIFICAÇÃO DAS
INSPEÇÕES
 Inspeção Periódica:
É uma inspeção em que se procura
identifica problemas ou riscos
determinados. Como exemplo
podemos citar risco de incêndio
(Inspeção de extintores e hidrantes)
MEDIDAS DE
CONTROLE DOS
RISCOS
MEDIDAS DE
CONTROLE DE RISCO
As ações adotadas para evitar acidentes de trabalho e o surgimento de
doenças são chamadas de medidas de controle de riscos. São
determinadas de acordo com a atividade profissional, o ambiente de
trabalho, as tecnologias e técnicas utilizadas.
MEDIDAS DE
CONTROLE DE RISCO
MEDIDAS DE
CONTROLE DE RISCO
MEDIDAS DE
CONTROLE DE RISCO
Medidas Administrativas
São ações administrativas para
controlar a exposição dos
trabalhadores aos agentes
ambientais, tais como:
Revezamento e Rodízio de
Atividades;
Pausas Programadas;
Mudança de Layout;
Realização de Exercício Laboral e
etc...
MEDIDAS DE
CONTROLE DE RISCO
Medidas Educativas
São programas de
treinamentos, palestras e
cursos, destinados a
informar e capacitar os
trabalhadores na execução
segura de suas atividades.
NR 6
EQUIPAMENTO DE
PROTEÇÃO INDIVIDUAL
E.P.I
EPI: é todo dispositivo de uso individual, para proteger a saúde e a
integridade física do trabalhador. Só poderá ser comercializado e
utilizado, se possuir o CA - Certificado de Aprovação, expedido pelo
MTE, nº que consta no próprio equipamento.
NR 6.1
E.P.C
EPC: é toda medida ou dispositivo, sinal, imagem, som, instrumento ou
equipamento destinado à proteção de uma ou mais pessoas.
Estrado de Borracha Guarda Corpo
CHUVEIROS
AUTOMÁTICOS
(SPRINKLERS)
E.P.I
NR 6.6
Obriga-se o empregador, quanto ao EPI:
• adquirir o tipo adequado à atividade do empregado;
• treinar o trabalhador sobre o seu uso adequado e
tornar seu uso obrigatório;
• substituí-lo quando danificado ou extraviado.
• registrar o seu fornecimento ao trabalhador.
E.P.I
NR 6.7
Obriga-se o empregado, quanto ao EPI:
• usá-lo para o fim a que se destina e responsabilizar-se por sua
guarda e conservação;
• comunicar o empregador alterações que torne seu uso impróprio.
• cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
Penalidades – EPI
Para o empregador – art. 161
CLT: a falta de EPI poderá
resultar em multa, embargo
e/ou interdição da empresa.
Penalidades – EPI
Para o empregado – art. 158 CLT: constitui ato faltoso a recusa
injustificada do empregado quanto ao uso do EPI fonecido pelo
empregador.
Art. 482 CLT: O ato faltoso permite ao empregador advertir de forma
oral ou por escrito o empregado infrator, que na reincidência poderá
sofrer demissão por justa causa.
METODOLOGIA DE
INVESTIGAÇÃO E
ANÁLISE DE
ACIDENTES E
CAUSAS DOS
ACIDENTES
Muitas pessoas acreditam que um acidente
acontece por acaso. Azar, fatalidade, destino ou
porque tinha que acontecer.
As causas reais dos acidentes são por falhas
humanas e falhas materiais.
Podemos classificar as causas
dos acidentes em:
- Ato Inseguro;
- Condição Insegura;
- Ato e Condição Insegura
CAUSAS DOS
ACIDENTES
CAUSAS DOS
ACIDENTES
Ato Inseguro
São atitudes, atos, ações ou comportamentos do trabalhador contrários às normas de
segurança.
Exemplos:
Não usar os EPI.
Deixar materiais espalhados pelo corredor.
Operar máquinas e equipamentos sem habilitação.
Distrair-se ou realizar brincadeiras durante o trabalho.
Utilizar ferramentas inadequadas.
CAUSAS DOS
ACIDENTES
Condição Insegura (CI): É toda falha existente nos
locais de trabalho que pode nos levar a
ocorrência.
Exemplos:
- Piso molhado ou danificado;
- Escadas sem corrimãos ou este está mau fixado;
- Área de movimentação de cargas suspensas sem
sinalização ou delimitação de área.
CAUSAS DOS
ACIDENTES
CAUSAS DOS
ACIDENTES
CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES
 Trabalhador
 Família do trabalhador
 Empresa
 Sociedade
 Governo
CLASSIFICAÇ
ÃO DOS
ACIDENTES
CLASSIFICAÇÃO DOS
ACIDENTES
a)Acidentes sem Afastamento
b)Acidentes com Afastamento
Incapacidade temporária
Incapacidade parcial e permanente
Incapacidade total e permanente
CLASSIFICAÇÃO DOS
ACIDENTES
ACIDENTES SEM AFASTAMENTO
É o acidente em que o acidentado pode exercer sua função
normalmente, no mesmo dia do acidente ou no dia seguinte, no
horário regulamentar.
CLASSIFICAÇÃO DOS
ACIDENTES
ACIDENTES COM AFASTAMENTO
É aquele acidente que provoca a incapacidade
temporária ou permanente do exercício da
função. Em casos extremos, pode levar à morte.
CLASSIFICAÇÃO DOS
ACIDENTES
INCAPACIDADE TEMPORÁRIA
É a perda total da capacidade de trabalho por um período limitado de
tempo, nunca superior a um ano.
Ocorre nos casos em que o acidentado, depois de algum tempo afastado
do serviço, volta ao trabalho, executando suas funções normalmente como
o fazia antes do acidente.
CLASSIFICAÇÃO DOS
ACIDENTES
INCAPACIDADE PARCIAL E PERMANENTE
É a que provoca mutilação de alguma parte do corpo levando a uma
lesão física irrecuperável, mas que não impede o exercício de atividade
profissional na função de origem ou em outra função.
CLASSIFICAÇÃO DOS
ACIDENTES
INCAPACIDADE TOTAL E PERMANENTE
É a invalidez incurável, quando o
acidentado perde a capacidade total
para o trabalho.
INVESTIGAÇÃO DE
ACIDENTE
INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE
As investigações de acidente visam apurar:
O que aconteceu?
Como aconteceu?
Por que aconteceu?
Como poderia ter sido evitado?
E o que deve ser feito para que não ocorra novamente?
INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE
A investigação dos acidentes e doenças do
trabalho tem por finalidade apurar todas
as causas que levaram à ocorrência, a fim
de evitar que aconteçam novamente.
INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE
A investigação de acidentes não poderá ter
aspecto punitivo, pois o objetivo maior
não é descobrir culpados, mas sim causas
que provocaram os acidentes, para que
seja evitada a sua repetição.
INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE
FASES DA INVESTIGAÇÃO
A CIPA iniciará a investigação imediatamente após a ocorrência, devendo:
a) Coletar os dados descrevendo o ocorrido
b) Analisar o acidente identificando suas causas
c) Definir as medidas preventivas e acompanhar sua execução.
INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE
INFORMAÇÃO DO ACIDENTE
Todos os acidentes/incidentes, não importando o
quanto insignificante possam parecer, devem ser
informados ao setor de segurança do trabalho da
empresa e ou CIPA/CIPATR para averiguações.
INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE
INFORMAÇÃO DO ACIDENTE
A comunicação do acidente - artigo 22 da Lei nº 8.213/91, parágrafos I e II.
As empresas deverão comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social
até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência, mesmo que tenha
acontecido fora do local de trabalho, utilizando para isso o impresso CAT.
INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE
CAT – COMUNICADO DE ACIDENTE DE TRABALHO
Deverá ser emitida pela empresa ou pelo próprio trabalhador, por seus
dependentes, pela entidade sindical, pelo médico ou por autoridades.
Deverá ser preenchido via internet, impresso em quatro vias, sendo: 1ª via
(INSS), 2ª via (segurado ou dependente), 3ª via (sindicato de classe do
trabalhador) e 4ª (empresa).
INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE
COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE FALTAL
Em caso de ocorrência de acidente fatal, é obrigatória a
adoção das seguintes medidas:
Primeiro: Comunicar o acidente fatal, de imediato, à autoridade policial
competente e ao órgão regional do ministério do trabalho, que repassará
imediatamente ao sindicato da categoria profissional;
INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE
COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE FALTAL
Em caso de ocorrência de acidente fatal, é obrigatória a
adoção das seguintes medidas:
Segundo: Isolar o local diretamente relacionado ao acidente, mantendo
suas características até sua liberação pela autoridade policial
competente e pelo órgão regional do ministério do trabalho.
INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE
CAT – COMUNICADO DE ACIDENTE DE TRABALHO
Também devem ser informadas à Previdência Social
por meio da CAT mortes de segurados decorrentes
de acidente de trabalho ou doença ocupacional.
BENEFÍCIOS
PREVIDENCIÁRIOS
ACIDENTÁRIOS
BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS
E ACIDENTÁRIOS
O segurado da previdência social tem direito a vários benefícios
quando ocorre acidente do trabalho que resulte incapacidade
temporária, permanente ou, no caso de morte acidentaria,
benefícios para os dependentes.
AUXÍLIO DOENÇA E AUXÍLIO
DOENÇA ACIDENTÁRIA
O segurado da previdência terá direito a este auxílio a partir do 16º
dia seguinte ao do afastamento. O dia do acidente, bem como os 15
dias subsequentes de afastamento, serão pagos pela empresa,
correspondente ao salário de contribuição do empregado, vigente
no dia do acidente.
AUXÍLIO DOENÇA
ACIDENTÁRIA
Benefício concedido ao segurado incapacitado para o trabalho em
decorrência de acidente de trabalho ou de doença profissional.
Considera-se acidente de trabalho aquele ocorrido no exercício de
atividades profissionais a serviço da empresa (típico) ou ocorrido no
trajeto casa-trabalho-casa (de trajeto).
AUXÍLIO DOENÇA
ACIDENTÁRIA
Enquanto recebe auxílio-doença por acidente de trabalho ou
doença ocupacional, o trabalhador é considerado licenciado e terá
estabilidade por 12 meses após o retorno às atividades.
AUXÍLIO DOENÇA E AUXÍLIO
DOENÇA ACIDENTÁRIA
O auxílio-doença deixa de ser pago quando o segurado recupera a
capacidade e retorna ao trabalho ou quando o benefício se
transforma em aposentadoria por invalidez.
AUXÍLIO ACIDENTE
Benefício pago ao trabalhador que sofre um acidente e fica com seqüelas
que reduzem sua capacidade de trabalho.
O auxílio-acidente, por ter caráter de indenização, pode ser acumulado com
outros benefícios pagos pela Previdência Social exceto aposentadoria.
Corresponde a 50% do salário de benefício que deu origem ao auxílio-
doença.
APOSENTADORIA
POR INVALIDEZ
Benefício concedido aos trabalhadores que,
por doença ou acidente, forem considerados
pela perícia médica da Previdência Social
incapacitados para exercer suas atividades ou
outro tipo de serviço que lhes garanta o
sustento. Aposentadoria por invalidez
corresponde a 100% do salário de benefício.
PENSÃO POR MORTE
ACIDENTÁRIA
Devida aos dependentes do segurado falecido
em decorrência de acidente, a contar da data
do óbito. O valor mensal é igual ao salário de
contribuição, vigente no dia do acidente.
RESPONSABILIDADE
CIVIL E CRIMINAL
RESPONSABILIDADE
CIVIL E CRIMINAL
Toda vez que adquirimos um ofício, junto com
ele vem as responsabilidades, não só morais
com também legais, podendo até mesmo
incidir na severidade das punições previstas
em lei.
RESPONSABILIDADE
CIVIL E CRIMINAL
Art. 927 – Aquele que, por imperícia, imprudência ou negligência violar
direitos ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano.
CÓDIGO CIVIL:
RESPONSABILIDADE
CIVIL E CRIMINAL
Art. 932 – São também responsáveis pela reparação civil:
III - o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e
prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.
CÓDIGO CIVIL:
RESPONSABILIDADE
CIVIL E CRIMINAL
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de
outrem a perigo direto ou iminente: Pena –
detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano,
se o fato não constitui crime mais grave.
CÓDIGO PENAL:
RESPONSABILIDADE
CIVIL E CRIMINAL
Art. 121 – Matar alguém:
Pena - reclusão, de 6 (seis) a 20 (vinte) anos
CÓDIGO PENAL:
RESPONSABILIDADE
CIVIL E CRIMINAL
Art. 121, § 4° - No homicídio culposo, a pena é aumentada de 1/3 (um
terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão,
arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima,
não procura diminuir as conseqüências do seu ato, ou foge para evitar
prisão em flagrante.
CÓDIGO PENAL:
RESPONSABILIDADE
CIVIL E CRIMINAL
ACIDENTE
EMPRESA
PROCESSO
CIVIL
INDENIZAÇÃO
FINANCEIRA
RESPONSABILIDADE
JURÍDICA
IMPERÍCIA
IMPRUDÊNCIA
E NEGLIGÊNCIA
EMPREGADOR
E EMPREGADO
PROCESSO
CRIMINAL
RECLUSÃO
COMBATE A
INCÊNDIO
INTRODUÇÃO
Desde os tempos mais remotos do ser
humano, conhecemos o poder do fogo,
não só pelo uso e/ou interesse, mas
também pelas catástrofes por ele
ocasionadas.
INTRODUÇÃO
O fogo, sob controle, presta grandes
serviços: desde o simples fogão
doméstico às fornalhas e tantas outras
operações industriais. Descontrolado,
isto é, quando chamamos de incêndio,
causa prejuízos e às vezes sinistros,
envolvendo vidas humanas.
TEORIA DO FOGO
 O que é fogo?
 Quais os seus componentes?
 Como ele se forma?
 Por que ele cresce tanto e provoca tragédias?
 O que fazer para controlá-lo?
TEORIA DO FOGO
Para aplicarmos medidas de
prevenção contra incêndios,
precisamos conhecer estas
respostas.
TEORIA DO FOGO
Por exemplo: um pedaço de papel ou madeira
que se queima transforma-se em uma
substância diferente.
Fogo: é um tipo de queima, de combustão, de
oxidação. É um fenômeno químico, uma
reação que provoca alterações profundas na
substância que se queima.
TEORIA DO FOGO
Oxidação significa uma transformação da qual participa o oxigênio. Ela
pode ser:
Lenta: como no caso da ferrugem que é uma queima sem chamas.
Rápida: como na combustão de um papel e onde há chamas.
Instantânea: como na explosão da dinamite
INTRODUÇÃO
Elementos essenciais do fogo
Para que haja o surgimento de uma chama (fogo), necessitaremos que
três elementos estejam presentes e com suas proporções ideais. São eles:
Combustível
Comburente
Calor
INTRODUÇÃO
Para uma melhor compreensão de
todos os elementos, ilustraremos, por
meio de um triângulo, onde cada lado
representará um dos elementos e o
chamaremos de Triângulo do Fogo.
INTRODUÇÃO
Ultimamente vem sendo incluído mais um elemento, a Reação em cadeia
TETRAEDRO DO FOGO
QUADRADO DO FOGO
COMBUSTÍVEL
É todo material ou toda
substância que possui a
propriedade de queimar. Serve
de campo para propagação do
fogo. Pode ser solido, liquido ou
gasoso.
COMBURENTE / OXIGÊNIO
É o elemento que se combina
com o material combustível,
dando início e sustentando uma
combustão (chama), ou seja, é
o alimento da chama.
CALOR / FONTE IGNIÇÃO
É uma forma de energia
física/química ligada
diretamente ao aumento de
temperatura que possibilita a
reação entre o combustível e
o comburente.
PROPRIEDADES DO
CALOR
PROPRIEDADES DO CALOR
É a propagação do fogo que se dá pela transmissão do calor e se
processa através do ar atmosférico e/ou da própria estrutura dos
sólidos e líquidos que estiverem nas proximidades do fogo,
manifestando-se de três formas:
Transmissão do calor
PROPRIEDADES DO CALOR
Condução
Convecção
Irradiação
Transmissão do calor
TRANSMISSÃO DO CALOR
Condução:
A propagação do calor é feita de molécula para molécula do
corpo, por movimento vibratório. A taxa de condução do calor
vai depender basicamente da condutividade térmica do material,
bem como de sua superfície e espessura.
Condução de
calor por
contato físico.
TRANSMISSÃO DO CALOR
Convecção:
Este processo de transmissão de calor é característico dos fluidos (gases e
líquidos). Ele se dá pela formação de correntes de ar ascendentes e
descendentes. A convecção é responsável pelo alastramento de muitos
incêndios, às vezes atingindo compartimentos bastante afastados do local
de origem do fogo.
PROPRIEDADES DO CALOR
CONVECÇÃO
(LIQUIDOS E GASES)
TRANSMISSÃO DO CALOR
Radiação:
É a propagação da energia por meio de partículas ou ondas.
Todos os corpos emitem radiação, basta estarem a uma
determinada temperatura.
Radiação (sem
contato físico)
CLASSIFICAÇÃO DE
INCÊNDIO
CLASSIFICAÇÃO DE INCÊNDIO
CLASSE A
Incêndios envolvendo materiais que
queimam em superfície e profundidade
e deixam resíduos. Ex.: papel, madeira,
papelão, tecidos etc.
CLASSIFICAÇÃO DE INCÊNDIO
CLASSE B
Incêndios envolvendo materiais que
queimam em superfície e não deixam
resíduos. Ex.: gasolina, éter, álcool etc.
CLASSIFICAÇÃO DE INCÊNDIO
CLASSE C
Incêndios envolvendo toda linha de
materiais energizados. Ex.: motores,
equipamentos elétricos etc.
CLASSIFICAÇÃO DE INCÊNDIO
CLASSE D
Incêndios envolvendo materiais pirofóricos (metais que
queimam) é a propriedade de um material ou substância quando
na forma de partículas finas reagir com o ambiente - contato com
a umidade do ar. Este mesmo material, quando na forma de uma
peça de maiores dimensões não reagiria com o ambiente. Ex.:
Magnésio, Zircônio, Titânio etc
CLASSIFICAÇÃO DE INCÊNDIO
CLASSE D
MAGNÉSIO TITÂNIO
MÉTODOS DE
EXTINÇÃO
MÉTODOS DE EXTINÇÃO
AÇÃO DE ABAFAMENTO
É resultante da retirada de Oxigênio,
pela aplicação de um agente extintor,
que deslocará o ar da superfície do
material em combustão.
MÉTODOS DE EXTINÇÃO
AÇÃO DE RETIRADA DO MATERIAL
A retirada do material combustível (o que está
queimando ou o que esteja próximo) evita a
propagação do incêndio, sem a necessidade de
se utilizar um agente extintor.
MÉTODOS DE EXTINÇÃO
AÇÃO DE RESFRIAMENTO
Diminui-se a temperatura do material
incendiado inferiores ao ponto de fulgor
ou de combustão dessa substância.
AGENTES
EXTINTORES
AGENTES EXTINTORES
EXTINTOR DE ÁGUA
Uso
• Em incêndios de classe “A”.
• Não usar em eletricidade (classe “C”).
AGENTES EXTINTORES
EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO
Uso
 Em incêndios de Classes “B” e “C”.
 Pode ser usado em outras classes do fogo.
AGENTES EXTINTORES
EXTINTOR DE PÓ QUIMICO
Uso
 Em incêndios de classes “B” e “C”.
 Pode ser usado em outras classes de fogo.
AGENTES EXTINTORES
EXTINTOR MULTIUSO OU ABC
Os extintores de Pós chamados Multiuso ou
ABC são extintores que podem ser usados em
quaisquer classes de incêndio, pois extinguem
princípios de incêndio em materiais sólidos,
em líquidos inflamáveis e gases.
AGENTES EXTINTORES
EXTINTOR DE ESPUMA
Uso
Em incêndios de classes “A” e “B”.
Nunca use em eletricidade (classe “C”).
AGENTES EXTINTORES
ESPUMA MECÂNICA
Formada a partir da introdução do ar
atmosférico, por meio de um equipamento
mecânico, em uma solução de água + líquido
gerador de espuma (LGE), de origem sintética ou
proteica, contendo no interior de suas bolhas ar
atmosférico.
AGENTES EXTINTORES
ESPUMA MECÂNICA
A maioria dos líquidos geradores de espuma é disponível em formulações
que recomendam o uso a 1%, 3% ou a 6%.
06 litros de
LGE
94 litros de
água
100 litros
solução
AGENTES EXTINTORES
CARRETA DE ESPUMA
É um equipamento portatil integrante do
sistema de espuma de combate a incíndio,
normalmente empregada na extinção de
incêndios em líquidos combustíveis ou
inflamáveis.
AGENTES EXTINTORES
RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE OS EXTINTORES
 Os extintores devem passar por teste hidrostático a cada cinco anos;
 Na maioria dos extintores a inspeção por empresa especializada
deverá ser feita uma vez ao ano;
 Todos deverão ser sinalizado segundo Instrução Técnica do Corpo de
Bombeiros;
AGENTES EXTINTORES
RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE OS EXTINTORES
 Todos deverão ser fixados em locais de fácil acesso e desobstruídos;
 Deverão passar por uma inspeção mensal para verificar as perfeitas
condições de uso.
EQUIPAMENTOS
HIDRÁULICOS
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
 Hidrantes
 Mangueiras
 Esguichos
 Chuveiros automáticos (Sprinklers)
 Outros
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
HIDRANTES
São conexões instaladas nas partes internas ou externas dos prédios,
destinadas à colocação de mangueiras para combater incêndios.
 Os hidrantes podem ser de parede, coluna ou calçada.
 Todas as conexões dos hidrantes são do tipo engate rápido.
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
HIDRANTES
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
MANGUEIRAS
São tubos flexíveis de tecido com revestimento interno de borracha. Nas
extremidades, há juntas metálicas que possibilitam a colocação em
hidrantes, derivantes etc., com a finalidade de conduzir água, sob
pressão, do seu ponto de tomada (hidrantes) até o local do incêndio. São
encontradas nos diâmetros de 2 ½" (65 mm) e 1 ½" (38 mm) em diversos
tamanhos de comprimento: 15, 20, 25 e 30 metros.
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
MANGUEIRAS
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
MANGUEIRAS
As mangueiras podem ser acondicionadas da
seguinte forma:
 Enroladas ou em Espiral: permitem o
armazenamento por muito tempo,
evitando rachaduras.
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
MANGUEIRAS
ADUCHADAS: são dobradas e enroladas
ao meio, partindo da extremidade
oposta às juntas de união. Permitem
maior rapidez no combate ao fogo
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
MANGUEIRAS
ZIGUEZAGUE: são utilizadas para o rápido
combate ao fogo. Deve-se ter o cuidado de
trocar as dobras a cada inspeção para evitar
rachaduras.
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE AS MANGUEIRAS
 Conservá-las secas e em local ventilado;
 Mantê-las desligadas dos hidrantes;
 Examiná-las visualmente quanto a rupturas ou abrasões;
 Secá-las completamente após o uso.
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
ESGUICHOS
São peças metálicas adaptadas à extremidade das mangueiras,
destinadas a dar forma, direção e controle ao jato de água.
 Esguicho cônico ou agulheta;
 Esguicho regulável ou Esguicho universal
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
ESGUICHOS
Esguicho cônico ou agulheta
É o tipo mais comum, constituído de um
cone. A parte posterior é ligada à
mangueira e a parte anterior, mais fina,
dispõe de boca removível (requinte)
que regula a formação do jato.
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
ESGUICHOS
Esguicho regulável ou Universal
É um tipo de esguicho com um
dispositivo especial, capaz de produzir
jatos sólidos, borrifos ou neblina,
controlados pelo próprio operador.
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
CANHÃO MONITOR
Equipamentos fixos ou móveis de
combate, que além de seu uso normal,
substituem o homem nos casos de
resfriamentos em equipamentos
localizados nas áreas vizinhas do local
em chama.
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLERS)
É uma instalação de proteção contra incêndios composta de uma série
de pequenos bicos destinados a borrifar água sobre o foco inicial do
fogo. Ficam ligados à tubulação aérea do sistema e operam de acordo
com a temperatura máxima ambiente. O próprio vazamento de água,
ocasionado pelo rompimento de uma ampola, liga o sistema de bombas
que gera a pressão da água na rede, daí denominado sistema
automático.
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS
CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLERS)
CAUSAS DE
INCÊNDIO
ELETRICIDADE
As instalações elétricas ocupam um dos primeiros
lugares como fonte causadora de incêndio. Fios e
componentes desgastados devem ser
substituídos. Devem ser evitadas, também, as
improvisações ou “gambiarras” e a realização de
serviços com eletricidade somente deve ficar a
cargo de pessoas capacitadas.
ELETRICIDADE
INCÊNDIO PRÉDIO JOELMA
FIO-TERRA
As máquinas, equipamentos, prateleiras,
containers, tanques..., Tudo que utilizam e/ou
comportam materiais elétricos, inflamáveis ou
explosivos devem estar aterrados; caso contrário,
poderá haver a formação do triângulo do fogo,
pela geração do calor, ocasionando incêndios.
PÁRA-RAIOS / SPDA
Os incêndios provocados pelos raios são
muito comuns. Todas as edificações
devem possuir a proteção do pára-raios,
cuja instalação e manutenção periódica
devem ser feitas por especialistas.
ESTOCAGEM INCORRETA
DE MATERIAIS
Os líquidos inflamáveis não devem ser guardados junto com materiais
combustíveis sólidos. Também não devem ser estocados em grandes
quantidades nos locais de trabalho, pois o acúmulo de gases
desprendidos dos materiais pode provocar explosões e, em
conseqüência, o incêndio.
ARRUMAÇÃO E LIMPEZA
A falta de arrumação e limpeza facilita o
crescimento do fogo, dificultando ou
impedindo sua extinção. Panos e papéis
sujos de líquidos inflamáveis devem ter
destino próprio. Evite o acúmulo de lixo.
CIGARROS
Um simples cigarro tem provocado
grandes tragédias. Ao terminar de fumar,
apague completamente o que restou do
cigarro. Ao jogar as cinzas e pontas de
cigarro, verifique se ele ainda está aceso.
COMO AGIR
EM CASO DE
INCÊNDIO
EM CASO DE INCÊNDIO:
1) Se perceber indícios de incêndios (fumaça, cheiro de
queimado), aproxime-se a uma distância segura para
ver o que está queimando e a extensão do fogo;
2) Dê o alarme pelo meio disponível a todos ocupantes
e brigada de incêndio;
EM CASO DE INCÊNDIO:
3) Se não souber combater o fogo, ou não puder dominá-lo, saia do
local alertando os demais ocupantes;
4) Não perca tempo tentando salvar objetos, salve sua vida;
5) Mantenha-se vestido, pois sua roupa protege o corpo contra o calor;
EM CASO DE INCÊNDIO:
6) Procure alcançar o térreo usando a escada,
sem correr. Jamais use o elevador;
7) Se sua vestes pegar fogo, não corra. Isso só
faz aumentar a chama. Role no chão ou
procure se envolver com um cobertor ou
cortina para abafá-lo.
CORPO DE
BOMBEIROS NO
BRASIL
193
NR 5COMISSÃO INTERNA CIPA NR 05 CIPA.ppt
PRIMEIROS SOCORROS
Introdução
Primeiros Socorros, são todas as
medidas que devem ser tomadas de
imediato para evitar agravamento do
estado de saúde ou lesão de uma pessoa
antes do atendimento médico.
PRIMEIROS SOCORROS
PRINCIPAIS ATENDIMENTOS E
DOENÇAS EM PRIMEIROS
SOCORROS
DESMAIO
É a perda súbita e temporária da
consciência e da força muscular,
geralmente devido à diminuição de
oxigênio no cérebro, tendo como causas:
hipoglicemia, fator emocional, dor
extrema, ambiente confiando entre
outros.
DESMAIO
Sintomas:
 Tontura;
 Sensação de mal estar;
 Pulso rápido e fraco;
 Respiração presente de ritmo
variados;
 Tremor nas sobrancelhas.
DESMAIO
Atendimento:
 Colocar a vítima em local arejado e
afastar os curiosos;
 Deitar a vítima se possível com a
cabeça mais baixa que o corpo;
 Afrouxar as roupas.
CRISE CONVULSIVA
A vitima de crise convulsiva (Ataque
Epilético), fica retraída e começa a se
debater violentamente, podendo
apresentar os olhos virados para cima
CRISE CONVULSIVA
Como Socorrer:
Deite a vitima no chão e afaste tudo que estiver ao
seu redor que possa machucá-la.
Retire objetos como próteses, óculos, colares, etc.
Coloque um pano ou lenço dobrado entre os dentes
e desaperte a roupa da vitima.
Não dê liquido à pessoas que estejam inconscientes.
Cessada a convulsão, deixa a vitima repousar
calmamente, pois poderá dormir por minutos ou
horas.
Nunca deixe de prestar Socorro à vitima de
convulsão.
ENVENENAMENTO / INTOXICAÇÃO
O que fazer?
Procure ajuda médica imediatamente.
Não dê nada para beber (nem água ou leite) e não
provoque vomito.
Se for sobre a superfície da pele, elimine o material
e lave a pele com água.
Guarde a embalagem do produto tóxico.
CHOQUE ELÉTRICO
Corte a corrente elétrica imediatamente .
Se a vitima ainda estiver conectada a corrente
elétrica, use pano bem grosso, borracha, madeira ou
material não condutor de eletricidade para salvá-la da
corrente.
Se o choque tiver sido muito forte, pode ter causado
parada cardiorrespiratória. Caso a vitima esteja com
ausência de pulso e de batimentos cardíacos ou ainda
lábios e unhas arroxeadas, inicie imediatamente a
massagem cardíaca com a respiração boca a boca,
alternadamente.
HEMORRAGIAS
É a perda de sangue devido ao rompimento de um
vaso sanguíneo (artérias, veias e capilares). Toda a
hemorragia deve ser controlada imediatamente.
A hemorragia abundante e não controlada pode
causar a morte em 3 a 5 minutos.
Obs.: Corpo Humano = 5 a 6lts de sangue ou 7% do
peso.
Pode perder até 15% sem nenhum efeito imediato,
acima disso o pulso torna-se mais rápido e começa
a sentir tonturas, irritação ou frio.
HEMORRAGIA EXTERNA
Sintomas:
 Sangramento visível;
 Nível de consciência variável decorrente da
perda sanguínea;
 Palidez de pele e mucosa
HEMORRAGIA EXTERNA
Atendimento:
 Comprimir o local usando um pano limpo ou
compressa de gaze com faixas;
 Se possível elevar o membro que está
sangrando;
 Não utilizar qualquer substância estranha para
cobrir o sangramento.
HEMORRAGIA EXTERNA
QUEIMADURAS
É uma lesão produzida no
tecido de revestimento do
organismo, por agentes
térmicos, elétricos, produtos
químicos, irradiação ionizantes
e animais peçonhentos.
QUEIMADURAS
1°Grau:
 Atinge somente a epiderme
 Dor local e vermelhidão da área atingida.
2°Grau:
 Atinge a epiderme e derme;
 Apresenta dor local, vermelhidão e
bolhas d`águas.
3° Grau:
 Atinge a epiderme, derme e alcança os
tecidos mais profundos.
QUEIMADURAS
Atendimento:
 Isolar a vítima do agente agressor;
 Diminuir a temperatura local,
banhando com água fria;
 Retirar parte da roupa que esteja
queimada; anéis e pulseiras para
não provocar estrangulamento ao
inchar;
 Não se deve fazer: furar bolhas,
colocar gelo, aplicar medicamentos
e nem produtos caseiros.
FRATURAS
Fraturas:
 Fechadas: sem exposição
óssea.
 Expostas: o osso está ou
esteve exposto.
FRATURAS
Atendimento:
 Manipular o mínimo possível o
local afetado;
 Jamais colocar o osso no lugar;
 Proteger ferimentos com panos
limpos e controlar o
sangramentos;
 Imobilizar a área afetada;
 Em caso de entorse e luxação
aplicar bolsa de gelo no local.
FRATURAS
COLUNA VERTEBRAL
COLUNA VERTEBRAL
Atendimento:
 Cuidado com a vítima inconsciente;
 Imobilizar o pescoço antes de
transportar, utilizando o colar
cervical;
 Movimentar a vítima em bloco,
impedindo particularmente
movimentos bruscos do pescoço e do
tronco;
 Colocar na prancha de madeira.
COLUNA VERTEBRAL
Colar Cervical:
O colar cervical é encontrado nos
tamanhos pequeno, médio e grande e
na forma regulável a qual se ajusta a
todo comprimento de pescoço.
COLUNA VERTEBRAL
Colocação do Colar Cervical por 2 socorristas:
Socorrista 1
 Retirar qualquer vestimenta e adorno em
torno do pescoço da vítima;
 Examinar o pescoço da vítima antes de
colocar o colar;
 Fazer o alinhamento lentamente da cabeça
e manter firme com uma leve tração para
cima.
COLUNA VERTEBRAL
Colocação do Colar Cervical por 2 socorristas:
Socorrista 2
 Escolher o colar cervical apropriado;
 Passar a parte posterior do colar por trás do
pescoço da vítima;
 Ajustar o colar e prender o velcro,
mantendo uma discreta folga (um dedo)
entre o colar e o pescoço da vítima;
 Manter imobilização lateral da cabeça.
ENGASGAMENTO
Manobra de Heimlich
PARADA CARDIO-RESPIRTÓRIA
É a ausência das funções vitais,
movimentos respiratórios e batimentos
cardíacos. A ocorrência isolada de uma
delas só existe em um curto espaço de
tempo. A parada cardiorrespiratória leva
à morte no período de 3 a 5 minutos.
PARADA CARDIO-RESPIRTÓRIA
Procedimento:
 Iniciar compressões nos primeiros 10
segundo da constatação da PCR;
 Comprimir com força e rapidez:
Comprime à frequência mínima de
100/min, com profundidade mínima
de 5 cm;
 Permitir o retorno total do tórax após
cada compressão;
PARADA CARDIO-RESPIRTÓRIA
PARADA CARDIO-RESPIRTÓRIA
PARADA CARDIO-RESPIRTÓRIA
Procedimento:
 Continuar com a RCP, inclusive
durante o transporte, até que a
vítima volte a respirar, a ter pulso ou
até que o atendimento médico
chegue ao local.
NR 5COMISSÃO INTERNA CIPA NR 05 CIPA.ppt
NR 5COMISSÃO INTERNA CIPA NR 05 CIPA.ppt
DST - AIDS
O que é HIV?
O vírus da imunodeficiencia Humana, conhecido como HIV
(sigla originada do inglês : Human Immunodeficiency Virus), é
um vírus pertecente à classe dos retrovírus e causador da AIDS.
Ao entrar no organismo humano. O HIV age no interior das
celulas de defesa mais atingidas pelo virus são os linfócitos
CD4+, justamente aquelas que comandam a resposta específica
de defesa do corpo diante de agentes como vírus e bactérias.
O HIV pode levar varios anos, entre o momento da infcção até
o surgimento dos primeiros sintomas
DST - AIDS
O que é HIV?
Esta fase se denomina de assintomática, pois a pessoa não
apresenta nenhum sintoma ou sinal de doença. Este período
entre a infecção pelo HIV e a manifestação dos primeiros
sintomas da AIDS irá depender, principalmente do estado de
saúde da pessoa.
Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS.
Há muitas pessoas soropositivas que vivem durante anos sem
desenvolver a doença. No entanto, podem transmitir o HIV aos
outros pelas relações sexuais desprotegidas, por compartilhar
seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez.
DST - AIDS
O que é AIDS?
A AIDS, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (silga do Inglês:
Acquired Immune Deficiency Syndrome) se manifesta após a
infecção do organismo pelo vírus Imunodeficiencia Humana, o HIV
(Sigla do Inglês – Human Immunodeficiency Virus)
A AIDS não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas.
Entretanto, os sintomas iniciais são geralmente semelhantes e,
além disso, comuns a várias outras doenças.
São eles: febre persistente, calafrios, dor de cabeça, dor de
garganta, dores musculares, manchas na pele, gânglios ou ínguas
embaixo do braço, no pescoço ou na virilha e que podem levar
muito tempo para desaparecer
DST - AIDS
O que é AIDS?
Com a progressão da doença e com o comprometimento do
sistema imunológico do indivíduo, começam a surgir doenças
oportunistas, tais como tuberculose, pneumonia, alguns tipos de
câncer, candidíase e infecções do sistema nervoso (toxoplasmose e
as meningites, por exemplo)
DST - AIDS
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  • 1. COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA NR 05
  • 2. CONTEUDO PROGRAMÁTICO I – Introdução à Segurança do Trabalho II - Organização da CIPA III - Estudo das Condições e Riscos Ambientais IV - Acidentes e Doenças no Ambiente de Trabalho V - Investigação de Acidentes VI - Legislação Trabalhista e Previdenciária VII – Prevenção e Combate a Incêndio VIII – Primeiros socorros
  • 4. HISTÓRIA ANTIGA No Egito antigo, filósofos e estudiosos já demonstravam preocupação com os escravos: sua saúde, bem estar físico e doenças decorrentes das atividades laborais. Há informações nos primeiros séculos d.C. referindo-se exclusivamente às enfermidades relacionadas com trabalhadores em minas. Em 1700, na Itália, Bernadinus Ramazzini – “Pai da Medicina do Trabalho“ publicou o livro "De Morbis Artificum Diatriba" (As doenças dos Trabalhadores) onde descreve uma série de doenças relacionadas a 50 profissões diversas.
  • 5. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Consequências:  Grande número de acidentes de trabalho;  As mortes, principalmente de crianças, eram muito frequentes;  Não existia horário de trabalho;  Em 1802 o Parlamento Britânico aprovou a Lei de Saúde e Moral dos Aprendizes, primeira Lei de proteção dos trabalhadores, que estabelecia:
  • 6. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Consequências:  Limite 12 horas de trabalho por dia,  Proibia o trabalho noturno,  Obrigava os empregadores a lavar as paredes das fábricas duas vezes por ano, e tornava obrigatória a ventilação do ambiente.
  • 7. EVOLUÇÃO NO BRASIL 1919 – Lei 3724 foi a primeira lei voltada para a proteção do trabalhador; 1921 – Recomendação da OIT que estabelece a CIPA. 1943 – Decreto-Lei nº 5.452 – Criada a CLT
  • 8. EVOLUÇÃO NO BRASIL A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é a principal norma legislativa brasileira referente ao Direito do trabalho. Ela foi criada através do Decreto-Lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943 e sancionada pelo então presidente Getúlio Vargas.
  • 9. EVOLUÇÃO NO BRASIL 1944 – Com o Decreto-Lei 7.036, artigo 82 de 10 de novembro de foi criada a primeira legislação estabelecendo a obrigatoriedade de formação das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes – CIPA. 1978 – Regulamentação da NR 5 – CIPA. 1999 – Regulamentação e atualização da legislação da CIPA.
  • 10. EVOLUÇÃO NO BRASIL SEGURANÇA DO TRABALHO Hoje a CIPA está regulamentada pela CLT nos artigos 162 a 165 e pela NR 5 –e a CIPA TR na NR 31 do Ministério do Trabalho.
  • 11. EVOLUÇÃO NO BRASIL As Normas Regulamentadoras, também conhecidas como NRs, regulamentam e fornecem orientações sobre procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho no Brasil. Foram aprovadas pela Portaria N.° 3.214, 08 de junho de 1978. São de observância obrigatória por todas as empresas brasileiras regidas pela CLT. SEGURANÇA DO TRABALHO
  • 12. EVOLUÇÃO NO BRASIL Hoje o manual das NRs é composto por 37 normas sendo entre elas:  NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais. NR 20 – Segurança e Saúde no trabalho com Inflamáveis e Combustíveis. NR 33 – Segurança e Saúde no trabalho em Espaço Confinado NR 35 – Trabalho em Altura  NR 4 – SESMT  NR 5 – CIPA  NR 6 – EPI  NR 7 – PCMSO  NR 9 – PPRA NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
  • 13. EVOLUÇÃO NO BRASIL Segundo a NR-04, são os profissionais responsáveis por aplicar os conhecimentos específicos de engenharia de segurança e medicina do trabalho, de forma a reduzir ou até eliminar os riscos à saúde do trabalhador. SEGURANÇA DO TRABALHO SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho
  • 14. EVOLUÇÃO NO BRASIL NR 5 - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES SEGURANÇA DO TRABALHO 5.1 A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
  • 15. OBJETIVO DA CIPA NA EMPRESA  Melhorar as condições de trabalho  Prevenir Acidentes  Promover a Saúde  Garantir a segurança
  • 16. CIPA COMISSÃO INTERNA PREVENÇÃO ACIDENTE Grupo de pessoas que, em conjunto, estão encarregadas de tratar de um determinado assunto. Seu campo de atuação está restrito à própria empresa. É a meta principal da comissão. Significa tomar decisões para prevenir ou eliminar os risco inerentes à atividade desenvolvida na empresa. Qualquer ocorrência imprevista e sem intenção que possa causar danos ou prejuízos à propriedade ou à pessoa.
  • 17. PRINCIPAL OBJETIVO DA CIPA “PREVENIR OS ACIDENTES E AS DOENÇAS DO TRABALHO"
  • 18. NORMA REGULAMENTADOR A 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES
  • 19. OBJETIVO DA CIPA A CIPA tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
  • 20. CONSTITUIÇÃO DA CIPA  Empresas privadas e públicas,  Sociedades de economia mista,  Órgãos da administração direta e indireta,  Instituições beneficentes,  Associações recreativas,  Cooperativas,  Outras instituições que admitam trabalhadores como empregados.
  • 21. ORGANIZAÇÃO DA CIPA 5.6 A CIPA será composta de representantes do empregador e dos empregados, de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I desta NR.
  • 22. ORGANIZAÇÃO DA CIPA 5.6.1 Os representantes dos empregadores, titulares e suplentes, serão por eles designados. 5.6.2 Os representantes dos empregados – titulares e suplentes – serão eleitos em escrutínio secreto, do qual participem, independentemente de filiação sindical, exclusivamente os empregados interessados.
  • 23. ORGANIZAÇÃO DA CIPA 5.8 É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para CIPA desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato. 5.7 O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano, permitida uma reeleição.
  • 24. ORGANIZAÇÃO DA CIPA 5.11 O empregador designará entre seus representantes o Presidente da CIPA, e os representantes dos empregados escolherão entre os titulares o vice-presidente. 5.12 Os membros da CIPA, eleitos e designados serão, empossados no primeiro dia útil após o término do mandato anterior.
  • 25. 5.13 Será indicado, de comum acordo com os membros da CIPA, um secretário e seu substituto, entre os componentes ou não da comissão, sendo neste caso necessária a concordância do empregador. ORGANIZAÇÃO DA CIPA
  • 26. ORGANIZAÇÃO DA CIPA Empregados na empresa Membros da CIPA 20 a 29 30 a 50 51 a 80 80 a 100 101 a 120 121 a 140 141 a 300 301 a 500 501 a 1000 Representantes dos trabalhadores 1 1 2 2 3 4 4 5 6 Representantes do empregador 1 1 2 2 3 3 4 4 5 GRUPO C-2 CÓDIGO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS – CNAE Exemplo: 10.92-9-00 - Fabricação de biscoitos e bolachas NR 05
  • 27. 5.14 A documentação referente ao processo eleitoral da CIPA, incluindo as atas de eleição e de posse e o calendário anual das reuniões ordinárias, deve ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego. (Alterado pela Portaria SIT n.º 247, de 12 de julho de 2011) ORGANIZAÇÃO DA CIPA
  • 29. 5.16 A CIPA TERÁ POR ATRIBUIÇÃO  Identificar os riscos do processo de trabalho e elaborar o Mapa de Riscos;  Elaborar Plano de Trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho;  Participar da implementação do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias;  Realizar, periodicamente, a Inspeção de Segurança nos ambientes e condições de trabalho;
  • 30.  Realizar, a cada reunião, avaliação do cumprimento das metas;  Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho;  participar com o SESMT/empregador discussões para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde; 5.16 A CIPA TERÁ POR ATRIBUIÇÃO
  • 31. 5.16 A CIPA TERÁ POR ATRIBUIÇÃO colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho; divulgar e promover o cumprimento das NR, bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho, relativas à segurança e saúde no trabalho; participar, em conjunto com o SESMT/empregador, da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados;
  • 32. 5.16 A CIPA TERÁ POR ATRIBUIÇÃO requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas; promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT; participar, anualmente, em conjunto com a empresa, de Campanhas de Prevenção da AIDS.
  • 33. 5.18 CABE AOS EMPREGADOS Observar e aplicar no ambiente de trabalho as recomendações quanto a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. Indicar à CIPA, ao SESMT e ao empregador situações de riscos e apresentar sugestões para melhoria das condições de trabalho; Participar da eleição de seus representantes; Colaborar com a gestão da CIPA;
  • 34. 5.19 CABE AO PRESIDENTE DA CIPA Convocar os membros para as reuniões da CIPA; Coordenar as reuniões da CIPA e encaminhar as decisões da comissão ao empregador e ao SESMT;  Manter o empregador informado sobre os trabalhos da CIPA; Coordenar e supervisionar as atividades da secretária; Delegar atribuições ao Vice-Presidente.
  • 35. 5.19 CABE AO PRESIDENTE DA CIPA Obs.: 5.31.1 No caso de afastamento definitivo do Presidente, o empregador indicará o substituto, em 2 dias úteis, preferencialmente entre seus membros.
  • 36. 5.20 CABE AO VICE-PRESIDENTE: Executar as atribuições que lhe forem delegadas pelo Presidente;  Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nos afastamentos temporários. OBS.: 5.31. No caso de afastamento definitivo do Vice- Presidente, os membros titulares da representação dos empregados escolherão o substituto, entre seus titulares, em 2 dias úteis.
  • 37. 5.21 ATRIBUIÇÕES CONJUNTA PRESIDENTE E VICE-PRESIDENTE  Cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para desenvolver seus trabalhos;  Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, e zelar para que os objetivos propostos sejam alcançados;  Delegar atribuições aos membros da CIPA;  Promover o relacionamento da CIPA com o SESMT;  Divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores da empresa;  Constituir a Comissão Eleitoral.
  • 38. 5.22 ATRIBUIÇÕES DO SECRETÁRIO (A)  Acompanhar as reuniões da CIPA, redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes;  Realizar as demais atividades que lhe forem atribuídas.  Preparar as correspondências, e-mail´s, comunicações, etc;
  • 40. REUNIÕES ORDINÁRIAS 5.23 A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de acordo com o calendário preestabelecido; 5.24 As reuniões ordinárias da CIPA serão realizadas durante o expediente normal da empresa; 5.25 As reuniões da CIPA terão atas assinadas pelos presentes; 5.26 As atas devem ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego. (Alterado pela Portaria SIT n.º 247, de 12 de julho de 2011).
  • 41. REUNIÕES EXTRAORDINÁRIAS 5.27 As reuniões extraordinárias serão realizadas quando:  houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência;  acidente grave ou fatal; ou quando houver solicitação expressa de uma das representações.
  • 42. DISPOSIÇÕES GERAIS 5.28 As decisões da CIPA serão preferencialmente por consenso; 5.30 O membro titular perderá o mandato, sendo substituído por suplente, quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa;
  • 43. DISPOSIÇÕES GERAIS 5.31.3 Caso não existam suplentes para ocupar o cargo vago, o empregador deve realizar eleição extraordinária, cumprindo todas as exigências estabelecidas para o processo eleitoral, exceto quanto aos prazos, que devem ser reduzidos pela metade. (Inserido pela Portaria SIT n.º 247, de 12 de julho de 2011).
  • 45. DO TREINAMENTO 5.28 5.32 A empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA, titulares e suplentes, antes da posse. 5.32.1 O treinamento de CIPA em primeiro mandato será realizado no prazo máximo de trinta dias, contados a partir da data da posse. 5.32.2 As empresas que não se enquadrem no Quadro I, promoverão anualmente treinamento para o designado responsável pelo cumprimento do objetivo desta NR.
  • 47. 5.38 PROCESSO ELEITORAL Convocar as eleições para escolha dos representantes dos empregados (Empregador) Até 60 dias antes do término do mandato em curso Constituir a Comissão Eleitoral “CE” (Presidente e V.Presidente) Até 55 dias do início do pleito Publicar e divulgar o Edital (Empregador) Até 45 dias antes do dia da eleição Inscrição e eleição individual Período mínimo p/ inscrição 15dias Realização da eleição Até 30 dias antes do final do mandato Guarda de todos os documentos relativos à eleição (Empregador) Período mínimo de 5 anos
  • 48. 5.38 PROCESSO ELEITORAL  Nos estabelecimentos onde não houver CIPA, a “CE” será constituída pela empresa.  Liberdade de inscrição para todos os empregados da empresa  Garantia de emprego para todos os empregados da empresa até a eleição  Realizar a eleição e apuração de votos em dia normal de trabalho, respeitando os horários dos turnos;  Voto secreto
  • 49. 5.38 PROCESSO ELEITORAL 5.41 Havendo participação inferior a cinquenta por cento dos empregados na votação, não haverá a apuração dos votos e a comissão eleitoral deverá organizar outra votação, que ocorrerá no prazo máximo de dez dias.
  • 50. 5.38 PROCESSO ELEITORAL 5.44 Em caso de empate, assumirá aquele que tiver maior tempo de serviço no estabelecimento. 5.45 Os candidatos votados e não eleitos serão relacionados na ata de eleição e apuração, em ordem decrescente de votos, possibilitando nomeação posterior, em caso de vacância de suplentes.
  • 51. ASPECTOS NECESSÁRIOS AO EXERCÍCIO DAS ATRIBUIÇÕES DA CIPA
  • 52. PAPEL DO CIPEIRO Representar o empregador e os empregados diante a Comissão, sobre os assuntos relativos à segurança do trabalho; Desempenhar suas funções na comissão com responsabilidade; Acreditar que algo pode ser feito para prevenção de acidentes em sua empresa;
  • 53. PAPEL DO CIPEIRO Dominar as Normas Regulamentadoras (NRs); Desenvolver o papel de educador de adultos em Segurança e Saúde do Trabalho; Buscar e propor soluções para os problemas de segurança e saúde de todos da empresa.
  • 54. PLANO DE AÇÃO DA CIPA É A ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO ATRAVÉS DE: Planejamento  Organização  Controle  Avaliação OBJETIVOS:  Elaborar formas eficazes de prevenção de acidentes e doenças do Trabalho.  Sistematizar o método de trabalho da CIPA.
  • 55. PREPARAÇÃO DA REUNIÃO Objetivo: É importante que a CIPA seja um grupo, e não só uma reunião de pessoas. Todos devem cooperar para atingir objetivos comuns. É necessário que cada cipeiro tenha a responsabilidade de participar das reuniões, sugerindo discussões sobre assuntos relativos a segurança, para que a comissão possa analisá-los e debatê-los.
  • 56. PREPARAÇÃO DA REUNIÃO  Definir Finalidade da Reunião;  Estabelecer sua Pauta;  Avaliar se os assuntos importantes estão contidos;  Encaminhar a pauta a todos os participantes para que possam se preparar para a reunião.
  • 57. DESENVOLVIMENTO DA REUNIÃO  Leitura da ata da última reunião. Retomar se necessário, algum conteúdo da ata e assiná-la;  Enumerar as tarefas, destacando as mais urgentes;  Apresentar os temas a serem discutidos;  Estudo e análise dos temas;  Síntese da reunião;  Agendar o dia, local e horário da próxima reunião;
  • 58. DESENVOLVIMENTO DA REUNIÃO OBS.: A CIPA deve possuir um livro- ata para lavratura das reuniões, que deverá ficar sob a guarda do secretário e ser apresentado aos Agentes de Inspeção do Trabalho quando solicitado.
  • 59. NORMAS PARA A REALIZAÇÃO DA REUNIÃO  Checar previamente sala e materiais necessários à reunião;  Não atrasar nem prolongar demais a reunião;  Fazer as intervenções necessárias sem constranger as pessoas;  Incentivar a participação de todos;  Expor as idéias de forma clara e objetiva. Evitar longos discursos;
  • 60. NORMAS PARA A REALIZAÇÃO DA REUNIÃO  Ouvir os demais participantes. Não monopolizar a discussão;  Não interromper quem estiver com a palavra;  Se discordar de alguma coisa, expor seu ponto de vista sem agressividade;  Analisar os problemas do grupo e contribuir para solucioná- los;  Só levantar, ou se ausentar da reunião em caso de extrema necessidade.
  • 61. SIPAT  Semana voltada à prevenção, tanto no que diz respeito aos acidentes do trabalho quanto às doenças ocupacionais.  Atividade anual obrigatória para todas as CIPAs realizada em conjunto com o SESMT.  É a continuidade dos trabalhos voltados para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.
  • 62. SIPAT OBJETIVOS: Orientar e conscientizar os funcionários sobre a importância da prevenção de acidentes e doenças no ambiente do trabalho; Buscar a efetiva participação dos funcionários envolvendo, também, os diretores, gerentes e familiares, se possível.
  • 64. O QUE SÃO RISCOS AMBIENTAIS? São agentes presentes nos ambientes de trabalho, capazes de afetar o trabalhador a curto, médio e longo prazo, provocando acidentes com lesões imediatas e/ou doenças chamadas profissionais ou do trabalho, que se equiparam a acidentes do trabalho.
  • 65. CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS Grupo 1 - Verde - Riscos Físicos Grupo 2 - Vermelho - Riscos Químicos Grupo 3 - Marrom - Riscos Biológicos Grupo 4 - Amarelo - Riscos Ergonômicos Grupo 5 - Azul - Riscos de Acidentes Classificação dos riscos ocupacionais em grupos e padronização de cores, de acordo com a sua natureza (portaria nº 25, de 29/12/94 - mtb.)
  • 66. AGENTES FÍSICOS Exemplos:  Ruído  Vibrações mecânicas  Temperaturas extremas  Pressões atmosféricas anormais  Radiações ionizantes  Radiações não ionizantes  Umidade
  • 67. AGENTES QUÍMICOS São agentes causadores em potencial de doenças profissionais devido a sua ação química sobre o organismo dos trabalhadores. Podem ser encontrados na forma sólida, líquida e gasosa.
  • 68. AGENTES QUÍMICOS Exemplos de agentes químicos:  Névoas, Poeiras, Gases,  Neblinas, Fumos, Vapores e  Substâncias compostas por produtos químicos em geral.
  • 69. AGENTES BIOLÓGIGOS Temos como exemplos de Agentes Biológicos:  Bactérias,  Parasitas,  Vírus,  Fungos,  Bacilos, e os  Protozoários.
  • 70. AGENTES MECÂNICOS RISCOS DE ACIDENTES São responsáveis por uma série de lesões nos trabalhadores, como cortes, fratura, escoriações, queimaduras, etc.
  • 71. AGENTES MECÂNICOS RISCOS DE ACIDENTES Exemplos de agentes mecânicos:  Máquinas sem proteção;  Arranjo físico deficiente;  Instalações elétricas deficientes;  Ferramentas defeituosas ou inadequadas;  Pisos defeituosos ou escorregadios;  Empilhamentos precários ou fora de prumo; etc.
  • 72. AGENTES ERGÔNOMICOS São agentes causadores de doença, se caracterizam por atitudes e hábitos profissionais prejudiciais a saúde, os quais podem refletir no esqueleto e órgão do corpo.
  • 73. AGENTES ERGÔNOMICOS Exemplos de situações anti-ergonômica:  A falta de bancos e assentos não ajustáveis; Trabalho físico pesado;  Posturas incorretas e posições incomodas;  Ritmos excessivos,;  Trabalho em regime de turno;  Jornada prolongada.
  • 75. LEGISLAÇÃO MAPEAMENTO DE RISCOS MAPA DE RISCOS: Representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes no local de trabalho, através de círculos de tamanhos e cores diferentes. Levantamento de possíveis riscos ambientais presentes nos locais de trabalho e em cada setor da empresa que possam oferecer perigo aos trabalhadores.
  • 76. ELABORAÇÃO O mapeamento é realizado pela CIPA, após ouvir os trabalhadores de todos os setores da empresa e com a orientação do SESMT da empresa.
  • 77. OBJETIVOS  Reunir informações para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa;  Possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores e estimular sua participação nas atividades de prevenção.
  • 78. ETAPAS PARA A ELABORAÇÃO 1. Fazer o levantamento dos riscos; 2. Elaborar o Mapa de Riscos; 3. Afixar o Mapa de Riscos Ambientais em local de fácil visualização para conhecimento dos trabalhadores; 4. Propor Medidas Corretivas.
  • 79. Círculo - indica a intensidade do risco. Cores - representam os tipos de risco. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA
  • 80. INFORMAÇÕES 5 Número: pessoas expostas ao risco Cor: Agente de Risco (Levantamento de Pesos) Círculo Dividido Pessoas expostas ao risco/Especificação do Agente
  • 82. INTRODUÇÃO “Os acidentes acontecem quando a prevenção falha e neste sentido, os processos de análise e investigação de acidentes constituem ferramentas de vital importância para a identificação das causas e estabelecimento de planos de ação para evitar sua repetição.”
  • 83. ACIDENTE DO TRABALHO: “Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou ainda, pelo exercício do trabalho dos segurados especiais, provocando lesão corporal ou pertubação funcional que cause a morte, a perda ou redução da capacidade para o trabalho permanente ou temporária.” (Art. 19 – Dec. 611 – Lei 8213)
  • 84. ACIDENTE DO TRABALHO: “É todo fato inesperado, não planejado, que interrompe o processo normal de um trabalho, ou nele interfere, podendo resultar em lesão, danos materiais e perda de tempo.” Conceito prevencionista:
  • 85. INCIDENTE DO TRABALHO: “Os incidentes são eventos que antecedem as perdas, isto é, são os contatos que poderiam causar uma lesão ou dano – são considerados quase acidentes.”
  • 86. TEORIA DE FRANK BIRD Esse estudo foi feito pela Insurance Company of North America, em 297 empresas, analisando 1.753.498 casos para 1.750.000 trabalhadores.
  • 87. “EQUIPARAM" AOS ACIDENTES DE TRABALHO:  Acidentes no exercício do trabalho  Acidentes fora do Local e Horário de trabalho  Acidentes de Trajeto  Doença Profissional  Doença do Trabalho
  • 88. ACIDENTES NO EXERCÍCIO DO TRABALHO: “É o acidente típico de trabalho que ocorre no local e durante o trabalho, considerado como um acontecimento súbito, violento e ocasional que provoca no trabalhador uma incapacidade para o trabalho”.
  • 89. ACIDENTES FORA DO LOCAL E HORÁRIO DE TRABALHO “O acidente que acontece quando você está prestando serviços por ordem da empresa fora do local de trabalho ou quando você estiver em viagem a serviço da empresa”.
  • 90. ACIDENTE DE TRAJETO: Também conhecido como acidente Intinere e de Percurso. É todo acidente ocorrido no trajeto entre a residência e o local de trabalho do segurado, e vice-versa.
  • 91. DOENÇAS OCUPACIONAIS OU PROFISSIONAL: São aquelas decorrentes de exposição a substâncias ou condições perigosas inerentes a processos e atividades profissionais ou ocupacionais. Exemplo: Saturnismo, Silicose...
  • 92. DOENÇAS DO TRABALHO: São aquelas doenças que podem ser adquiridas ou desencadeadas pelas condições inadequadas em que o trabalho é realizado, expondo o trabalhador a agentes nocivos a saúde.  Dores de coluna em motorista que trabalha em condições inadequadas;  Surdez devido ao ruído acima dos limites de tolerância;
  • 93. PCMSO A NR 7 estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação do PCMSO com o objetivo de promover e preservar a saúde dos trabalhadores. Entre outras providências, recomenda a realização obrigatória dos exames médicos: PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE OCUPACIONAL PCMSO (NR 7)
  • 94. PCMSO PCMSO (NR 7)  Admissional;  Periódico;  De retorno ao trabalho;  De mudança de função;  Demissional;  Exames especiais realizados para os trabalhos que têm maior propensão às doenças ocupacionais.
  • 95. PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA (NR 9) O PPRA tem como objetivo principal a preservação da saúde e da qualidade de vida dos trabalhadores da empresa, por meio da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle dos riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho.
  • 97. CONCEITO Inspeção de Segurança: Vistoria feita nos locais de trabalho, áreas externas e instalações, abordando os aspectos relativos à Higiene, Segurança do Trabalho e Prevenção de Incêndios.
  • 98. CONCEITO Finalidade: identificar práticas e condições inseguras, dependências de higiene precária, possíveis focos de princípios de incêndios, com o propósito de eliminá-los de imediato, se possível. É parte integrante da rotina de trabalho dos membros da CIPA em conjunto com o SESMT.
  • 99. CLASSIFICAÇÃO DAS INSPEÇÕES  Inspeções Gerais  Inspeções Parciais  Inspeções Periódicas
  • 100. CLASSIFICAÇÃO DAS INSPEÇÕES  Inspeção Geral: Realizada quando se quer ter uma visão panorâmica de todos os setores da empresa. Pode ser realizada no inicio do mandato da CIPA.
  • 101. CLASSIFICAÇÃO DAS INSPEÇÕES  Inspeção Parcial: Realizada onde já se sabe da existência de problemas, seja por queixas dos trabalhadores ou ocorrência de doenças e acidentes do trabalho. Deve ser uma inspeção mais detalhada e criteriosa.
  • 102. CLASSIFICAÇÃO DAS INSPEÇÕES  Inspeção Periódica: É uma inspeção em que se procura identifica problemas ou riscos determinados. Como exemplo podemos citar risco de incêndio (Inspeção de extintores e hidrantes)
  • 104. MEDIDAS DE CONTROLE DE RISCO As ações adotadas para evitar acidentes de trabalho e o surgimento de doenças são chamadas de medidas de controle de riscos. São determinadas de acordo com a atividade profissional, o ambiente de trabalho, as tecnologias e técnicas utilizadas.
  • 107. MEDIDAS DE CONTROLE DE RISCO Medidas Administrativas São ações administrativas para controlar a exposição dos trabalhadores aos agentes ambientais, tais como: Revezamento e Rodízio de Atividades; Pausas Programadas; Mudança de Layout; Realização de Exercício Laboral e etc...
  • 108. MEDIDAS DE CONTROLE DE RISCO Medidas Educativas São programas de treinamentos, palestras e cursos, destinados a informar e capacitar os trabalhadores na execução segura de suas atividades.
  • 110. E.P.I EPI: é todo dispositivo de uso individual, para proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. Só poderá ser comercializado e utilizado, se possuir o CA - Certificado de Aprovação, expedido pelo MTE, nº que consta no próprio equipamento. NR 6.1
  • 111. E.P.C EPC: é toda medida ou dispositivo, sinal, imagem, som, instrumento ou equipamento destinado à proteção de uma ou mais pessoas. Estrado de Borracha Guarda Corpo CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLERS)
  • 112. E.P.I NR 6.6 Obriga-se o empregador, quanto ao EPI: • adquirir o tipo adequado à atividade do empregado; • treinar o trabalhador sobre o seu uso adequado e tornar seu uso obrigatório; • substituí-lo quando danificado ou extraviado. • registrar o seu fornecimento ao trabalhador.
  • 113. E.P.I NR 6.7 Obriga-se o empregado, quanto ao EPI: • usá-lo para o fim a que se destina e responsabilizar-se por sua guarda e conservação; • comunicar o empregador alterações que torne seu uso impróprio. • cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
  • 114. Penalidades – EPI Para o empregador – art. 161 CLT: a falta de EPI poderá resultar em multa, embargo e/ou interdição da empresa.
  • 115. Penalidades – EPI Para o empregado – art. 158 CLT: constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado quanto ao uso do EPI fonecido pelo empregador. Art. 482 CLT: O ato faltoso permite ao empregador advertir de forma oral ou por escrito o empregado infrator, que na reincidência poderá sofrer demissão por justa causa.
  • 117. CAUSAS DOS ACIDENTES Muitas pessoas acreditam que um acidente acontece por acaso. Azar, fatalidade, destino ou porque tinha que acontecer. As causas reais dos acidentes são por falhas humanas e falhas materiais.
  • 118. Podemos classificar as causas dos acidentes em: - Ato Inseguro; - Condição Insegura; - Ato e Condição Insegura CAUSAS DOS ACIDENTES
  • 119. CAUSAS DOS ACIDENTES Ato Inseguro São atitudes, atos, ações ou comportamentos do trabalhador contrários às normas de segurança. Exemplos: Não usar os EPI. Deixar materiais espalhados pelo corredor. Operar máquinas e equipamentos sem habilitação. Distrair-se ou realizar brincadeiras durante o trabalho. Utilizar ferramentas inadequadas.
  • 120. CAUSAS DOS ACIDENTES Condição Insegura (CI): É toda falha existente nos locais de trabalho que pode nos levar a ocorrência. Exemplos: - Piso molhado ou danificado; - Escadas sem corrimãos ou este está mau fixado; - Área de movimentação de cargas suspensas sem sinalização ou delimitação de área.
  • 122. CAUSAS DOS ACIDENTES CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES  Trabalhador  Família do trabalhador  Empresa  Sociedade  Governo
  • 124. CLASSIFICAÇÃO DOS ACIDENTES a)Acidentes sem Afastamento b)Acidentes com Afastamento Incapacidade temporária Incapacidade parcial e permanente Incapacidade total e permanente
  • 125. CLASSIFICAÇÃO DOS ACIDENTES ACIDENTES SEM AFASTAMENTO É o acidente em que o acidentado pode exercer sua função normalmente, no mesmo dia do acidente ou no dia seguinte, no horário regulamentar.
  • 126. CLASSIFICAÇÃO DOS ACIDENTES ACIDENTES COM AFASTAMENTO É aquele acidente que provoca a incapacidade temporária ou permanente do exercício da função. Em casos extremos, pode levar à morte.
  • 127. CLASSIFICAÇÃO DOS ACIDENTES INCAPACIDADE TEMPORÁRIA É a perda total da capacidade de trabalho por um período limitado de tempo, nunca superior a um ano. Ocorre nos casos em que o acidentado, depois de algum tempo afastado do serviço, volta ao trabalho, executando suas funções normalmente como o fazia antes do acidente.
  • 128. CLASSIFICAÇÃO DOS ACIDENTES INCAPACIDADE PARCIAL E PERMANENTE É a que provoca mutilação de alguma parte do corpo levando a uma lesão física irrecuperável, mas que não impede o exercício de atividade profissional na função de origem ou em outra função.
  • 129. CLASSIFICAÇÃO DOS ACIDENTES INCAPACIDADE TOTAL E PERMANENTE É a invalidez incurável, quando o acidentado perde a capacidade total para o trabalho.
  • 131. INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE As investigações de acidente visam apurar: O que aconteceu? Como aconteceu? Por que aconteceu? Como poderia ter sido evitado? E o que deve ser feito para que não ocorra novamente?
  • 132. INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE A investigação dos acidentes e doenças do trabalho tem por finalidade apurar todas as causas que levaram à ocorrência, a fim de evitar que aconteçam novamente.
  • 133. INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE A investigação de acidentes não poderá ter aspecto punitivo, pois o objetivo maior não é descobrir culpados, mas sim causas que provocaram os acidentes, para que seja evitada a sua repetição.
  • 134. INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE FASES DA INVESTIGAÇÃO A CIPA iniciará a investigação imediatamente após a ocorrência, devendo: a) Coletar os dados descrevendo o ocorrido b) Analisar o acidente identificando suas causas c) Definir as medidas preventivas e acompanhar sua execução.
  • 135. INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE INFORMAÇÃO DO ACIDENTE Todos os acidentes/incidentes, não importando o quanto insignificante possam parecer, devem ser informados ao setor de segurança do trabalho da empresa e ou CIPA/CIPATR para averiguações.
  • 136. INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE INFORMAÇÃO DO ACIDENTE A comunicação do acidente - artigo 22 da Lei nº 8.213/91, parágrafos I e II. As empresas deverão comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência, mesmo que tenha acontecido fora do local de trabalho, utilizando para isso o impresso CAT.
  • 137. INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE CAT – COMUNICADO DE ACIDENTE DE TRABALHO Deverá ser emitida pela empresa ou pelo próprio trabalhador, por seus dependentes, pela entidade sindical, pelo médico ou por autoridades. Deverá ser preenchido via internet, impresso em quatro vias, sendo: 1ª via (INSS), 2ª via (segurado ou dependente), 3ª via (sindicato de classe do trabalhador) e 4ª (empresa).
  • 138. INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE FALTAL Em caso de ocorrência de acidente fatal, é obrigatória a adoção das seguintes medidas: Primeiro: Comunicar o acidente fatal, de imediato, à autoridade policial competente e ao órgão regional do ministério do trabalho, que repassará imediatamente ao sindicato da categoria profissional;
  • 139. INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE FALTAL Em caso de ocorrência de acidente fatal, é obrigatória a adoção das seguintes medidas: Segundo: Isolar o local diretamente relacionado ao acidente, mantendo suas características até sua liberação pela autoridade policial competente e pelo órgão regional do ministério do trabalho.
  • 140. INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE CAT – COMUNICADO DE ACIDENTE DE TRABALHO Também devem ser informadas à Previdência Social por meio da CAT mortes de segurados decorrentes de acidente de trabalho ou doença ocupacional.
  • 142. BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS E ACIDENTÁRIOS O segurado da previdência social tem direito a vários benefícios quando ocorre acidente do trabalho que resulte incapacidade temporária, permanente ou, no caso de morte acidentaria, benefícios para os dependentes.
  • 143. AUXÍLIO DOENÇA E AUXÍLIO DOENÇA ACIDENTÁRIA O segurado da previdência terá direito a este auxílio a partir do 16º dia seguinte ao do afastamento. O dia do acidente, bem como os 15 dias subsequentes de afastamento, serão pagos pela empresa, correspondente ao salário de contribuição do empregado, vigente no dia do acidente.
  • 144. AUXÍLIO DOENÇA ACIDENTÁRIA Benefício concedido ao segurado incapacitado para o trabalho em decorrência de acidente de trabalho ou de doença profissional. Considera-se acidente de trabalho aquele ocorrido no exercício de atividades profissionais a serviço da empresa (típico) ou ocorrido no trajeto casa-trabalho-casa (de trajeto).
  • 145. AUXÍLIO DOENÇA ACIDENTÁRIA Enquanto recebe auxílio-doença por acidente de trabalho ou doença ocupacional, o trabalhador é considerado licenciado e terá estabilidade por 12 meses após o retorno às atividades.
  • 146. AUXÍLIO DOENÇA E AUXÍLIO DOENÇA ACIDENTÁRIA O auxílio-doença deixa de ser pago quando o segurado recupera a capacidade e retorna ao trabalho ou quando o benefício se transforma em aposentadoria por invalidez.
  • 147. AUXÍLIO ACIDENTE Benefício pago ao trabalhador que sofre um acidente e fica com seqüelas que reduzem sua capacidade de trabalho. O auxílio-acidente, por ter caráter de indenização, pode ser acumulado com outros benefícios pagos pela Previdência Social exceto aposentadoria. Corresponde a 50% do salário de benefício que deu origem ao auxílio- doença.
  • 148. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ Benefício concedido aos trabalhadores que, por doença ou acidente, forem considerados pela perícia médica da Previdência Social incapacitados para exercer suas atividades ou outro tipo de serviço que lhes garanta o sustento. Aposentadoria por invalidez corresponde a 100% do salário de benefício.
  • 149. PENSÃO POR MORTE ACIDENTÁRIA Devida aos dependentes do segurado falecido em decorrência de acidente, a contar da data do óbito. O valor mensal é igual ao salário de contribuição, vigente no dia do acidente.
  • 151. RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL Toda vez que adquirimos um ofício, junto com ele vem as responsabilidades, não só morais com também legais, podendo até mesmo incidir na severidade das punições previstas em lei.
  • 152. RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL Art. 927 – Aquele que, por imperícia, imprudência ou negligência violar direitos ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano. CÓDIGO CIVIL:
  • 153. RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL Art. 932 – São também responsáveis pela reparação civil: III - o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele. CÓDIGO CIVIL:
  • 154. RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto ou iminente: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, se o fato não constitui crime mais grave. CÓDIGO PENAL:
  • 155. RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL Art. 121 – Matar alguém: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 20 (vinte) anos CÓDIGO PENAL:
  • 156. RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL Art. 121, § 4° - No homicídio culposo, a pena é aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as conseqüências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante. CÓDIGO PENAL:
  • 159. INTRODUÇÃO Desde os tempos mais remotos do ser humano, conhecemos o poder do fogo, não só pelo uso e/ou interesse, mas também pelas catástrofes por ele ocasionadas.
  • 160. INTRODUÇÃO O fogo, sob controle, presta grandes serviços: desde o simples fogão doméstico às fornalhas e tantas outras operações industriais. Descontrolado, isto é, quando chamamos de incêndio, causa prejuízos e às vezes sinistros, envolvendo vidas humanas.
  • 161. TEORIA DO FOGO  O que é fogo?  Quais os seus componentes?  Como ele se forma?  Por que ele cresce tanto e provoca tragédias?  O que fazer para controlá-lo?
  • 162. TEORIA DO FOGO Para aplicarmos medidas de prevenção contra incêndios, precisamos conhecer estas respostas.
  • 163. TEORIA DO FOGO Por exemplo: um pedaço de papel ou madeira que se queima transforma-se em uma substância diferente. Fogo: é um tipo de queima, de combustão, de oxidação. É um fenômeno químico, uma reação que provoca alterações profundas na substância que se queima.
  • 164. TEORIA DO FOGO Oxidação significa uma transformação da qual participa o oxigênio. Ela pode ser: Lenta: como no caso da ferrugem que é uma queima sem chamas. Rápida: como na combustão de um papel e onde há chamas. Instantânea: como na explosão da dinamite
  • 165. INTRODUÇÃO Elementos essenciais do fogo Para que haja o surgimento de uma chama (fogo), necessitaremos que três elementos estejam presentes e com suas proporções ideais. São eles: Combustível Comburente Calor
  • 166. INTRODUÇÃO Para uma melhor compreensão de todos os elementos, ilustraremos, por meio de um triângulo, onde cada lado representará um dos elementos e o chamaremos de Triângulo do Fogo.
  • 167. INTRODUÇÃO Ultimamente vem sendo incluído mais um elemento, a Reação em cadeia TETRAEDRO DO FOGO QUADRADO DO FOGO
  • 168. COMBUSTÍVEL É todo material ou toda substância que possui a propriedade de queimar. Serve de campo para propagação do fogo. Pode ser solido, liquido ou gasoso.
  • 169. COMBURENTE / OXIGÊNIO É o elemento que se combina com o material combustível, dando início e sustentando uma combustão (chama), ou seja, é o alimento da chama.
  • 170. CALOR / FONTE IGNIÇÃO É uma forma de energia física/química ligada diretamente ao aumento de temperatura que possibilita a reação entre o combustível e o comburente.
  • 172. PROPRIEDADES DO CALOR É a propagação do fogo que se dá pela transmissão do calor e se processa através do ar atmosférico e/ou da própria estrutura dos sólidos e líquidos que estiverem nas proximidades do fogo, manifestando-se de três formas: Transmissão do calor
  • 174. TRANSMISSÃO DO CALOR Condução: A propagação do calor é feita de molécula para molécula do corpo, por movimento vibratório. A taxa de condução do calor vai depender basicamente da condutividade térmica do material, bem como de sua superfície e espessura.
  • 176. TRANSMISSÃO DO CALOR Convecção: Este processo de transmissão de calor é característico dos fluidos (gases e líquidos). Ele se dá pela formação de correntes de ar ascendentes e descendentes. A convecção é responsável pelo alastramento de muitos incêndios, às vezes atingindo compartimentos bastante afastados do local de origem do fogo.
  • 178. TRANSMISSÃO DO CALOR Radiação: É a propagação da energia por meio de partículas ou ondas. Todos os corpos emitem radiação, basta estarem a uma determinada temperatura.
  • 181. CLASSIFICAÇÃO DE INCÊNDIO CLASSE A Incêndios envolvendo materiais que queimam em superfície e profundidade e deixam resíduos. Ex.: papel, madeira, papelão, tecidos etc.
  • 182. CLASSIFICAÇÃO DE INCÊNDIO CLASSE B Incêndios envolvendo materiais que queimam em superfície e não deixam resíduos. Ex.: gasolina, éter, álcool etc.
  • 183. CLASSIFICAÇÃO DE INCÊNDIO CLASSE C Incêndios envolvendo toda linha de materiais energizados. Ex.: motores, equipamentos elétricos etc.
  • 184. CLASSIFICAÇÃO DE INCÊNDIO CLASSE D Incêndios envolvendo materiais pirofóricos (metais que queimam) é a propriedade de um material ou substância quando na forma de partículas finas reagir com o ambiente - contato com a umidade do ar. Este mesmo material, quando na forma de uma peça de maiores dimensões não reagiria com o ambiente. Ex.: Magnésio, Zircônio, Titânio etc
  • 185. CLASSIFICAÇÃO DE INCÊNDIO CLASSE D MAGNÉSIO TITÂNIO
  • 187. MÉTODOS DE EXTINÇÃO AÇÃO DE ABAFAMENTO É resultante da retirada de Oxigênio, pela aplicação de um agente extintor, que deslocará o ar da superfície do material em combustão.
  • 188. MÉTODOS DE EXTINÇÃO AÇÃO DE RETIRADA DO MATERIAL A retirada do material combustível (o que está queimando ou o que esteja próximo) evita a propagação do incêndio, sem a necessidade de se utilizar um agente extintor.
  • 189. MÉTODOS DE EXTINÇÃO AÇÃO DE RESFRIAMENTO Diminui-se a temperatura do material incendiado inferiores ao ponto de fulgor ou de combustão dessa substância.
  • 191. AGENTES EXTINTORES EXTINTOR DE ÁGUA Uso • Em incêndios de classe “A”. • Não usar em eletricidade (classe “C”).
  • 192. AGENTES EXTINTORES EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO Uso  Em incêndios de Classes “B” e “C”.  Pode ser usado em outras classes do fogo.
  • 193. AGENTES EXTINTORES EXTINTOR DE PÓ QUIMICO Uso  Em incêndios de classes “B” e “C”.  Pode ser usado em outras classes de fogo.
  • 194. AGENTES EXTINTORES EXTINTOR MULTIUSO OU ABC Os extintores de Pós chamados Multiuso ou ABC são extintores que podem ser usados em quaisquer classes de incêndio, pois extinguem princípios de incêndio em materiais sólidos, em líquidos inflamáveis e gases.
  • 195. AGENTES EXTINTORES EXTINTOR DE ESPUMA Uso Em incêndios de classes “A” e “B”. Nunca use em eletricidade (classe “C”).
  • 196. AGENTES EXTINTORES ESPUMA MECÂNICA Formada a partir da introdução do ar atmosférico, por meio de um equipamento mecânico, em uma solução de água + líquido gerador de espuma (LGE), de origem sintética ou proteica, contendo no interior de suas bolhas ar atmosférico.
  • 197. AGENTES EXTINTORES ESPUMA MECÂNICA A maioria dos líquidos geradores de espuma é disponível em formulações que recomendam o uso a 1%, 3% ou a 6%. 06 litros de LGE 94 litros de água 100 litros solução
  • 198. AGENTES EXTINTORES CARRETA DE ESPUMA É um equipamento portatil integrante do sistema de espuma de combate a incíndio, normalmente empregada na extinção de incêndios em líquidos combustíveis ou inflamáveis.
  • 199. AGENTES EXTINTORES RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE OS EXTINTORES  Os extintores devem passar por teste hidrostático a cada cinco anos;  Na maioria dos extintores a inspeção por empresa especializada deverá ser feita uma vez ao ano;  Todos deverão ser sinalizado segundo Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros;
  • 200. AGENTES EXTINTORES RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE OS EXTINTORES  Todos deverão ser fixados em locais de fácil acesso e desobstruídos;  Deverão passar por uma inspeção mensal para verificar as perfeitas condições de uso.
  • 202. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS  Hidrantes  Mangueiras  Esguichos  Chuveiros automáticos (Sprinklers)  Outros
  • 203. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS HIDRANTES São conexões instaladas nas partes internas ou externas dos prédios, destinadas à colocação de mangueiras para combater incêndios.  Os hidrantes podem ser de parede, coluna ou calçada.  Todas as conexões dos hidrantes são do tipo engate rápido.
  • 205. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS MANGUEIRAS São tubos flexíveis de tecido com revestimento interno de borracha. Nas extremidades, há juntas metálicas que possibilitam a colocação em hidrantes, derivantes etc., com a finalidade de conduzir água, sob pressão, do seu ponto de tomada (hidrantes) até o local do incêndio. São encontradas nos diâmetros de 2 ½" (65 mm) e 1 ½" (38 mm) em diversos tamanhos de comprimento: 15, 20, 25 e 30 metros.
  • 207. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS MANGUEIRAS As mangueiras podem ser acondicionadas da seguinte forma:  Enroladas ou em Espiral: permitem o armazenamento por muito tempo, evitando rachaduras.
  • 208. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS MANGUEIRAS ADUCHADAS: são dobradas e enroladas ao meio, partindo da extremidade oposta às juntas de união. Permitem maior rapidez no combate ao fogo
  • 209. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS MANGUEIRAS ZIGUEZAGUE: são utilizadas para o rápido combate ao fogo. Deve-se ter o cuidado de trocar as dobras a cada inspeção para evitar rachaduras.
  • 210. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE AS MANGUEIRAS  Conservá-las secas e em local ventilado;  Mantê-las desligadas dos hidrantes;  Examiná-las visualmente quanto a rupturas ou abrasões;  Secá-las completamente após o uso.
  • 211. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS ESGUICHOS São peças metálicas adaptadas à extremidade das mangueiras, destinadas a dar forma, direção e controle ao jato de água.  Esguicho cônico ou agulheta;  Esguicho regulável ou Esguicho universal
  • 212. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS ESGUICHOS Esguicho cônico ou agulheta É o tipo mais comum, constituído de um cone. A parte posterior é ligada à mangueira e a parte anterior, mais fina, dispõe de boca removível (requinte) que regula a formação do jato.
  • 213. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS ESGUICHOS Esguicho regulável ou Universal É um tipo de esguicho com um dispositivo especial, capaz de produzir jatos sólidos, borrifos ou neblina, controlados pelo próprio operador.
  • 214. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS CANHÃO MONITOR Equipamentos fixos ou móveis de combate, que além de seu uso normal, substituem o homem nos casos de resfriamentos em equipamentos localizados nas áreas vizinhas do local em chama.
  • 215. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLERS) É uma instalação de proteção contra incêndios composta de uma série de pequenos bicos destinados a borrifar água sobre o foco inicial do fogo. Ficam ligados à tubulação aérea do sistema e operam de acordo com a temperatura máxima ambiente. O próprio vazamento de água, ocasionado pelo rompimento de uma ampola, liga o sistema de bombas que gera a pressão da água na rede, daí denominado sistema automático.
  • 218. ELETRICIDADE As instalações elétricas ocupam um dos primeiros lugares como fonte causadora de incêndio. Fios e componentes desgastados devem ser substituídos. Devem ser evitadas, também, as improvisações ou “gambiarras” e a realização de serviços com eletricidade somente deve ficar a cargo de pessoas capacitadas.
  • 220. FIO-TERRA As máquinas, equipamentos, prateleiras, containers, tanques..., Tudo que utilizam e/ou comportam materiais elétricos, inflamáveis ou explosivos devem estar aterrados; caso contrário, poderá haver a formação do triângulo do fogo, pela geração do calor, ocasionando incêndios.
  • 221. PÁRA-RAIOS / SPDA Os incêndios provocados pelos raios são muito comuns. Todas as edificações devem possuir a proteção do pára-raios, cuja instalação e manutenção periódica devem ser feitas por especialistas.
  • 222. ESTOCAGEM INCORRETA DE MATERIAIS Os líquidos inflamáveis não devem ser guardados junto com materiais combustíveis sólidos. Também não devem ser estocados em grandes quantidades nos locais de trabalho, pois o acúmulo de gases desprendidos dos materiais pode provocar explosões e, em conseqüência, o incêndio.
  • 223. ARRUMAÇÃO E LIMPEZA A falta de arrumação e limpeza facilita o crescimento do fogo, dificultando ou impedindo sua extinção. Panos e papéis sujos de líquidos inflamáveis devem ter destino próprio. Evite o acúmulo de lixo.
  • 224. CIGARROS Um simples cigarro tem provocado grandes tragédias. Ao terminar de fumar, apague completamente o que restou do cigarro. Ao jogar as cinzas e pontas de cigarro, verifique se ele ainda está aceso.
  • 225. COMO AGIR EM CASO DE INCÊNDIO
  • 226. EM CASO DE INCÊNDIO: 1) Se perceber indícios de incêndios (fumaça, cheiro de queimado), aproxime-se a uma distância segura para ver o que está queimando e a extensão do fogo; 2) Dê o alarme pelo meio disponível a todos ocupantes e brigada de incêndio;
  • 227. EM CASO DE INCÊNDIO: 3) Se não souber combater o fogo, ou não puder dominá-lo, saia do local alertando os demais ocupantes; 4) Não perca tempo tentando salvar objetos, salve sua vida; 5) Mantenha-se vestido, pois sua roupa protege o corpo contra o calor;
  • 228. EM CASO DE INCÊNDIO: 6) Procure alcançar o térreo usando a escada, sem correr. Jamais use o elevador; 7) Se sua vestes pegar fogo, não corra. Isso só faz aumentar a chama. Role no chão ou procure se envolver com um cobertor ou cortina para abafá-lo.
  • 231. PRIMEIROS SOCORROS Introdução Primeiros Socorros, são todas as medidas que devem ser tomadas de imediato para evitar agravamento do estado de saúde ou lesão de uma pessoa antes do atendimento médico.
  • 232. PRIMEIROS SOCORROS PRINCIPAIS ATENDIMENTOS E DOENÇAS EM PRIMEIROS SOCORROS
  • 233. DESMAIO É a perda súbita e temporária da consciência e da força muscular, geralmente devido à diminuição de oxigênio no cérebro, tendo como causas: hipoglicemia, fator emocional, dor extrema, ambiente confiando entre outros.
  • 234. DESMAIO Sintomas:  Tontura;  Sensação de mal estar;  Pulso rápido e fraco;  Respiração presente de ritmo variados;  Tremor nas sobrancelhas.
  • 235. DESMAIO Atendimento:  Colocar a vítima em local arejado e afastar os curiosos;  Deitar a vítima se possível com a cabeça mais baixa que o corpo;  Afrouxar as roupas.
  • 236. CRISE CONVULSIVA A vitima de crise convulsiva (Ataque Epilético), fica retraída e começa a se debater violentamente, podendo apresentar os olhos virados para cima
  • 237. CRISE CONVULSIVA Como Socorrer: Deite a vitima no chão e afaste tudo que estiver ao seu redor que possa machucá-la. Retire objetos como próteses, óculos, colares, etc. Coloque um pano ou lenço dobrado entre os dentes e desaperte a roupa da vitima. Não dê liquido à pessoas que estejam inconscientes. Cessada a convulsão, deixa a vitima repousar calmamente, pois poderá dormir por minutos ou horas. Nunca deixe de prestar Socorro à vitima de convulsão.
  • 238. ENVENENAMENTO / INTOXICAÇÃO O que fazer? Procure ajuda médica imediatamente. Não dê nada para beber (nem água ou leite) e não provoque vomito. Se for sobre a superfície da pele, elimine o material e lave a pele com água. Guarde a embalagem do produto tóxico.
  • 239. CHOQUE ELÉTRICO Corte a corrente elétrica imediatamente . Se a vitima ainda estiver conectada a corrente elétrica, use pano bem grosso, borracha, madeira ou material não condutor de eletricidade para salvá-la da corrente. Se o choque tiver sido muito forte, pode ter causado parada cardiorrespiratória. Caso a vitima esteja com ausência de pulso e de batimentos cardíacos ou ainda lábios e unhas arroxeadas, inicie imediatamente a massagem cardíaca com a respiração boca a boca, alternadamente.
  • 240. HEMORRAGIAS É a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sanguíneo (artérias, veias e capilares). Toda a hemorragia deve ser controlada imediatamente. A hemorragia abundante e não controlada pode causar a morte em 3 a 5 minutos. Obs.: Corpo Humano = 5 a 6lts de sangue ou 7% do peso. Pode perder até 15% sem nenhum efeito imediato, acima disso o pulso torna-se mais rápido e começa a sentir tonturas, irritação ou frio.
  • 241. HEMORRAGIA EXTERNA Sintomas:  Sangramento visível;  Nível de consciência variável decorrente da perda sanguínea;  Palidez de pele e mucosa
  • 242. HEMORRAGIA EXTERNA Atendimento:  Comprimir o local usando um pano limpo ou compressa de gaze com faixas;  Se possível elevar o membro que está sangrando;  Não utilizar qualquer substância estranha para cobrir o sangramento.
  • 244. QUEIMADURAS É uma lesão produzida no tecido de revestimento do organismo, por agentes térmicos, elétricos, produtos químicos, irradiação ionizantes e animais peçonhentos.
  • 245. QUEIMADURAS 1°Grau:  Atinge somente a epiderme  Dor local e vermelhidão da área atingida. 2°Grau:  Atinge a epiderme e derme;  Apresenta dor local, vermelhidão e bolhas d`águas. 3° Grau:  Atinge a epiderme, derme e alcança os tecidos mais profundos.
  • 246. QUEIMADURAS Atendimento:  Isolar a vítima do agente agressor;  Diminuir a temperatura local, banhando com água fria;  Retirar parte da roupa que esteja queimada; anéis e pulseiras para não provocar estrangulamento ao inchar;  Não se deve fazer: furar bolhas, colocar gelo, aplicar medicamentos e nem produtos caseiros.
  • 247. FRATURAS Fraturas:  Fechadas: sem exposição óssea.  Expostas: o osso está ou esteve exposto.
  • 248. FRATURAS Atendimento:  Manipular o mínimo possível o local afetado;  Jamais colocar o osso no lugar;  Proteger ferimentos com panos limpos e controlar o sangramentos;  Imobilizar a área afetada;  Em caso de entorse e luxação aplicar bolsa de gelo no local.
  • 251. COLUNA VERTEBRAL Atendimento:  Cuidado com a vítima inconsciente;  Imobilizar o pescoço antes de transportar, utilizando o colar cervical;  Movimentar a vítima em bloco, impedindo particularmente movimentos bruscos do pescoço e do tronco;  Colocar na prancha de madeira.
  • 252. COLUNA VERTEBRAL Colar Cervical: O colar cervical é encontrado nos tamanhos pequeno, médio e grande e na forma regulável a qual se ajusta a todo comprimento de pescoço.
  • 253. COLUNA VERTEBRAL Colocação do Colar Cervical por 2 socorristas: Socorrista 1  Retirar qualquer vestimenta e adorno em torno do pescoço da vítima;  Examinar o pescoço da vítima antes de colocar o colar;  Fazer o alinhamento lentamente da cabeça e manter firme com uma leve tração para cima.
  • 254. COLUNA VERTEBRAL Colocação do Colar Cervical por 2 socorristas: Socorrista 2  Escolher o colar cervical apropriado;  Passar a parte posterior do colar por trás do pescoço da vítima;  Ajustar o colar e prender o velcro, mantendo uma discreta folga (um dedo) entre o colar e o pescoço da vítima;  Manter imobilização lateral da cabeça.
  • 256. PARADA CARDIO-RESPIRTÓRIA É a ausência das funções vitais, movimentos respiratórios e batimentos cardíacos. A ocorrência isolada de uma delas só existe em um curto espaço de tempo. A parada cardiorrespiratória leva à morte no período de 3 a 5 minutos.
  • 257. PARADA CARDIO-RESPIRTÓRIA Procedimento:  Iniciar compressões nos primeiros 10 segundo da constatação da PCR;  Comprimir com força e rapidez: Comprime à frequência mínima de 100/min, com profundidade mínima de 5 cm;  Permitir o retorno total do tórax após cada compressão;
  • 260. PARADA CARDIO-RESPIRTÓRIA Procedimento:  Continuar com a RCP, inclusive durante o transporte, até que a vítima volte a respirar, a ter pulso ou até que o atendimento médico chegue ao local.
  • 263. DST - AIDS O que é HIV? O vírus da imunodeficiencia Humana, conhecido como HIV (sigla originada do inglês : Human Immunodeficiency Virus), é um vírus pertecente à classe dos retrovírus e causador da AIDS. Ao entrar no organismo humano. O HIV age no interior das celulas de defesa mais atingidas pelo virus são os linfócitos CD4+, justamente aquelas que comandam a resposta específica de defesa do corpo diante de agentes como vírus e bactérias. O HIV pode levar varios anos, entre o momento da infcção até o surgimento dos primeiros sintomas
  • 264. DST - AIDS O que é HIV? Esta fase se denomina de assintomática, pois a pessoa não apresenta nenhum sintoma ou sinal de doença. Este período entre a infecção pelo HIV e a manifestação dos primeiros sintomas da AIDS irá depender, principalmente do estado de saúde da pessoa. Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS. Há muitas pessoas soropositivas que vivem durante anos sem desenvolver a doença. No entanto, podem transmitir o HIV aos outros pelas relações sexuais desprotegidas, por compartilhar seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez.
  • 265. DST - AIDS O que é AIDS? A AIDS, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (silga do Inglês: Acquired Immune Deficiency Syndrome) se manifesta após a infecção do organismo pelo vírus Imunodeficiencia Humana, o HIV (Sigla do Inglês – Human Immunodeficiency Virus) A AIDS não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Entretanto, os sintomas iniciais são geralmente semelhantes e, além disso, comuns a várias outras doenças. São eles: febre persistente, calafrios, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares, manchas na pele, gânglios ou ínguas embaixo do braço, no pescoço ou na virilha e que podem levar muito tempo para desaparecer
  • 266. DST - AIDS O que é AIDS? Com a progressão da doença e com o comprometimento do sistema imunológico do indivíduo, começam a surgir doenças oportunistas, tais como tuberculose, pneumonia, alguns tipos de câncer, candidíase e infecções do sistema nervoso (toxoplasmose e as meningites, por exemplo)