O documento discute a proposta de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) participativo entre o Ministério Público e a Prefeitura do Rio de Janeiro sobre as comunidades do Alto da Boa Vista e Itanhangá. Os moradores pedem para fazer parte do grupo de trabalho que discutirá o TAC, ao invés de serem removidos compulsoriamente como criminosos ambientais. Eles têm lutado por seu direito de permanecer, com regularização fundiária e urbanização das comunidades.