“11º Não há mais do que o Rio Ave e este em pequena
distância. Sua profundidade e comprimento na freguesia é
insignificante e por isso não merece ser descrita; toca alguns
moinhos e azenhas, mas poucos neste sítio; fontes não mais
que as de água doce para beber, águas minerais não há e
mesmo lagos ou pântanos que tal nome se lhe possa dar;
cheias só quando os Invernos são chuvosos, principalmente de
ter caído grande abundância; de neve alguma há, mas seus
estragos nestes sítios são insignificantes.”
Excerto de Salvador de Souto Guimarães — Inquérito paroquial
de 1842 Revista de Guimarães, n.º 108, 1998, pp. 577-584
Retirado de http://jfsouto.com.sapo.pt/Resumo%20Historico.html
Interior do moinho
As mós
Outra perspetiva das mós
A força da água
2º moinho de Souto S. Salvador
Roda de madeira que é movida pela
corrente da água, que depois move a
mó.
Eu sou o
Marcelo, repórter do
6ºB
Eu sou A Ana Luísa,
repórter do 6ºB
Com a roda de madeira a andar, move a mó, que
depois esmaga o milho, até fazer a farinha
Este moinho ainda está a ser
usado, conforme se pode verificar
A farinha já moída
As duas mós
Telhado do moinho
A balança onde vai ser pesada a
farinha, para depois ser vendida
Moinho de Souto S. Salvador em ruínas
Em baixo desta plataforma passa a água
Pedras do moinho no chão
É preciso preservar o nosso património!
Ana Luísa Antunes Antunes, nº 4 e Marcelo Oliveira, nº 15
6º B – Maio 2013

Moinhos s.salvador

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    “11º Não hámais do que o Rio Ave e este em pequena distância. Sua profundidade e comprimento na freguesia é insignificante e por isso não merece ser descrita; toca alguns moinhos e azenhas, mas poucos neste sítio; fontes não mais que as de água doce para beber, águas minerais não há e mesmo lagos ou pântanos que tal nome se lhe possa dar; cheias só quando os Invernos são chuvosos, principalmente de ter caído grande abundância; de neve alguma há, mas seus estragos nestes sítios são insignificantes.” Excerto de Salvador de Souto Guimarães — Inquérito paroquial de 1842 Revista de Guimarães, n.º 108, 1998, pp. 577-584 Retirado de http://jfsouto.com.sapo.pt/Resumo%20Historico.html
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    2º moinho deSouto S. Salvador
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    Roda de madeiraque é movida pela corrente da água, que depois move a mó. Eu sou o Marcelo, repórter do 6ºB
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    Eu sou AAna Luísa, repórter do 6ºB
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    Com a rodade madeira a andar, move a mó, que depois esmaga o milho, até fazer a farinha
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    Este moinho aindaestá a ser usado, conforme se pode verificar
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    A balança ondevai ser pesada a farinha, para depois ser vendida
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    Moinho de SoutoS. Salvador em ruínas
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    Em baixo destaplataforma passa a água
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    É preciso preservaro nosso património! Ana Luísa Antunes Antunes, nº 4 e Marcelo Oliveira, nº 15 6º B – Maio 2013