TREINAMENTO
TREINAMENTO
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
SESMT MAIO 2010
De acordo com a Portaria número 1 de 11 de Abril de
1994, emitida pelo Ministério do Trabalho, cujo conteúdo
estabelece um regulamento técnico sobre uso de
equipamentos de proteção respiratória, todo
empregador deverá adotar um conjunto de medidas com
a finalidade de adequar a utilização de equipamentos de
proteção respiratória - EPR, quando necessário para
complementar as medidas de proteções coletivas
implementadas, ou com a finalidade de garantir uma
completa proteção ao trabalhador contra os riscos
existentes nos ambientes de trabalho.
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
Aspectos legais
SEM COMER
30 DIAS
SEM BEBER
3 DIAS
SEM RESPIRAR
3 MINUTOS
QUANTO DURA A “CHAMA DA VIDA” ?
SEM COMER
30 DIAS
SEM BEBER
3 DIAS
SEM RESPIRAR
3 MINUTOS
QUANTO DURA A “CHAMA DA VIDA” ?
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRTÓRIA
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
Responsabilidades
Do Empregador:
- Fornecer o respirador apropriado quando necessário;
- Estabelecer e manter o PPR;
- Investigar as causas do mau funcionamento e tomar providências.
Do Empregado:
- Usar o respirador conforme instrução/treinamento;
- Guardar o respirador adequadamente;
- O mau funcionamento do respirador deve ser comunicado logo após a saída
da área.
Um respirador com peça facial não deve ser usado por
pessoas cujos pêlos faciais (barba,
bigode,costeletas,cabelos), possam interferir no
funcionamento das válvulas, ou prejudicar a vedação na área
de contato com rosto.
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRTÓRIA
Respiradores sem Manutenção
Respiradores com Manutenção
Respiradores Motorizados
Filtros
Os filtros de respiração retêm os poluentes do ar respirado, porém não fornecem oxigênio.
Em decorrência deste fato só poderão ser usados em atmosferas que contenham no mínimo
19,5% em volume de oxigênio.
Os filtros de respiração aparecem nas mais variadas formas construtivas.
São concebidos como: Filtros de encaixe; Filtros de rosca; Filtros de cartucho.
Em lugares com deficiência de oxigênio ou com elevadas concentrações de contaminantes, é
obrigatório o uso de equipamentos que independem do meio atmosférico ambiental, tais como:
- Equipamento de respiração com linha de ar;
- Equipamentos autônomos de respiração a ar comprimido;
- Equipamentos autônomos de respiração com oxigênio.
Tipos filtros
• Filtros contra gases
Os filtros contra gases são recheados com carvão ativo, cuja estrutura porosa oferece uma
grande superfície. Enquanto o ar respirado flui através da carga de carvão ativo do filtro, as
moléculas do contaminante são retidas na grande superfície do carvão ativo granulado.
Para muitos outros gases (por exemplo: amônia, cloro, dióxido de enxofre), o efeito de retenção
no filtro poderá ser melhorado com a impregnação do carvão com produtos químicos de
retenção, utilizando-se para tanto sais minerais e elementos alcalinos.
• Filtros contra aerodispersóides
Os filtros contra aerodispersóides consistem de material fibroso microscopicamente fino.
Partículas sólidas e líquidas são retidas na superfície dessas fibras com grande eficiência.
11
• Filtros combinados
Os filtros combinados formam a união de filtro contra gases e de filtro contra
aerodispersóides numa mesma unidade filtrante.
Oferecem proteção quando gases e aerodispersóides aparecem simultaneamente no
ambiente.
O ar inalado atravessa inicialmente o filtro contra aerodispersóides que retêm todas
as partículas em suspensão no ar.
• Tempo de uso e saturação
Dependendo de suas dimensões e das condições de uso, os filtros de respiração
são capazes de reter uma certa quantidade de contaminantes.
Os filtros contra aerodispersóides em geral tendem a se fechar mais com o uso. A
resistência respiratória aumenta.
Quando os filtros contra gases são usados até o limite, atingindo sua saturação, o
usuário nota-o em geral pela percepção do cheiro característico de um gás ou pela
irritação da mucosa.
No uso de filtros combinados, dependendo da composição dos contaminantes, o
filtro poderá saturar pelo entupimento dos aerodispersóides e assim se notaria uma
elevada resistência respiratória ou o filtro se satura pelo elemento contaminante
gasoso e a troca se fará quando notado o primeiro cheiro de gás.
Inspeção:
Os usuários deverão fazer diariamente inspeções e
limpezas no respirador sempre que estiver em uso.
Os supervisores deverão fazer rápidas checagens nos
respiradores em uso por seus subordinados para verificar
seu estado geral, vedação e outros aspectos aparentes.
Não será permitido o uso de respiradores defeituosos.
Os respiradores defeituosos deverão ser devolvidos no
Almoxarifado e o Técnico de Segurança deverá ser
avisado logo em seguida para providências quanto a
recuperação, descarte ou reclamação ao fabricante.
Reparos
Os respiradores que durante a inspeção, limpeza ou
manutenção não forem considerados próprios para o
uso deverão ser reparados ou substituídos
imediatamente. Todas as substituições de partes ou
peças deverão ser feitas conforme instruções do
fabricante. Nenhum ajuste, modificação, substituição de
componente ou reparo deverá ser feito se não for
recomendado pelo fabricante do EPR.
Limpeza
Todos os respiradores (exceto aqueles destinados
ao uso por um único turno) deverão ser limpos
diariamente (ou após cada uso no caso de respiradores
que não são de utilização diária), de acordo com as
instruções do fabricante (Utilizar água e um germicida
suave(detergente neutro) ou pelo Administrador do PPR.
Guarda
Os respiradores que não forem descartados após o
turno de trabalho deverão ser guardados em local
próprio, protegido da luz do sol, poeiras, calor, frio,
umidade e produtos químicos agressivos.
Os respiradores deverão ser marcados e guardados
de forma a assegurar que sejam utilizados apenas
por um trabalhador.
Se utilizado por mais de um trabalhador respirador
deverá ser limpo após cada uso (exceção).
ENSAIO DE VEDAÇÃO
IN - PPR Anexo 5 Parágrafo II – Sacarina ou Bitrex
 1 - CAPUZ (0,30cm,
1 - CAPUZ (0,30cm,
H40cm)
H40cm)
 2 - ORIFÍCIO 0,20 mm
2 - ORIFÍCIO 0,20 mm
 3 - ORIFÍCIO NA DIREÇÃO
3 - ORIFÍCIO NA DIREÇÃO
DA BOCA DO USUÁRIO
DA BOCA DO USUÁRIO
NEBULIZADOR
NEBULIZADOR
Devilbiss nº 40
Devilbiss nº 40
CAPUZ
CAPUZ

 Indicação do administrador
Indicação do administrador;
;

 Exame médico prévio / anual
Exame médico prévio / anual;
;

 Critério técnico de seleção do EPR
Critério técnico de seleção do EPR;
;

 Treinamento dos usuários e envolvidos
Treinamento dos usuários e envolvidos;
;

 Uso de barba;
Uso de barba;
 Ensaio de vedação prévio / anual
Ensaio de vedação prévio / anual;
;

 Manutenção, higienização, inspeção e guarda
Manutenção, higienização, inspeção e guarda;
;

 Respiradores para fuga, emergência e resgate;
Respiradores para fuga, emergência e resgate;
 Avaliação periódica do programa.
Avaliação periódica do programa.
O PPR DEVE SER
O PPR DEVE SER ESCRITO
ESCRITO E CONTER, NO
E CONTER, NO
MÍNIMO, OS ITENS:
MÍNIMO, OS ITENS:

 Fundamentos de proteção respiratória;
Fundamentos de proteção respiratória;

 Riscos de exposição;
Riscos de exposição;

 Problemas de uso e a sua solução;
Problemas de uso e a sua solução;

 Critério de escolha de respiradores;
Critério de escolha de respiradores;

 Treinamento dos usuários;
Treinamento dos usuários;

 Verificação de vedação e ensaios de vedação;
Verificação de vedação e ensaios de vedação;

 Acompanhamento do uso;
Acompanhamento do uso;

 Manutenção e guarda;
Manutenção e guarda;

 Regulamentos sobre o uso e legislação
Regulamentos sobre o uso e legislação.
.
TREINAMENTO DO SUPERVISOR
TREINAMENTO DO SUPERVISOR
PROGRAMA MÍNIMO:
PROGRAMA MÍNIMO:
TREINAMENTO DO
TREINAMENTO DO USUÁRIO
USUÁRIO
PROGRAMA MÍNIMO:
PROGRAMA MÍNIMO:
 Necessidade do uso;
Necessidade do uso;

 Riscos de exposição;
Riscos de exposição;
 Problemas de uso e a sua solução;
Problemas de uso e a sua solução;

 Proteção coletiva: como vai?
Proteção coletiva: como vai?

 Porque foi selecionado aquele respirador;
Porque foi selecionado aquele respirador;

 Capacidade e limitação do respirador;
Capacidade e limitação do respirador;

 Inspeção prévia e colocação do respirador
Inspeção prévia e colocação do respirador

 Verificação de vedação e ensaios de vedação;
Verificação de vedação e ensaios de vedação;
 Manutenção e guarda;
Manutenção e guarda;

 Procedimentos de emergência
Procedimentos de emergência;
;
 Normas e regulamentos sobre o uso de respiradores.
Normas e regulamentos sobre o uso de respiradores.
Modelo de programa de proteção respiratória

Modelo de programa de proteção respiratória

  • 1.
  • 2.
    De acordo coma Portaria número 1 de 11 de Abril de 1994, emitida pelo Ministério do Trabalho, cujo conteúdo estabelece um regulamento técnico sobre uso de equipamentos de proteção respiratória, todo empregador deverá adotar um conjunto de medidas com a finalidade de adequar a utilização de equipamentos de proteção respiratória - EPR, quando necessário para complementar as medidas de proteções coletivas implementadas, ou com a finalidade de garantir uma completa proteção ao trabalhador contra os riscos existentes nos ambientes de trabalho. PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA Aspectos legais
  • 3.
    SEM COMER 30 DIAS SEMBEBER 3 DIAS SEM RESPIRAR 3 MINUTOS QUANTO DURA A “CHAMA DA VIDA” ? SEM COMER 30 DIAS SEM BEBER 3 DIAS SEM RESPIRAR 3 MINUTOS QUANTO DURA A “CHAMA DA VIDA” ? PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRTÓRIA
  • 4.
    PROGRAMA DE PROTEÇÃORESPIRATÓRIA Responsabilidades Do Empregador: - Fornecer o respirador apropriado quando necessário; - Estabelecer e manter o PPR; - Investigar as causas do mau funcionamento e tomar providências. Do Empregado: - Usar o respirador conforme instrução/treinamento; - Guardar o respirador adequadamente; - O mau funcionamento do respirador deve ser comunicado logo após a saída da área. Um respirador com peça facial não deve ser usado por pessoas cujos pêlos faciais (barba, bigode,costeletas,cabelos), possam interferir no funcionamento das válvulas, ou prejudicar a vedação na área de contato com rosto.
  • 5.
    PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA PROGRAMA DEPROTEÇÃO RESPIRTÓRIA Respiradores sem Manutenção Respiradores com Manutenção Respiradores Motorizados
  • 6.
    Filtros Os filtros derespiração retêm os poluentes do ar respirado, porém não fornecem oxigênio. Em decorrência deste fato só poderão ser usados em atmosferas que contenham no mínimo 19,5% em volume de oxigênio. Os filtros de respiração aparecem nas mais variadas formas construtivas. São concebidos como: Filtros de encaixe; Filtros de rosca; Filtros de cartucho. Em lugares com deficiência de oxigênio ou com elevadas concentrações de contaminantes, é obrigatório o uso de equipamentos que independem do meio atmosférico ambiental, tais como: - Equipamento de respiração com linha de ar; - Equipamentos autônomos de respiração a ar comprimido; - Equipamentos autônomos de respiração com oxigênio. Tipos filtros • Filtros contra gases Os filtros contra gases são recheados com carvão ativo, cuja estrutura porosa oferece uma grande superfície. Enquanto o ar respirado flui através da carga de carvão ativo do filtro, as moléculas do contaminante são retidas na grande superfície do carvão ativo granulado. Para muitos outros gases (por exemplo: amônia, cloro, dióxido de enxofre), o efeito de retenção no filtro poderá ser melhorado com a impregnação do carvão com produtos químicos de retenção, utilizando-se para tanto sais minerais e elementos alcalinos. • Filtros contra aerodispersóides Os filtros contra aerodispersóides consistem de material fibroso microscopicamente fino. Partículas sólidas e líquidas são retidas na superfície dessas fibras com grande eficiência.
  • 7.
    11 • Filtros combinados Osfiltros combinados formam a união de filtro contra gases e de filtro contra aerodispersóides numa mesma unidade filtrante. Oferecem proteção quando gases e aerodispersóides aparecem simultaneamente no ambiente. O ar inalado atravessa inicialmente o filtro contra aerodispersóides que retêm todas as partículas em suspensão no ar. • Tempo de uso e saturação Dependendo de suas dimensões e das condições de uso, os filtros de respiração são capazes de reter uma certa quantidade de contaminantes. Os filtros contra aerodispersóides em geral tendem a se fechar mais com o uso. A resistência respiratória aumenta. Quando os filtros contra gases são usados até o limite, atingindo sua saturação, o usuário nota-o em geral pela percepção do cheiro característico de um gás ou pela irritação da mucosa. No uso de filtros combinados, dependendo da composição dos contaminantes, o filtro poderá saturar pelo entupimento dos aerodispersóides e assim se notaria uma elevada resistência respiratória ou o filtro se satura pelo elemento contaminante gasoso e a troca se fará quando notado o primeiro cheiro de gás.
  • 8.
    Inspeção: Os usuários deverãofazer diariamente inspeções e limpezas no respirador sempre que estiver em uso. Os supervisores deverão fazer rápidas checagens nos respiradores em uso por seus subordinados para verificar seu estado geral, vedação e outros aspectos aparentes. Não será permitido o uso de respiradores defeituosos. Os respiradores defeituosos deverão ser devolvidos no Almoxarifado e o Técnico de Segurança deverá ser avisado logo em seguida para providências quanto a recuperação, descarte ou reclamação ao fabricante.
  • 9.
    Reparos Os respiradores quedurante a inspeção, limpeza ou manutenção não forem considerados próprios para o uso deverão ser reparados ou substituídos imediatamente. Todas as substituições de partes ou peças deverão ser feitas conforme instruções do fabricante. Nenhum ajuste, modificação, substituição de componente ou reparo deverá ser feito se não for recomendado pelo fabricante do EPR. Limpeza Todos os respiradores (exceto aqueles destinados ao uso por um único turno) deverão ser limpos diariamente (ou após cada uso no caso de respiradores que não são de utilização diária), de acordo com as instruções do fabricante (Utilizar água e um germicida suave(detergente neutro) ou pelo Administrador do PPR.
  • 10.
    Guarda Os respiradores quenão forem descartados após o turno de trabalho deverão ser guardados em local próprio, protegido da luz do sol, poeiras, calor, frio, umidade e produtos químicos agressivos. Os respiradores deverão ser marcados e guardados de forma a assegurar que sejam utilizados apenas por um trabalhador. Se utilizado por mais de um trabalhador respirador deverá ser limpo após cada uso (exceção).
  • 11.
    ENSAIO DE VEDAÇÃO IN- PPR Anexo 5 Parágrafo II – Sacarina ou Bitrex  1 - CAPUZ (0,30cm, 1 - CAPUZ (0,30cm, H40cm) H40cm)  2 - ORIFÍCIO 0,20 mm 2 - ORIFÍCIO 0,20 mm  3 - ORIFÍCIO NA DIREÇÃO 3 - ORIFÍCIO NA DIREÇÃO DA BOCA DO USUÁRIO DA BOCA DO USUÁRIO NEBULIZADOR NEBULIZADOR Devilbiss nº 40 Devilbiss nº 40 CAPUZ CAPUZ
  • 12.
      Indicação doadministrador Indicação do administrador; ;   Exame médico prévio / anual Exame médico prévio / anual; ;   Critério técnico de seleção do EPR Critério técnico de seleção do EPR; ;   Treinamento dos usuários e envolvidos Treinamento dos usuários e envolvidos; ;   Uso de barba; Uso de barba;  Ensaio de vedação prévio / anual Ensaio de vedação prévio / anual; ;   Manutenção, higienização, inspeção e guarda Manutenção, higienização, inspeção e guarda; ;   Respiradores para fuga, emergência e resgate; Respiradores para fuga, emergência e resgate;  Avaliação periódica do programa. Avaliação periódica do programa. O PPR DEVE SER O PPR DEVE SER ESCRITO ESCRITO E CONTER, NO E CONTER, NO MÍNIMO, OS ITENS: MÍNIMO, OS ITENS:
  • 13.
      Fundamentos deproteção respiratória; Fundamentos de proteção respiratória;   Riscos de exposição; Riscos de exposição;   Problemas de uso e a sua solução; Problemas de uso e a sua solução;   Critério de escolha de respiradores; Critério de escolha de respiradores;   Treinamento dos usuários; Treinamento dos usuários;   Verificação de vedação e ensaios de vedação; Verificação de vedação e ensaios de vedação;   Acompanhamento do uso; Acompanhamento do uso;   Manutenção e guarda; Manutenção e guarda;   Regulamentos sobre o uso e legislação Regulamentos sobre o uso e legislação. . TREINAMENTO DO SUPERVISOR TREINAMENTO DO SUPERVISOR PROGRAMA MÍNIMO: PROGRAMA MÍNIMO:
  • 14.
    TREINAMENTO DO TREINAMENTO DOUSUÁRIO USUÁRIO PROGRAMA MÍNIMO: PROGRAMA MÍNIMO:  Necessidade do uso; Necessidade do uso;   Riscos de exposição; Riscos de exposição;  Problemas de uso e a sua solução; Problemas de uso e a sua solução;   Proteção coletiva: como vai? Proteção coletiva: como vai?   Porque foi selecionado aquele respirador; Porque foi selecionado aquele respirador;   Capacidade e limitação do respirador; Capacidade e limitação do respirador;   Inspeção prévia e colocação do respirador Inspeção prévia e colocação do respirador   Verificação de vedação e ensaios de vedação; Verificação de vedação e ensaios de vedação;  Manutenção e guarda; Manutenção e guarda;   Procedimentos de emergência Procedimentos de emergência; ;  Normas e regulamentos sobre o uso de respiradores. Normas e regulamentos sobre o uso de respiradores.