Elizabete de Lima Silva E-mail: bete_lima2007@yahoo.com.br Erika Batista Costa E-mail: erikabatistacosta@gmail.com 2011
Introdução  Evolução histórica da profissão; PROLIBRAS (MEC nº 11/2006) – um paliativo; Formação é um dispositivo legal.
Objetivos Geral  Analisar a importância do processo acadêmico do  profissional intérprete de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Específico Verificar o processo evolutivo da profissão passando de um trabalho assistencialista a uma verdadeira postura profissional, saindo de um conhecimento empírico para um conhecimento formal/acadêmico.
Língua de sinais no mundo (SOUZA, SEGALA, 2009) Língua brasileira de sinais – LIBRAS  Origem (SOUZA, SEGALA, 2009); Modalidade espacial visual (KARNOPP, QUADROS, 2004); Língua x linguagem (FELIPE, 2001)
Histórico do profissional tradutor/intérprete de língua de sinais (QUADROS, 2004) Histórico do profissional tradutor/intérprete de língua de sinais no Brasil (QUADROS, 2004) Intérprete de libras (QUADROS, 2004; ROBERTS, 1992 citado por QUADROS, 2004; SAMPAIO, 2007).
Competências  Competência linguística Competência de transferência (LF-LA) Competência metodológica (simultânea, consecutiva) Competência na área Competência bicultural Competência técnica
Leis e a atividade do tradutor/intérprete de Libras  Lei nº 10.436/02 – Decreto nº 5.626\05 Lei nº 10.098/00 (cap.VII, art. 18 – comunicação) Lei nº 10.172/01 (Plano Nacional de Educação) Resolução MEC/CNE nº 2/01 (Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica)  Portaria nº 1679/99 (Acessibilidade à Educação Superior) – art. 2º Projeto de resolução nº 040/03 (tradução na programação de TV) Lei nº 12.319/10 (regulamentação da profissão tradutor/intérprete de Libras)
Formação  profissional (Lei nº. 10.436/2002; Decreto nº. 5.626/2005). Prolibras (Portaria Normativa MEC nº 11, de 09/08/06) – 2016 Cursos de formação
Uníntese (RS) - 2005; Faculdade Estácio de Sá (RJ); Universidade Metodista de Piracicaba (SP); Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (RS); Universidade Santo Amaro – UNISA (SP); Soares Dutra (PE); PUC – Campinas (SP); Letras-Libras – UFSC (RS); Centro de atendimento às pessoas com surdez – CAS (CE).
Considerações Metodológicas Estudo qualitativo; Instrumento: levantamento bibliográfico; Procedimentos: pesquisa de cursos de formação e análise das grades curriculares.
Considerações finais Processo tradutório e interpretativo existe há anos; Intérprete – do assistencialismo para o profissionalismo; Necessidade de formação específica e atualização contínua.
Elizabete de Lima Silva E-mail: bete_lima2007@yahoo.com.br Erika Batista Costa E-mail: erikabatistacosta@gmail.com 2011

M1 s3a18 presença ativa

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    Elizabete de LimaSilva E-mail: bete_lima2007@yahoo.com.br Erika Batista Costa E-mail: erikabatistacosta@gmail.com 2011
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    Introdução Evoluçãohistórica da profissão; PROLIBRAS (MEC nº 11/2006) – um paliativo; Formação é um dispositivo legal.
  • 3.
    Objetivos Geral Analisar a importância do processo acadêmico do profissional intérprete de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Específico Verificar o processo evolutivo da profissão passando de um trabalho assistencialista a uma verdadeira postura profissional, saindo de um conhecimento empírico para um conhecimento formal/acadêmico.
  • 4.
    Língua de sinaisno mundo (SOUZA, SEGALA, 2009) Língua brasileira de sinais – LIBRAS Origem (SOUZA, SEGALA, 2009); Modalidade espacial visual (KARNOPP, QUADROS, 2004); Língua x linguagem (FELIPE, 2001)
  • 5.
    Histórico do profissionaltradutor/intérprete de língua de sinais (QUADROS, 2004) Histórico do profissional tradutor/intérprete de língua de sinais no Brasil (QUADROS, 2004) Intérprete de libras (QUADROS, 2004; ROBERTS, 1992 citado por QUADROS, 2004; SAMPAIO, 2007).
  • 6.
    Competências Competêncialinguística Competência de transferência (LF-LA) Competência metodológica (simultânea, consecutiva) Competência na área Competência bicultural Competência técnica
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    Leis e aatividade do tradutor/intérprete de Libras Lei nº 10.436/02 – Decreto nº 5.626\05 Lei nº 10.098/00 (cap.VII, art. 18 – comunicação) Lei nº 10.172/01 (Plano Nacional de Educação) Resolução MEC/CNE nº 2/01 (Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica) Portaria nº 1679/99 (Acessibilidade à Educação Superior) – art. 2º Projeto de resolução nº 040/03 (tradução na programação de TV) Lei nº 12.319/10 (regulamentação da profissão tradutor/intérprete de Libras)
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    Formação profissional(Lei nº. 10.436/2002; Decreto nº. 5.626/2005). Prolibras (Portaria Normativa MEC nº 11, de 09/08/06) – 2016 Cursos de formação
  • 9.
    Uníntese (RS) -2005; Faculdade Estácio de Sá (RJ); Universidade Metodista de Piracicaba (SP); Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (RS); Universidade Santo Amaro – UNISA (SP); Soares Dutra (PE); PUC – Campinas (SP); Letras-Libras – UFSC (RS); Centro de atendimento às pessoas com surdez – CAS (CE).
  • 10.
    Considerações Metodológicas Estudoqualitativo; Instrumento: levantamento bibliográfico; Procedimentos: pesquisa de cursos de formação e análise das grades curriculares.
  • 11.
    Considerações finais Processotradutório e interpretativo existe há anos; Intérprete – do assistencialismo para o profissionalismo; Necessidade de formação específica e atualização contínua.
  • 12.
    Elizabete de LimaSilva E-mail: bete_lima2007@yahoo.com.br Erika Batista Costa E-mail: erikabatistacosta@gmail.com 2011