Rumo ao LILACS Application Profile Sueli Mitiko Yano Suga Unidade LILACS/FIR BIREME/OPS/OMS
Padrão para descrição bibliográfica x Formato de intercâmbio de dados LILACS  X  Dublin Core  Descrição bibliográfica baseada em metadados de documentos eletrônicos Baseado no UNISIST e com o objetivo de proporcionar  melhor comunicação científica, o que destaca o conteúdo em Detrimento do formato Cerca de 90 campos de dados + campo 9xx 15 elementos de dados + 24 qualifiers básicos + 20 códigos de elementos
Dublin Core LILACS
Níveis de interoperabilidade (Fusco, 2010) Exemplos Definição Nível Fluxos de informação: formação de redes, cooperação entre redes e dados. interoperabilidade política, quando organizações se reúnem com o intuito de alcançar a interoperabilidade, implementando padrões e tecnologias que cooperem com este objetivo. Organizacional Normas e vocabulários: AACR, RDA, DeCS interoperabilidade semântica, na qual a representação e organização do conhecimento são áreas chave a serem estudadas Conteúdo Protocolos e formatos de intercâmbio: MARC, Dublin Core, OAI/PMH, LILACS proporciona a interoperabilidade tecnológica Técnico
Campos mínimos LILACS convertidos para Dublin Core Qualified Dúvida 1: TYPE: vários campos são destinados a esse elemento. [5, 6, 9, 110 e 113] Dúvida 2: CREATOR ou CONTRIBUTOR:. [10 e 11] Dúvida 3: Campos  [14 e 20] podem ser eliminadas, pois são essenciais e quando o registro possui URL não é necessário seu preenchimento, porém, usado como base  referencial, é ncessário manter os campos para Dublin Core format.extent   extent Format E [20] páginas (monografico) format.extent   extent Format E [14] - páginas (nível analítico) format.extent   extent Format E [38] - Descrição Física     CorporateName Creator O [11] - Autor Institucional (nível analítico)     Affiliation Creator ^1^2^3 [10] - Autor Pessoal (nível analítico) contributor.author   PersonalName Creator O com ^1^2^3] [10] - Autor Pessoal (nível analítico) type     Type E [113] - Tipo de Periódico type     Type E [110] - Forma do Item type     Type E [09] - Tipo de Registro identifier.uri   URL Identifier O [08] - Endereço Eletrônico type     Type O [06] - Nível de Tratamento type     Type O [05] - Tipo de Literatura     pmid Identifier O [02] - Número de Identificação       Source O [01] - Código do Centro Dspace Enc. Elem. Refin. DC Tipo campos mínimos para S as
Campos mínimos LILACS convertidos para Dublin Core Qualified Definição: referência bibliográfica irá para IDENTIFIER.citation. Dúvida 4: No OAI de SEARO, os dados carregados vem até o nível de elemento. Assim sendo, todos os qualifiers são ignorados e depende de análise humana a  Definição de quais campos receberão os dados. [30,31 e 32] Dúvida 5: Campos de Eventos [53,54 e 57] são essenciais, porém quando existirem  dados serão direcionados para elemento TYPE.event. Dúvida: usando os qualificadores, como separar dados como Nome, Data e País?  Dúvida 6: Campos de Indexação [71, 76, 87 e 88]  usam o mesmo elemento  SUBJECT.descriptor. Ocorrerá o mesmo problema qdo ocorrer harvesting de  dados por OAI? Será necessário escolher qual elemento coletar? date.accessioned   created date O [91] - Data da Criação do Registro subject.other decs descriptor   E [88] - Descritor Secundário subject.other decs descriptor Subject O [87] - Descritor Primário subject.other decs descriptor Subject E [76] - Descritor Pré-codificado subject.other   keyword Subject E [85] - Palavra-chave do autor description.abstract   abstract Description E [83] - Resumo subject.other decs descriptor Subject E [71] - Tipo de Publicação date.issued   issued date O [64] - Data de Publicação     Event type E [57] - Evento - País     Event type E [54] - Evento - Data     Event type E [53] - Evento - Nome language.iso iso   Language O [40] - Idioma identifier.doi doi   Identifier E [724] - DOI identifier.issn issn   Identifier O [35] - ISSN identifier.citation   citation Identifier O [32] - Número do Fascículo (nível série) identifier.citation   citation Identifier O [31] - Volume (nível série) identifier.citation   citation Identifier O [30] - Título (nível série) title     Title O [12] - Título (nível analítico) Dspace Enc. Elem. Refin. DC Tipo campos mínimos para S as
Vontade de interoperar Dublin Core simples com 15 elementos não será LILACS; Dublin Core conforme Library Application Profile (DSpace), talvez dependendo do resultado do DE/PARA;  LILACS Application Profile, sim será LILACS. Registro incompleto Mais próximo de um registro LILACS Express Próximo de um registro LILACS
Relato de Elysio “ Nos últimos anos, tenho dedicado boa parte do tempo, convertendo bases de dados de bibliotecas que decidiram adotar o PHL como meio de gestão de seus serviços e catálogos. Centenas de bases de dados em Excell, Access, DBase, Paradox, Foxpro, etc., etc. foram convertidas para CDS/ISIS. Deste tempo, somente  5%  foram investidos na conversão de formatos ou padrão do banco de dados.  Os outros  95%  do tempo foi investido na criação de rotinas para padronização dos elementos de dados daquelas bases cujos  elementos de dados não seguiram as regras recomendadas pela AACR2 .  Portanto, podemos concluir que para o intercâmbio de registros bibliográficos, o mais importante é a  padronização do elemento de dado (metadado) e não do formato adotado como "container" do registro bibliográfico . Pouco importa se a base de dados utiliza MARC, UNISIST, Dublin Core, ELHILL, ANSI, etc. O que realmente importa é que  utilizem sempre as mesmas regras na transcrição dos seus elementos de dados” .
LILACS Application Profile Uma declaração da forma como cada elemento do Dublin Core será aplicado para a Metodologia LILACS. •  Elementos necessários; •  Elementos do Dublin Core permitidos; •  Qualifiers do Dublin Core permitidos; •  Esquemas e valores permitidos (por exemplo, utilização de um vocabulário controlado  específico ou esquema de codificação); •  Biblioteca de elementos de domínio usado de outro namespace; •  Os elementos/qualifiers adicionais a partir de outros perfis de aplicação; •  Refinamento dos padrões de definições.
Referências Alves, Maria das Dores Rosa, Souza, Marcia Izabel Fugisawa. Dublin Core e MARC 21: um estudo de corresponência de elementos de metadados. Disponível em:  http://www.erfelipe.com.br/artigos/K.Maria_Alves_Dublin_Core_e_Marc.pdf Acesso em 15/07/2011 . DCMI. DC-Library Application Profile (DC-Lib)   Disponível em:  http://dublincore.org/documents/library-application-profile/  Acesso em 15/07/2011. DCMI. Dublin Core Application Profile Guidelines (SUPERSEDED, SEE  Guidelines  for Dublin Core Application  Profiles ). Disponível em:  http://dublincore.org/usage/documents/profile-guidelines/  Acesso em 15/07/2011. Fusco, Elvis. Modelos conceituais de dados como parte do processo de catalogação: perspectiva do uso dos FRBR no desenvolvimento de catálogos bibliográficos digitais. Tese de Doutorado. Marília: Unesp, 2010. Disponível em:  http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/fusco_e_do_mar.pdf   Packer, Abel Laerte. A biblioteca de cada um. Seminário Internacional de Bibliotecas Digitais Brasil, São Paulo, 18-20 set. 2007. Disponível em:  http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=1&ved=0CBsQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.bibliotecadigital.unicamp.br%2Fdocument%2F%3Fdown%3D23443&ei=xZrjTYXwOMuRgQfVusCZBg&usg=AFQjCNFQoOO6GXbO9avYn8kb8W-nRUPFHQ Oliveira, Elysio Mira Soares de. Formato MARC: um paradigma a ser quebrado! Jun. 2006. Disponível em:  http://www.elysio.com.br/downloads/Ci.Inf-2006-884. pdf . Acesso em 15/07/2011.

Lilacs application profile

  • 1.
    Rumo ao LILACSApplication Profile Sueli Mitiko Yano Suga Unidade LILACS/FIR BIREME/OPS/OMS
  • 2.
    Padrão para descriçãobibliográfica x Formato de intercâmbio de dados LILACS X Dublin Core Descrição bibliográfica baseada em metadados de documentos eletrônicos Baseado no UNISIST e com o objetivo de proporcionar melhor comunicação científica, o que destaca o conteúdo em Detrimento do formato Cerca de 90 campos de dados + campo 9xx 15 elementos de dados + 24 qualifiers básicos + 20 códigos de elementos
  • 3.
  • 4.
    Níveis de interoperabilidade(Fusco, 2010) Exemplos Definição Nível Fluxos de informação: formação de redes, cooperação entre redes e dados. interoperabilidade política, quando organizações se reúnem com o intuito de alcançar a interoperabilidade, implementando padrões e tecnologias que cooperem com este objetivo. Organizacional Normas e vocabulários: AACR, RDA, DeCS interoperabilidade semântica, na qual a representação e organização do conhecimento são áreas chave a serem estudadas Conteúdo Protocolos e formatos de intercâmbio: MARC, Dublin Core, OAI/PMH, LILACS proporciona a interoperabilidade tecnológica Técnico
  • 5.
    Campos mínimos LILACSconvertidos para Dublin Core Qualified Dúvida 1: TYPE: vários campos são destinados a esse elemento. [5, 6, 9, 110 e 113] Dúvida 2: CREATOR ou CONTRIBUTOR:. [10 e 11] Dúvida 3: Campos [14 e 20] podem ser eliminadas, pois são essenciais e quando o registro possui URL não é necessário seu preenchimento, porém, usado como base referencial, é ncessário manter os campos para Dublin Core format.extent   extent Format E [20] páginas (monografico) format.extent   extent Format E [14] - páginas (nível analítico) format.extent   extent Format E [38] - Descrição Física     CorporateName Creator O [11] - Autor Institucional (nível analítico)     Affiliation Creator ^1^2^3 [10] - Autor Pessoal (nível analítico) contributor.author   PersonalName Creator O com ^1^2^3] [10] - Autor Pessoal (nível analítico) type     Type E [113] - Tipo de Periódico type     Type E [110] - Forma do Item type     Type E [09] - Tipo de Registro identifier.uri   URL Identifier O [08] - Endereço Eletrônico type     Type O [06] - Nível de Tratamento type     Type O [05] - Tipo de Literatura     pmid Identifier O [02] - Número de Identificação       Source O [01] - Código do Centro Dspace Enc. Elem. Refin. DC Tipo campos mínimos para S as
  • 6.
    Campos mínimos LILACSconvertidos para Dublin Core Qualified Definição: referência bibliográfica irá para IDENTIFIER.citation. Dúvida 4: No OAI de SEARO, os dados carregados vem até o nível de elemento. Assim sendo, todos os qualifiers são ignorados e depende de análise humana a Definição de quais campos receberão os dados. [30,31 e 32] Dúvida 5: Campos de Eventos [53,54 e 57] são essenciais, porém quando existirem dados serão direcionados para elemento TYPE.event. Dúvida: usando os qualificadores, como separar dados como Nome, Data e País? Dúvida 6: Campos de Indexação [71, 76, 87 e 88] usam o mesmo elemento SUBJECT.descriptor. Ocorrerá o mesmo problema qdo ocorrer harvesting de dados por OAI? Será necessário escolher qual elemento coletar? date.accessioned   created date O [91] - Data da Criação do Registro subject.other decs descriptor   E [88] - Descritor Secundário subject.other decs descriptor Subject O [87] - Descritor Primário subject.other decs descriptor Subject E [76] - Descritor Pré-codificado subject.other   keyword Subject E [85] - Palavra-chave do autor description.abstract   abstract Description E [83] - Resumo subject.other decs descriptor Subject E [71] - Tipo de Publicação date.issued   issued date O [64] - Data de Publicação     Event type E [57] - Evento - País     Event type E [54] - Evento - Data     Event type E [53] - Evento - Nome language.iso iso   Language O [40] - Idioma identifier.doi doi   Identifier E [724] - DOI identifier.issn issn   Identifier O [35] - ISSN identifier.citation   citation Identifier O [32] - Número do Fascículo (nível série) identifier.citation   citation Identifier O [31] - Volume (nível série) identifier.citation   citation Identifier O [30] - Título (nível série) title     Title O [12] - Título (nível analítico) Dspace Enc. Elem. Refin. DC Tipo campos mínimos para S as
  • 7.
    Vontade de interoperarDublin Core simples com 15 elementos não será LILACS; Dublin Core conforme Library Application Profile (DSpace), talvez dependendo do resultado do DE/PARA; LILACS Application Profile, sim será LILACS. Registro incompleto Mais próximo de um registro LILACS Express Próximo de um registro LILACS
  • 8.
    Relato de Elysio“ Nos últimos anos, tenho dedicado boa parte do tempo, convertendo bases de dados de bibliotecas que decidiram adotar o PHL como meio de gestão de seus serviços e catálogos. Centenas de bases de dados em Excell, Access, DBase, Paradox, Foxpro, etc., etc. foram convertidas para CDS/ISIS. Deste tempo, somente 5% foram investidos na conversão de formatos ou padrão do banco de dados. Os outros 95% do tempo foi investido na criação de rotinas para padronização dos elementos de dados daquelas bases cujos elementos de dados não seguiram as regras recomendadas pela AACR2 . Portanto, podemos concluir que para o intercâmbio de registros bibliográficos, o mais importante é a padronização do elemento de dado (metadado) e não do formato adotado como "container" do registro bibliográfico . Pouco importa se a base de dados utiliza MARC, UNISIST, Dublin Core, ELHILL, ANSI, etc. O que realmente importa é que utilizem sempre as mesmas regras na transcrição dos seus elementos de dados” .
  • 9.
    LILACS Application ProfileUma declaração da forma como cada elemento do Dublin Core será aplicado para a Metodologia LILACS. • Elementos necessários; • Elementos do Dublin Core permitidos; • Qualifiers do Dublin Core permitidos; • Esquemas e valores permitidos (por exemplo, utilização de um vocabulário controlado específico ou esquema de codificação); • Biblioteca de elementos de domínio usado de outro namespace; • Os elementos/qualifiers adicionais a partir de outros perfis de aplicação; • Refinamento dos padrões de definições.
  • 10.
    Referências Alves, Mariadas Dores Rosa, Souza, Marcia Izabel Fugisawa. Dublin Core e MARC 21: um estudo de corresponência de elementos de metadados. Disponível em: http://www.erfelipe.com.br/artigos/K.Maria_Alves_Dublin_Core_e_Marc.pdf Acesso em 15/07/2011 . DCMI. DC-Library Application Profile (DC-Lib) Disponível em: http://dublincore.org/documents/library-application-profile/ Acesso em 15/07/2011. DCMI. Dublin Core Application Profile Guidelines (SUPERSEDED, SEE Guidelines for Dublin Core Application Profiles ). Disponível em: http://dublincore.org/usage/documents/profile-guidelines/ Acesso em 15/07/2011. Fusco, Elvis. Modelos conceituais de dados como parte do processo de catalogação: perspectiva do uso dos FRBR no desenvolvimento de catálogos bibliográficos digitais. Tese de Doutorado. Marília: Unesp, 2010. Disponível em: http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/fusco_e_do_mar.pdf Packer, Abel Laerte. A biblioteca de cada um. Seminário Internacional de Bibliotecas Digitais Brasil, São Paulo, 18-20 set. 2007. Disponível em: http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=1&ved=0CBsQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.bibliotecadigital.unicamp.br%2Fdocument%2F%3Fdown%3D23443&ei=xZrjTYXwOMuRgQfVusCZBg&usg=AFQjCNFQoOO6GXbO9avYn8kb8W-nRUPFHQ Oliveira, Elysio Mira Soares de. Formato MARC: um paradigma a ser quebrado! Jun. 2006. Disponível em: http://www.elysio.com.br/downloads/Ci.Inf-2006-884. pdf . Acesso em 15/07/2011.