O documento discute como empresas definem seus mercados de forma muito restrita, levando a miopia e perda de oportunidades. Aponta exemplos como ferrovias que se viram como empresas ferroviárias em vez de transporte, Hollywood que se viu como indústria cinematográfica em vez de entretenimento, e mercearias que ignoraram supermercados. Definir mercados de forma ampla e focar no cliente é essencial para o sucesso de longo prazo.