1. Conceito de MANI
Mani, o fundador do Maniqueísmo, uma seita herética do
III século, em deliberada atitude de hostilidade contra o
corpo, o sexo e a mulher, ensinou que esta é toda uma
criatura do demônio;; o homem o é só pela metade;
acima da cintura ele é criatura de Deus, o resto é produto
do demônio. Segundo ele, a união do homem e da
mulher no casamento era, portanto, uma obra
completamente demoníaca.
2. Conceito de Orígenes
Orígenes, um dos mais destacados Líderes da Igreja
primitiva, considerava o sexo como algo tão igminiosos e
pecaminoso, que num imprudente excesso de zelo,
chegou a castrar-se, tanto era o seu temor em se envolver
com o mesmo.
3. Conceito de Agostinho
Agostinho, outro dos primeiros Líderes da Igreja dos
primórdios, dizia que o ato sexual reabria a ferida
espiritual curada pela obra de Cristo na cruz, de que o
aceitava com extremo rigor apenas no casamento, e que
os filhos, resultado do relacionamento sexual, trazem
consigo a contaminação e o pecado resultante desse ato.
4. Conceito de Jerônimo
Para Jerônimo, um dos mais eminentes pensadores da
Igreja dos primeiros séculos, o sexo tem uma função
puramente animal, e que não há nenhuma ligação entre
este e o amor. Nesta área, Jerônimo ensinou ainda que de
Adão até Cristo prevaleceu o império do sexo. Agora está
tudo radicalmente mudado. Todo o batizado é
consagrado a Cristo, vocacionado a uma vida virginal. A
virgindade é o único verdadeiro ideal para o Cristão. O
casamento é tolerado, a contragosto, em função da
procriação. A mulher não tem vez e é colocada na posição
simples instrumento do homem. É sempre uma dissoluta
em potencial, um instrumento do demônio. Ensina mais
ele que os casados são cristãos de segunda classe.
5. Conceito de Tomás de Aquino
Já Tomás de Aquino, sem dúvida um dos mais
respeitáveis doutrinadores da Igreja, de forma um tanto
mais moderada, porém revolucionária para a sua época,
ensinou que o relacionamento sexual é perfeitamente
natural para o homem e a mulher, e que o prazer sexual
não precisa ser honrado, compensado e dignificado por
outros valores, já que o sexo em si mesmo não tem nada
de mal.

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    1. Conceito deMANI Mani, o fundador do Maniqueísmo, uma seita herética do III século, em deliberada atitude de hostilidade contra o corpo, o sexo e a mulher, ensinou que esta é toda uma criatura do demônio;; o homem o é só pela metade; acima da cintura ele é criatura de Deus, o resto é produto do demônio. Segundo ele, a união do homem e da mulher no casamento era, portanto, uma obra completamente demoníaca.
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    2. Conceito deOrígenes Orígenes, um dos mais destacados Líderes da Igreja primitiva, considerava o sexo como algo tão igminiosos e pecaminoso, que num imprudente excesso de zelo, chegou a castrar-se, tanto era o seu temor em se envolver com o mesmo. 3. Conceito de Agostinho Agostinho, outro dos primeiros Líderes da Igreja dos primórdios, dizia que o ato sexual reabria a ferida espiritual curada pela obra de Cristo na cruz, de que o aceitava com extremo rigor apenas no casamento, e que os filhos, resultado do relacionamento sexual, trazem consigo a contaminação e o pecado resultante desse ato.
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    4. Conceito deJerônimo Para Jerônimo, um dos mais eminentes pensadores da Igreja dos primeiros séculos, o sexo tem uma função puramente animal, e que não há nenhuma ligação entre este e o amor. Nesta área, Jerônimo ensinou ainda que de Adão até Cristo prevaleceu o império do sexo. Agora está tudo radicalmente mudado. Todo o batizado é consagrado a Cristo, vocacionado a uma vida virginal. A virgindade é o único verdadeiro ideal para o Cristão. O casamento é tolerado, a contragosto, em função da procriação. A mulher não tem vez e é colocada na posição simples instrumento do homem. É sempre uma dissoluta em potencial, um instrumento do demônio. Ensina mais ele que os casados são cristãos de segunda classe.
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    5. Conceito deTomás de Aquino Já Tomás de Aquino, sem dúvida um dos mais respeitáveis doutrinadores da Igreja, de forma um tanto mais moderada, porém revolucionária para a sua época, ensinou que o relacionamento sexual é perfeitamente natural para o homem e a mulher, e que o prazer sexual não precisa ser honrado, compensado e dignificado por outros valores, já que o sexo em si mesmo não tem nada de mal.