Agrupamento de Escolas Emídio Garcia – Escola Sede
LIVRO DO MÊS Biblioteca Escolar - Janeiro de 2020
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Jean Giono nasceu a 30 de março de
1895, em Manosque, França. Filho único de um
sapateiro anarquista, que lia a bíblia, e de uma
lavadeira, viveu sempre ligado à zona de
Provençe e a Manosque.
Considerado como um dos grandes escritores
da sua geração, a sua produção literária está
repartida por mais de 30 romances, ensaios,
poesia, peças de teatro e traduções.
Deixou a escola cedo, e em 1911 começou a
trabalhar como funcionário de um banco. Foi
um autodidata com paixão pelos clássicos. Leu
Homero, Virgílio, Dante, Cervantes, Shakespeare, Baudelaire, Stendhal,
Flaubert.
Em 1915, foi chamado a combater na primeira Guerra Mundial. Viu o
melhor amigo e muitos camaradas morrerem a seu lado. A terrível
experiência da guerra marcou-o a ferro e fogo e determinou-lhe a atitude
pacifista que o acompanharia por toda a vida. O Grande Rebanho (1931) é
uma das obras onde deixa bem expresso todo o horror da guerra.
Durante a Segunda Guerra Mundial, esteve preso duas vezes, em França,
por se opor pacificamente à guerra. Objetor de Consciência (1937) é
desse período.
A condição humana, a moral, a responsabilidade do homem pelo lugar e
tempo em que vive são algumas das preocupações que expressa nos
seus livros.
Foi galardoado com o Prix Bretano, o Prix de Monaco (pela totalidade da
obra), a Légion d`Honneur. Também foi membro da Académie Goncourt.
Publicou o que chamou de "crônica", que incluía os títulos: A Roi sans
Divertissement (1947), Les Grands Chamins (1951), Le Moulin de Pologne
(1952), Ennemonde (1968) e L'Iris de Sucessão (1970).
O Homem que Plantava Árvores foi escrito por volta de 1953. Em
Portugal, está publicado pela editora Marcador.
Jean Giono morreu a 9 de outubro de 1970, na cidade onde nasceu.
Sobre ele, disse André Malraux «Um dos maiores escritores da nossa
geração».
Agrupamento de Escolas Emídio Garcia – Escola Sede
LIVRO DO MÊS Biblioteca Escolar - Janeiro de 2020
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Uma história inesquecível como O Principezinho, de Saint-Exupéry,
e Siddhartha, de Herman Hesse.
Com milhões de exemplares vendidos, este livro emocionou e
inspirou várias gerações ao longo de décadas, em todo o mundo, e serve
de parábola para os tempos modernos.
SINOPSE
O Homem que Plantava Árvores conta a história de um jovem que, em
1913, sozinho, atravessa os Alpes franceses em busca da natureza e da
paz, longe das grandes cidades, acabando por encontrar o abandono
humano e a desertificação de uma paisagem desoladora. Há dias sem
água, cruza-se com um velho pastor e as suas ovelhas. O pastor dá-lhe
água, comida e abrigo, e revela-lhe a sua missão de vida: plantar
centenas de árvores por dia a fim de recuperar a floresta.

Jean giono

  • 1.
    Agrupamento de EscolasEmídio Garcia – Escola Sede LIVRO DO MÊS Biblioteca Escolar - Janeiro de 2020 _______________________________________________________________ Jean Giono nasceu a 30 de março de 1895, em Manosque, França. Filho único de um sapateiro anarquista, que lia a bíblia, e de uma lavadeira, viveu sempre ligado à zona de Provençe e a Manosque. Considerado como um dos grandes escritores da sua geração, a sua produção literária está repartida por mais de 30 romances, ensaios, poesia, peças de teatro e traduções. Deixou a escola cedo, e em 1911 começou a trabalhar como funcionário de um banco. Foi um autodidata com paixão pelos clássicos. Leu Homero, Virgílio, Dante, Cervantes, Shakespeare, Baudelaire, Stendhal, Flaubert. Em 1915, foi chamado a combater na primeira Guerra Mundial. Viu o melhor amigo e muitos camaradas morrerem a seu lado. A terrível experiência da guerra marcou-o a ferro e fogo e determinou-lhe a atitude pacifista que o acompanharia por toda a vida. O Grande Rebanho (1931) é uma das obras onde deixa bem expresso todo o horror da guerra. Durante a Segunda Guerra Mundial, esteve preso duas vezes, em França, por se opor pacificamente à guerra. Objetor de Consciência (1937) é desse período. A condição humana, a moral, a responsabilidade do homem pelo lugar e tempo em que vive são algumas das preocupações que expressa nos seus livros. Foi galardoado com o Prix Bretano, o Prix de Monaco (pela totalidade da obra), a Légion d`Honneur. Também foi membro da Académie Goncourt. Publicou o que chamou de "crônica", que incluía os títulos: A Roi sans Divertissement (1947), Les Grands Chamins (1951), Le Moulin de Pologne (1952), Ennemonde (1968) e L'Iris de Sucessão (1970). O Homem que Plantava Árvores foi escrito por volta de 1953. Em Portugal, está publicado pela editora Marcador. Jean Giono morreu a 9 de outubro de 1970, na cidade onde nasceu. Sobre ele, disse André Malraux «Um dos maiores escritores da nossa geração».
  • 2.
    Agrupamento de EscolasEmídio Garcia – Escola Sede LIVRO DO MÊS Biblioteca Escolar - Janeiro de 2020 _______________________________________________________________ Uma história inesquecível como O Principezinho, de Saint-Exupéry, e Siddhartha, de Herman Hesse. Com milhões de exemplares vendidos, este livro emocionou e inspirou várias gerações ao longo de décadas, em todo o mundo, e serve de parábola para os tempos modernos. SINOPSE O Homem que Plantava Árvores conta a história de um jovem que, em 1913, sozinho, atravessa os Alpes franceses em busca da natureza e da paz, longe das grandes cidades, acabando por encontrar o abandono humano e a desertificação de uma paisagem desoladora. Há dias sem água, cruza-se com um velho pastor e as suas ovelhas. O pastor dá-lhe água, comida e abrigo, e revela-lhe a sua missão de vida: plantar centenas de árvores por dia a fim de recuperar a floresta.