O documento discute como a revolução digital está mudando a sociedade e as organizações, levando a uma crise na comunicação e na tomada de decisão. Aponta que a complexidade demográfica crescente exige novas formas de governança colaborativa e digital para lidar com a quantidade maciça de informações. Defende que os sindicatos precisam se adaptar ao papel de reintermediadores nesta nova realidade digital.