roteiros
É “OBRIGATÓRIO” fazer o rascunho; EXTREMA atenção ao enunciado; Destacar os comandos do enunciado; No rascunho, não se preocupar com a quantidade de linhas.
Marque itens importantes; Encontre o tema abordado; Liste os argumentos; Não extrapole as linhas; Não dê opinião pessoal.
Defina sua posição perante o tema; Introdução clara sobre o tema; Escolha argumentos: exemplos; Dê sua posição sobre o tema.
Não use discursos da fala; Use o português padrão culto; Não adicione ideias ao texto.
Traduzir metáforas; Eliminar os versos; Substituir repetições causadas pelas rimas ou recursos poéticos; Use linguagem própria e culta.
Retirar as gírias; Identifique os falantes; Use português culto.
Ler e interpretar profundamente o gráfico ou a tabela; Introdução; Exemplos do próprio texto; Use as conclusões dos gráficos; Traduza os dados numéricos em formas verbais (palavras).
Determine o tema, após várias leituras; Captar o “espírito” da obra (crítica, sátira, análise, etc.); Atenção ao enunciado.
A seguir você lerá o início do artigo “Renda Zero”, de Vinicius Torres Freire ( Folha de São Paulo, 02 dez. 07). O dinheiro que vem do trabalho é uma proporção cada vez menor dos rendimentos das famílias brasileiras, em especial nas muito pobres. Em 2006, a fatia de “outras fontes” de renda que não as do trabalho ou de aposentadorias e pensões deu um pulo impressionante.
Nas famílias do fundo do poço social, as 10% mais pobres, o trabalho era 54% do rendimento total, contra 65% em 2004 e 76% em 2001. “Outras fontes” passaram de 18%  em 2001 para 37% em 2006. Os números foram  calculados a partir de dados da Pnad de 2006, publicada neste ano, por Lena Lavinas, da UFRJ, e André Cavalcanti, do IBGE. São uma micro amostra de uma pesquisa muito mais ampla, em andamento, a respeito de como o Estado recolhe e redistribui  renda. Por ora, é possível resumir aqui apenas  algumas hipóteses sobre a nova decomposição da renda familiar.
Continue esse texto apresentando duas ou três hipóteses sobre essa “nova decomposição da renda familiar”. Sua continuação deve manter-se coerente às informações presentes no texto. Não se preocupe em concluir o texto. Empregue entre 10 e 12 linhas.

Formas De RedaçãO

  • 1.
  • 2.
    É “OBRIGATÓRIO” fazero rascunho; EXTREMA atenção ao enunciado; Destacar os comandos do enunciado; No rascunho, não se preocupar com a quantidade de linhas.
  • 3.
    Marque itens importantes;Encontre o tema abordado; Liste os argumentos; Não extrapole as linhas; Não dê opinião pessoal.
  • 4.
    Defina sua posiçãoperante o tema; Introdução clara sobre o tema; Escolha argumentos: exemplos; Dê sua posição sobre o tema.
  • 5.
    Não use discursosda fala; Use o português padrão culto; Não adicione ideias ao texto.
  • 6.
    Traduzir metáforas; Eliminaros versos; Substituir repetições causadas pelas rimas ou recursos poéticos; Use linguagem própria e culta.
  • 7.
    Retirar as gírias;Identifique os falantes; Use português culto.
  • 8.
    Ler e interpretarprofundamente o gráfico ou a tabela; Introdução; Exemplos do próprio texto; Use as conclusões dos gráficos; Traduza os dados numéricos em formas verbais (palavras).
  • 9.
    Determine o tema,após várias leituras; Captar o “espírito” da obra (crítica, sátira, análise, etc.); Atenção ao enunciado.
  • 10.
    A seguir vocêlerá o início do artigo “Renda Zero”, de Vinicius Torres Freire ( Folha de São Paulo, 02 dez. 07). O dinheiro que vem do trabalho é uma proporção cada vez menor dos rendimentos das famílias brasileiras, em especial nas muito pobres. Em 2006, a fatia de “outras fontes” de renda que não as do trabalho ou de aposentadorias e pensões deu um pulo impressionante.
  • 11.
    Nas famílias dofundo do poço social, as 10% mais pobres, o trabalho era 54% do rendimento total, contra 65% em 2004 e 76% em 2001. “Outras fontes” passaram de 18% em 2001 para 37% em 2006. Os números foram calculados a partir de dados da Pnad de 2006, publicada neste ano, por Lena Lavinas, da UFRJ, e André Cavalcanti, do IBGE. São uma micro amostra de uma pesquisa muito mais ampla, em andamento, a respeito de como o Estado recolhe e redistribui renda. Por ora, é possível resumir aqui apenas algumas hipóteses sobre a nova decomposição da renda familiar.
  • 12.
    Continue esse textoapresentando duas ou três hipóteses sobre essa “nova decomposição da renda familiar”. Sua continuação deve manter-se coerente às informações presentes no texto. Não se preocupe em concluir o texto. Empregue entre 10 e 12 linhas.