FORMAÇÃO LITÚRGICAFORMAÇÃO LITÚRGICA
A ESTRUTURAA ESTRUTURA
GERAL DAGERAL DA
MISSAMISSA
A Missa é composta pelas
seguintes etapas:
* Ritos Iniciais;
* Liturgia da Palavra;
* Liturgia Eucarística;
* Ritos Finais
RITOSRITOS
INICIAISINICIAIS
Procissão de Entrada
Lembra a caminhada do povo de Deus, o gesto de ir ao
encontro do Senhor.
 Reunido o povo, enquanto entra o sacerdote com os
ministros e os leitores, inicia-se o cântico de entrada. A
finalidade deste é dar início à celebração, favorecer a
união dos fiéis reunidos e introduzi-los no mistério do
tempo litúrgico ou da festa, e ao mesmo tempo
acompanhar a procissão de entrada.
◦ Acompanha o rito.
Entram com o porte erguido na liberdade e consciência,
mas deparam, em seguida com a grandeza do mistério
que vão celebrar. Então, diminuem-se em gesto de
humildade - fazem genuflexão ou inclinação (vênia).
◦ O presidente chegando ao altar, beija-o.
O padre dirige-se aos fiéis fazendo o sinal da cruz.
O sinal-da-cruz no início da Liturgia é (como tantas outras)
também uma ação ritual litúrgica e, por isso mesmo,
carregada de profundo sentido humano, teológico e
espiritual - “fazer com que os fiéis, reunindo-se em
assembléia, constituam uma comunhão e se disponham
para ouvir atentamente a palavra de Deus e celebrar
dignamente a Eucaristia”. (IGMR46).
É como se a pessoa que preside dissesse assim: “Em nome
da Trindade santa (Pai, e Filho e Espírito Santo) declaro
(declaramos) constituída esta assembleia litúrgica”.
E toda a assembleia expressa o seu assentimento, dizendo:
“Amém” (assim seja, aprovado!).
Saudação do Altar e da Assembleia
►Sinal da cruz – pode ser cantado
► Hora do homem / hora de Deus
- “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e
a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
- Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.”
► Depois da saudação do povo, o animador, pode, com
palavras breves, introduzir os fiéis na Missa do dia.
(Sentido Litúrgico)
Ato Penitencial
 É um apresentar-se pequeno diante da grandeza de Deus,
reconhecendo sua misericórdia e nossa indignidade. Não
deve ser confundido com o sacramento da penitência.
Evitem-se, pois, as descrições dos pecados.
 Obs.: canto sem muito instrumentos.
 A aspersão com água é um rito próprio do domingo, Dia do
Senhor, páscoa semanal. Este rito significativo substitui o
ato penitencial. Recorda o nosso batismo, que nos inseriu no
Mistério Pascal e que nos fez morrer para o pecado e
renascer para uma vida nova.
Sua estrutura é composta de 3 partes:
1) O canto dos anjos na noite do nascimento de Cristo: de
“Glória...” até “...amados.”;
2) Os louvores a Deus Pai: de “Senhor Deus...” até “...por vossa
imensa glória”;
3) Os louvores seguidos de súplicas e aclamações a Cristo: de
“Senhor Jesus Cristo...” até “...Altíssimo Jesus Cristo”.
Termina com um final majestoso, incluindo o Espírito Santo,
que não faz parte da aclamação. O Espírito Santo aparece
relacionado com o Filho, pois é neste que se concentram os
louvores e as súplicas.
Glória
►Abusos no Gloria:
→ O Gloria faz parte do Ordinário da Missa e não dá lugar
a nenhum outro texto. “O Glória é um hino antiquíssimo
e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito
Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro. O
texto deste hino não pode ser substituído por outro”.
(IGMR)
→ Gloria NÃO é um “louvor trinitário”.
ORAÇÃO DO DIA (coleta)
O sacerdote convida o povo a rezar; todos se conservam
em silêncio com o sacerdote por alguns instantes,
tomando consciência de que estão na presença de Deus e
formulando interiormente os seus pedidos.
Depois o sacerdote diz a oração que se costuma chamar
"coleta", pela qual se exprime a índole da celebração.
Conforme antiga tradição da Igreja, a oração costuma ser
dirigida a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo e por
uma conclusão trinitária.
O povo, unindo-se à súplica, faz sua a oração pela
aclamação Amém.
Não é momento de se ler intenções.
É comum em nossas comunidades ler uma lista de
intenções durante a missa, um costume que herdamos
da Idade Média, quando predominava uma mentalidade
devocional.
Graças ao Concílio Vaticano II, através do documento
Sacrosanctum Concilium, sabemos que, no momento da
celebração é o próprio fiel quem se coloca diante de
Deus e, como parte do povo sacerdotal, mais ainda,
como filho e filha, apresenta ao Pai seus pedidos,
agradecimentos, necessidades, e lembrança dos
falecidos.
A liturgia prevê momentos rituais para isso, por ex:
Oração do dia: ela é precedida de um convite por parte de quem
preside, seguido de breve momento de silêncio, quando cada
um se dirige silenciosamente a Deus apresentando seus
pedidos, conforme nos ensina o Missal Romano, de forma que
não precisamos de alguém que leia para nós nossas intenções.
O presidente pode também apresentar a Deus neste momento
as demais intenções que foram colocadas numa cestinha, bem
como todas as estiverem no coração de cada um.
Procissão das Oferendas: é a nossa vida que é levada ao altar
para se tornar vida nova em Cristo.
Santo, santo, santo: momento em que a assembleia
terrestre e celeste se unem para glorificar a Deus,
acontece, então, nossa proximidade e encontro com as
pessoas que amamos e já partiram.. Quando você cantar
o Santo, eleve seu olhar para o alto e lá na assembleia
celeste verá claramente seus entes queridos.
Oração Eucarística: nela você vai encontrar todas as
intercessões: pela Igreja, pelas necessidades do mundo,
pelos defuntos... Nela, a intercessão ganha força pascal,
e não se reduz a uma relação devocional de troca de
favores com Deus. Veja bem: ela já traz tudo! Só
precisamos acompanhá-la com atenção e assumí-la
como nossa oração máxima.
Depois disso, quem vai precisar de listas?
LITURGILITURGI
A DAA DA
PALAVRPALAVR
AA
LITURGIA DA PALAVRALITURGIA DA PALAVRA
A liturgia da Palavra é
composta por:
→ Leituras: Antigo
Testamento, Novo
Testamento e Evangelho
→Salmo responsorial e
aclamação ao Evangelho.
→Homilia
→Profissão de fé
→Oração Universal (preces
dos fiéis)
A parte principal da liturgia da palavra é constituída pelas
leituras da Sagrada Escritura e pelos cantos que ocorrem entre
elas, sendo desenvolvida e concluída pela homilia, a profissão de
fé e a oração universal ou dos fieis.
• Nas leituras, explanadas pela homilia, Deus fala ao seu povo,
revela o mistério da redenção e da salvação, e oferece alimento
espiritual; e o próprio Cristo, por sua palavra, se acha presente
no meio dos fiéis.
• Pelo silêncio e pelos cantos, o povo se apropria dessa palavra
de Deus e a ela adere pela profissão de fé; alimentado por essa
palavra, reza na oração universal pelas necessidades de toda a
Igreja e pela salvação do mundo inteiro.
A liturgia da palavra deve ser celebrada de tal modo que
favoreça a meditação; por isso deve ser de todo evitada
qualquer pressa que impeça o recolhimento. Integram-na
também breves momentos de silêncio, de acordo com a
assembleia reunida, pelos quais, sob a ação do Espírito
Santo, se acolhe no coração a Palavra de Deus e se prepara
a resposta pela oração. Convém que tais momentos de
silêncio sejam observados, por exemplo, antes de se
iniciar a própria liturgia da palavra, após a primeira e a
segunda leitura, como também após o término da
homilia.
Mediante as leituras é preparada para os fiéis a mesa da
palavra de Deus e abrem-se para eles os tesouros da Bíblia.
Por isso, é melhor conservar a disposição das leituras
bíblicas pela qual se manifesta a unidade dos dois
Testamentos e da história da salvação; nem é permitido
trocar as leituras e o salmo responsorial, constituídos da
palavra de Deus, por outros textos não bíblicos. Na
celebração da Missa com povo, as leituras são sempre
proferidas do ambão.
Por tradição, o ofício de proferir as leituras não é função
presidencial, mas ministerial. As leituras sejam pois
proclamadas pelo leitor, o Evangelho seja anunciado pelo
diácono ou, na sua ausência, por outro sacerdote.
Depois de cada leitura, quem a leu profere a aclamação;
por sua resposta, o povo reunido presta honra à palavra de
Deus, acolhida com fé e de ânimo agradecido.
A leitura do Evangelho constitui o ponto alto da liturgia
da palavra:
• tanto por parte do ministro delegado para anunciá-
la, que se prepara pela bênção ou oração;
• como por parte dos fiéis que pelas aclamações
reconhecem e professam que o Cristo está presente e
lhes fala, e que ouvem de pé a leitura;
• ou ainda pelos sinais de veneração prestados ao
Evangeliário.
Observações:
Entrada do Lecionário/Evangeliário:
→Ministro da Palavra: postura, vestes, tom de voz,
semblante, maneira de se aproximar do ambão, uso do
microfone.
Leitor:
→Não precisa falar 1ª leitura, 2ª leitura...
Homilia
A homilia é uma parte da liturgia e vivamente
recomendada, sendo indispensável para nutrir a vida
cristã.
Aos domingos e festas de preceito haja homilia, não
podendo ser omitida a não ser por motivo grave, em
todas as Missas celebradas com participação do povo.
Também é recomendada nos outros dias, sobretudo nos
dias de semana do Advento, Quaresma e Tempo Pascal,
como ainda em outras festas e ocasiões em que o povo
acorre à igreja em maior número.
Após a homilia convém observar um breve tempo de
silêncio.
PROFISSÃO DE FÉ
O símbolo ou profissão de fé tem por objetivo levar todo
o povo reunido a responder à palavra de Deus anunciada
da sagrada Escritura e explicada pela homilia, bem como,
proclamando a regra da fé através de fórmula aprovada
para o uso litúrgico, recordar e professar os grandes
mistérios da fé, antes de iniciar sua celebração na
Eucaristia.
O símbolo deve ser cantado ou recitado pelo sacerdote
com o povo aos domingos e solenidades; pode-se
também dizer em celebrações especiais de caráter mais
solene.
O creio não é apenas uma oração, é muito mais, é uma
declaração solene e pública de nossa crença.
ORAÇÃO UNIVERSAL OU PRECE DOS FIÉIS
É a súplica comunitária pelas necessidades da
Igreja universal, do mundo e Igreja local. Ela encerra a
Liturgia da Palavra. É bom que se faça preces curtas e
bem objetivas, colocando-se em mente que não se trata
de uma pequena homilia particular, com textos longos e
verdades próprias.
Cabe a equipe de liturgia a iniciativa de ver as intenções
próprias nas diversas circunstâncias, naquela missa e
naquela igreja, pois a missa deve ser algo que interesse
a comunidade, que toque a vida de seus participantes.
Sempre que possível – respostas cantadas.
Normalmente serão estas as séries de intenções:
a) pelas necessidades da Igreja;
b) pelos poderes públicos e pela salvação de todo o
mundo;
c) pelos que sofrem qualquer dificuldade;
d) pela comunidade local.
LITURGIALITURGIA
EUCARÍSTIEUCARÍSTI
CACA
LITÚRGIA EUCARÍSTICALITÚRGIA EUCARÍSTICA
Na última Ceia, Cristo instituiu o sacrifício e a ceia
pascal, que tornam continuamente presente na Igreja
o sacrifício da cruz, quando o sacerdote, representante
do Cristo Senhor, realiza aquilo mesmo que o Senhor
fez e entregou aos discípulos para que o fizessem em
sua memória.
Cristo, na verdade, tomou o pão e o cálice, deu
graças, partiu o pão e deu-o a seus discípulos dizendo:
Tomai, comei, bebei; isto é o meu Corpo; este é o
cálice do meu Sangue. Fazei isto em memória de mim.
Por isso a Igreja dispôs toda a celebração da liturgia
eucarística em partes que correspondem às palavras e
gestos de Cristo.
1) Na preparação dos dons levam-se ao altar o pão e o
vinho com água, isto é, aqueles elementos que Cristo
tomou em suas mãos.
2) Na Oração eucarística rendem-se graças a Deus por
toda a obra da salvação e as oferendas tornam-se Corpo e
Sangue de Cristo.
3) Pela fração do pão e pela Comunhão, os fiéis, embora
muitos, recebem o Corpo e o Sangue do Senhor de um só
pão e de um só cálice, do mesmo modo como os
Apóstolos, das mãos do próprio Cristo.
PREPARAÇÃO DOS DONS
Apesar de conhecida como ofertório, esta parte da missa é
apenas uma apresentação dos dons que serão ofertados
junto com o Cristo durante a consagração.
Terminada a Oração dos Fiéis, o celebrante se dirige para a
frente do altar, a fim de receber as oferendas.
A Procissão do Ofertório, essa caminhada, trazendo para o
altar as ofertas, significa que o pão e o vinho estão saindo
das mãos do homem que trabalha, isto é, do meio do povo.
Além do Pão e do Vinho, são permitidas ofertas em dinheiro
e outros dons, destinados aos pobres ou a Igreja, e tanto
podem ser trazidos pelos fiéis como recolhidos dentro da
Igreja. Estes dons serão dispostos em lugar conveniente,
fora da mesa eucarística.
Obs.: na Celebração da Palavra não existe apresentação das
oferendas.
Analisemos os elementos do ofertório: o pão o vinho e
a água. O que significam?
1) O pão e o vinho representam a vida do homem, o que
ele é, uma vez que ninguém vive sem comer nem
beber;
2) Representam também o que o homem faz, pois
ninguém vai à roça colher pão nem na fonte buscar
vinho;
3) Em Cristo, o pão e o vinho adquirem um novo
significado, tornando-se o Corpo e o Sangue de Cristo.
Como podemos ver, o que o homem é e o que o
homem faz adquirem um novo sentido em Jesus Cristo.
E a água? Durante a apresentação das oferendas, o
sacerdote mergulha algumas gotas de água no vinho. E
o porquê disso?
Sabemos que no tempo de Jesus os judeus bebiam vinho
diluído em um pouco de água, e certamente Cristo
também devia fazê-lo, pois era verdadeiramente
homem. Por outro lado, a água quando misturada ao
vinho adquire a cor e o sabor deste. Ora, as gotas de
água representam a humanidade que se transforma
quando diluída em Cristo.
A procissão das oferendas, com o seu sentido de
participação dos fiéis, não convém, no entanto, que se
exagere, incluindo nela todo o tipo de «dons», mais ou
menos simbólicos. Os que Cristo «tomou» nas suas
mãos, e que têm que ver diretamente com a Eucaristia,
são o pão e o vinho, frutos da terra e do trabalho:
símbolos bem expressivos da existência e da inclusão de
todos no sacrifício de Cristo.
Há três possibilidades para se realizar o rito com relação
à música:
Continuar cantando a canção iniciada na procissão das
oferendas; o que é feito na maior parte das
comunidades.
 Recitar a fórmula da apresentação em voz alta e a
mesma ser acompanhada com um fundo musical,
solando por exemplo, a música cantada na procissão das
oferendas.
Cantar a fórmula da apresentação dos dons que, neste
caso, é cantada pelo padre e a assembleia participa
ouvindo e cantando o refrão “Bendito seja Deus para
sempre”.
Orai Irmãos -
Agora o sacerdote convida toda assembleia a unir
suas orações à ação de graças do sacerdote.
Oração sobre as Oferendas -
Onde pedimos que os dons oferecidos a Deus, por
ação do Espírito Santo, se tornem o nosso alimento
espiritual. Esta oração coleta os motivos da ação de
graças e lança na oração eucarística que irá começar a
seguir. Sempre muito rica, deve ser acompanhada
com muita atenção e confirmada com o nosso amém!
ORAÇÃO EUCARÍSTICAORAÇÃO EUCARÍSTICA
Inicia-se agora a Oração eucarística, centro e ápice de toda a
celebração, prece de ação de graças e santificação. O
sacerdote convida o povo a elevar os corações ao Senhor na
oração e ação de graças e o associa à prece que dirige a Deus
Pai, por Cristo, no Espírito Santo, em nome de toda a
comunidade. O sentido desta oração é que toda a assembleia
se una com Cristo na proclamação das maravilhas de Deus e
na oblação do sacrifício. A oração eucarística exige que todos
a ouçam respeitosamente e em silêncio.
Prefácio - após o diálogo introdutório, o prefácio possui a
função de introduzir a assembléia na grande ação de
graças que se dá a partir deste ponto. Existem inúmeros
prefácios, abordando sobre os mais diversos temas: a
vida dos santos, Nossa Senhora, Páscoa etc.
O Santo - é a primeira grande aclamação da assembléia a
Deus Pai em Jesus Cristo. O correto é que seja sempre
cantado, levando-se em conta a maior fidelidade possível
à letra da oração original.
A invocação do Espírito Santo - através dele Cristo
realizou sua ação quando presente na história e a realiza
nos tempos atuais. A Igreja nasce do espírito Santo, que
transforma o pão e o vinho. A Igreja tem sua força na
Eucaristia.
 A consagração - Deve ser toda acompanhada por nós. Nesse
momento o mistério do amor do Pai é renovado em nós. Cristo
dá-se por nós ao Pai trazendo graças para nossos corações. Daí
ser esse um momento de profundo silêncio.
 Preces e intercessões - Reconhecendo a ação de Cristo pelo
Espírito Santo em nós, a Igreja pede a graça de abrir-se a ela,
tornando-se uma só unidade. Pede para que o papa e seus
auxiliares sejam capazes de levar o Espírito Santo a todos.
Pede pelos fiéis que já se foram e pede a graça de, a exemplo
de Nossa Senhora e dos santos, os fiéis possam chegar ao
Reino para todos preparados pelo Pai.
 Doxologia Final - é uma espécie de resumo de toda a oração
eucarística, em que o sacerdote tendo o Corpo e Sangue de
Cristo em suas mãos louva ao Pai e toda assembléia responde
com um grande “amém”, que confirma tudo aquilo que ela
viveu. O sacerdote a diz sozinho.
RITO DA COMUNHÃORITO DA COMUNHÃO
Sendo a celebração eucarística a ceia pascal, convém que,
segundo a ordem do Senhor, o seu Corpo e Sangue sejam
recebidos como alimento espiritual pelos fiéis
devidamente preparados. Esta é a finalidade da fração do
pão e os outros ritos preparatórios, pelos quais os fiéis
são imediatamente encaminhados à Comunhão.
 Pai Nosso - É o desfecho natural da oração
eucarística.
Oração pela paz - pedimos que a paz se estenda a todas
as pessoas, presentes ou não, para que possam viver em
plenitude o mistério de Cristo. Pede-se também a Paz
para a Igreja, para que, desse modo, possa continuar sua
missão. Esta oração é rezada somente pelo sacerdote.
O cumprimento da Paz - é um gesto simbólico, uma
saudação pascal.
O Cordeiro de Deus - Neste momento o padre
mergulha um pedaço do pão no vinho,
representando a união de Cristo presente por inteiro
nas duas espécies.
Enquanto o sacerdote recebe o Sacramento, entoa-se o
canto da comunhão que exprime, pela unidade das
vozes, a união espiritual dos comungantes, demonstra a
alegria dos corações e realça mais a índole "comunitária"
da procissão para receber a Eucaristia. O canto prolonga-
se em quanto se ministra a Comunhão aos fiéis.
Haja o cuidado para que também os cantores possam
comungar com facilidade.
CANTO:
acompanha o rito / momento de silêncio.
Deve retomar o evangelho do dia, garantindo
a unidade das duas mesas. Cantos de
adoração ao Santíssimo e cantos de cunho
individualista ou temático não expressam a
densidade desse momento.
→Oração pós-comunhão -
Apresentemos no silêncio do coração essa experiência de
amor.
E o sacerdote, ao recolher todas elas, oferece ao Pai com
a oração depois da comunhão.Costuma ser o último
pedido de que vivamos no cotidiano e de que sejamos
conduzidos à plenitude da vida pela força do que
celebramos.
O povo pela aclamação Amém faz sua a oração.
RITOSRITOS
FINAISFINAIS
RITOS FINAIS
“O rito de encerramento da Missa consta
fundamentalmente de três elementos: a saudação do
sacerdote, a bênção, que em certos dias e ocasiões é
enriquecida e expressa pela oração sobre o povo, ou por
outra forma mais solene, e a própria despedida, em que
se despede a assembleia, afim de que todos voltem às
suas atividades louvando e bendizendo o Senhor com
suas boas obras” (IGMR 57).
Obs.: só termina a missa após a procissão.
a) Saudação
Esta parte é o envio, é o início da transformação
do compromisso assumido na Missa em gestos e
atitudes concretas. Ouvimos a Palavra de Deus e a
aceitamos em nossas vidas. Revivemos a Páscoa de
Cristo, assumindo também nós esta passagem da
morte para a vida e unimo-nos ao sacrifício de
Cristo ao reconhecer nossa vida como dom de Deus
e orientando-a em sua direção.
b) Avisos
Sem demais delongas, este momento é o oportuno
para dar-se avisos à comunidade, bem como para
as últimas orientações do presidente da celebração.
c) Bênção
em certos dias e ocasiões é enriquecida e expressa pela
oração sobre o povo, ou por outra fórmula mais
solene.
d) Despedida
Passando a despedida para o latim ela soa da seguinte
forma: “Ite, Missa est”. Traduzindo-se para o
português, soa algo como “Ide, tendes uma bênção e
uma missão a cumprir”, pois em latim, missa significa
missão ou demissão, como também pode significar
bênção. De posse desta boa-graça dada pelo Pai, os
cristãos são re-enviados ao mundo para que se tornem
eucaristia, fonte de bênçãos para o próximo. Desse
modo a Missa reassume todo seu significado.
Toda a celebração foi um mergulho na luz de Deus.
Iluminados, poderemos respingar claridade para todos os
que conosco vivem. Cada um de nós se faz uma gotinha
luminosa na noite que nos aguarda. A celebração se
carrega de fé, de esperança, de amor. Fé pela certeza do
mistério que vivenciamos. Esperança de que ele se
prolongue hoje e sempre. Amor de Deus e ao irmão que
resume toda lei e os profetas, que lhe é a plenitude.
CANTO E MÚSICA NA LITURGIA
Devemos ter consciência de que em todas as
celebrações o centro é Jesus Cristo.
Doc.79 da CNBB alerta para o perigo de que os cantos
estejam distantes do mistério celebrado e dos textos
litúrgicos, correspondendo apenas ao gosto de quem
escolhe, sobretudo quando se trata de alguns
movimentos e grupos (nn.43 e 175)
Cantar a liturgia e não cantar na liturgia.
1º) Pedir as luzes do Espírito Santo
2º) Avaliar a celebração passada
a) A celebração foi, de fato, um acontecimento marcante na
vida da comunidade?
b) A assembleia sentiu-se envolvida no mistério que
celebramos?
c) Os cantos, símbolos, ritos, orações... ajudaram a expressar
o Mistério do dia?
d) Como se deu a relação entre assembleia e equipe;
assembleia e presidência; equipe e presidência? Houve
comunhão de sentimentos, de interesses?
OITO PASSOS PARA PREPARAR UMA CELEBRAÇÃO
e) Sentimos prevalecer um clima orante em nossa
celebração? O que ajudou? O que prejudicou?
f) Os ministros e ministras agiram à maneira de Jesus?
g) Como a vida e os acontecimentos importantes da
comunidade entraram na celebração?
3º) Situar a celebração no tempo litúrgico e na vida da comunidade
Este passo se baseia em duas perguntas fundamentais:
a) Qual o Mistério que celebramos?
b) Qual a relação entre esse Mistério e a vida da comunidade?
Primeiro recorda-se a data em que a celebração vai acontecer, bem como se
recorda o tempo litúrgico no qual a celebração é situada (Quaresma? Páscoa?
Advento? Natal? Tempo comum? Festa de algum Santo?...).
Então se pergunta pelo Mistério que vamos celebrar, tendo como raiz sempre
o Mistério Pascal de Cristo. Mas não para por aí. É preciso, também, colocar
as raízes do Mistério da Páscoa de Jesus no Mistério Pascal da vida da gente.
Para tanto, é preciso que a equipe recorde os acontecimentos da comunidade:
 eventos sociais
 religiosos
 do dia-a-dia da comunidade
 da região
 ocorrências nacionais e internacionais
 Isso vale para qualquer celebração, lembrando que a pessoa e a Páscoa de Jesus
devem estar no centro de tudo.
4º) Fazer a experiência da Palavra
Agora se procede à leitura dos textos bíblicos propostos. Lê-los e aprofundá-
los.
Perguntar:
-Quais são os personagens presentes no Evangelho?
-O que falam? Para quem falam?
-Qual a Boa Nova ou o apelo que Jesus está fazendo?
-Qual a imagem pascal que aí aparece?
E mais:
-O que há de comum entre o Evangelho e a Primeira Leitura?
-Como o Evangelho nos ajuda a entender a mensagem da Primeira Leitura?
Ler também o Salmo responsorial e a Segunda Leitura, comentando.
Perguntar-se e responder:
-O que a Palavra diz para nós, para a nossa vida?
-Qual a conversão que a Palavra pede de nós?
Que sinais de salvação e de perdição ela nos indica em nossa vida, na vida de
nossas comunidades e na vida do povo em geral?
5º) Exercício de criatividade
Agora, “à luz dos passos anteriores – vida da
comunidade, tempo litúrgico, Palavra de Deus – procura-
se, num exercício de criatividade, fazer surgir idéias para
os diversos momentos da celebração, mesmo sem
ordem, à maneira de uma tempestade mental.
Selecionar depois as idéias a respeito de ritos, de
símbolos, de cantos, para os ritos de entrada, ato
penitencial, gesto da paz, proclamação das leituras etc.”
(CNBB, Documento 43, n. 226)
6º) Elaborar o roteiro
Em seguida (e só agora!), “passando em revista as
diversas partes da Missa, escolhem-se os cantos, os ritos
etc., para cada momento, registrando tudo numa folha-
roteiro, que servirá de guia para os diversos ministros”.
7º) Distribuir os ministérios
É o momento da distribuição das tarefas, dos ministérios. Só
agora!
“Muitas equipes precipitam-se e começam a reunião dividindo
logo as funções. Certamente, esse não é o melhor caminho,
pois, como vimos, a preparação de uma celebração não se
resume a um simples distribuir de tarefas. Trata-se de um
processo comunitário de oração e de discernimento, que
deve alcançar o objetivo de expressar e viver o Mistério da
Páscoa de Jesus na comunidade reunida em assembléia.
Um ministério litúrgico deve ser sempre desempenhado tendo
presente a imagem do Cristo Servidor de todos. Longe de
nós aparentarmos qualquer sinal de superioridade ou
mesmo de prestígio na comunidade. Não se trata de
dignidade maior ou menor, mas de um ‘Eu estou no meio de
vós como aquele que serve’ (Lc 22,27)”.
8º) Ensaiar as ações simbólicas
“Precisamos ensaiar cada passo, rito, ação simbólica e
cantos que foram escolhidos pela equipe. Por isso, a
equipe deve marcar, com as pessoas envolvidas na
celebração, um momento para o ensaio... e é bom que
seja sempre no lugar onde se realizará a celebração. Por
isso, também não basta imaginar o lugar... vamos até lá
para realizar, o mais proximamente, como faríamos se
estivéssemos vivendo a própria celebração.
E aqui vale lembrar a ‘regrinha de ouro’ de nossa liturgia:
- é preciso saber unir a ação corporal (palavras, músicas,
gestos) ao seu sentido teológico-litúrgico e a uma atitude
interior que o Espírito suscita na gente através da ação
que vamos realizar”.
Mas... Cuidado com a tal
CRIATIVIDADE
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3

Formação litúrgica 16.09.2017 3

  • 1.
  • 2.
    A ESTRUTURAA ESTRUTURA GERALDAGERAL DA MISSAMISSA
  • 3.
    A Missa écomposta pelas seguintes etapas: * Ritos Iniciais; * Liturgia da Palavra; * Liturgia Eucarística; * Ritos Finais
  • 4.
  • 5.
    Procissão de Entrada Lembraa caminhada do povo de Deus, o gesto de ir ao encontro do Senhor.  Reunido o povo, enquanto entra o sacerdote com os ministros e os leitores, inicia-se o cântico de entrada. A finalidade deste é dar início à celebração, favorecer a união dos fiéis reunidos e introduzi-los no mistério do tempo litúrgico ou da festa, e ao mesmo tempo acompanhar a procissão de entrada. ◦ Acompanha o rito. Entram com o porte erguido na liberdade e consciência, mas deparam, em seguida com a grandeza do mistério que vão celebrar. Então, diminuem-se em gesto de humildade - fazem genuflexão ou inclinação (vênia). ◦ O presidente chegando ao altar, beija-o.
  • 6.
    O padre dirige-seaos fiéis fazendo o sinal da cruz. O sinal-da-cruz no início da Liturgia é (como tantas outras) também uma ação ritual litúrgica e, por isso mesmo, carregada de profundo sentido humano, teológico e espiritual - “fazer com que os fiéis, reunindo-se em assembléia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente a palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia”. (IGMR46). É como se a pessoa que preside dissesse assim: “Em nome da Trindade santa (Pai, e Filho e Espírito Santo) declaro (declaramos) constituída esta assembleia litúrgica”. E toda a assembleia expressa o seu assentimento, dizendo: “Amém” (assim seja, aprovado!). Saudação do Altar e da Assembleia
  • 7.
    ►Sinal da cruz– pode ser cantado ► Hora do homem / hora de Deus - “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco. - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.” ► Depois da saudação do povo, o animador, pode, com palavras breves, introduzir os fiéis na Missa do dia. (Sentido Litúrgico)
  • 8.
    Ato Penitencial  Éum apresentar-se pequeno diante da grandeza de Deus, reconhecendo sua misericórdia e nossa indignidade. Não deve ser confundido com o sacramento da penitência. Evitem-se, pois, as descrições dos pecados.  Obs.: canto sem muito instrumentos.  A aspersão com água é um rito próprio do domingo, Dia do Senhor, páscoa semanal. Este rito significativo substitui o ato penitencial. Recorda o nosso batismo, que nos inseriu no Mistério Pascal e que nos fez morrer para o pecado e renascer para uma vida nova.
  • 9.
    Sua estrutura écomposta de 3 partes: 1) O canto dos anjos na noite do nascimento de Cristo: de “Glória...” até “...amados.”; 2) Os louvores a Deus Pai: de “Senhor Deus...” até “...por vossa imensa glória”; 3) Os louvores seguidos de súplicas e aclamações a Cristo: de “Senhor Jesus Cristo...” até “...Altíssimo Jesus Cristo”. Termina com um final majestoso, incluindo o Espírito Santo, que não faz parte da aclamação. O Espírito Santo aparece relacionado com o Filho, pois é neste que se concentram os louvores e as súplicas. Glória
  • 10.
    ►Abusos no Gloria: →O Gloria faz parte do Ordinário da Missa e não dá lugar a nenhum outro texto. “O Glória é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro. O texto deste hino não pode ser substituído por outro”. (IGMR) → Gloria NÃO é um “louvor trinitário”.
  • 11.
    ORAÇÃO DO DIA(coleta) O sacerdote convida o povo a rezar; todos se conservam em silêncio com o sacerdote por alguns instantes, tomando consciência de que estão na presença de Deus e formulando interiormente os seus pedidos. Depois o sacerdote diz a oração que se costuma chamar "coleta", pela qual se exprime a índole da celebração. Conforme antiga tradição da Igreja, a oração costuma ser dirigida a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo e por uma conclusão trinitária. O povo, unindo-se à súplica, faz sua a oração pela aclamação Amém. Não é momento de se ler intenções.
  • 12.
    É comum emnossas comunidades ler uma lista de intenções durante a missa, um costume que herdamos da Idade Média, quando predominava uma mentalidade devocional. Graças ao Concílio Vaticano II, através do documento Sacrosanctum Concilium, sabemos que, no momento da celebração é o próprio fiel quem se coloca diante de Deus e, como parte do povo sacerdotal, mais ainda, como filho e filha, apresenta ao Pai seus pedidos, agradecimentos, necessidades, e lembrança dos falecidos.
  • 13.
    A liturgia prevêmomentos rituais para isso, por ex: Oração do dia: ela é precedida de um convite por parte de quem preside, seguido de breve momento de silêncio, quando cada um se dirige silenciosamente a Deus apresentando seus pedidos, conforme nos ensina o Missal Romano, de forma que não precisamos de alguém que leia para nós nossas intenções. O presidente pode também apresentar a Deus neste momento as demais intenções que foram colocadas numa cestinha, bem como todas as estiverem no coração de cada um. Procissão das Oferendas: é a nossa vida que é levada ao altar para se tornar vida nova em Cristo.
  • 14.
    Santo, santo, santo:momento em que a assembleia terrestre e celeste se unem para glorificar a Deus, acontece, então, nossa proximidade e encontro com as pessoas que amamos e já partiram.. Quando você cantar o Santo, eleve seu olhar para o alto e lá na assembleia celeste verá claramente seus entes queridos.
  • 15.
    Oração Eucarística: nelavocê vai encontrar todas as intercessões: pela Igreja, pelas necessidades do mundo, pelos defuntos... Nela, a intercessão ganha força pascal, e não se reduz a uma relação devocional de troca de favores com Deus. Veja bem: ela já traz tudo! Só precisamos acompanhá-la com atenção e assumí-la como nossa oração máxima. Depois disso, quem vai precisar de listas?
  • 16.
  • 17.
    LITURGIA DA PALAVRALITURGIADA PALAVRA A liturgia da Palavra é composta por: → Leituras: Antigo Testamento, Novo Testamento e Evangelho →Salmo responsorial e aclamação ao Evangelho. →Homilia →Profissão de fé →Oração Universal (preces dos fiéis)
  • 18.
    A parte principalda liturgia da palavra é constituída pelas leituras da Sagrada Escritura e pelos cantos que ocorrem entre elas, sendo desenvolvida e concluída pela homilia, a profissão de fé e a oração universal ou dos fieis. • Nas leituras, explanadas pela homilia, Deus fala ao seu povo, revela o mistério da redenção e da salvação, e oferece alimento espiritual; e o próprio Cristo, por sua palavra, se acha presente no meio dos fiéis. • Pelo silêncio e pelos cantos, o povo se apropria dessa palavra de Deus e a ela adere pela profissão de fé; alimentado por essa palavra, reza na oração universal pelas necessidades de toda a Igreja e pela salvação do mundo inteiro.
  • 19.
    A liturgia dapalavra deve ser celebrada de tal modo que favoreça a meditação; por isso deve ser de todo evitada qualquer pressa que impeça o recolhimento. Integram-na também breves momentos de silêncio, de acordo com a assembleia reunida, pelos quais, sob a ação do Espírito Santo, se acolhe no coração a Palavra de Deus e se prepara a resposta pela oração. Convém que tais momentos de silêncio sejam observados, por exemplo, antes de se iniciar a própria liturgia da palavra, após a primeira e a segunda leitura, como também após o término da homilia.
  • 20.
    Mediante as leiturasé preparada para os fiéis a mesa da palavra de Deus e abrem-se para eles os tesouros da Bíblia. Por isso, é melhor conservar a disposição das leituras bíblicas pela qual se manifesta a unidade dos dois Testamentos e da história da salvação; nem é permitido trocar as leituras e o salmo responsorial, constituídos da palavra de Deus, por outros textos não bíblicos. Na celebração da Missa com povo, as leituras são sempre proferidas do ambão. Por tradição, o ofício de proferir as leituras não é função presidencial, mas ministerial. As leituras sejam pois proclamadas pelo leitor, o Evangelho seja anunciado pelo diácono ou, na sua ausência, por outro sacerdote. Depois de cada leitura, quem a leu profere a aclamação; por sua resposta, o povo reunido presta honra à palavra de Deus, acolhida com fé e de ânimo agradecido.
  • 21.
    A leitura doEvangelho constitui o ponto alto da liturgia da palavra: • tanto por parte do ministro delegado para anunciá- la, que se prepara pela bênção ou oração; • como por parte dos fiéis que pelas aclamações reconhecem e professam que o Cristo está presente e lhes fala, e que ouvem de pé a leitura; • ou ainda pelos sinais de veneração prestados ao Evangeliário.
  • 22.
    Observações: Entrada do Lecionário/Evangeliário: →Ministroda Palavra: postura, vestes, tom de voz, semblante, maneira de se aproximar do ambão, uso do microfone. Leitor: →Não precisa falar 1ª leitura, 2ª leitura...
  • 23.
    Homilia A homilia éuma parte da liturgia e vivamente recomendada, sendo indispensável para nutrir a vida cristã. Aos domingos e festas de preceito haja homilia, não podendo ser omitida a não ser por motivo grave, em todas as Missas celebradas com participação do povo. Também é recomendada nos outros dias, sobretudo nos dias de semana do Advento, Quaresma e Tempo Pascal, como ainda em outras festas e ocasiões em que o povo acorre à igreja em maior número. Após a homilia convém observar um breve tempo de silêncio.
  • 24.
    PROFISSÃO DE FÉ Osímbolo ou profissão de fé tem por objetivo levar todo o povo reunido a responder à palavra de Deus anunciada da sagrada Escritura e explicada pela homilia, bem como, proclamando a regra da fé através de fórmula aprovada para o uso litúrgico, recordar e professar os grandes mistérios da fé, antes de iniciar sua celebração na Eucaristia. O símbolo deve ser cantado ou recitado pelo sacerdote com o povo aos domingos e solenidades; pode-se também dizer em celebrações especiais de caráter mais solene. O creio não é apenas uma oração, é muito mais, é uma declaração solene e pública de nossa crença.
  • 25.
    ORAÇÃO UNIVERSAL OUPRECE DOS FIÉIS É a súplica comunitária pelas necessidades da Igreja universal, do mundo e Igreja local. Ela encerra a Liturgia da Palavra. É bom que se faça preces curtas e bem objetivas, colocando-se em mente que não se trata de uma pequena homilia particular, com textos longos e verdades próprias. Cabe a equipe de liturgia a iniciativa de ver as intenções próprias nas diversas circunstâncias, naquela missa e naquela igreja, pois a missa deve ser algo que interesse a comunidade, que toque a vida de seus participantes. Sempre que possível – respostas cantadas.
  • 26.
    Normalmente serão estasas séries de intenções: a) pelas necessidades da Igreja; b) pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo; c) pelos que sofrem qualquer dificuldade; d) pela comunidade local.
  • 27.
  • 28.
    LITÚRGIA EUCARÍSTICALITÚRGIA EUCARÍSTICA Naúltima Ceia, Cristo instituiu o sacrifício e a ceia pascal, que tornam continuamente presente na Igreja o sacrifício da cruz, quando o sacerdote, representante do Cristo Senhor, realiza aquilo mesmo que o Senhor fez e entregou aos discípulos para que o fizessem em sua memória. Cristo, na verdade, tomou o pão e o cálice, deu graças, partiu o pão e deu-o a seus discípulos dizendo: Tomai, comei, bebei; isto é o meu Corpo; este é o cálice do meu Sangue. Fazei isto em memória de mim. Por isso a Igreja dispôs toda a celebração da liturgia eucarística em partes que correspondem às palavras e gestos de Cristo.
  • 29.
    1) Na preparaçãodos dons levam-se ao altar o pão e o vinho com água, isto é, aqueles elementos que Cristo tomou em suas mãos. 2) Na Oração eucarística rendem-se graças a Deus por toda a obra da salvação e as oferendas tornam-se Corpo e Sangue de Cristo. 3) Pela fração do pão e pela Comunhão, os fiéis, embora muitos, recebem o Corpo e o Sangue do Senhor de um só pão e de um só cálice, do mesmo modo como os Apóstolos, das mãos do próprio Cristo.
  • 30.
    PREPARAÇÃO DOS DONS Apesarde conhecida como ofertório, esta parte da missa é apenas uma apresentação dos dons que serão ofertados junto com o Cristo durante a consagração. Terminada a Oração dos Fiéis, o celebrante se dirige para a frente do altar, a fim de receber as oferendas. A Procissão do Ofertório, essa caminhada, trazendo para o altar as ofertas, significa que o pão e o vinho estão saindo das mãos do homem que trabalha, isto é, do meio do povo. Além do Pão e do Vinho, são permitidas ofertas em dinheiro e outros dons, destinados aos pobres ou a Igreja, e tanto podem ser trazidos pelos fiéis como recolhidos dentro da Igreja. Estes dons serão dispostos em lugar conveniente, fora da mesa eucarística. Obs.: na Celebração da Palavra não existe apresentação das oferendas.
  • 31.
    Analisemos os elementosdo ofertório: o pão o vinho e a água. O que significam? 1) O pão e o vinho representam a vida do homem, o que ele é, uma vez que ninguém vive sem comer nem beber; 2) Representam também o que o homem faz, pois ninguém vai à roça colher pão nem na fonte buscar vinho; 3) Em Cristo, o pão e o vinho adquirem um novo significado, tornando-se o Corpo e o Sangue de Cristo. Como podemos ver, o que o homem é e o que o homem faz adquirem um novo sentido em Jesus Cristo.
  • 32.
    E a água?Durante a apresentação das oferendas, o sacerdote mergulha algumas gotas de água no vinho. E o porquê disso? Sabemos que no tempo de Jesus os judeus bebiam vinho diluído em um pouco de água, e certamente Cristo também devia fazê-lo, pois era verdadeiramente homem. Por outro lado, a água quando misturada ao vinho adquire a cor e o sabor deste. Ora, as gotas de água representam a humanidade que se transforma quando diluída em Cristo.
  • 33.
    A procissão dasoferendas, com o seu sentido de participação dos fiéis, não convém, no entanto, que se exagere, incluindo nela todo o tipo de «dons», mais ou menos simbólicos. Os que Cristo «tomou» nas suas mãos, e que têm que ver diretamente com a Eucaristia, são o pão e o vinho, frutos da terra e do trabalho: símbolos bem expressivos da existência e da inclusão de todos no sacrifício de Cristo.
  • 34.
    Há três possibilidadespara se realizar o rito com relação à música: Continuar cantando a canção iniciada na procissão das oferendas; o que é feito na maior parte das comunidades.  Recitar a fórmula da apresentação em voz alta e a mesma ser acompanhada com um fundo musical, solando por exemplo, a música cantada na procissão das oferendas. Cantar a fórmula da apresentação dos dons que, neste caso, é cantada pelo padre e a assembleia participa ouvindo e cantando o refrão “Bendito seja Deus para sempre”.
  • 35.
    Orai Irmãos - Agorao sacerdote convida toda assembleia a unir suas orações à ação de graças do sacerdote. Oração sobre as Oferendas - Onde pedimos que os dons oferecidos a Deus, por ação do Espírito Santo, se tornem o nosso alimento espiritual. Esta oração coleta os motivos da ação de graças e lança na oração eucarística que irá começar a seguir. Sempre muito rica, deve ser acompanhada com muita atenção e confirmada com o nosso amém!
  • 36.
    ORAÇÃO EUCARÍSTICAORAÇÃO EUCARÍSTICA Inicia-seagora a Oração eucarística, centro e ápice de toda a celebração, prece de ação de graças e santificação. O sacerdote convida o povo a elevar os corações ao Senhor na oração e ação de graças e o associa à prece que dirige a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo, em nome de toda a comunidade. O sentido desta oração é que toda a assembleia se una com Cristo na proclamação das maravilhas de Deus e na oblação do sacrifício. A oração eucarística exige que todos a ouçam respeitosamente e em silêncio.
  • 37.
    Prefácio - apóso diálogo introdutório, o prefácio possui a função de introduzir a assembléia na grande ação de graças que se dá a partir deste ponto. Existem inúmeros prefácios, abordando sobre os mais diversos temas: a vida dos santos, Nossa Senhora, Páscoa etc. O Santo - é a primeira grande aclamação da assembléia a Deus Pai em Jesus Cristo. O correto é que seja sempre cantado, levando-se em conta a maior fidelidade possível à letra da oração original. A invocação do Espírito Santo - através dele Cristo realizou sua ação quando presente na história e a realiza nos tempos atuais. A Igreja nasce do espírito Santo, que transforma o pão e o vinho. A Igreja tem sua força na Eucaristia.
  • 38.
     A consagração- Deve ser toda acompanhada por nós. Nesse momento o mistério do amor do Pai é renovado em nós. Cristo dá-se por nós ao Pai trazendo graças para nossos corações. Daí ser esse um momento de profundo silêncio.  Preces e intercessões - Reconhecendo a ação de Cristo pelo Espírito Santo em nós, a Igreja pede a graça de abrir-se a ela, tornando-se uma só unidade. Pede para que o papa e seus auxiliares sejam capazes de levar o Espírito Santo a todos. Pede pelos fiéis que já se foram e pede a graça de, a exemplo de Nossa Senhora e dos santos, os fiéis possam chegar ao Reino para todos preparados pelo Pai.  Doxologia Final - é uma espécie de resumo de toda a oração eucarística, em que o sacerdote tendo o Corpo e Sangue de Cristo em suas mãos louva ao Pai e toda assembléia responde com um grande “amém”, que confirma tudo aquilo que ela viveu. O sacerdote a diz sozinho.
  • 39.
    RITO DA COMUNHÃORITODA COMUNHÃO Sendo a celebração eucarística a ceia pascal, convém que, segundo a ordem do Senhor, o seu Corpo e Sangue sejam recebidos como alimento espiritual pelos fiéis devidamente preparados. Esta é a finalidade da fração do pão e os outros ritos preparatórios, pelos quais os fiéis são imediatamente encaminhados à Comunhão.
  • 40.
     Pai Nosso- É o desfecho natural da oração eucarística. Oração pela paz - pedimos que a paz se estenda a todas as pessoas, presentes ou não, para que possam viver em plenitude o mistério de Cristo. Pede-se também a Paz para a Igreja, para que, desse modo, possa continuar sua missão. Esta oração é rezada somente pelo sacerdote.
  • 41.
    O cumprimento daPaz - é um gesto simbólico, uma saudação pascal. O Cordeiro de Deus - Neste momento o padre mergulha um pedaço do pão no vinho, representando a união de Cristo presente por inteiro nas duas espécies.
  • 42.
    Enquanto o sacerdoterecebe o Sacramento, entoa-se o canto da comunhão que exprime, pela unidade das vozes, a união espiritual dos comungantes, demonstra a alegria dos corações e realça mais a índole "comunitária" da procissão para receber a Eucaristia. O canto prolonga- se em quanto se ministra a Comunhão aos fiéis. Haja o cuidado para que também os cantores possam comungar com facilidade.
  • 43.
    CANTO: acompanha o rito/ momento de silêncio. Deve retomar o evangelho do dia, garantindo a unidade das duas mesas. Cantos de adoração ao Santíssimo e cantos de cunho individualista ou temático não expressam a densidade desse momento.
  • 44.
    →Oração pós-comunhão - Apresentemosno silêncio do coração essa experiência de amor. E o sacerdote, ao recolher todas elas, oferece ao Pai com a oração depois da comunhão.Costuma ser o último pedido de que vivamos no cotidiano e de que sejamos conduzidos à plenitude da vida pela força do que celebramos. O povo pela aclamação Amém faz sua a oração.
  • 45.
  • 46.
    RITOS FINAIS “O ritode encerramento da Missa consta fundamentalmente de três elementos: a saudação do sacerdote, a bênção, que em certos dias e ocasiões é enriquecida e expressa pela oração sobre o povo, ou por outra forma mais solene, e a própria despedida, em que se despede a assembleia, afim de que todos voltem às suas atividades louvando e bendizendo o Senhor com suas boas obras” (IGMR 57). Obs.: só termina a missa após a procissão.
  • 47.
    a) Saudação Esta parteé o envio, é o início da transformação do compromisso assumido na Missa em gestos e atitudes concretas. Ouvimos a Palavra de Deus e a aceitamos em nossas vidas. Revivemos a Páscoa de Cristo, assumindo também nós esta passagem da morte para a vida e unimo-nos ao sacrifício de Cristo ao reconhecer nossa vida como dom de Deus e orientando-a em sua direção. b) Avisos Sem demais delongas, este momento é o oportuno para dar-se avisos à comunidade, bem como para as últimas orientações do presidente da celebração.
  • 48.
    c) Bênção em certosdias e ocasiões é enriquecida e expressa pela oração sobre o povo, ou por outra fórmula mais solene. d) Despedida Passando a despedida para o latim ela soa da seguinte forma: “Ite, Missa est”. Traduzindo-se para o português, soa algo como “Ide, tendes uma bênção e uma missão a cumprir”, pois em latim, missa significa missão ou demissão, como também pode significar bênção. De posse desta boa-graça dada pelo Pai, os cristãos são re-enviados ao mundo para que se tornem eucaristia, fonte de bênçãos para o próximo. Desse modo a Missa reassume todo seu significado.
  • 49.
    Toda a celebraçãofoi um mergulho na luz de Deus. Iluminados, poderemos respingar claridade para todos os que conosco vivem. Cada um de nós se faz uma gotinha luminosa na noite que nos aguarda. A celebração se carrega de fé, de esperança, de amor. Fé pela certeza do mistério que vivenciamos. Esperança de que ele se prolongue hoje e sempre. Amor de Deus e ao irmão que resume toda lei e os profetas, que lhe é a plenitude.
  • 50.
    CANTO E MÚSICANA LITURGIA Devemos ter consciência de que em todas as celebrações o centro é Jesus Cristo. Doc.79 da CNBB alerta para o perigo de que os cantos estejam distantes do mistério celebrado e dos textos litúrgicos, correspondendo apenas ao gosto de quem escolhe, sobretudo quando se trata de alguns movimentos e grupos (nn.43 e 175) Cantar a liturgia e não cantar na liturgia.
  • 51.
    1º) Pedir asluzes do Espírito Santo 2º) Avaliar a celebração passada a) A celebração foi, de fato, um acontecimento marcante na vida da comunidade? b) A assembleia sentiu-se envolvida no mistério que celebramos? c) Os cantos, símbolos, ritos, orações... ajudaram a expressar o Mistério do dia? d) Como se deu a relação entre assembleia e equipe; assembleia e presidência; equipe e presidência? Houve comunhão de sentimentos, de interesses? OITO PASSOS PARA PREPARAR UMA CELEBRAÇÃO
  • 52.
    e) Sentimos prevalecerum clima orante em nossa celebração? O que ajudou? O que prejudicou? f) Os ministros e ministras agiram à maneira de Jesus? g) Como a vida e os acontecimentos importantes da comunidade entraram na celebração?
  • 53.
    3º) Situar acelebração no tempo litúrgico e na vida da comunidade Este passo se baseia em duas perguntas fundamentais: a) Qual o Mistério que celebramos? b) Qual a relação entre esse Mistério e a vida da comunidade? Primeiro recorda-se a data em que a celebração vai acontecer, bem como se recorda o tempo litúrgico no qual a celebração é situada (Quaresma? Páscoa? Advento? Natal? Tempo comum? Festa de algum Santo?...). Então se pergunta pelo Mistério que vamos celebrar, tendo como raiz sempre o Mistério Pascal de Cristo. Mas não para por aí. É preciso, também, colocar as raízes do Mistério da Páscoa de Jesus no Mistério Pascal da vida da gente. Para tanto, é preciso que a equipe recorde os acontecimentos da comunidade:  eventos sociais  religiosos  do dia-a-dia da comunidade  da região  ocorrências nacionais e internacionais  Isso vale para qualquer celebração, lembrando que a pessoa e a Páscoa de Jesus devem estar no centro de tudo.
  • 54.
    4º) Fazer aexperiência da Palavra Agora se procede à leitura dos textos bíblicos propostos. Lê-los e aprofundá- los. Perguntar: -Quais são os personagens presentes no Evangelho? -O que falam? Para quem falam? -Qual a Boa Nova ou o apelo que Jesus está fazendo? -Qual a imagem pascal que aí aparece? E mais: -O que há de comum entre o Evangelho e a Primeira Leitura? -Como o Evangelho nos ajuda a entender a mensagem da Primeira Leitura? Ler também o Salmo responsorial e a Segunda Leitura, comentando. Perguntar-se e responder: -O que a Palavra diz para nós, para a nossa vida? -Qual a conversão que a Palavra pede de nós? Que sinais de salvação e de perdição ela nos indica em nossa vida, na vida de nossas comunidades e na vida do povo em geral?
  • 55.
    5º) Exercício decriatividade Agora, “à luz dos passos anteriores – vida da comunidade, tempo litúrgico, Palavra de Deus – procura- se, num exercício de criatividade, fazer surgir idéias para os diversos momentos da celebração, mesmo sem ordem, à maneira de uma tempestade mental. Selecionar depois as idéias a respeito de ritos, de símbolos, de cantos, para os ritos de entrada, ato penitencial, gesto da paz, proclamação das leituras etc.” (CNBB, Documento 43, n. 226) 6º) Elaborar o roteiro Em seguida (e só agora!), “passando em revista as diversas partes da Missa, escolhem-se os cantos, os ritos etc., para cada momento, registrando tudo numa folha- roteiro, que servirá de guia para os diversos ministros”.
  • 56.
    7º) Distribuir osministérios É o momento da distribuição das tarefas, dos ministérios. Só agora! “Muitas equipes precipitam-se e começam a reunião dividindo logo as funções. Certamente, esse não é o melhor caminho, pois, como vimos, a preparação de uma celebração não se resume a um simples distribuir de tarefas. Trata-se de um processo comunitário de oração e de discernimento, que deve alcançar o objetivo de expressar e viver o Mistério da Páscoa de Jesus na comunidade reunida em assembléia. Um ministério litúrgico deve ser sempre desempenhado tendo presente a imagem do Cristo Servidor de todos. Longe de nós aparentarmos qualquer sinal de superioridade ou mesmo de prestígio na comunidade. Não se trata de dignidade maior ou menor, mas de um ‘Eu estou no meio de vós como aquele que serve’ (Lc 22,27)”.
  • 57.
    8º) Ensaiar asações simbólicas “Precisamos ensaiar cada passo, rito, ação simbólica e cantos que foram escolhidos pela equipe. Por isso, a equipe deve marcar, com as pessoas envolvidas na celebração, um momento para o ensaio... e é bom que seja sempre no lugar onde se realizará a celebração. Por isso, também não basta imaginar o lugar... vamos até lá para realizar, o mais proximamente, como faríamos se estivéssemos vivendo a própria celebração. E aqui vale lembrar a ‘regrinha de ouro’ de nossa liturgia: - é preciso saber unir a ação corporal (palavras, músicas, gestos) ao seu sentido teológico-litúrgico e a uma atitude interior que o Espírito suscita na gente através da ação que vamos realizar”.
  • 58.
    Mas... Cuidado coma tal CRIATIVIDADE