O documento discute os sinais e sintomas dos cânceres infantojuvenis, destacando tumores ósseos, retinoblastoma, linfoma de Hodgkin e outros tipos comuns em crianças e adolescentes. O diagnóstico precoce é enfatizado como crucial para aumentar as chances de cura, com taxas que podem variar de 0% a 90% dependendo do tipo e da detecção. Campanhas de conscientização e formação para profissionais de saúde são sugeridas para melhorar a identificação de sintomas e garantir tratamento adequado.