Sistema Renal
Profª. Jani Cleria
FUNÇÕES RENAIS
REGULAÇÃO DO VOLUME E DA
COMPOSIÇÃO DO SANGUE
REGULAM A COMPOSIÇÃO E O VOLUME DO
SANGUE E REMOVEM IMPUREZAS DO MESMO
FORMAÇÃO DE URINA
EXCREÇÃO DE QUANTIDADES SELECIONADAS
DE VÁRIAS IMPUREZASA, INCLUINDO EXCESSO
DE H+
, QUE AJUDA A CONTROLAR O pH DO
SANGUE.
REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL
AUXILIAM A REGULAR A PRESSÃO
ARTERIAL, SECRETANDO A ENZIMA RENINA,
QUE ATIVA A VIA RENINA-ANGIOTENSINA
AUMENTO DA PRESSÃO SANGUÍNEA.
FUNÇÕES RENAIS
CONTRIBUIÇÃO AO METABOLISMO
(1) REALIZANDO A GLICONEOGÊNESE (SÍNTESE
DE NOVAS MOLÉCULAS DE GLICOSE)
DURANTE PERÍODOS DE JEJUM OU FOME;
(2) SECRETANDO REITROPOETINA, UM
HORMÔNI QUE ESTIMULA A PRODUÇÃO DAS
HEMÁCIAS, E
(3) PARTICIPANDO NA SÍNTESE DA VITAMINA
D.
FUNÇÕES RENAIS
UREMIA MAL FUNCIONAMENTO RENAL PARA REMOÇÃO DOS RESÍDUOS
NÍVEL TÓXICO DE URÉIA NO SANGUE.
Sistema Urinário
• Rins
• Ureteres
• Uretra
• Bexiga
O sistema renal consiste de um
par de rins que remove
substâncias do sangue,
forma a urina, e ajuda a
regular certos processos
metabólicos;
Um par de ureteres, que
transportam a urina dos rins;
Uma bexiga que armazena a
urina;
Uma uretra, que conduz a
urina para fora do corpo.
Localização
Na região central do abdômen, o rim direito se localiza sob o fígado
e o rim esquerdo sob o baço
O sangue entra no rim
pela artéria renal que
é um tronco da aorta.
O sangue deixa o rim
pela veia renal que se
une a veia cava
inferior.
RINS
• Córtex Renal: porção externa 1 cm
• Medula Renal: colunas, pirâmides – papillas renais
• Lobo do rim: pirâmide e seu córtex adjacente
RINS
RIM
Os rins possuem formato de grãos de feijão.
Eles descansam na parede abdominal posterior e ao
lado da coluna vertebral, próximos a borda lateral do
músculo psoas. A parte superior dos rins é protegida
pelas costelas; o direito é ligeiramente mais baixo do
que o esquerdo por causa da presença do fígado.
Uma camada fibrosa de tecido conectivo chamada
cápsula renal envolve cada rim, e sobre esta camada
existe um denso depósito de tecido adiposo, a
almofada de gordura renal que protege os rins de
pancadas. Os rins e seu tecido adiposo são fixados a
parede abdominal por uma fina lâmina de tecido
conectivo, a fáscia renal .
O rim é dividido em duas regiões
chamadas de Córtex renal e
Medula Renal, respectivamente a
parte mais externa e interna do
rim. Na medula renal, existem
estruturas chamadas de pirâmides
de Malpighi, que se convergem na
região central do rim, formando o
bacinete. Dos bacinetes partem os
ureteres. No córtex renal ficam
estruturas microscópicas chamadas
de néfrons, onde o sangue é
efetivamente filtrado. Os tubos
coletores recebem as excretas dos
néfrons, levando-as até as
pirâmides de Malpighi.
NÉFRONS
É a unidade funcional do rim.
Os néfrons são constituídos por uma
estrutura chamada cápsula de
Bowman, onde existem vários
capilares sanguíneos. Dessa
cápsula, sai o túbulo renal, que
pode ser dividido em três partes:
região proximal (próxima à
cápsula de Bowman), a alça de
Henle e a região distal (mais
distante da cápsula), chegando ao
tubo coletor (ou duto coletor).
Formação da
Urina
Formação da urina
• A filtração começa na membrana de filtração
quando o sangue entra no glomérulo. a pressão
sanguínea nos rins força a água e os componentes
dissolvidos no plasma através da membrana.
• Líquido resultante filtrado
• Consiste de todo o material existente no sangue,
menos as células sangüíneas e a maioria das
proteínas, que são grandes demais.
Filtração Glomerular
Formação da urina
TFG - QUANTIDADE DE FILTRADO QUE SE FORMA A
CADA MINUTO.
ADULTO = 125 ml/min – 180 l/dia
SE A TFG FOR MUITO ALTA – substâncias necessárias
passam rapidamente através do néfron e não são
capazes de serem reabsorvidas, saindo do corpo
como parte da urina.
SE A TFG FOR MUITO BAIXA – quase todo o filtrado é
reabsorvido, não eliminando os resíduos apropriados.
Taxa de Filtração Glomerular
Formação da urina
• GLOMERULONEFRITE –
CAPILARES GLOMERULARES
TORNAM-SE TÃO PERMEÁVEIS
QUE AS PROTEÍNAS PASSAM
DO SANGUE PARA O FILTRADO
– A ÁGUA É RETIRADA DO
SANGUE POR OSMOSE –
AUMENTA A TFG.
• CÁLCULO RENAL –
BLOQUEANDO O URETER OU
PRÓSTATA AUMENTADA –
DIMINUI A TFG.
Taxa de Filtração Glomerular
Formação da urina
Regulação da TFG
☻Auto-regulação renal
☻Regulação hormonal
☻Regulação neural
AUTO-REGULAÇÃO RENAL Capacidade dos
rins de manter uma pressão sanguínea e TFG
constantes, independente das alterações da pressão
sanguínea sistêmica. Opera por retroalimentação
negativa (feedback negativo) envolvendo as células
da mácula densa do aparelho justaglomerular.
Algum estímulo
(stresse) interrompe a
homeostase causando
uma redução nas
Retorno à homeostase
quando a resposta traz
a TFG de volta ao
normal
Respostas
Aumento da TFG
Efetores
Arteríola glomerular
aferente se dilata, o que
aumenta o fluxo
sangüíneo através do
glomérulo renal
Centro de controle
AJG
Saída
Secreção diminuída de substâncias
vasoconstritoras.
Condições controladas
Taxa de filtração
glomerular (TFG)
Receptores
Células da mácula densa
do AJG detectam entrega
diminuída de Na+
, Cl-
e
água
Entrada
Formação da urina
Regulação hormonal
Quando a pressão sangüínea e a TFG diminuem, as
células justaglomerulares e da mácula densa do AJG
detectam a distensão diminuída e entrega diminuída de
Na+
e Cl-
e água, respectivamente. Então as células
justaglomerulares secretam uma enzima denominada
renina (entrada) no sangue. No sangue a renina atua em
uma grande proteína plasmática produzida no fígado,
denominada angiotensinogênio e converte-a em
angiotensina I, que quando passa através dos pulmões é
convertida em angiotensina II, que é um hormônio ativo.
Aparelho justaglomerular
Receptores
células justaglomerulares do AJG
detectam a distensão diminuída e as
células da mácula densa do AJG
detectam entrega diminuída de Na+
, Cl-
e água.
Entrada
Centro de controle
Saída
Secreção aumentada de renina
pelas células JG.
Retorno à
homeostase
quando a resposta
traz a
pressãosanguínea e
a TFG de volta ao
normal.
No sangue o
angiotensinogênio é
convertido em angiotensina I,
que é convertida em
angiotensina II
Angiotensina II
aumentada
Algum estímulo
(stresse) interrompe a
homeostase causando
uma redução nas
Pressão sangüínea e,
portanto TFG
Condições controladas
Efetores
Arteríolas eferentes
se contraem
Córtex supra-renal
secreta mais
aldosterona
Aumento da
pressão
hidrostática
glomerular
A retenção do Na+
,
Cl-
e água pelos rins
leva ao aumento do
volume sangüíneo
O aumento na
ingestão de água
aumenta o volume
sangüíneo
A retenção de água
pelos rins leva ao
aumento do
volume sangüíneo
Respostas
A neuro-hipófise
libera mais ADH
(hormônio
antidiurético)
O centro da sede do
hipotálamo sinaliza
sede aumentada
Condições controladas
Concentração de
água no sangue
Receptores
Entrada
Centro de controle
Hipotálamo e neuro-
hipófise
Saída
Aumenta liberação de ADH
no sangue.
Efetores
As células no túbulo contorcido
distal e no tubo coletor tornam-
se mais permeáveis à água, o
que leva a um aumento na
reabsorção da mesma.
A concentração
sangüínea de água
aumenta
Respostas
Retorno à homeostase
quando a resposta traz
a concentração de
água no sangue de
volta ao normal
Impulsos
nervosos
ADH
Algum estímulo
(stresse) interrompe
a homeostase
causando uma
redução nas
Hosmorreceptores
no hipotálamo
Formação da urina
O filtrado glomerular passa em seguida para o túbulo contorcido
proximal, cuja parede é formada por células adaptadas ao
transporte ativo. Nesse túbulo, ocorre reabsorção ativa de
sódio. A saída desses íons provoca a remoção de cloro, fazendo
com que a concentração do líquido dentro desse tubo fique
menor (hipotônico) do que do plasma dos capilares que o
envolvem. Com isso, quando o líquido percorre o ramo
descendente da alça de Henle, há passagem de água por
osmose do líquido tubular (hipotônico) para os capilares
sanguíneos (hipertônicos) – ao que chamamos reabsorção. O
ramo descendente percorre regiões do rim com gradientes
crescentes de concentração. Conseqüentemente, ele perde
ainda mais água para os tecidos, de forma que, na curvatura da
alça de Henle, a concentração do líquido tubular é alta.
Reabsorção Tubular
Absorção e secreção tubular

Fisiologia do exercício do sistema renal

  • 1.
  • 2.
    FUNÇÕES RENAIS REGULAÇÃO DOVOLUME E DA COMPOSIÇÃO DO SANGUE REGULAM A COMPOSIÇÃO E O VOLUME DO SANGUE E REMOVEM IMPUREZAS DO MESMO FORMAÇÃO DE URINA EXCREÇÃO DE QUANTIDADES SELECIONADAS DE VÁRIAS IMPUREZASA, INCLUINDO EXCESSO DE H+ , QUE AJUDA A CONTROLAR O pH DO SANGUE.
  • 3.
    REGULAÇÃO DA PRESSÃOARTERIAL AUXILIAM A REGULAR A PRESSÃO ARTERIAL, SECRETANDO A ENZIMA RENINA, QUE ATIVA A VIA RENINA-ANGIOTENSINA AUMENTO DA PRESSÃO SANGUÍNEA. FUNÇÕES RENAIS
  • 4.
    CONTRIBUIÇÃO AO METABOLISMO (1)REALIZANDO A GLICONEOGÊNESE (SÍNTESE DE NOVAS MOLÉCULAS DE GLICOSE) DURANTE PERÍODOS DE JEJUM OU FOME; (2) SECRETANDO REITROPOETINA, UM HORMÔNI QUE ESTIMULA A PRODUÇÃO DAS HEMÁCIAS, E (3) PARTICIPANDO NA SÍNTESE DA VITAMINA D. FUNÇÕES RENAIS UREMIA MAL FUNCIONAMENTO RENAL PARA REMOÇÃO DOS RESÍDUOS NÍVEL TÓXICO DE URÉIA NO SANGUE.
  • 5.
    Sistema Urinário • Rins •Ureteres • Uretra • Bexiga
  • 6.
    O sistema renalconsiste de um par de rins que remove substâncias do sangue, forma a urina, e ajuda a regular certos processos metabólicos; Um par de ureteres, que transportam a urina dos rins; Uma bexiga que armazena a urina; Uma uretra, que conduz a urina para fora do corpo.
  • 7.
    Localização Na região centraldo abdômen, o rim direito se localiza sob o fígado e o rim esquerdo sob o baço
  • 8.
    O sangue entrano rim pela artéria renal que é um tronco da aorta. O sangue deixa o rim pela veia renal que se une a veia cava inferior.
  • 9.
    RINS • Córtex Renal:porção externa 1 cm • Medula Renal: colunas, pirâmides – papillas renais • Lobo do rim: pirâmide e seu córtex adjacente
  • 10.
  • 11.
    RIM Os rins possuemformato de grãos de feijão. Eles descansam na parede abdominal posterior e ao lado da coluna vertebral, próximos a borda lateral do músculo psoas. A parte superior dos rins é protegida pelas costelas; o direito é ligeiramente mais baixo do que o esquerdo por causa da presença do fígado. Uma camada fibrosa de tecido conectivo chamada cápsula renal envolve cada rim, e sobre esta camada existe um denso depósito de tecido adiposo, a almofada de gordura renal que protege os rins de pancadas. Os rins e seu tecido adiposo são fixados a parede abdominal por uma fina lâmina de tecido conectivo, a fáscia renal .
  • 12.
    O rim édividido em duas regiões chamadas de Córtex renal e Medula Renal, respectivamente a parte mais externa e interna do rim. Na medula renal, existem estruturas chamadas de pirâmides de Malpighi, que se convergem na região central do rim, formando o bacinete. Dos bacinetes partem os ureteres. No córtex renal ficam estruturas microscópicas chamadas de néfrons, onde o sangue é efetivamente filtrado. Os tubos coletores recebem as excretas dos néfrons, levando-as até as pirâmides de Malpighi.
  • 13.
    NÉFRONS É a unidadefuncional do rim. Os néfrons são constituídos por uma estrutura chamada cápsula de Bowman, onde existem vários capilares sanguíneos. Dessa cápsula, sai o túbulo renal, que pode ser dividido em três partes: região proximal (próxima à cápsula de Bowman), a alça de Henle e a região distal (mais distante da cápsula), chegando ao tubo coletor (ou duto coletor).
  • 19.
  • 20.
    Formação da urina •A filtração começa na membrana de filtração quando o sangue entra no glomérulo. a pressão sanguínea nos rins força a água e os componentes dissolvidos no plasma através da membrana. • Líquido resultante filtrado • Consiste de todo o material existente no sangue, menos as células sangüíneas e a maioria das proteínas, que são grandes demais. Filtração Glomerular
  • 21.
    Formação da urina TFG- QUANTIDADE DE FILTRADO QUE SE FORMA A CADA MINUTO. ADULTO = 125 ml/min – 180 l/dia SE A TFG FOR MUITO ALTA – substâncias necessárias passam rapidamente através do néfron e não são capazes de serem reabsorvidas, saindo do corpo como parte da urina. SE A TFG FOR MUITO BAIXA – quase todo o filtrado é reabsorvido, não eliminando os resíduos apropriados. Taxa de Filtração Glomerular
  • 22.
    Formação da urina •GLOMERULONEFRITE – CAPILARES GLOMERULARES TORNAM-SE TÃO PERMEÁVEIS QUE AS PROTEÍNAS PASSAM DO SANGUE PARA O FILTRADO – A ÁGUA É RETIRADA DO SANGUE POR OSMOSE – AUMENTA A TFG. • CÁLCULO RENAL – BLOQUEANDO O URETER OU PRÓSTATA AUMENTADA – DIMINUI A TFG. Taxa de Filtração Glomerular
  • 23.
    Formação da urina Regulaçãoda TFG ☻Auto-regulação renal ☻Regulação hormonal ☻Regulação neural AUTO-REGULAÇÃO RENAL Capacidade dos rins de manter uma pressão sanguínea e TFG constantes, independente das alterações da pressão sanguínea sistêmica. Opera por retroalimentação negativa (feedback negativo) envolvendo as células da mácula densa do aparelho justaglomerular.
  • 24.
    Algum estímulo (stresse) interrompea homeostase causando uma redução nas Retorno à homeostase quando a resposta traz a TFG de volta ao normal Respostas Aumento da TFG Efetores Arteríola glomerular aferente se dilata, o que aumenta o fluxo sangüíneo através do glomérulo renal Centro de controle AJG Saída Secreção diminuída de substâncias vasoconstritoras. Condições controladas Taxa de filtração glomerular (TFG) Receptores Células da mácula densa do AJG detectam entrega diminuída de Na+ , Cl- e água Entrada
  • 25.
    Formação da urina Regulaçãohormonal Quando a pressão sangüínea e a TFG diminuem, as células justaglomerulares e da mácula densa do AJG detectam a distensão diminuída e entrega diminuída de Na+ e Cl- e água, respectivamente. Então as células justaglomerulares secretam uma enzima denominada renina (entrada) no sangue. No sangue a renina atua em uma grande proteína plasmática produzida no fígado, denominada angiotensinogênio e converte-a em angiotensina I, que quando passa através dos pulmões é convertida em angiotensina II, que é um hormônio ativo.
  • 26.
  • 30.
    Receptores células justaglomerulares doAJG detectam a distensão diminuída e as células da mácula densa do AJG detectam entrega diminuída de Na+ , Cl- e água. Entrada Centro de controle Saída Secreção aumentada de renina pelas células JG. Retorno à homeostase quando a resposta traz a pressãosanguínea e a TFG de volta ao normal. No sangue o angiotensinogênio é convertido em angiotensina I, que é convertida em angiotensina II Angiotensina II aumentada Algum estímulo (stresse) interrompe a homeostase causando uma redução nas Pressão sangüínea e, portanto TFG Condições controladas
  • 31.
    Efetores Arteríolas eferentes se contraem Córtexsupra-renal secreta mais aldosterona Aumento da pressão hidrostática glomerular A retenção do Na+ , Cl- e água pelos rins leva ao aumento do volume sangüíneo O aumento na ingestão de água aumenta o volume sangüíneo A retenção de água pelos rins leva ao aumento do volume sangüíneo Respostas A neuro-hipófise libera mais ADH (hormônio antidiurético) O centro da sede do hipotálamo sinaliza sede aumentada
  • 32.
    Condições controladas Concentração de águano sangue Receptores Entrada Centro de controle Hipotálamo e neuro- hipófise Saída Aumenta liberação de ADH no sangue. Efetores As células no túbulo contorcido distal e no tubo coletor tornam- se mais permeáveis à água, o que leva a um aumento na reabsorção da mesma. A concentração sangüínea de água aumenta Respostas Retorno à homeostase quando a resposta traz a concentração de água no sangue de volta ao normal Impulsos nervosos ADH Algum estímulo (stresse) interrompe a homeostase causando uma redução nas Hosmorreceptores no hipotálamo
  • 33.
    Formação da urina Ofiltrado glomerular passa em seguida para o túbulo contorcido proximal, cuja parede é formada por células adaptadas ao transporte ativo. Nesse túbulo, ocorre reabsorção ativa de sódio. A saída desses íons provoca a remoção de cloro, fazendo com que a concentração do líquido dentro desse tubo fique menor (hipotônico) do que do plasma dos capilares que o envolvem. Com isso, quando o líquido percorre o ramo descendente da alça de Henle, há passagem de água por osmose do líquido tubular (hipotônico) para os capilares sanguíneos (hipertônicos) – ao que chamamos reabsorção. O ramo descendente percorre regiões do rim com gradientes crescentes de concentração. Conseqüentemente, ele perde ainda mais água para os tecidos, de forma que, na curvatura da alça de Henle, a concentração do líquido tubular é alta. Reabsorção Tubular
  • 35.