Vamos mudar estecomportamento
2
ADPO
PROCURE A
SOLUÇÃO, NÃO O
CULPADO!
3.
3
O que éMASP? O Método de
Análise e Solução de Problemas
(MASP) é uma forma
sistemática de realização de
ações corretivas e preventivas
para eliminar a causa de não
conformidades, além de
descobrir e atacar as causas
fundamentais dos problemas,
evitando a repetição destes por
meio de padronização de
procedimentos.
MASP
4.
O que éum problema?
4
• Uma questão não resolvida
• É o resultado indesejado de um processo.
• Questão que dá margem à hesitação ou perplexidade por ser
difícil de explicar ou resolver.
5.
O que éum problema?
5
CLASSIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS
Complexidade
dos
problemas
Mais complexos Problemas crônicos
Menos complexos Problemas do cotidiano
6.
Problemas crônicos
Reduzir asparadas da máquina XYZ, da média de 170 min para 55 min até
fevereiro 2022. (base: média dos meses de julho a dezembro de 2021)
Exemplo de problema crônico
Problemas crônicos ocorrem de forma reincidente e, até então, não
foram tratados adequadamente.
7.
7
- R/1000 -indicador concessionárias – a cada 1000 carros
- TGW/1000 - indicador concessionárias – This get wrong - Isso está
errado
- CSI - indicador concessionárias – Controle produção - Investigação
• Indicadores do
grupo/célula/supervisão/gerência
- Refugo
- Retrabalho
- Produtividade
- Absenteísmo
- Qualidade
• Problemas reclamados pelos clientes internos
- Regelkreis (Loop de controle) – Indicador da empresa
• Problemas reclamados pelos clientes externos
ONDE
PROCURAR?
Problemas crônicos
8.
8
Problemas do cotidiano
Exemplode problema do dia a dia
Problemas do dia a dia são aqueles que aparecem inesperadamente e tiram
o processo de sua condição normal de operação.
9.
Resistências com baixa
durabilidade
Lotescom lâmpadas que não
rosqueiam
Carros falham com frequência
- Solução é mais complexa e
demorada
- Requer conhecimentos
especializados
Problemas crônicos
Chuveiro não esquenta
Lâmpada não acende
Carro parou por falta de
combustível
Aparecem inesperadamente
Tiram o processo da sua
condição normal de operação
Solução pode ser obtida na
própria área (ver e agir)
Não conformidades do dia a dia
Classificação dos problemas
9
Método KKD
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KAN: Experiência
KEIKEN:Intuição
DÓKIO: Coragem
Método K K D
Recorrência do problema
Soluções não eficazes
Potencial de risco
O método KKD não serve para a resolução de
problemas crônicos
Prática gerencial ultrapassada baseada somente na: experiência
(KEIKEN), intuição (KAN) e ousadia (DOKIO).
Método DMAIC
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D -Define (Definir): Definir com
precisão o escopo do projeto.
M - Measure (Medir): Determinar a
localização ou foco do problema.
A - Analyze (Analisar): Determinar as
causas de cada problema prioritário.
Método DM AIC
FIG URA 1.4
l - Improve (Melhorar): Propor, avaliar e implementar
soluções para cada problema prioritário.
C - Control (Controlar): Garantir que o alcance da meta
seja mantido a longo prazo.
15.
Correspondência entre oMétodo DMAIC e o Ciclo
PDCA
15
C orrespondência entre o Método e o C iclo
DMAIC PDCA
FIGURA 1.9 Segunda forma de visualização
FERRAMENTAS - GRÁFICOSEQUENCIAL
18
Mostra, no tempo, o comportamento de um item de controle
(variável).
Eixo vertical valores medidos da variável em estudo.
Eixo horizontal número de ordem (ordem cronológica).
É útil na determinação da capacidade de um processo.
Gráfico de Acompanhamento ou Gráfico de Tendência.
19.
FERRAMENTAS - GRÁFICODE PARETO
19
Gráfico de barras
Ordena as frequências das ocorrências, da maior para a menor,
permitindo a priorização dos problemas.
Mostra ainda a curva de percentagens acumuladas.
20.
FERRAMENTAS - GRÁFICODE PARETO
20
Gráfico de barras
Sua maior utilidade é a de permitir uma fácil visualização e
identificação das causas ou problemas mais importantes,
possibilitando a concentração de esforços sobre os mesmos.
21.
FERRAMENTAS – CARTADE CONTROLE
21
Carta de controle:
É um tipo de gráfico utilizado para o acompanhamento de um
processo.
Este gráfico determina estatisticamente uma faixa denominada
limites de controle que é limitada pela linha superior (limite superior
de controle) e uma linha inferior (limite inferior de controle), além de
uma linha média.
22.
FERRAMENTAS – CARTADE CONTROLE
22
O objetivo é verificar, por meio do gráfico, se o processo está sob
controle, isto é, isento de causas especiais.
Carta de controle:
23.
FERRAMENTAS – FOLHADE VERIFICAÇÃO - CHECKLIST
23
Folha de Verificação são formulários planejados nos quais os
dados coletados são preenchidos de forma fácil e concisa. Registram
os dados dos itens a serem verificados, permitindo uma rápida
percepção da realidade e uma imediata interpretação da situação,
ajudando a diminuir erros e confusões
D
24.
FERRAMENTAS – ESTRATIFICAÇÃO
24
Estratificação
Éuma ferramenta da qualidade que tem por objetivo separar os
dados levantados em grupos distintos.
Exemplo:
estratificação por local;
por data;
por turno;
por tipo;
etc.
A estratificação permite analisar os dados separadamente para descobrir
onde realmente está a verdadeira causa de um problema.
25.
FERRAMENTAS – ESTRATIFICAÇÃO
25
Estratificação
Aempresa Refeitex tomou o desperdício de alimentos ocorrido no mês de março,
apenas para o pessoal do turno da noite e o estratificou por dia da semana.
Esta segunda estratificação mostra que o maior volume de desperdício ocorre no
jantar das sextas-feiras. Assim, fica mais fácil verificar a causa do problema: alguma
coisa está acontecendo nas sextas-feiras à noite.
Exemplo: A empresa Refeitex é uma empresa que fornece refeições
industriais. Nos últimos três meses, observou-se que as sobras nos pratos dos usuários
atendidos em um refeitório de uma fábrica aumentaram consideravelmente.
26.
FERRAMENTAS – DIAGRAMADE ÁRVORE
26
Nos momentos onde se realiza
o processo de análise e solução de
problemas, o diagrama de árvore é
construído ao se colocar um problema
num quadro.
Após deixar especificado qual
o problema que está em foco, aquele
que está realizando o diagrama deve
levantar a questão do que está causando
o problema.
Diagrama de Árvore
27.
FERRAMENTAS – DIAGRAMADE ÁRVORE
27
Todas as respostas a essa
questão devem ser destacadas no quadro,
mas de forma que estejam em nível
secundário.
Cada uma dessas respostas
aparece como secundaria, por serem
efeitos de outras causas, ou seja, elas
apenas surgiram após o questionamento.
Diagrama de Árvore
28.
FERRAMENTAS – MAPADE PROCESSO
28
Busca apresentar informações
relacionadas a cada atividade de
um processo, voltadas aos seus
aspectos de entrada,
processamento e saída, para
análise e consequentemente,
propostas de otimização.
Mapa de Processo
29.
29
FATORES QUE POSSAMAFETAR O
RESULTADO ESPERADO
Na relação de causas
prováveis devemos relacionar
apenas os problemas e não
as soluções
Na descrição do problema
devemos inserir o problema
já desdobrado
FERRAMENTAS – DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO
Diagrama de Ishikawa – Espinha de Peixe
30.
30
AUMENTO
DE TARIFA
AUMENTO
DE TARIFA
AMIGOMUDOU
PARA O EXTERIOR
AUMENTO DO
CONSUMO
QUINTAL LAVADO
COM MAIS
FREQUÊNCIA
FALTA DE TEMPO
PARA PESQUISAR
FLÁVIA ESTÁ
NAMORANDO
CHUVEIRO
ELÉTRICO
AUMENTO
DO CONSUMO AUMENTO
DE MATERIAL
DE LIMPEZA
COMIDA PARA
O CACHORRO
CACHORRO
NOVO
NA CASA
PEDRO
ESTÁ
CRESCENDO
PRODUTOS
DIET/LIGHT
AUMENTO DE
COMPRA DE VERDURAS
SEM PRODUTOS QUÍMICOS
ENERGIA ELÉTRICA
VESTUÁRIO
ALIMENTAÇÃO
ÁGUA
TELEFONE
AUMENTO
NOS GASTOS
DOMÉSTICOS
MUITAS COMPRAS
DE ROUPAS EM
SHOPPINGS
FERRAMENTAS – DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO
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Criado pelo famosoengenheiro Taiichi Ohno, considerado um dos principais
responsáveis pela criação da Metodologia Toyota de Produção, o método 5 porquê
tem um objetivo claro: determinar a causa raiz de um problema.
Com essa sequência de 5 perguntas procurando o porquê de algo, Ohno
conseguiu que as pessoas fugissem de um comportamento muito comum e difícil de
erradicar no ser humano: confundir a causa de um problema com uma característica
dele ou um sintoma.
FERRAMENTAS – 5 PORQUES
5 Porques
34.
34
Por que não4 ou 6?
Na verdade, depois de usar o método muitas vezes, Ohno chegou à conclusão que 5
era o número médio de vezes em que era suficiente para se chegar a causa raiz do
problema. Podem ser necessários, às vezes, 4 porquês e, em outros casos, mais deles.
Mas o ideal é chegar a 5.
FERRAMENTAS – 5 PORQUES
5 Porques
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FERRAMENTAS – 5Ws e 2 Hs
What? O que? O que deve ser feito?
When? Quando? Quando deve ser feito?
Where? Onde? Quem deve fazer?
Why? Por Que? Por é necessário fazer?
Who? Quem? Quem é a equipe
responsável?
How? Como? Como vai ser feito?
How much? Custo? Quanto vai custar?
Diagrama de Causae Efeito
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O Diagrama de Causa e Efeito NÃO identifica a causa do
problema
Sua função é ORGANIZAR e RESUMIR as possíveis causas
A obtenção da causa raiz será possível através da
somatória da EXPERIÊNCIA DO TIME e DADOS COLETADOS
Método G.U.T.
PROBLEMA GU T GxUxT
Falta de motivação dos
funcionários
3 3 3 27 6°
Alto índices de atrasos 5 4 4 80 2°
Deficiência na comunicação 3 4 4 48 4°
Falta de padrões na execução
de tarefas semelhantes
5 3 4 60 3°
Baixa disponibilidade de
informática
5 5 5 125 1°
Altos índices de insatisfação 5 4 2 40 5°