O documento aborda a importância da mordomia, especialmente no contexto de dízimos e ofertas, enfatizando que tudo pertence a Deus e que a devolução é uma prática benéfica para o próprio fiel. Discute questões como a voluntariedade das doações, a divisão dos recursos arrecadados e a necessidade de se ajudar os pobres, assim como reflete sobre a obediência e a responsabilização de cada indivíduo em relação às contribuições financeiras. O texto ressalta que a não devolução do dízimo implica em consequências espirituais e a necessidade de restituição para quem não cumpriu essa prática.