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DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEISconhecerpara se proteger
O que são DSTs?DSTs é a sigla para as doenças sexualmente transmissíveis. As DSTs,  são doenças transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de preservativos (conhecidos popularmente como camisinhas). Outra forma de infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente devido ao uso de drogas injetáveis.
DSTsA AIDS e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez, o parto. E, no caso da AIDS, também na amamentação.As DSTs são consideradas como um dos problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo. Em ambos os sexos, tornam o organismo mais vulnerável a outras doenças, inclusive a AIDS, além de terem relação com a mortalidade materna e infantil.
DSTs no BrasilNo Brasil, as estimativas de infecções de transmissão sexual na população sexualmente ativa, a cada ano, são:Fonte:http://www.aids.gov.br/pagina/dst-no-brasil
Outras DSTsLinfogranuloma venéreo;Infecção pelo Vírus T-linfotrópico humano (HTLV);Tricomoníase;Donovanose;Cancro mole;Doença Inflamatória Pélvica (DIP).
Sistemas reprodutoresSistema reprodutor femininoSistema reprodutor masculino
DSTs NO BRASIL: dados estatísticos (2008)15%   fazem sexo com outros homens;45%    tiveram entre 2 e 5 parceiras(os) 35%afirmaram sempre usar preservativo 49,1%praticam coito anal.58,8%  mulheres tiveram apenas 1 parceiro28,5%  tiveram entre 2 e 5 parceiros 47,3%  disseram usar sempre camisinha com31,8%  praticam coito anal.Fonte:  http://www.revistaladoa.com.br/website/artigo.asp?cod=1592&idi=1&moe=84&id=8983
DSTs NO BRASIL: dados estatísticos (2008)Entre essas mulheres, 16,7% tiveram mais de um parceiro sexual no ano anterior e 49,2% disseram que nunca usam preservativo com parceiro fixo.Fonte: http://www.revistaladoa.com.br/website/artigo.asp?cod=1592&idi=1&moe=84&id=8983
AIDS NO BRASIL: dados estatísticosTabela I - Casos de AIDS notificados no SINAN, declarados no SIM e registrados no SISCEL/SICLOM(1), segundo UF e região de residência por ano de diagnóstico. Brasil, 1980-2010(2).Tabela III - Número e taxa de incidência (por 100.000 hab.) de casos de AIDS notificados no SINAN, declarados no SIM e registrados no SISCEL/SICLOM(1) por sexo e razão de sexos, segundo ano de diagnóstico. Brasil, 1980-2010(2).Tabela IV - Casos de AIDS notificados no SINAN, declarados no SIM e registrados no SISCEL/SICLOM(1), segundo sexo e faixa etária por ano de diagnóstico. Brasil, 1980-2010(2).Tabela XII - Óbitos por AIDS, segundo UF e região de residência por ano. Brasil, 1980-2009. Fonte:  http://www.aids.gov.br/sites/default/files/publicacao/2010/boletim2010_preliminar_pdf_34434.pdf
O CONTROLE DAS DSTsNO BRASILNos últimos anos, principalmente após o agravamento da epidemia de AIDS, as DSTs readquiriram importância como problemas de saúde pública. Entretanto, alguns problemas têm sido percebidos no contexto da atenção às DSTs em nosso País: a escassez  de dados epidemiológicos relativos às DST;a discriminação contra os portadores de DST ainda existente no  sistema de saúde;a irregularidade na disponibilização de medicamentos específicos; a ineficácia das técnicas laboratoriais existentes na detecção precoce de algumas DSTs.
AS DSTs COMO PRIORIDADEPor que as DST devem ser priorizadas? São quatro os critérios para a priorização de agravos em saúde pública: Magnitude Transcendência Vulnerabilidade  Factibilidade
PRINCÍPIOS PARA O CONTROLEOs princípios básicos para o controle das DST, como em qualquer processo de controle de epidemias, são os seguintes:  Interromper a cadeia de transmissão; Prevenir novas ocorrências.Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/imagem/saude/interna-slideshow/VM-471-saude-dst.jpg
ESTRATÉGIAS PARA O CONTROLEPrevençãoDetecção de Casos Tratamento Imediato O manejo adequado de casos de DST envolve os seis passos a seguir:
Observações importantesDe acordo com o Ministério da Saúde, os dados acumulados dos últimos 10 anos mostram uma predominância de mulheres na faixa de 13 a 19 anos com AIDS sobre o sexo masculino. E que resultados positivos para o HIV e outras DSTs estão relacionados, principalmente, ao número de parceiros. Ou seja, quanto mais parceiros, maior a vulnerabilidade a uma possível infecção.Fonte: http://www.orm.com.br/2009/noticias/default.asp?id_modulo=197&id_noticia=518322
SEXO SEGUROFaça sexo com quem você quiser, mas faça sexo seguro! Preserve-se, Previna-se. Faça amor, não faça DSTs!
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  • 2. O que são DSTs?DSTs é a sigla para as doenças sexualmente transmissíveis. As DSTs, são doenças transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de preservativos (conhecidos popularmente como camisinhas). Outra forma de infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente devido ao uso de drogas injetáveis.
  • 3. DSTsA AIDS e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez, o parto. E, no caso da AIDS, também na amamentação.As DSTs são consideradas como um dos problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo. Em ambos os sexos, tornam o organismo mais vulnerável a outras doenças, inclusive a AIDS, além de terem relação com a mortalidade materna e infantil.
  • 4. DSTs no BrasilNo Brasil, as estimativas de infecções de transmissão sexual na população sexualmente ativa, a cada ano, são:Fonte:http://www.aids.gov.br/pagina/dst-no-brasil
  • 5. Outras DSTsLinfogranuloma venéreo;Infecção pelo Vírus T-linfotrópico humano (HTLV);Tricomoníase;Donovanose;Cancro mole;Doença Inflamatória Pélvica (DIP).
  • 6. Sistemas reprodutoresSistema reprodutor femininoSistema reprodutor masculino
  • 7. DSTs NO BRASIL: dados estatísticos (2008)15% fazem sexo com outros homens;45% tiveram entre 2 e 5 parceiras(os) 35%afirmaram sempre usar preservativo 49,1%praticam coito anal.58,8% mulheres tiveram apenas 1 parceiro28,5% tiveram entre 2 e 5 parceiros 47,3% disseram usar sempre camisinha com31,8% praticam coito anal.Fonte: http://www.revistaladoa.com.br/website/artigo.asp?cod=1592&idi=1&moe=84&id=8983
  • 8. DSTs NO BRASIL: dados estatísticos (2008)Entre essas mulheres, 16,7% tiveram mais de um parceiro sexual no ano anterior e 49,2% disseram que nunca usam preservativo com parceiro fixo.Fonte: http://www.revistaladoa.com.br/website/artigo.asp?cod=1592&idi=1&moe=84&id=8983
  • 9. AIDS NO BRASIL: dados estatísticosTabela I - Casos de AIDS notificados no SINAN, declarados no SIM e registrados no SISCEL/SICLOM(1), segundo UF e região de residência por ano de diagnóstico. Brasil, 1980-2010(2).Tabela III - Número e taxa de incidência (por 100.000 hab.) de casos de AIDS notificados no SINAN, declarados no SIM e registrados no SISCEL/SICLOM(1) por sexo e razão de sexos, segundo ano de diagnóstico. Brasil, 1980-2010(2).Tabela IV - Casos de AIDS notificados no SINAN, declarados no SIM e registrados no SISCEL/SICLOM(1), segundo sexo e faixa etária por ano de diagnóstico. Brasil, 1980-2010(2).Tabela XII - Óbitos por AIDS, segundo UF e região de residência por ano. Brasil, 1980-2009. Fonte:  http://www.aids.gov.br/sites/default/files/publicacao/2010/boletim2010_preliminar_pdf_34434.pdf
  • 10. O CONTROLE DAS DSTsNO BRASILNos últimos anos, principalmente após o agravamento da epidemia de AIDS, as DSTs readquiriram importância como problemas de saúde pública. Entretanto, alguns problemas têm sido percebidos no contexto da atenção às DSTs em nosso País: a escassez de dados epidemiológicos relativos às DST;a discriminação contra os portadores de DST ainda existente no sistema de saúde;a irregularidade na disponibilização de medicamentos específicos; a ineficácia das técnicas laboratoriais existentes na detecção precoce de algumas DSTs.
  • 11. AS DSTs COMO PRIORIDADEPor que as DST devem ser priorizadas? São quatro os critérios para a priorização de agravos em saúde pública: Magnitude Transcendência Vulnerabilidade Factibilidade
  • 12. PRINCÍPIOS PARA O CONTROLEOs princípios básicos para o controle das DST, como em qualquer processo de controle de epidemias, são os seguintes: Interromper a cadeia de transmissão; Prevenir novas ocorrências.Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/imagem/saude/interna-slideshow/VM-471-saude-dst.jpg
  • 13. ESTRATÉGIAS PARA O CONTROLEPrevençãoDetecção de Casos Tratamento Imediato O manejo adequado de casos de DST envolve os seis passos a seguir:
  • 14. Observações importantesDe acordo com o Ministério da Saúde, os dados acumulados dos últimos 10 anos mostram uma predominância de mulheres na faixa de 13 a 19 anos com AIDS sobre o sexo masculino. E que resultados positivos para o HIV e outras DSTs estão relacionados, principalmente, ao número de parceiros. Ou seja, quanto mais parceiros, maior a vulnerabilidade a uma possível infecção.Fonte: http://www.orm.com.br/2009/noticias/default.asp?id_modulo=197&id_noticia=518322
  • 15. SEXO SEGUROFaça sexo com quem você quiser, mas faça sexo seguro! Preserve-se, Previna-se. Faça amor, não faça DSTs!
  • 16. INTEGRANTES DO GRUPOCristiane Ribeiro CastilhoEmanuelleCorechaFernanda Raquel Pereira SouzaGelelson de Souza Leal Jaciane Viana OliveiraLana Jennyffer Santos NazarethMaria Nathália Cunha da Silva