Profª Drª Íris Lettiere da Silv
DOENÇAS DA BANANEIRA
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA
CULTURA DA BANANEIRA
Índia - Maior produtor mundial
Brasil - Segundo produtor mundial - 6 milhões de
ton. Área cultivada 600.000 Ha.
Nordeste - 37,4% 2° Produtor nacional.
Cultivares
Pacovan e Prata - Comprida e Maça - Nanica e Nanicão
AAB AAB AAA
Diplóide - Banana ouro (AA)
Triplóide – Pacovan e Prata (AAB)
Tetraplóide – Pioneira (AAAB)
DOENÇAS DA BANANEIRA
1 – SIGATOKAAMARELA
1.1 – Importância econômica e ocorrência
Tipos de prejuízos
Redução na produção 30-50%
Distribuição geográfica
1.2 - Sintomas
- Pontos verde-amarelados entre as nervuras
das folhas jovens (3-4).
- Estrias amarelas (3-4 x 1 mm).
- Mancha oval alongada(10-12mm).
- Lesões c/ centro cinza e bordos amarelos
- Áreas necrosadas devido coalesc. lesões.
1.3 – Etiologia
Mycosphaerella musicola
Pseudocercospora musae
1.4 - Controle
-Controle químico
Óleo mineral – 12 –15 L/Há
Mancozeb, Clorotalonil, Carbendazin,
Propiconazole, Triadimenol.
-Controle cultural
Eliminação de folhas afetadas
Combate a ervas daninhas
Adubação equilibrada (Orgânica e K)
-Controle genético
Thap maeo, Caipira, Figo, FHIA 18, Terra,
Terrinha, Prata Zulu.
Pelipita, FHIA 01, FHIA 02, FHIA 20.
Resistência x variabilidade do patógeno
1.3 – Etiologia
Mycosphaerella fijiensis Morelet
Paracercospora fijiensis (Morelet) Deighton
Disseminação
Sobrevivência
Variabilidade
1.4 – Controle
Controle químico
Óleo mineral – 10 a 15 L/Ha
Mancozeb , Propiconazole, Tebuconazole
Triadimenol, Azoxystrobin, Difeconazole.
Modo de Aplicação
Controle cultural
Drenagem do solo
Eliminação de folhas severamente afetadas.
Adubação equilibrada (Orgânica e Potássio)
Controle genético
Caipira (AAA) = Yangambi
FHIA 18 (AAAB)
FHIA 01 (AAAB)
FHIA 02 (AAAA)
Prata Zulu (AAB)
Resistência genética x Variabilidade do patógeno
.
Cultivares Reação às doenças Tipo do
fruto*
Peso
médio do
cacho no
1o ciclo(kg)
Resistência ao
despencamento
Sigatoka
-negra
Mal-do-
Panamá
Caipira AR¹ R
Ouro 14
Alta
Thap Maeo R R
Maçã 18
Muito alta
Prata Zulu AR S
Prata² 20
Muito alta
FHIA 18 AR S
Prata 21
Baixa
FHIA 01 AR R
Prata 23
Baixa
FHIA 02 AM R R
Nanicão 21
Baixa
Pelipita R R
Figo³ 20
Muito alta
Prata Ken AR R
Prata 20
Alta
*Com
Fonte: EMBRAPA
Cultivar Grupo Genômico Sigatoka-negra Sigatoka-amarela Mal-do-panamá Moko
Caipira AAA R* R R S
Thap Maeo AAB R R R S
Prata Zulu AAB R R S S
Prata Ken AAAB R R R S
FHIA 18 AAAB R MS S S
FHIA 01 AAAB R MS - S
FHIA 02 AM AAAA R R R S
Pelipita ABB R R R S
*R =.
Fonte : Embrapa
3 – MAL DO PANAMÁ
3.1 - Importância econômica e ocorrência
- Piracicaba –SP 1930 - Banana maçã
- Limitante para cultivares suscetíveis
- Raça 4 – Ataca cultivares atualmente R
3.2 – Sintomas
- Externos
Amarelecimento progressivo das folhas mais
velhas, murcha e seca das folhas e quebra do
pecíolo junto ao pseudocaule. Rachaduras na
base do pseudocaule.
-Internos
Descoloração pardo-avermelhada da região
vascular. Plantas com menos de 4 meses não
exibem sintomas.
3.3 – Etiologia
Fusarium oxysporum f. sp. cubense
Raças 1, 2, 3 e 4 - 3 – Helicônia
- Disseminação.
- Sobrevivência.
3.4 – Controle
-Preventivo
Mudas sadias, correção do pH, eliminação de
touceiras afetadas, drenagem do solo, adubação
equilibrada com matéria orgânica, cálcio e Mg e
drenagem do solo.
-Genético
Resistentes à raça 4 - Nanica, Nanicão,
Grande Naine e Valery.
Resistentes às raças 1 e 2 - Caipira,Thap
Maeo, FHIA 01 e FHIA 03.
Resistentes às raças 1 e 4 - Terrinha,
Terra, FHIA 20 e FHIA 21.
4 - MOKO
2.1 – Importância econômica e ocorrência
- Descrita em 1911 em Trinidad na cultivar
Moko.
- Amplamente distribuída. Havaí, México,
Costa Rica, Guatemala, Honduras, Peru,
Colômbia, Venezuela, Guiana, Filipinas,
Suriname e Índia. No Brasil ocorre nos
Estados do Amapá, Amazonas, Pará, e
Rondônia. No Nordeste - Paraíba, Ceará,
Sergipe, Alagoas e Pernambuco.
2.2 – Sintomas
- Externos – Malformação foliar e necrose dos
brotos em plantas jovens. Murcha, amareleci-
mento e seca das folhas em plantas adultas,
iniciando pelas mais velhas
- Internos – Descoloração vascular em todas as
partes da planta, concentrando-se nas regiões
centrais.
- Teste do copo – Fatias de 3cm x 0,2 cm.
Verificar exsudação de pus bacteriano.
2.3 – Etiologia
Ralstonia solanacearum raça 2
- Cinco raças e cinco biovares.
- Disseminação por mudas. Implementos e
ferramentas de desbaste e colheita.
- Sobrevivência – 2 a 4 meses sem hospe-
deiro.
- Muitos hospedeiros alternativos.
2.4 – Controle
Controle preventivo – Uso de mudas sadias
e quando importadas devem ser submetidas a
quarentena.
Controle cultural – Eliminação de touceiras
afetadas e mantendo o solo livre de ervas pela
aplicação de herbicida. Evitar o plantio de es-
pécies suscetíveis por um ano. Desinfestação
de implementos e ferramentas com formol a
10%.
Controle genético
Utilização de cultivares ou espécies
mais resistentes.
Cultivar Pelipita (ABB).
5 – NEMATÓIDES DA BANANEIRA
5.1 - Espécies mais importantes e ocorrência
5.2 – Sintomas
Radopholus similis - Necrose dos tecidos internos
das raízes e rizoma, formando galerias devido a
movimentação das larvas e fêmeas do nematóide.
As raízes necrosadas são portas de entrada para
outros patógenos. Tombamento de plantas após a
emissão do cacho e redução no crescimento.
A
B
C
A –fÊMEA E MACHO DE Rhadopholus
B – PARTE ANTERIOR DO CORPO
C – SINTOMAS DE Radopholus
Meloidogyne spp. - Formação de galhas ou
engrossamentos nas extremidades das raízes.
Redução no crescimento e produção. Ocorre com
mais freqüência em regiões semi-áridas.
Pratylenhus coffeae e Helicotylenchus multi-
cinctus – Necrose de coloração vermelho-cas-
tanha, não profundas, que não afetam o
cilindro central.
5.3 – Controle
- Controle preventivo
Uso de mudas sadias
Descorticamento e tratamento das mudas.
- Controle químico
Uso de nematicidas sistêmicos - 3 x ano.
- Controle genético
A maioria das cultivares, exceto do grupo
cavendish e Terra, são resistentes.
6 – VIROSES DA BANANEIRA
6.1 – Importância econômica e ocorrência
- Viroses e ocorrência no Brasil
“ Bunchy Top” - BBTV - Não ocorre
Mosaico - 10 % de incidência.
Estrias da Banana - BSV - Só em Mysore
6.2 – Sintomas
- Bunchy Top - Estrias verde-escuras no limbo,
pecíolo e nervura das folhas. Folhas eretas e em
leque no ápice do pseudocaule.
- Mosaico - Mosaico nas folhas, nanismo e
morte de plantas.
- Estrias da bananeira – Estrias necróticas nas
folhas, crescimento reduzido e produção de
cachos menores.
6.3 – Controle
Medidas de exclusão no caso do “Bunchy Top”
e eliminação de plantas infectadas . Combate
aos insetos vetores (pulgões e cochonilhas).
7 – OUTRAS DOENÇAS
Podridões pós-colheita
Mancha de Cordana
Podridão Mole
Ponta em charuto.
8 – REFERÊNCIAS BÁSICAS
BORGES, A. L. et al. O cultivo da banana. Cruz das
Almas, EMBRAPA-CNPMF, 1997, 109p ( Circular
Técnica).
CORDEIRO, Z.J.M.; KIMATI, H. Doenças da Ba –
Naneira. In: KIMATI, H. et al. Manual de Fitopato –
Logia, Vol.2, Ed. Agron. Ceres, 1997, pp 112-136.
PLOETZ, R.C. et al. Compendium of Tropical Di –
seases; APS Press, St. Paul, MN, 88p. 1994.
NARIN, D.H. et al. Black sigatoka : an increase threat
to banana cultivation. Plant Disease, v. 87, n 3, p. 206-
222. 2003.
TRINDADE, D.R. et al.. Doenças da bananeira no estado
do Pará. Belém, Embrapa Amazônia Oriental, 2002, 8 p.
(Circular Técnica 27).
Sites na internet para consultas
http://www.inibap.org/promusa/bitw.html
http://www.scisoc.org/feature/banana/top.html
http://www.inibap.org/publications/factsheets/
factsheet_eng.htm
Obri gada!!!!

DOENAS_DA_BANANEIRA.ppt..............................

  • 1.
    Profª Drª ÍrisLettiere da Silv DOENÇAS DA BANANEIRA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA
  • 2.
    CULTURA DA BANANEIRA Índia- Maior produtor mundial Brasil - Segundo produtor mundial - 6 milhões de ton. Área cultivada 600.000 Ha. Nordeste - 37,4% 2° Produtor nacional. Cultivares Pacovan e Prata - Comprida e Maça - Nanica e Nanicão AAB AAB AAA Diplóide - Banana ouro (AA) Triplóide – Pacovan e Prata (AAB) Tetraplóide – Pioneira (AAAB)
  • 3.
    DOENÇAS DA BANANEIRA 1– SIGATOKAAMARELA 1.1 – Importância econômica e ocorrência Tipos de prejuízos Redução na produção 30-50% Distribuição geográfica 1.2 - Sintomas - Pontos verde-amarelados entre as nervuras das folhas jovens (3-4). - Estrias amarelas (3-4 x 1 mm). - Mancha oval alongada(10-12mm). - Lesões c/ centro cinza e bordos amarelos - Áreas necrosadas devido coalesc. lesões.
  • 5.
    1.3 – Etiologia Mycosphaerellamusicola Pseudocercospora musae 1.4 - Controle -Controle químico Óleo mineral – 12 –15 L/Há Mancozeb, Clorotalonil, Carbendazin, Propiconazole, Triadimenol. -Controle cultural Eliminação de folhas afetadas Combate a ervas daninhas Adubação equilibrada (Orgânica e K)
  • 6.
    -Controle genético Thap maeo,Caipira, Figo, FHIA 18, Terra, Terrinha, Prata Zulu. Pelipita, FHIA 01, FHIA 02, FHIA 20. Resistência x variabilidade do patógeno
  • 16.
    1.3 – Etiologia Mycosphaerellafijiensis Morelet Paracercospora fijiensis (Morelet) Deighton Disseminação Sobrevivência Variabilidade
  • 17.
    1.4 – Controle Controlequímico Óleo mineral – 10 a 15 L/Ha Mancozeb , Propiconazole, Tebuconazole Triadimenol, Azoxystrobin, Difeconazole. Modo de Aplicação Controle cultural Drenagem do solo Eliminação de folhas severamente afetadas. Adubação equilibrada (Orgânica e Potássio)
  • 18.
    Controle genético Caipira (AAA)= Yangambi FHIA 18 (AAAB) FHIA 01 (AAAB) FHIA 02 (AAAA) Prata Zulu (AAB) Resistência genética x Variabilidade do patógeno
  • 19.
    . Cultivares Reação àsdoenças Tipo do fruto* Peso médio do cacho no 1o ciclo(kg) Resistência ao despencamento Sigatoka -negra Mal-do- Panamá Caipira AR¹ R Ouro 14 Alta Thap Maeo R R Maçã 18 Muito alta Prata Zulu AR S Prata² 20 Muito alta FHIA 18 AR S Prata 21 Baixa FHIA 01 AR R Prata 23 Baixa FHIA 02 AM R R Nanicão 21 Baixa Pelipita R R Figo³ 20 Muito alta Prata Ken AR R Prata 20 Alta *Com Fonte: EMBRAPA
  • 20.
    Cultivar Grupo GenômicoSigatoka-negra Sigatoka-amarela Mal-do-panamá Moko Caipira AAA R* R R S Thap Maeo AAB R R R S Prata Zulu AAB R R S S Prata Ken AAAB R R R S FHIA 18 AAAB R MS S S FHIA 01 AAAB R MS - S FHIA 02 AM AAAA R R R S Pelipita ABB R R R S *R =. Fonte : Embrapa
  • 21.
    3 – MALDO PANAMÁ 3.1 - Importância econômica e ocorrência - Piracicaba –SP 1930 - Banana maçã - Limitante para cultivares suscetíveis - Raça 4 – Ataca cultivares atualmente R 3.2 – Sintomas - Externos Amarelecimento progressivo das folhas mais velhas, murcha e seca das folhas e quebra do pecíolo junto ao pseudocaule. Rachaduras na base do pseudocaule.
  • 22.
    -Internos Descoloração pardo-avermelhada daregião vascular. Plantas com menos de 4 meses não exibem sintomas. 3.3 – Etiologia Fusarium oxysporum f. sp. cubense Raças 1, 2, 3 e 4 - 3 – Helicônia - Disseminação. - Sobrevivência.
  • 25.
    3.4 – Controle -Preventivo Mudassadias, correção do pH, eliminação de touceiras afetadas, drenagem do solo, adubação equilibrada com matéria orgânica, cálcio e Mg e drenagem do solo. -Genético Resistentes à raça 4 - Nanica, Nanicão, Grande Naine e Valery. Resistentes às raças 1 e 2 - Caipira,Thap Maeo, FHIA 01 e FHIA 03. Resistentes às raças 1 e 4 - Terrinha, Terra, FHIA 20 e FHIA 21.
  • 26.
    4 - MOKO 2.1– Importância econômica e ocorrência - Descrita em 1911 em Trinidad na cultivar Moko. - Amplamente distribuída. Havaí, México, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Peru, Colômbia, Venezuela, Guiana, Filipinas, Suriname e Índia. No Brasil ocorre nos Estados do Amapá, Amazonas, Pará, e Rondônia. No Nordeste - Paraíba, Ceará, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.
  • 27.
    2.2 – Sintomas -Externos – Malformação foliar e necrose dos brotos em plantas jovens. Murcha, amareleci- mento e seca das folhas em plantas adultas, iniciando pelas mais velhas - Internos – Descoloração vascular em todas as partes da planta, concentrando-se nas regiões centrais. - Teste do copo – Fatias de 3cm x 0,2 cm. Verificar exsudação de pus bacteriano.
  • 33.
    2.3 – Etiologia Ralstoniasolanacearum raça 2 - Cinco raças e cinco biovares. - Disseminação por mudas. Implementos e ferramentas de desbaste e colheita. - Sobrevivência – 2 a 4 meses sem hospe- deiro. - Muitos hospedeiros alternativos.
  • 34.
    2.4 – Controle Controlepreventivo – Uso de mudas sadias e quando importadas devem ser submetidas a quarentena. Controle cultural – Eliminação de touceiras afetadas e mantendo o solo livre de ervas pela aplicação de herbicida. Evitar o plantio de es- pécies suscetíveis por um ano. Desinfestação de implementos e ferramentas com formol a 10%.
  • 35.
    Controle genético Utilização decultivares ou espécies mais resistentes. Cultivar Pelipita (ABB).
  • 36.
    5 – NEMATÓIDESDA BANANEIRA 5.1 - Espécies mais importantes e ocorrência 5.2 – Sintomas Radopholus similis - Necrose dos tecidos internos das raízes e rizoma, formando galerias devido a movimentação das larvas e fêmeas do nematóide. As raízes necrosadas são portas de entrada para outros patógenos. Tombamento de plantas após a emissão do cacho e redução no crescimento.
  • 37.
    A B C A –fÊMEA EMACHO DE Rhadopholus B – PARTE ANTERIOR DO CORPO C – SINTOMAS DE Radopholus
  • 38.
    Meloidogyne spp. -Formação de galhas ou engrossamentos nas extremidades das raízes. Redução no crescimento e produção. Ocorre com mais freqüência em regiões semi-áridas. Pratylenhus coffeae e Helicotylenchus multi- cinctus – Necrose de coloração vermelho-cas- tanha, não profundas, que não afetam o cilindro central.
  • 42.
    5.3 – Controle -Controle preventivo Uso de mudas sadias Descorticamento e tratamento das mudas. - Controle químico Uso de nematicidas sistêmicos - 3 x ano. - Controle genético A maioria das cultivares, exceto do grupo cavendish e Terra, são resistentes.
  • 43.
    6 – VIROSESDA BANANEIRA 6.1 – Importância econômica e ocorrência - Viroses e ocorrência no Brasil “ Bunchy Top” - BBTV - Não ocorre Mosaico - 10 % de incidência. Estrias da Banana - BSV - Só em Mysore
  • 44.
    6.2 – Sintomas -Bunchy Top - Estrias verde-escuras no limbo, pecíolo e nervura das folhas. Folhas eretas e em leque no ápice do pseudocaule. - Mosaico - Mosaico nas folhas, nanismo e morte de plantas. - Estrias da bananeira – Estrias necróticas nas folhas, crescimento reduzido e produção de cachos menores.
  • 52.
    6.3 – Controle Medidasde exclusão no caso do “Bunchy Top” e eliminação de plantas infectadas . Combate aos insetos vetores (pulgões e cochonilhas). 7 – OUTRAS DOENÇAS Podridões pós-colheita Mancha de Cordana Podridão Mole Ponta em charuto.
  • 53.
    8 – REFERÊNCIASBÁSICAS BORGES, A. L. et al. O cultivo da banana. Cruz das Almas, EMBRAPA-CNPMF, 1997, 109p ( Circular Técnica). CORDEIRO, Z.J.M.; KIMATI, H. Doenças da Ba – Naneira. In: KIMATI, H. et al. Manual de Fitopato – Logia, Vol.2, Ed. Agron. Ceres, 1997, pp 112-136. PLOETZ, R.C. et al. Compendium of Tropical Di – seases; APS Press, St. Paul, MN, 88p. 1994. NARIN, D.H. et al. Black sigatoka : an increase threat to banana cultivation. Plant Disease, v. 87, n 3, p. 206- 222. 2003.
  • 54.
    TRINDADE, D.R. etal.. Doenças da bananeira no estado do Pará. Belém, Embrapa Amazônia Oriental, 2002, 8 p. (Circular Técnica 27). Sites na internet para consultas http://www.inibap.org/promusa/bitw.html http://www.scisoc.org/feature/banana/top.html http://www.inibap.org/publications/factsheets/ factsheet_eng.htm
  • 55.