Sinal profético
A escolha
de“caminhar
juntos” constitui
um sinal
profético para
uma família
humana que tem
necessidade de
um
4.
FASE NAS IGREJASPARTICULARES
outubro de 2021 – agosto de 2022
FASE CONTINENTAL
setembro de 2022 – mar o de 2023
ç
̧
FASE DA IGREJA UNIVERSAL
outubro de 2023 e outubro de 2024
A sinodalidade designatrês aspetos distintos
da vida da Igreja:
•Modus vivendi et operandi realiza-se através da
escuta comunitária da Palavra e da celebração da
Eucaristia, da fraternidade da comunhão e da
corresponsabilidade e
participação de todo o Povo de Deus;
•As estruturas e os processos eclesiais nos quais se
exprime a natureza sinodal da Igreja a nível institucional;
• Eventos sinodais;
O que podemosaprender com o Sínodo:
“A unidade da Igreja não é a uniformidade, mas a integração orgânica das
legítimas diversidades” (NMI 4c). A variedade das expressões da mensagem
salvífica evita reduzi-la a uma única compreensão da vida da Igreja e das
formas teológicas, litúrgicas, pastorais e disciplinares em que ela se exprime.
(3S)
• Espiritualidade sinodal
• Sinal Profético
• Viver em um mundo plural
12.
A conversão dasrelações
A conversão dos processos
A conversão dos vínculos
13.
Nossa fé noevangelho nos pede
relacionamento uns com os outros.
“Nisto conhecerão todos que sois meus
discípulos: se vos amardes uns aos outros” (Jo
13,35).
A conversão das relações
14.
Proximidade das relaçõespara promover
vocações:
Proximidade e escuta com mulheres/ crianças /
jovens / pessoas com deficiência/ pessoas as
margens
A conversão das relações
15.
Relações com os
leigos
NumaIgreja sinodal missionária, é necessária a promoção de
formas mais numerosas de ministérios laicais. Nem todos os
carismas devem ser configurados como ministérios, nem todos os
Batizados devem ser ministros, nem todos os ministérios devem ser
instituídos.
A conversão das
relações
16.
O ministério ordenadoao serviço da
harmonia:
• Bispos
• Presbíteros
• Diáconos
A conversão das relações
17.
Discernimento Eclesial:
Os processosde tomada de decisão necessitam de discernimento eclesial,
O modelo da comunidade apostólica de Jerusalém utilizava as palavras: “O
Espírito Santo e nós decidimos” (At 15,28). É o discernimento que podemos
qualificar de
“eclesial”, exercido pelo Povo de Deus em vista da missão.
O discernimento eclesial não é uma técnica organizativa, mas uma prática
espiritual a ser vivida na fé. Requer liberdade interior
, humildade, oração,
confiança recíproca, abertura à novidade e abandono à vontade de Deus. Nunca
é a afirmação de um ponto de vista pessoal ou de um grupo, nem se resolve na
simples soma de opiniões individuais (82)
18.
Etapas:
a)a apresentação clarado objeto do discernimento e o pôr à disposição
informações e instrumentos adequados para a sua compreensão;
b)um tempo conveniente para se preparar com a oração, a escuta da Palavra de
Deus e a
reflexão sobre o tema;
c)uma disposição interior de liberdade em relação aos próprios interesses, pessoais
e de grupo, e o empenho na busca do bem comum;
d)uma escuta atenta e respeitosa da palavra de cada um;
e)a procura de um consenso o mais amplo possível, que surgirá através daquilo que
mais faz arder os corações (cf. Lc 24,32), sem esconder os conflitos nem procurar
compromissos ao mais baixo nível;
f)a formulação, por parte de quem lidera o processo, do consenso alcançado e a sua
apresentação a todos os participantes, para que manifestem se se identificam ou não
19.
Na tradição daIgreja (por meio da Patrística) se
desenvolveu o chamado através de um tríplice
“nada sem” (nihil sine):
“nada sem o Bispo” (S. Inácio de Antioquia, Carta
aos Tralianos, 2,2),
“nada sem o vosso conselho [dos Presbíteros
e Diáconos]
e sem o consentimento do Povo” (S. Cipriano
de Cartago, Carta aos irmãos Presbíteros e
Diáconos 14,4).
20.
Transparência e prestaçãode
contas:
A tomada de decisão não conclui o processo de decisão. Ela deve ser
acompanhada e seguida de práticas de prestação de contas e de avaliação,
num espírito de transparência inspirado em critérios evangélicos. (G5)
Avaliação:
A avaliação não constitui um julgamento sobre as pessoas: antes, permite
evidenciar os aspetos positivos e as áreas que podem ser melhoradas nas ações
daqueles que têm responsabilidades ministeriais, e ajuda a Igreja a aprender com
a experiência, a recalibrar os planos de ação e a permanecer atenta à voz do
Espírito Santo (100). Privilegiar estilos de avaliação que valorizem a participação
das pessoas.
21.
Organismos de participação
Odireito canónico já prevê a participação dos Batizados nos processos
de decisão, bem como as práticas de prestação de contas e avaliação:
Sínodo diocesano (cf. CIC, cân. 466), Conselho presbiteral (cf. CIC, cân. 500, §
2), Conselho pastoral diocesano (cf. CIC, cân. 514, § 1),
Conselho pastoral paroquial (cf. CIC, cân. 536),
Conselho diocesano e paroquial para os assuntos económicos (cf. CIC, cânn.
493
e 537).
22.
IV - Aconversão dos vínculos
O anúncio do Evangelho, ao suscitar a fé nos corações das
pessoas leva à fundação de uma Igreja lugar particular. A Igreja
não pode ser compreendida sem estar enraizada num território
concreto. (110).
Dioces
e
Vínculos de unidade:
*Conferências Episcopais e Assembleias
eclesias
* Cúria Romana
* Sínodo dos Bispos
* Apelo ecumênico
25.
Formar um povode discípulos
missionários
A sinodalidade, de fato, implica uma profunda consciência
vocacional e missionária, fonte de um estilo renovado nas
relações eclesiais, de novas dinâmicas participativas e de
discernimento eclesial, e de uma cultura da avaliação, que não
pode instaurar-se sem o acompanhamento de processos
formativos orientados. A formação em estilo sinodal da Igreja
promoverá a consciência de que os dons recebidos no Batismo
são talentos a fazer frutificar para o bem de todos: não podem
ser escondidos ou permanecer inoperantes. (141)
26.
Iniciação à VidaCristã;
Investir na formação
Formação dos candidatos ao ministério
ordenado sejam configurados em estilo
sinodal;
Os temas da Doutrina Social da Igreja;