Divórcio,
Negligência e
Separação
&
Família
Ana Julia, Hendrick e Maria Eduarda Silva
Definição: O divórcio é a dissolução do casamento, permitindo um novo
relacionamento
Impacto: Afeta todos os envolvidos, ocorrendo em um processo que pode durar
anos, envolvendo desestruturação e reestruturação da vida.
Ciclo de Vida Familiar: O impacto varia conforme o estágio familiar, especialmente
em momentos de transição.
INTRODUÇÃO
Sentimentos e Emoções: Destaca-se que o divórcio gera sentimentos
contraditórios, perdas e dores, independentemente de quem inicia o processo.
Guarda dos Filhos: Predominância da guarda unilateral materna; a Lei da Guarda
Compartilhada reavivou o debate sobre parentalidade.
Alienação Parental: Manipulação psicológica que pode prejudicar o vínculo afetivo
entre crianças e os pais, resultando em danos emocionais duradouros.
Diferença entre
Separação e Divórcio
Separação Divórcio
Dissolve completamente o
casamento, encerrando o vínculo
legal entre os cônjuges;
Permite que os cônjuges se casem
novamente;
Trata de divisão de bens, guarda dos
filhos e pensão alimentícia, com
rompimento definitivo do vínculo
conjugal.
Não dissolve o casamento, mas
regulariza a vida dos cônjuges;
Permite que vivam em casas
diferentes e tratem de questões como
guarda de filhos e partilha de bens;
O vínculo matrimonial continua, e os
cônjuges não podem se casar
novamente.
Impactos do Divórcio na Estrutura
Familiar
Evolução da Família
Antigamente: Estrutura familiar tradicional (pai, mãe e filhos).
Atualmente: Variedades como uniões estáveis, monoparentais e homoafetivas
Conflitos entre os pais afetam o ajustamento psicológico das crianças
O impacto varia conforme o Ciclo de Vida Familiar
Sentimentos de raiva, tristeza e mudanças comportamentais
são comuns.
Fases do Divórcio
1.Um dos cônjuges ou ambos se encontram
desapontados, insatisfeitos com a relação;
2. Acontece a separação propriamente dita, e o casal
precisa rever as expectativas a partir dessa decisão;
3. Os cônjuges começam a se adaptar com a nova
realidade.
Divórcio tende a causar menos impacto emocional e social;
Menos pessoas envolvidas e laços sociais como casal menos estabelecidos;
Divórcio em Famílias sem Filhos
Recomeçar é menos difícil, pois ambos têm experiência como solteiros;
Estrutura de vida anterior pode ser utilizada como referência;
Maior facilidade em lidar com independência financeira e socialização;
Contexto atual favorece famílias com carreiras duplas.
Divórcio em famílias com filhos pequenos
O nascimento de um filho pode gerar tensões na relação conjugal, muitas vezes colocando a
parentalidade em primeiro plano e enfraquecendo a intimidade do casal;
Isso pode aumentar o risco de divórcio, especialmente quando os pais se concentram apenas no
cuidado da criança, negligenciando o relacionamento entre eles.
A separação ou divórcio afeta profundamente os filhos pequenos,
levando-os a uma "regressão" comportamental. Eles podem retomar
hábitos infantis já superados, como chupar o dedo, ter pesadelos ou se
sentir inseguros.
Divórcio em famílias com filhos
pequenos
Todas as separações representam um processo de luto, de readaptação às circunstâncias do novo modelo
familiar. Neste processo as crianças mais novas são as mais vulneráveis.
Crianças (2-6 anos) Crianças (7-10 anos)
Nesta fase são comuns os
comportamentos regressivos;
Alterações no padrão do sono;
A recusa a ir para casa de um dos
progenitores;
A apatia e isolamento.
Manipulação do comportamento, a
criança toma preferência por um
dos progenitores;
Sentimentos de culpa;
Alterações na autoestima;
Fraca tolerância à frustração;
Oscilações no desempenho escolar.
Os adolescentes enfrentam mudanças físicas e emocionais, enquanto buscam se diferenciar dos pais.
Nessa fase, precisam de estabilidade, e o divórcio pode gerar forte ressentimento devido às mudanças
inesperadas.
Muitas vezes, os pais envolvem os adolescentes nos problemas do casal, o que pode resultar em
conflitos de lealdade. Isso pode levar os jovens a adotar comportamentos acusatórios ou
autodestrutivos.
Divórcio em Famílias com Adolescentes
Os adolescentes podem ser colocados no meio dos conflitos, atuando como
mensageiros, informantes ou ouvindo críticas entre os pais. Isso intensifica o
estresse emocional e pode forçá-los a escolher lados, prejudicando suas
relações familiares.
Mesmo ao sair de casa e seguir suas próprias vidas, os filhos adultos podem sentir a perda da estrutura
familiar e o "ninho seguro", além de possível sensação de abandono.
Com o rompimento do modelo familiar de conjugalidade, os filhos adultos podem começar a refletir
sobre seus próprios relacionamentos amorosos, temendo a repetição do divórcio em suas vidas
pessoais.
Divórcio em Famílias com Filhos
Adultos
Os pais, ao enfrentar a solidão, podem solicitar mais atenção e apoio dos filhos
adultos, colocando-os em situações de responsabilidade emocional que não
lhes pertencem, o que pode gerar tensões e desequilíbrio nas relações
familiares.
Divórcio em Famílias no Estágio Tardio
da Vida
O divórcio na fase tardia da vida pode gerar um choque para toda a família. Para os cônjuges, traz
maior insegurança financeira e uma necessidade intensa de ajustamento emocional.
Para muitos, que cresceram em uma época em que o divórcio era socialmente inaceitável, a
redefinição de identidade após o divórcio pode ser mais difícil. A busca por novos significados de vida
nessa fase pode ser desafiadora.
O cônjuge que não pediu o divórcio pode sofrer com sentimentos de vergonha, humilhação e até
depressão, enfrentando dificuldades emocionais ao lidar com a separação.
Antes da Lei n. 11.698/2008, a guarda unilateral materna era a regra no Brasil, exceto quando a conduta da mãe
era comprovadamente nociva. A lei introduziu a guarda compartilhada como uma alternativa mais equilibrada.
Guarda dos Filhos
Tipos de Guarda
Guarda Unilateral
Um dos genitores (guardião) é responsável pelos cuidados diários e criação dos filhos, enquanto o outro tem
direito de ver de visita e supervisão dos interesses dos filhos.
Guarda Compartilhada
Ambos os pais compartilham responsabilidades em todas as esferas da vida dos filhos, independentemente da
residência. O foco está na divisão de responsabilidades.
Estudo de caso: Alienação Pariental
João e Maria, casados por cinco anos e com dois filhos (Vitória, 13 anos, e Vitor, 9 anos), estavam separados há
oito anos. A guarda das crianças era da mãe, com visitas regulamentadas ao pai. A relação entre Vitória e João
estava rompida há seis anos devido a conflitos familiares, enquanto Vitor experienciava uma relação
conturbada com o pai, marcada por agressividade e ciúmes. Maria relatou que João era ausente na vida familiar
e que a dinâmica familiar foi impactada por agressões verbais e físicas, resultando em medo e insegurança nas
crianças.
Vitor, em avaliações psicológicas, expressou medo em relação ao pai e evitava situações que pudessem levá-lo
a um encontro com ele. A relação de Vitor com o padrasto era saudável, proporcionando um ambiente seguro.
Apesar dos medos e traumas relacionados ao pai, Vitor desejava um relacionamento pacífico, mas era
constantemente afetado pela instabilidade emocional de João, que utilizava o filho como objeto de disputa em
sua relação conturbada com Maria. As tensões entre os pais refletiram negativamente no desenvolvimento
emocional de Vitor, que enfrentava ansiedade, baixa autoestima e dificuldades nas relações sociais.
O divórcio é um evento que impacta profundamente a estrutura familiar, e seus efeitos variam de acordo com
o estágio de vida dos envolvidos. A dinâmica conjugal, a guarda dos filhos e o fenômeno da alienação parental
são aspectos essenciais que precisam ser compreendidos e geridos para minimizar os danos emocionais aos
filhos.
A separação traz desafios específicos para cada fase do ciclo de vida familiar, influenciando não apenas os
cônjuges, mas também o desenvolvimento psicológico e social dos filhos. Por isso, é fundamental que o
processo seja conduzido com atenção, respeito e suporte psicológico adequado para promover a saúde e o
bem-estar de todos os membros da família durante a transição para novas estruturas familiares.
Conclusão
SOUZA, R. M. Começar de novo: as mulheres no divórcio. In: Valéria Meirelles. (Org.) Mulher do Século XXI. São Paulo: Roca, 2008. p. 61-66.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Cartilha do Divórcio para os Pais. Brasília, 2015.
Lei n. 11.698, de 13 de junho de 2008. (2008). Altera os arts. 1.583 e 1.584 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 Código Civil, para instituir e disciplinar a
guarda compartilhada.
Carter, B. & McGoldrick, M. (Orgs.). (1995). As mudanças no ciclo de vida familiar: uma estrutura para a terapia familiar (M. A. V. Veronese, Trad.). Porto Alegre:
Artes Médicas.
Gottman, J. M. (1998). Casamentos: Por que alguns dão certo e outros não? Rio de Janeiro: Objetiva
TAVARES, Cleiton Henrique. Divórcio suas consequências para os filhos. São Lucas Centro Universitário. 2017. Disponível
em:https://repositorio.saolucas.edu.br//Acesso em:21/08/2020.
CRUZ, Daiane Cristina Macedo; SANTANA, Elane Carvalho de; BARBOSA, Laíge Pereira; SILVA, Sara Querzia da Cruz; SILVA, Sarah Raquel Siqueira; Barbosa,
Vera Lúcia. Divórcio dos pais: até que ponto isso interfere negativamente nos filhos que estão em fase de desenvolvimento. V.1. Aracaju, 2013.
NICHOLS, M.P., & SCHWARTZ, R.C. Terapia familiar: conceitos e métodos (M.F. Lopes, trad. 3.a ed.) Porto alegre: Artes Médicas, 1998.
CERVENY, C. M. O. Família e.... São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006.
TEYBER, E. Ajudando crianças a conviver com o divórcio. Trad. Carmen Youssef. Editora Nobel: São Paulo, 1995.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Cartilha do Divórcio para os Pais. Brasília, 2015.
CANO. D. S. GABARRA L. M. MORÉ. C. O. CREPALDI M. A. As Transições Familiares do Divórcio ao Recasamento no Contexto Brasileiro. Revista Psicologia:
Reflexão e Crítica. vol.22 nº.2 Porto Alegre – 2009
BAIR. D. Começar de novo: o divórcio na terceira idade. Trad. Fal Azevedo. Rio de Janeiro: Rocco, 2010.
Um estudo de caso sobre o lugar dos filhos na separação dos pais; 2014; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Infância e
Família) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Débora Silva de Oliveira.
IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e estatística. Estatísticas do Registro Civil, 2014.
Referências

Divórcio, Negligência e Separação.pdf slide

  • 1.
  • 2.
    Definição: O divórcioé a dissolução do casamento, permitindo um novo relacionamento Impacto: Afeta todos os envolvidos, ocorrendo em um processo que pode durar anos, envolvendo desestruturação e reestruturação da vida. Ciclo de Vida Familiar: O impacto varia conforme o estágio familiar, especialmente em momentos de transição. INTRODUÇÃO
  • 3.
    Sentimentos e Emoções:Destaca-se que o divórcio gera sentimentos contraditórios, perdas e dores, independentemente de quem inicia o processo. Guarda dos Filhos: Predominância da guarda unilateral materna; a Lei da Guarda Compartilhada reavivou o debate sobre parentalidade. Alienação Parental: Manipulação psicológica que pode prejudicar o vínculo afetivo entre crianças e os pais, resultando em danos emocionais duradouros.
  • 4.
    Diferença entre Separação eDivórcio Separação Divórcio Dissolve completamente o casamento, encerrando o vínculo legal entre os cônjuges; Permite que os cônjuges se casem novamente; Trata de divisão de bens, guarda dos filhos e pensão alimentícia, com rompimento definitivo do vínculo conjugal. Não dissolve o casamento, mas regulariza a vida dos cônjuges; Permite que vivam em casas diferentes e tratem de questões como guarda de filhos e partilha de bens; O vínculo matrimonial continua, e os cônjuges não podem se casar novamente.
  • 5.
    Impactos do Divórciona Estrutura Familiar Evolução da Família Antigamente: Estrutura familiar tradicional (pai, mãe e filhos). Atualmente: Variedades como uniões estáveis, monoparentais e homoafetivas Conflitos entre os pais afetam o ajustamento psicológico das crianças O impacto varia conforme o Ciclo de Vida Familiar Sentimentos de raiva, tristeza e mudanças comportamentais são comuns.
  • 6.
    Fases do Divórcio 1.Umdos cônjuges ou ambos se encontram desapontados, insatisfeitos com a relação; 2. Acontece a separação propriamente dita, e o casal precisa rever as expectativas a partir dessa decisão; 3. Os cônjuges começam a se adaptar com a nova realidade.
  • 7.
    Divórcio tende acausar menos impacto emocional e social; Menos pessoas envolvidas e laços sociais como casal menos estabelecidos; Divórcio em Famílias sem Filhos Recomeçar é menos difícil, pois ambos têm experiência como solteiros; Estrutura de vida anterior pode ser utilizada como referência; Maior facilidade em lidar com independência financeira e socialização; Contexto atual favorece famílias com carreiras duplas.
  • 8.
    Divórcio em famíliascom filhos pequenos O nascimento de um filho pode gerar tensões na relação conjugal, muitas vezes colocando a parentalidade em primeiro plano e enfraquecendo a intimidade do casal; Isso pode aumentar o risco de divórcio, especialmente quando os pais se concentram apenas no cuidado da criança, negligenciando o relacionamento entre eles. A separação ou divórcio afeta profundamente os filhos pequenos, levando-os a uma "regressão" comportamental. Eles podem retomar hábitos infantis já superados, como chupar o dedo, ter pesadelos ou se sentir inseguros.
  • 9.
    Divórcio em famíliascom filhos pequenos Todas as separações representam um processo de luto, de readaptação às circunstâncias do novo modelo familiar. Neste processo as crianças mais novas são as mais vulneráveis. Crianças (2-6 anos) Crianças (7-10 anos) Nesta fase são comuns os comportamentos regressivos; Alterações no padrão do sono; A recusa a ir para casa de um dos progenitores; A apatia e isolamento. Manipulação do comportamento, a criança toma preferência por um dos progenitores; Sentimentos de culpa; Alterações na autoestima; Fraca tolerância à frustração; Oscilações no desempenho escolar.
  • 10.
    Os adolescentes enfrentammudanças físicas e emocionais, enquanto buscam se diferenciar dos pais. Nessa fase, precisam de estabilidade, e o divórcio pode gerar forte ressentimento devido às mudanças inesperadas. Muitas vezes, os pais envolvem os adolescentes nos problemas do casal, o que pode resultar em conflitos de lealdade. Isso pode levar os jovens a adotar comportamentos acusatórios ou autodestrutivos. Divórcio em Famílias com Adolescentes Os adolescentes podem ser colocados no meio dos conflitos, atuando como mensageiros, informantes ou ouvindo críticas entre os pais. Isso intensifica o estresse emocional e pode forçá-los a escolher lados, prejudicando suas relações familiares.
  • 11.
    Mesmo ao sairde casa e seguir suas próprias vidas, os filhos adultos podem sentir a perda da estrutura familiar e o "ninho seguro", além de possível sensação de abandono. Com o rompimento do modelo familiar de conjugalidade, os filhos adultos podem começar a refletir sobre seus próprios relacionamentos amorosos, temendo a repetição do divórcio em suas vidas pessoais. Divórcio em Famílias com Filhos Adultos Os pais, ao enfrentar a solidão, podem solicitar mais atenção e apoio dos filhos adultos, colocando-os em situações de responsabilidade emocional que não lhes pertencem, o que pode gerar tensões e desequilíbrio nas relações familiares.
  • 12.
    Divórcio em Famíliasno Estágio Tardio da Vida O divórcio na fase tardia da vida pode gerar um choque para toda a família. Para os cônjuges, traz maior insegurança financeira e uma necessidade intensa de ajustamento emocional. Para muitos, que cresceram em uma época em que o divórcio era socialmente inaceitável, a redefinição de identidade após o divórcio pode ser mais difícil. A busca por novos significados de vida nessa fase pode ser desafiadora. O cônjuge que não pediu o divórcio pode sofrer com sentimentos de vergonha, humilhação e até depressão, enfrentando dificuldades emocionais ao lidar com a separação.
  • 13.
    Antes da Lein. 11.698/2008, a guarda unilateral materna era a regra no Brasil, exceto quando a conduta da mãe era comprovadamente nociva. A lei introduziu a guarda compartilhada como uma alternativa mais equilibrada. Guarda dos Filhos Tipos de Guarda Guarda Unilateral Um dos genitores (guardião) é responsável pelos cuidados diários e criação dos filhos, enquanto o outro tem direito de ver de visita e supervisão dos interesses dos filhos. Guarda Compartilhada Ambos os pais compartilham responsabilidades em todas as esferas da vida dos filhos, independentemente da residência. O foco está na divisão de responsabilidades.
  • 15.
    Estudo de caso:Alienação Pariental João e Maria, casados por cinco anos e com dois filhos (Vitória, 13 anos, e Vitor, 9 anos), estavam separados há oito anos. A guarda das crianças era da mãe, com visitas regulamentadas ao pai. A relação entre Vitória e João estava rompida há seis anos devido a conflitos familiares, enquanto Vitor experienciava uma relação conturbada com o pai, marcada por agressividade e ciúmes. Maria relatou que João era ausente na vida familiar e que a dinâmica familiar foi impactada por agressões verbais e físicas, resultando em medo e insegurança nas crianças. Vitor, em avaliações psicológicas, expressou medo em relação ao pai e evitava situações que pudessem levá-lo a um encontro com ele. A relação de Vitor com o padrasto era saudável, proporcionando um ambiente seguro. Apesar dos medos e traumas relacionados ao pai, Vitor desejava um relacionamento pacífico, mas era constantemente afetado pela instabilidade emocional de João, que utilizava o filho como objeto de disputa em sua relação conturbada com Maria. As tensões entre os pais refletiram negativamente no desenvolvimento emocional de Vitor, que enfrentava ansiedade, baixa autoestima e dificuldades nas relações sociais.
  • 16.
    O divórcio éum evento que impacta profundamente a estrutura familiar, e seus efeitos variam de acordo com o estágio de vida dos envolvidos. A dinâmica conjugal, a guarda dos filhos e o fenômeno da alienação parental são aspectos essenciais que precisam ser compreendidos e geridos para minimizar os danos emocionais aos filhos. A separação traz desafios específicos para cada fase do ciclo de vida familiar, influenciando não apenas os cônjuges, mas também o desenvolvimento psicológico e social dos filhos. Por isso, é fundamental que o processo seja conduzido com atenção, respeito e suporte psicológico adequado para promover a saúde e o bem-estar de todos os membros da família durante a transição para novas estruturas familiares. Conclusão
  • 17.
    SOUZA, R. M.Começar de novo: as mulheres no divórcio. In: Valéria Meirelles. (Org.) Mulher do Século XXI. São Paulo: Roca, 2008. p. 61-66. CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Cartilha do Divórcio para os Pais. Brasília, 2015. Lei n. 11.698, de 13 de junho de 2008. (2008). Altera os arts. 1.583 e 1.584 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 Código Civil, para instituir e disciplinar a guarda compartilhada. Carter, B. & McGoldrick, M. (Orgs.). (1995). As mudanças no ciclo de vida familiar: uma estrutura para a terapia familiar (M. A. V. Veronese, Trad.). Porto Alegre: Artes Médicas. Gottman, J. M. (1998). Casamentos: Por que alguns dão certo e outros não? Rio de Janeiro: Objetiva TAVARES, Cleiton Henrique. Divórcio suas consequências para os filhos. São Lucas Centro Universitário. 2017. Disponível em:https://repositorio.saolucas.edu.br//Acesso em:21/08/2020. CRUZ, Daiane Cristina Macedo; SANTANA, Elane Carvalho de; BARBOSA, Laíge Pereira; SILVA, Sara Querzia da Cruz; SILVA, Sarah Raquel Siqueira; Barbosa, Vera Lúcia. Divórcio dos pais: até que ponto isso interfere negativamente nos filhos que estão em fase de desenvolvimento. V.1. Aracaju, 2013. NICHOLS, M.P., & SCHWARTZ, R.C. Terapia familiar: conceitos e métodos (M.F. Lopes, trad. 3.a ed.) Porto alegre: Artes Médicas, 1998. CERVENY, C. M. O. Família e.... São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006. TEYBER, E. Ajudando crianças a conviver com o divórcio. Trad. Carmen Youssef. Editora Nobel: São Paulo, 1995. CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Cartilha do Divórcio para os Pais. Brasília, 2015. CANO. D. S. GABARRA L. M. MORÉ. C. O. CREPALDI M. A. As Transições Familiares do Divórcio ao Recasamento no Contexto Brasileiro. Revista Psicologia: Reflexão e Crítica. vol.22 nº.2 Porto Alegre – 2009 BAIR. D. Começar de novo: o divórcio na terceira idade. Trad. Fal Azevedo. Rio de Janeiro: Rocco, 2010. Um estudo de caso sobre o lugar dos filhos na separação dos pais; 2014; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Infância e Família) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Débora Silva de Oliveira. IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e estatística. Estatísticas do Registro Civil, 2014. Referências