O documento discute como as declarações de artistas minimalistas dos anos 1960 sobre a arte como algo que se vê não conseguem se manter e o que nos olha acaba retornando no que acreditamos apenas ver. Aborda como uma forma pode ser ao mesmo tempo "específica" e "presente" e analisa a querela entre Donald Judd e Michael Fried sobre a tautologia e os dilemas em torno dela.