O poema critica o aborto, argumentando que o feto tem direitos e que o aborto é um assassinato de inocentes. Apesar de defender os direitos das mulheres, o autor acredita que o aborto mata algo puro no ventre da mulher sem culpa. Ele também critica a sociedade e políticos por permitirem tal prática e não oferecerem apoio adequado para adolescentes.